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<itunes:summary>A proposta do Coemergência é explorar temas importantes da nossa sociedade e da vida cotidiana, sempre à luz da relação entre os nossos mundos interno e externo. Partimos do princípio de que a maneira como percebemos e nos posicionamos no mundo está diretamente relacionada aos nossos referenciais, visões de mundo, emoções, hábitos e experiências prévias.</itunes:summary>
<itunes:subtitle>A proposta do Coemergência é explorar os grandes temas da nossa sociedade e da vida cotidiana, sempre à luz da relação entre os nossos mundos interno e externo, reconhecendo que a maneira como percebemos e nos posicionamos no mundo está diretamente rel...</itunes:subtitle>
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<itunes:author>Coemergência</itunes:author>


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<copyright>Você compartilhar e fazer download dos nossos programas para fins não comerciais.</copyright>
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<title>Coemergência | Podcast</title>
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<description>A proposta do Coemergência é explorar temas importantes da nossa sociedade e da vida cotidiana, sempre à luz da relação entre os nossos mundos interno e externo. Partimos do princípio de que a maneira como percebemos e nos posicionamos no mundo está diretamente relacionada aos nossos referenciais, visões de mundo, emoções, hábitos e experiências prévias. </description>
<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 19:43:34 -0300</pubDate>
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  <title>Coemergência | Podcast</title>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#86 Resgate das mulheres no budismo (com Monja Wahô Degenszajn)</title>
<description>Seres de todos os reinos, sejam bem-vindos ao nosso primeiro episódio do Coemergência em 2025! Demorou, mas saiu! Nesse episódio a gente recebeu uma pessoa que a gente admira muito: a Monja Wahô Degenszajn, coordenadora do Mosteiro Urbano Zen Therigatha, que fica em são Paulo, na Vila Madalena. O tema que norteou nossa conversa com ela foi o lançamento de uma obra maravilhosa: o livro “A Lamparina Escondida: Histórias de Vinte Cinco Séculos de Mulheres Despertas”, que resgata a importância das mulheres na religião budista. O livro apresenta histórias contadas por mulheres budistas ao longo dos séculos e traz comentários atuais de professoras budistas de diversas tradições, etnias e países, com o objetivo de nos ajudar na conexão com os ensinamentos dessa tradição espiritual milenar. É a primeira vez que esse livro ganha tradução em língua portuguesa, graças ao esforço e trabalho de inúmeros praticantes sob a coordenação da Monja Wahô. A gente tem certeza que esse livro vai servir de inspiração para muitas pessoas no caminho budista! No bate-papo a seguir, que contou com a participação de Rafaela Reis, Alisson granja e Madson de Moraes, a Monja Wahô contou pra gente o começo da sua trajetória no budismo, comenta sobre o interesse em estudar a linhagem das mulheres dentro do budismo e destaca a importância dessa obra em língua portuguesa para o Brasil.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/86-resgate-das-mulheres-no-budismo-com-monja-waho-degenszajn/</link>
  <pubDate>Fri, 04 Apr 2025 11:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#85 Respirar como ninguém, com Tenzin Wangyal Rinpoche</title>
<description>Seres de todos reinos, o episódio de hoje é especialíssimo. Por intermédio da querida Andrea Meng e da sanga do Ligmincha – e já fica aqui nosso agradecimento – tivemos a honra e a alegria de poder conversar com o extraordinário Tenzin Wangyal Rinpoche, mestre da tradição Bön que esteve no Brasil para uma série de ensinamentos e atividades no início de 2024. Rinpoche foi um dos primeiros a trazer os preciosos ensinamentos Bön para o Ocidente, no final dos anos 80, é fundador e diretor espiritual do Instituto Ligmincha, um aclamado autor, bem como um professor altamente respeitado e amado por estudantes nos Estados Unidos, México, Europa e América do Sul. Em sua vinda, o Rinpoche também participou do lançamento de uma nova edição da tradução de seu livro “Os yogas tibetanos dos sonhos e do sono: Práticas para despertar”. Foi o tema principal de nossa entrevista. Mas falamos também sobre a relação entre ciência e as tradições antigas, respiração, saúde e sobre como “ser ninguém”, entre muitas outras coisas. Pra acompanhar esse episódio, você tem duas escolhas: assistir à gravação em vídeo, com legendas, que está disponível no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=bNwm9_TNSUU), ou então ouvir em sua plataforma de áudio favorita, como já está acostumado, mas com o áudio original em inglês, sem tradução. A escolha é sua. Desfrute!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/85-respirar-como-ninguem-com-tenzin-wangyal-rinpoche/</link>
  <pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>TenzinWangyalRinpoche, TradiçãoBön, Ligmincha, EnsinamentosBön, Osyogastibetanosdossonhosedosono, Respiração, Meditação, coemergencia</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos reinos, o episódio de hoje é especialíssimo. Por intermédio da querida Andrea Meng e da sanga do Ligmincha – e já fica aqui nosso agradecimento – tivemos a honra e a alegria de poder conversar com o extraordinário Tenzin Wangyal Rinpoche, mestre da tradição Bön que esteve no Brasil para uma série de ensinamentos e atividades no início de 2024. Rinpoche foi um dos primeiros a trazer os preciosos ensinamentos Bön para o Ocidente, no final dos anos 80, é fundador e diretor espiritual do Instituto Ligmincha, um aclamado autor, bem como um professor altamente respeitado e amado por estudantes nos Estados Unidos, México, Europa e América do Sul. Em sua vinda, o Rinpoche também participou do lançamento de uma nova edição da tradução de seu livro “Os yogas tibetanos dos sonhos e do sono: Práticas para despertar”. Foi o tema principal de nossa entrevista. Mas falamos também sobre a relação entre ciência e as tradições antigas, respiração, saúde e sobre como “ser ninguém”, entre muitas outras coisas. Pra acompanhar esse episódio, você tem duas escolhas: assistir à gravação em vídeo, com legendas, que está disponível no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=bNwm9_TNSUU), ou então ouvir em sua plataforma de áudio favorita, como já está acostumado, mas com o áudio original em inglês, sem tradução. A escolha é sua. Desfrute!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos reinos, o episódio de hoje é especialíssimo. Por intermédio da querida Andrea Meng e da sanga do Ligmincha – e já fica aqui nosso agradecimento – tivemos a honra e a alegria de poder conversar com o extraordinário Tenzin Wangyal Rinpoche, mestre da tradição Bön que esteve no Brasil para uma série de ensinamentos e atividades no início de 2024. Rinpoche foi um dos primeiros a trazer os preciosos ensinamentos Bön para o Ocidente, no final dos anos 80, é fundador e diretor espiritual do Instituto Ligmincha, um aclamado autor, bem como um professor altamente respeitado e amado por estudantes nos Estados Unidos, México, Europa e América do Sul. Em sua vinda, o Rinpoche também participou do lançamento de uma nova edição da tradução de seu livro “Os yogas tibetanos dos sonhos e do sono: Práticas para despertar”. Foi o tema principal de nossa entrevista. Mas falamos também sobre a relação entre ciência e as tradições antigas, respiração, saúde e sobre como “ser ninguém”, entre muitas outras coisas. Pra acompanhar esse episódio, você tem duas escolhas: assistir à gravação em vídeo, com legendas, que está disponível no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=bNwm9_TNSUU), ou então ouvir em sua plataforma de áudio favorita, como já está acostumado, mas com o áudio original em inglês, sem tradução. A escolha é sua. Desfrute!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#84 CineCoemé: Divertidamente 2</title>
<description>Seres de todos os reinos, qual divertidamente tem estado mais no controle aí? Se você fez ou ouviu essa pergunta nos últimos meses e se teve seu Instagram dominado por memes da Alegria, Raiva, Nojinho e companhia, você está no lugar certo. Puxa uma cadeira, uma almofada, coloca a ansiedade para tomar um chá e vem escutar esse nosso papo. Como fizemos com Dias Perfeitos, enchemos mais uma vez a sala da nossa lavanderia virtual para falar sobre um outro filme a partir de como ele reverberou para cada um de nós e o que nos fez contemplar. Agora, nos reunimos para falar de Divertidamente 2, o mais recente filme da Pixar e que mexeu bastante com todo mundo por aqui.Falamos sobre como cada emoção tem o seu papel, mesmo aquelas dolorosas (como a ansiedade); o problema de tentarmos suprimir nossas emoções; a complexidade do nosso mundo emocional e a importância de cultivarmos espaço para sentir o que precisarmos sentir; como tentar elaborar a impermanência que enfrentamos em menores ou maiores graus ao longo da vida; o papel das crenças que temos sobre nós mesmos, os outros e o mundo na forma como pensamos, falamos e agimos; dentre vários outros assuntos. Não esgotamos nem tivemos a pretensão de esgotar tudo o que é possível falar a partir do filme. Mas, foi uma delícia o papo. Esperamos que o que trouxemos aqui ecoe por aí e abra novas leituras sobre o filme. No final, como no último episódio, deixamos algumas indicações para quem quiser seguir aprofundando nos temas que levantamos. Estiveram na mesa desse episódio @guixikeda93, @madsondemoraes, @kalynevieira, @monica.szyszko.pita e Alisson Granja. Aproveitem a conversa, gente! Um bom episódio!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/84-cinecoeme-divertidamente-2</link>
  <pubDate>Fri, 09 Aug 2024 15:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, qual divertidamente tem estado mais no controle aí? Se você fez ou ouviu essa pergunta nos últimos meses e se teve seu Instagram dominado por memes da Alegria, Raiva, Nojinho e companhia, você está no lugar certo. Puxa uma cadeira, uma almofada, coloca a ansiedade para tomar um chá e vem escutar esse nosso papo. Como fizemos com Dias Perfeitos, enchemos mais uma vez a sala da nossa lavanderia virtual para falar sobre um outro filme a partir de como ele reverberou para cada um de nós e o que nos fez contemplar. Agora, nos reunimos para falar de Divertidamente 2, o mais recente filme da Pixar e que mexeu bastante com todo mundo por aqui.Falamos sobre como cada emoção tem o seu papel, mesmo aquelas dolorosas (como a ansiedade); o problema de tentarmos suprimir nossas emoções; a complexidade do nosso mundo emocional e a importância de cultivarmos espaço para sentir o que precisarmos sentir; como tentar elaborar a impermanência que enfrentamos em menores ou maiores graus ao longo da vida; o papel das crenças que temos sobre nós mesmos, os outros e o mundo na forma como pensamos, falamos e agimos; dentre vários outros assuntos. Não esgotamos nem tivemos a pretensão de esgotar tudo o que é possível falar a partir do filme. Mas, foi uma delícia o papo. Esperamos que o que trouxemos aqui ecoe por aí e abra novas leituras sobre o filme. No final, como no último episódio, deixamos algumas indicações para quem quiser seguir aprofundando nos temas que levantamos. Estiveram na mesa desse episódio @guixikeda93, @madsondemoraes, @kalynevieira, @monica.szyszko.pita e Alisson Granja. Aproveitem a conversa, gente! Um bom episódio!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#83 Belezas e inquietações em Dias Perfeitos</title>
<description>Seres de todos os reinos, como seria um dia perfeito pra você? Nesse episódio a gente vai discutir o contemplativo, poético e extraordinário no filme Dias Perfeitos, do diretor alemão Win Wenders. Nesse filme, somos convidados pelo diretor a pegar carona na vida simples de Hirayama, um faxineiro dos banheiros públicos de Tóquio que vive em solitude, mora em uma singela casa e sua riqueza está nos livros, músicas e fotografias e não no celular e na pressa pregada pelo mundo capitalista. Acompanhando a rotina diária de Hirayama, acabamos mergulhando em sua intimidade e na vivência do aqui e agora. Arrebatados pela atmosfera de dias perfeitos, decidimos juntar alguns amigos para bater um papo sobre o filme e entender porque ele mexeu tanto com a gente. O papo contou com a participação de Madson de Moraes, Guilherme Ikeda, Paulo Carvalho, Rafaela Moreira e Alisson Granja.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/83-belezas-e-inquietacoes-em-dias-perfeitos/</link>
  <pubDate>Sun, 09 Jun 2024 09:30:00 -0300</pubDate>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#82 Lúcida Letra: dez anos de uma editora interdependente (com Vítor Barreto)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Neste episódio do Coemergência temos dois convidados especiais: Madson de Moraes, anfitrião da conversa, e Vítor Barreto, o homem por trás da Lúcida Letra, sobre a qual papeamos: uma editora fundada por ele há mais de dez anos e que publica livros budistas e livros de transformação pessoal que tem o budismo como base. Se você é budista ou trilha algum outro caminho de transformação pessoal, certamente deve ter um livro da lúcida letra aí na sua estante. Graças ao trabalho conduzido por ele, um grande número de pessoas tem tido a oportunidade de entrar em contato com o darma no Brasil. No papo a seguir, que conta também com a participação do Alisson Granja, Vítor divide com a gente um pouco dos bastidores da publicação desses livros. Ele também conta pra gente como a Lúcida Letra nasceu, a sua aspiração em publicar livros budistas, o cuidado na hora de selecionar aqueles que serão traduzidos e ressalta a importância do apoio da rede de amigos para que o livro chegue até o leitor. Bora pra esse papo lúcido?</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/82-lucida-letra-dez-anos-de-uma-editora-interdependente-com-vitor-barreto/</link>
  <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 17:30:00 -0300</pubDate>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#81 O que realmente nos faz felizes? (com Venerável Tenzin Namdro)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Nós tivemos a honra de receber a Venerável Tenzin Namdro, do Centro Shiwa Lha, ligado à Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana (FPMT), para fazer perguntas para ela sobre um par de temas que aparece nas exposições das etapas do caminho do budismo Mahayana: as vantagens do apreço e do cuidado pelos outros, bem como as desvantagens do egoísmo e do autocentramento. Afinal, se não contemplarmos as verdadeiras causas da felicidade e do sofrimento, como teríamos a motivação de cultivá-las? Além disso, como a monja nos lembra, podemos reconhecer que todos os seres desejam ser felizes e não sofrerem, tanto quanto nós. Por que isso é tão importante? Essa é uma conversa muito, muito rica, e que também esbarra em muitas diferenças culturais (e traduzir um pouco dessas diferenças foi uma das motivações para ouvirmos a monja). Por exemplo, o que chamamos de eu, de autocuidado, o quão amplos são nossa mente e nosso coração quando livres de obscurecimentos, tudo isso assume formas diferentes em diversos contextos. Talvez valha a pena investigar a hipótese de que somos muito mais amplos do que os estados contraídos em que vivemos usualmente. Após ouvir a conversa, caso se interesse em aprofundar no que a Venerável Tenzin Namdro falou, é só procurar espaços como o Centro Shiwa Lha, no Rio, e a FPMT. Um fim de semana com o coração muito aberto para todes!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/81-o-que-realmente-nos-faz-felizes-com-veneravel-tenzin-namdro/</link>
  <pubDate>Sat, 13 Jan 2024 19:05:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>budismo, Mahayana, Venerável Tenzin Namdro, Lama Yeshe, Lama Zopa Rinpoche, autocentramento, egoísmo, solidão, comunicação, escuta, alegria, felicidade, sofrimento, quatro nobres verdades, altruísmo, compaixão, alegria empática, equanimidade</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, Nós tivemos a honra de receber a Venerável Tenzin Namdro, do Centro Shiwa Lha, ligado à Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana (FPMT), para fazer perguntas para ela sobre um par de temas que aparece nas exposições das etapas do caminho do budismo Mahayana: as vantagens do apreço e do cuidado pelos outros, bem como as desvantagens do egoísmo e do autocentramento. Afinal, se não contemplarmos as verdadeiras causas da felicidade e do sofrimento, como teríamos a motivação de cultivá-las? Além disso, como a monja nos lembra, podemos reconhecer que todos os seres desejam ser felizes e não sofrerem, tanto quanto nós. Por que isso é tão importante? Essa é uma conversa muito, muito rica, e que também esbarra em muitas diferenças culturais (e traduzir um pouco dessas diferenças foi uma das motivações para ouvirmos a monja). Por exemplo, o que chamamos de eu, de autocuidado, o quão amplos são nossa mente e nosso coração quando livres de obscurecimentos, tudo isso assume formas diferentes em diversos contextos. Talvez valha a pena investigar a hipótese de que somos muito mais amplos do que os estados contraídos em que vivemos usualmente. Após ouvir a conversa, caso se interesse em aprofundar no que a Venerável Tenzin Namdro falou, é só procurar espaços como o Centro Shiwa Lha, no Rio, e a FPMT. Um fim de semana com o coração muito aberto para todes!</itunes:summary>
	  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Nós tivemos a honra de receber a Venerável Tenzin Namdro, do Centro Shiwa Lha, ligado à Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana (FPMT), para fazer perguntas para ela sobre um par de temas que aparece nas exposições das etapas do caminho do budismo Mahayana: as vantagens do apreço e do cuidado pelos outros, bem como as desvantagens do egoísmo e do autocentramento. Afinal, se não contemplarmos as verdadeiras causas da felicidade e do sofrimento, como teríamos a motivação de cultivá-las? Além disso, como a monja nos lembra, podemos reconhecer que todos os seres desejam ser felizes e não sofrerem, tanto quanto nós. Por que isso é tão importante? Essa é uma conversa muito, muito rica, e que também esbarra em muitas diferenças culturais (e traduzir um pouco dessas diferenças foi uma das motivações para ouvirmos a monja). Por exemplo, o que chamamos de eu, de autocuidado, o quão amplos são nossa mente e nosso coração quando livres de obscurecimentos, tudo isso assume formas diferentes em diversos contextos. Talvez valha a pena investigar a hipótese de que somos muito mais amplos do que os estados contraídos em que vivemos usualmente. Após ouvir a conversa, caso se interesse em aprofundar no que a Venerável Tenzin Namdro falou, é só procurar espaços como o Centro Shiwa Lha, no Rio, e a FPMT. Um fim de semana com o coração muito aberto para todes!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#80 Zen e a Arte de Salvar o Planeta (com Giselle Sato, Maíra Fernandes de Melo e Tamira Rocha)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Foi recentemente publicado no Brasil o livro Zen e a Arte de Salvar o Planeta, que reúne textos compostos pelo mestre Thich Nhat Hanh e organizados pela irmã True Dedication. O título é um pouco brincalhão (não há salvadores!), e o que encontramos no livro é muito profundo: um conjunto de reflexões e diretrizes que nos ajudam a atuar em prol do planeta, que também somos nós. Elas incluem um conjunto de ensinamentos sobre a importância de um insight radical, de mudarmos nossa visão sobre o mundo para que nossa ação seja eficaz, que recorrem bastante ao clássico e precioso Sutra do Diamante; bem como ensinamentos sobre como viver de maneira ética, benéfica, não-violenta, amorosa, e sobre como formar e nutrir "comunidades de resistência". Para conversar sobre o livro, recebemos as queridas Giselle Sato, Maíra Fernandes e Tamira Rocha, da Comunidade Guardiã da Terra e praticantes na tradição de Plum Village, fundada pelo Thay. Elas, juntamente com um grupo, concluíram recentemente uma rodada de estudos do livro, que foi inspiradora e transformadora para muitas pessoas. Nesta conversa, elas dividiram os insights ainda fresquinhos resultantes dele. Dois lembretes: Seguimos no apoia.se/coemergencia. E nosso querido Alisson Granja está oferecendo práticas de meditação toda quarta-feira pela manhã (ver links na bio). Um ótimo finzinho de ano pra todo mundo! </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/80-zen-e-a-arte-de-salvar-o-planeta-com-giselle-sato-maira-fernandes-e-tamira-rocha/</link>
  <pubDate>Fri, 29 Dec 2023 12:25:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>zen, Thich Nhat Hanh, Sister True Dedication, Plum Village, budismo, ecologia, ecodarma, Sister Chan Khong, emergência climática, atenção plena, mindfulness, ética, comunidade, solidão, comunicação</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #12 Por Terra e Território (com Erahsto Felício)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Neste podcast que trata da intersecção entre dentro e fora, frequentemente falamos da formação de comunidades e o tecimento de redes como um aspecto imprescindível do bem-estar em qualquer nível, do individual ao social e ecológico. No atual episódio da coluna Interser, um elemento muito fundamental desses processos é trazido ao primeiro plano: a importância da terra e do território. O convidado é alguém que, em seus textos e práticas, frequentemente nos lembra deste aspecto. Trata-se de Erahsto Felício, educador do IFBA, mestre em história pela UFBA, co-autor do livro "Por Terra e Território: caminhos da revolução dos povos no Brasil" com o mestre Joelson Ferreira, e outrora também atuante na comunicação da Teia dos Povos. O livro foi o fio condutor da conversa, mas ela cresceu para além dele também. Falamos sobre a Teia dos Povos, as diferentes temporalidades emancipatórias (eles distinguem entre jornada, caminhada e passos), os vários tipos de soberania a serem produzidos pelos povos (hídrica, alimentar, pedagógica etc.), sobre as visões de Erahsto sobre o álcool (e outro intoxicante, o circuito de redes sociais), mas também sobre a importância da espiritualidade e do amor, com o Erahsto compartilhando sobre sua conexão com a tradição sufi. A conversa foi gravada em dois momentos, com um intervalo longo entre eles: a primeira parte em abril de 2023, a segunda em outubro. Para mais informações sobre a Teia dos Povos:
https://teiadospovos.org/ Um grande abraço para todes!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-12-por-terra-e-territorio-com-erahsto-felicio/</link>
  <pubDate>Thu, 16 Nov 2023 12:23:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>terra, território, Erahsto Felício, Mestre Joelson Ferreira, Teia dos Povos, história, história do Brasil, MST, Por Terra e Território, história agrária, política, poder, solidariedade, indígena, raça, classe, sufismo, sufi, espiritualidade, amor, ativismo, Rojava, EZLN</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#79 Práticas Meditativas para uma Educação Libertadora (com Alex Terzi)</title>
<description>Para o episódio #79 do Coemergência, o querido Alex Terzi falou sobre como as práticas meditativas podem favorecer uma educação libertadora. Já desde o início pode ser útil demarcar no que isto não consiste: uma apologia neoliberal de docilização socioemocional entendida em termos individualistas; nem um conjunto de práticas místicas ou alheias à educação de algum forma. Há uma enorme importância de educarmos nossas crianças e adolescentes na familiaridade com o que poderíamos chamar de seu mundo interno e propiciarmos o cultivo do que o nosso convidado chama de estados mentais positivos. Talvez tanto quanto a higiene ou a alfabetização em outros momentos, algo que envolve uma dimensão fundamental de nossa existência talvez ainda aguarde para chegar a um número muito maior de pessoas como algo inteiramente natural e não polêmico, religioso ou místico. O Alex Terzi é professor do Instituto Federal de do Sudeste de Minas Gerais, instrutor de Mindfulness e de Kindfulness, e tem uma longa carreira de ensino e pesquisa na interface entre Linguística, Educação e práticas meditativas. Na entrevista, falamos das potencialidades e dos desafios ligados à inserção da meditação no campo educacional, inclusive para professores; a inovação com um potencial imenso proposta por pesquisadores como o Terzi em seus protocolos, de inserir neles o diálogo entre os participantes; sua visão de que as práticas meditativas podem contribuir para, e dialogar com, a proposta educativa de Paulo Freire; dentre muitas outras coisas. Que esta conversa contribua muito para a sua reflexão e para sua ação!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/79-praticas-meditativas-para-uma-educacao-libertadora/</link>
  <pubDate>Mon, 04 Sep 2023 22:14:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Mindfulness, Kindfulness, educação, infância, adolescência, docência, ensino, Paulo Freire, Mikhail Bakhtin, diálogo, meditação</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Para o episódio #79 do Coemergência, o querido Alex Terzi falou sobre como as práticas meditativas podem favorecer uma educação libertadora. Já desde o início pode ser útil demarcar no que isto não consiste: uma apologia neoliberal de docilização socioemocional entendida em termos individualistas; nem um conjunto de práticas místicas ou alheias à educação de algum forma. Há uma enorme importância de educarmos nossas crianças e adolescentes na familiaridade com o que poderíamos chamar de seu mundo interno e propiciarmos o cultivo do que o nosso convidado chama de estados mentais positivos. Talvez tanto quanto a higiene ou a alfabetização em outros momentos, algo que envolve uma dimensão fundamental de nossa existência talvez ainda aguarde para chegar a um número muito maior de pessoas como algo inteiramente natural e não polêmico, religioso ou místico. O Alex Terzi é professor do Instituto Federal de do Sudeste de Minas Gerais, instrutor de Mindfulness e de Kindfulness, e tem uma longa carreira de ensino e pesquisa na interface entre Linguística, Educação e práticas meditativas. Na entrevista, falamos das potencialidades e dos desafios ligados à inserção da meditação no campo educacional, inclusive para professores; a inovação com um potencial imenso proposta por pesquisadores como o Terzi em seus protocolos, de inserir neles o diálogo entre os participantes; sua visão de que as práticas meditativas podem contribuir para, e dialogar com, a proposta educativa de Paulo Freire; dentre muitas outras coisas. Que esta conversa contribua muito para a sua reflexão e para sua ação!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Para o episódio #79 do Coemergência, o querido Alex Terzi falou sobre como as práticas meditativas podem favorecer uma educação libertadora. Já desde o início pode ser útil demarcar no que isto não consiste: uma apologia neoliberal de docilização socioemocional entendida em termos individualistas; nem um conjunto de práticas místicas ou alheias à educação de algum forma. Há uma enorme importância de educarmos nossas crianças e adolescentes na familiaridade com o que poderíamos chamar de seu mundo interno e propiciarmos o cultivo do que o nosso convidado chama de estados mentais positivos. Talvez tanto quanto a higiene ou a alfabetização em outros momentos, algo que envolve uma dimensão fundamental de nossa existência talvez ainda aguarde para chegar a um número muito maior de pessoas como algo inteiramente natural e não polêmico, religioso ou místico. O Alex Terzi é professor do Instituto Federal de do Sudeste de Minas Gerais, instrutor de Mindfulness e de Kindfulness, e tem uma longa carreira de ensino e pesquisa na interface entre Linguística, Educação e práticas meditativas. Na entrevista, falamos das potencialidades e dos desafios ligados à inserção da meditação no campo educacional, inclusive para professores; a inovação com um potencial imenso proposta por pesquisadores como o Terzi em seus protocolos, de inserir neles o diálogo entre os participantes; sua visão de que as práticas meditativas podem contribuir para, e dialogar com, a proposta educativa de Paulo Freire; dentre muitas outras coisas. Que esta conversa contribua muito para a sua reflexão e para sua ação!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#78 A Mente Compulsiva e a Via Integrativa (com Fabiana Gaspar)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Talvez pensemos que o conceito de vício se aplique apenas àqueles que perderam completamente o leme de sua vida para o álcool, o cigarro e as drogas ilegais. Mas ele pode ser pensado de maneira um pouco mais ampla, incluindo tudo aquilo que continuamos a fazer mesmo tendo consequências prejudiciais. E aí pode entrar o celular, o Big Brother, o Chandele de chocolate e aquela velha ruminação que só te põe pra baixo. Uma interessante discussão do tema, em intenso diálogo com tradições contemplativas e suas ferramentas, se encontra no livro do psiquiatra Judson Brewer, The Craving Mind (em tradução livre, A Mente Compulsiva). Para falar sobre a abordagem de Brewer e outras coisinhas mais, convidamos Fabiana Gaspar, fundadora da Via Integrativa, que conduziu recentemente um grupo de estudo e apoio baseado no livro de Brewer, e já estudou o tema academicamente. Pelo Via Integrativa, a Fabiana oferece atividades ligadas a yoga, mindfulness e habilidades socioemocionais, incluindo o Insight Dialogue. Também tivemos a honra de contar com nosso querido amigo, o psicólogo e professor Rondinelli Mariano, na mesa. O papo está viciante e esperamos que tenha consequências agradáveis em todes. Bom programa!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/78-a-mente-compulsiva-e-a-via-integrativa-com-fabiana-gaspar/</link>
  <pubDate>Thu, 17 Aug 2023 00:15:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>vício, compulsão, mindfulness, cigarro, álcool, drogas, comportamento, psicologia, saúde mental, sete fatores da iluminação</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Talvez pensemos que o conceito de vício se aplique apenas àqueles que perderam completamente o leme de sua vida para o álcool, o cigarro e as drogas ilegais. Mas ele pode ser pensado de maneira um pouco mais ampla, incluindo tudo aquilo que continuamos a fazer mesmo tendo consequências prejudiciais. E aí pode entrar o celular, o Big Brother, o Chandele de chocolate e aquela velha ruminação que só te põe pra baixo. Uma interessante discussão do tema, em intenso diálogo com tradições contemplativas e suas ferramentas, se encontra no livro do psiquiatra Judson Brewer, The Craving Mind (em tradução livre, A Mente Compulsiva). Para falar sobre a abordagem de Brewer e outras coisinhas mais, convidamos Fabiana Gaspar, fundadora da Via Integrativa, que conduziu recentemente um grupo de estudo e apoio baseado no livro de Brewer, e já estudou o tema academicamente. Pelo Via Integrativa, a Fabiana oferece atividades ligadas a yoga, mindfulness e habilidades socioemocionais, incluindo o Insight Dialogue. Também tivemos a honra de contar com nosso querido amigo, o psicólogo e professor Rondinelli Mariano, na mesa. O papo está viciante e esperamos que tenha consequências agradáveis em todes. Bom programa!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#77 Irmãos na Comunidade Amada: Thich Nhat Hanh e Martin Luther King (com Marc Andrus)</title>
<description>Martin Luther King e Thich Nhat Hanh são duas importantes figuras na promoção da transformação social por meios não-violentos. O primeiro atuou no movimento dos direitos civis nos Estados Unidos; o segundo se opôs à Guerra do Vietnã, fundou a Escola de Jovens para o Serviço Social e promoveu o budismo engajado durante décadas. O encontro deles é superficialmente conhecido nos meios budistas, mas a profundidade dessa conexão foi menos explorada até o momento. Marc Andrus, bispo anglicano da Diocese Episcopal da Califórnia intensamente engajado em questões de justiça social e climática, nos fornece um livro que modifica esse cenário: trata-se de Brothers in the Beloved Community: The Friendship of Thich Nhat Hanh and Martin Luther King, Jr. (Irmãos da Comunidade Amada: A Amizade de Thich Nhat Hanh e Martin Luther King Jr.). No livro, Andrus leva a sério duas afirmações feitas por Thich Nhat Hanh em 2014: a de, quando soube do assassinato de Luther King, ter feito o voto de continuar construindo a "Comunidade Amada" aspirada por King; e a de sempre ter sentido o seu apoio. O livro reflete sobre e elucida a natureza destas afirmações. O resultado é uma bela meditação sobre como e por que nutrir a "Comunidade Amada". Foi esse o tema da entrevista com o bispo Marc. E a falta de comunidade, sobretudo comunidades unidas pelo laço do amor, tanto na vida cotidiana quanto na capacidade dos nossos sistemas de pensamento de reconhecer interdependência, não está na raiz de tantos problemas da contemporaneidade?</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/77-irmaos-na-comunidade-amada-thich-nhat-hanh-e-martin-luther-king/</link>
  <pubDate>Thu, 10 Aug 2023 17:15:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Thich Nhat Hanh, Martin Luther King, Comunidade Amada, budismo, cristianismo, Plum Village, movimento dos direitos civis, narrativa, não-violência, violência, transformação social, ambientalismo, ecologia, Taizé, Vietnã, Guerra do Vietnã, racismo, paz, Deus, Buda, Cristo, Jesus Cristo</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Martin Luther King e Thich Nhat Hanh são duas importantes figuras na promoção da transformação social por meios não-violentos. O primeiro atuou no movimento dos direitos civis nos Estados Unidos; o segundo se opôs à Guerra do Vietnã, fundou a Escola de Jovens para o Serviço Social e promoveu o budismo engajado durante décadas. O encontro deles é superficialmente conhecido nos meios budistas, mas a profundidade dessa conexão foi menos explorada até o momento. Marc Andrus, bispo anglicano da Diocese Episcopal da Califórnia intensamente engajado em questões de justiça social e climática, nos fornece um livro que modifica esse cenário: trata-se de Brothers in the Beloved Community: The Friendship of Thich Nhat Hanh and Martin Luther King, Jr. (Irmãos da Comunidade Amada: A Amizade de Thich Nhat Hanh e Martin Luther King Jr.). No livro, Andrus leva a sério duas afirmações feitas por Thich Nhat Hanh em 2014: a de, quando soube do assassinato de Luther King, ter feito o voto de continuar construindo a "Comunidade Amada" aspirada por King; e a de sempre ter sentido o seu apoio. O livro reflete sobre e elucida a natureza destas afirmações. O resultado é uma bela meditação sobre como e por que nutrir a "Comunidade Amada". Foi esse o tema da entrevista com o bispo Marc. E a falta de comunidade, sobretudo comunidades unidas pelo laço do amor, tanto na vida cotidiana quanto na capacidade dos nossos sistemas de pensamento de reconhecer interdependência, não está na raiz de tantos problemas da contemporaneidade?</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #11 História e filosofia da desobediência civil (com Eraldo Souza dos Santos)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Seguindo a nossa exploração da intersecção entre os mundos ditos interno e externo, a presente conversa explora uma importante tradição de transformação social que trabalha nos dois polos, e com a qual temos muito a aprender: a da desobediência civil. O entrevistado da vez foi Eraldo Souza dos Santos, que é filósofo e historiador do pensamento político. Atualmente ele está concluindo doutorado na Panthéon-Sorbonne, com uma pesquisa precisamente sobre desobediência civil, e já pesquisou e ensinou em várias universidades europeias; ele também vai publicar em breve um livro sobre a abordagem de Hannah Arendt sobre o tema. O Eraldo explorou episódios importantes da história e da filosofia do conceito, bem como sua intersecção com temas como a função das narrativas, o papel da mídia, da polícia, da presença ou ausência de um horizonte de reconciliação. Eu gostaria de destacar também como, em diversos momentos, o Eraldo também desenvolveu reflexões que me parecem particularmente importantes sobre o quão centrada no estado e nas instituições liberais contemporâneas tem sido nossa imaginação. Dois recados rápidos: seguimos fazendo o grupo de estudos que, neste momento, trata de transformação social da perspectiva da não-violência e da formação da "Comunidade Amada". Estamos lendo A Dádiva do Amor, de Martin Luther King, e Paz é Cada Passo, de Thich Nhat Hanh. E se você quer nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia. Cogite também divulgar nossos episódios em suas redes, caso eles te toquem ou pareçam benéficos de alguma maneira. Um grande abraço e ótima conversa!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-11-historia-e-filosofia-da-desobediencia-civil-com-eraldo-souza-dos-santos/</link>
  <pubDate>Wed, 17 May 2023 18:10:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Eraldo Souza dos Santos, desobediência civil, não-violência, violência, Martin Luther King, Mohandas Gandhi, Henry David Thoreau, Movimento dos Direitos Civis, descolonização, escravidão, independência da Índia, John Rawls, liberalismo, filosofia, filosofia política, história</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Seguindo a nossa exploração da intersecção entre os mundos ditos interno e externo, a presente conversa explora uma importante tradição de transformação social que trabalha nos dois polos, e com a qual temos muito a aprender: a da desobediência civil. O entrevistado da vez foi Eraldo Souza dos Santos, que é filósofo e historiador do pensamento político. Atualmente ele está concluindo doutorado na Panthéon-Sorbonne, com uma pesquisa precisamente sobre desobediência civil, e já pesquisou e ensinou em várias universidades europeias; ele também vai publicar em breve um livro sobre a abordagem de Hannah Arendt sobre o tema. O Eraldo explorou episódios importantes da história e da filosofia do conceito, bem como sua intersecção com temas como a função das narrativas, o papel da mídia, da polícia, da presença ou ausência de um horizonte de reconciliação. Eu gostaria de destacar também como, em diversos momentos, o Eraldo também desenvolveu reflexões que me parecem particularmente importantes sobre o quão centrada no estado e nas instituições liberais contemporâneas tem sido nossa imaginação. Dois recados rápidos: seguimos fazendo o grupo de estudos que, neste momento, trata de transformação social da perspectiva da não-violência e da formação da "Comunidade Amada". Estamos lendo A Dádiva do Amor, de Martin Luther King, e Paz é Cada Passo, de Thich Nhat Hanh. E se você quer nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia. Cogite também divulgar nossos episódios em suas redes, caso eles te toquem ou pareçam benéficos de alguma maneira. Um grande abraço e ótima conversa!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#76 Crescendo Zen (com Rachel Melo)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Vocês que nos ouvem provavelmente têm, ou tentam ter, algum trabalho interno de familiarização com a própria consciência e com as emoções, de reconhecimento da interdependência, de abertura do coração. E se é o caso, em algum momento você com certeza já pensou que muito sofrimento teria sido evitado se você tivesse tido acesso a algum referencial de como fazer esse trabalho algumas décadas antes. Quantas vezes espera-se que as crianças lidem com suas emoções de maneiras que nem os adultos conseguem lidar, mas sem de fato apoiá-las no processo? Ou quantas vezes, nas escolas, é pedido às crianças e adolescentes que prestem atenção, sem que ensinemos métodos e referenciais sobre como realmente cultivar essa habilidade? Pois bem, a nossa convidada de hoje, Rachel Melo, criou e tem executado o Crescendo Zen, um projeto que nos dá esperança de que as próximas gerações cresçam equipadas com ferramentas para lidar com suas mentes e suas emoções; para serem pessoas que escutam, que buscam entender, que respeitam. Pessoas que, enfim, sabem regar e ter regadas, em si e em todas as demais, as sementes de felicidade, sabedoria, amor e compaixão que têm já presentes em si. Espero não apenas que você ache a conversa interessante, mas inspiradora. Que projetos como os da Rachel e outros semelhantes, nessa área e em muitas outras, possam se manifestar em cada canto da nossa rede de vida interdependente, e contribuam para melhorias muito profundas na vida de todos os seres. É inteiramente possível! O presente episódio conta com a participação especial da querida Izabelle Lopes. Dois recadinhos rápidos: a segunda rodada do Grupo de Estudos sobre os Mundos segue rolando, com a leitura conjunta de A Dádiva do Amor, de Martin Luther King, e Paz é Cada Passo, de Thich Nhat Hanh. É sempre uma alegria a gente se juntar e contemplar juntos textos tão profundos! Mais informações no link da bio do nosso instagram. E se você quiser apoiar nosso podcast, estamos em apoia.se/coemergencia. O apoio é muito bem vindo! Um grande abraço para todo mundo!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/76-crescendo-zen-com-rachel-melo/</link>
  <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 02:20:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Rachel Melo, Crescendo Zen, zen, budismo, meditação, infância, emoções, emoção, cultivo da mente, mente, atenção, TDAH, escola, pedagogia, ensino</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Vocês que nos ouvem provavelmente têm, ou tentam ter, algum trabalho interno de familiarização com a própria consciência e com as emoções, de reconhecimento da interdependência, de abertura do coração. E se é o caso, em algum momento você com certeza já pensou que muito sofrimento teria sido evitado se você tivesse tido acesso a algum referencial de como fazer esse trabalho algumas décadas antes. Quantas vezes espera-se que as crianças lidem com suas emoções de maneiras que nem os adultos conseguem lidar, mas sem de fato apoiá-las no processo? Ou quantas vezes, nas escolas, é pedido às crianças e adolescentes que prestem atenção, sem que ensinemos métodos e referenciais sobre como realmente cultivar essa habilidade? Pois bem, a nossa convidada de hoje, Rachel Melo, criou e tem executado o Crescendo Zen, um projeto que nos dá esperança de que as próximas gerações cresçam equipadas com ferramentas para lidar com suas mentes e suas emoções; para serem pessoas que escutam, que buscam entender, que respeitam. Pessoas que, enfim, sabem regar e ter regadas, em si e em todas as demais, as sementes de felicidade, sabedoria, amor e compaixão que têm já presentes em si. Espero não apenas que você ache a conversa interessante, mas inspiradora. Que projetos como os da Rachel e outros semelhantes, nessa área e em muitas outras, possam se manifestar em cada canto da nossa rede de vida interdependente, e contribuam para melhorias muito profundas na vida de todos os seres. É inteiramente possível! O presente episódio conta com a participação especial da querida Izabelle Lopes. Dois recadinhos rápidos: a segunda rodada do Grupo de Estudos sobre os Mundos segue rolando, com a leitura conjunta de A Dádiva do Amor, de Martin Luther King, e Paz é Cada Passo, de Thich Nhat Hanh. É sempre uma alegria a gente se juntar e contemplar juntos textos tão profundos! Mais informações no link da bio do nosso instagram. E se você quiser apoiar nosso podcast, estamos em apoia.se/coemergencia. O apoio é muito bem vindo! Um grande abraço para todo mundo!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Mudita #2 (com Caroline Bertolino)</title>
<description>Seres de todos os reinos, A coluna Mudita é um convite a exercitarmos uma comunicação mais consciente em nossas vidas individuais e coletivas. É certamente correto que precisamos falar sobre o sofrimento, preferencialmente de maneiras que nos ajudem a ultrapassá-lo. Mas é também importante seguirmos uma direção afirmativa, positiva, propositiva, e falarmos daquilo que desejamos nutrir no mundo. A convidada pra essa rodada de fala apreciativa é a psicóloga Caroline Bertolino, especialista em autocompaixão. Quer saber o que ela tinha a dividir? É só dar o play e vir se alegrar com a gente!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/mudita-2-com-caroline-bertolino/</link>
  <pubDate>Fri, 10 Mar 2023 16:55:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Caroline Bertolino, Dalai Lama, Paramahamsa Yogananda, humildade, proteção aos animais</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#75 O poder da bondade (com Lama Jigme Lhawang)</title>
<description>Seres de todos os reinos, somos o Coemergência, seu podcast sazonal, e estamos de volta para dividir com vocês uma gravação recente que adoramos fazer. Tivemos a alegria de conversar com Lama Jigme Lhawang, professor brasileiro do Dharma, ordenado pela linhagem Drukpa, e que está envolvido em uma série de iniciativas que admiramos. Entre elas, é o idealizador do Instituto de Ciências Contemplativas do Brasil, por meio do qual oferece o programa Kindfulness. O Lama Lhawang falou bastante sobre essas iniciativas com a gente, além de contar um pouco mais sobre o podcast que iniciou em 2022 para falar sobre temas sensíveis não estamos tão acostumados a ouvir de professores budistas.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/75-o-poder-da-bondade/</link>
  <pubDate>Thu, 19 Jan 2023 10:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Lama Jigme Lhawang, Dharma, Drukpa, Ciências Contemplativas, Kindfulness</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#74 Cuidado, silêncios e outros temas de literatura (com Fernanda Sousa)</title>
<description>Seres de todos os reinos, O Coemergência #74 se situa em várias travessias: entre a fala e o silêncio, entre a experiência e a linguagem, entre as violências estruturais e a agência de pessoas que anseiam, sonham, criam. Esses são alguns dos aspectos das belíssimas reflexões trazidas pela pesquisadora Fernanda Sousa. Ela tem investigado a literatura, e especificamente os diários, de Carolina Maria de Jesus e Lima Barreto, "à luz de uma tradição literária e musical afrodiaspórica" em seu doutorado no Programa de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo. A Fernanda, dentre outras coisas, também publicou várias resenhas na Folha de São Paulo, traduziu intelectuais da diáspora negra e escreveu o posfácio de Perder a Mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão, a edição brasileira de Lose Your Mother, de Saidiya Hartman, publicada pela Bazar do Tempo. Para além do interesse que poderíamos ter mais específico por literatura ou pelo diário desses autores, é muito digno de nota o quanto aspectos da sociedade brasileira, e da história dessa sociedade tão estruturada pelo racismo, se permite ver nesse microcosmos. Mas textos e pessoas nunca são apenas um reflexo das estruturas. Ao abordar os diários e sua autoria, a Fernanda nos convida também a reflexões éticas: o que seria ler com uma ética do cuidado? Como os silêncios, mas também os silenciamentos, se manifestam na literatura? Se eu a entendo corretamente, parece que um ponto relevante é o respeito à complexidade das pessoas e suas experiências, que nunca podem ser inteiramente capturadas na linguagem, nem tornadas superficiais em vez de profundas. São pessoas que, por exemplo, resistem, mas que também fazem muito mais que resistência.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/74-cuidado-silencios-e-outros-temas-de-literatura-com-fernanda-sousa/</link>
  <pubDate>Mon, 02 Jan 2023 19:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>literatura, diários, Carolina Maria de Jesus, Lima Barreto, Fernanda Sousa, Martinho da Vila, Milton Nascimento, Racionais MCs, negro drama, resistência, silêncio, silenciamento, cuidado, ética do cuidado, USP, literatura comparada</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, O Coemergência #74 se situa em várias travessias: entre a fala e o silêncio, entre a experiência e a linguagem, entre as violências estruturais e a agência de pessoas que anseiam, sonham, criam. Esses são alguns dos aspectos das belíssimas reflexões trazidas pela pesquisadora Fernanda Sousa. Ela tem investigado a literatura, e especificamente os diários, de Carolina Maria de Jesus e Lima Barreto, "à luz de uma tradição literária e musical afrodiaspórica" em seu doutorado no Programa de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo. A Fernanda, dentre outras coisas, também publicou várias resenhas na Folha de São Paulo, traduziu intelectuais da diáspora negra e escreveu o posfácio de Perder a Mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão, a edição brasileira de Lose Your Mother, de Saidiya Hartman, publicada pela Bazar do Tempo. Para além do interesse que poderíamos ter mais específico por literatura ou pelo diário desses autores, é muito digno de nota o quanto aspectos da sociedade brasileira, e da história dessa sociedade tão estruturada pelo racismo, se permite ver nesse microcosmos. Mas textos e pessoas nunca são apenas um reflexo das estruturas. Ao abordar os diários e sua autoria, a Fernanda nos convida também a reflexões éticas: o que seria ler com uma ética do cuidado? Como os silêncios, mas também os silenciamentos, se manifestam na literatura? Se eu a entendo corretamente, parece que um ponto relevante é o respeito à complexidade das pessoas e suas experiências, que nunca podem ser inteiramente capturadas na linguagem, nem tornadas superficiais em vez de profundas. São pessoas que, por exemplo, resistem, mas que também fazem muito mais que resistência.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, O Coemergência #74 se situa em várias travessias: entre a fala e o silêncio, entre a experiência e a linguagem, entre as violências estruturais e a agência de pessoas que anseiam, sonham, criam. Esses são alguns dos aspectos das belíssimas reflexões trazidas pela pesquisadora Fernanda Sousa. Ela tem investigado a literatura, e especificamente os diários, de Carolina Maria de Jesus e Lima Barreto, "à luz de uma tradição literária e musical afrodiaspórica" em seu doutorado no Programa de Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo. A Fernanda, dentre outras coisas, também publicou várias resenhas na Folha de São Paulo, traduziu intelectuais da diáspora negra e escreveu o posfácio de Perder a Mãe: uma jornada pela rota atlântica da escravidão, a edição brasileira de Lose Your Mother, de Saidiya Hartman, publicada pela Bazar do Tempo. Para além do interesse que poderíamos ter mais específico por literatura ou pelo diário desses autores, é muito digno de nota o quanto aspectos da sociedade brasileira, e da história dessa sociedade tão estruturada pelo racismo, se permite ver nesse microcosmos. Mas textos e pessoas nunca são apenas um reflexo das estruturas. Ao abordar os diários e sua autoria, a Fernanda nos convida também a reflexões éticas: o que seria ler com uma ética do cuidado? Como os silêncios, mas também os silenciamentos, se manifestam na literatura? Se eu a entendo corretamente, parece que um ponto relevante é o respeito à complexidade das pessoas e suas experiências, que nunca podem ser inteiramente capturadas na linguagem, nem tornadas superficiais em vez de profundas. São pessoas que, por exemplo, resistem, mas que também fazem muito mais que resistência.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#73 Experiências sensoriais como saída para corpos esgotados (com Danilo Patzdorf)</title>
<description>Seres de todos os reinos, estamos de volta com mais um episódio do Coemergência. Desta vez para tratar de um tema urgente e pouco discutido: a crise da sensibilidade e seus efeitos nas nossas vidas. Convidamos para nosso papo o artista, educador e pesquisador do corpo Danilo Patzdorf (@danilopatzdorf).  Danilo é uma daquelas pessoas raras que entra com corpo-alma-mente em investigações teórico-práticas motivadas pelo desejo de entender as causas do nosso sofrimento. Este ano ele defendeu a tese “A somatopolítica neoliberal e a crise da sensibilidade do corpo ocidental“, em arte-educação, na ECA/USP. Se ficou difícil de entender, não se preocupe. Danilo foi super generoso e explicou tudo pra gente! Sua hipótese é que sofremos em grande medida por conta do distanciamento com nossa dimensão estética, sensível e sensorial, o que fragiliza nossa capacidade de perceber e enfrentar aquilo que nos tira energia e que nos impede de dar sentido à existência. O papo foi muito provocante. Esperamos que apreciem tanto quanto apreciamos. </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/73-experiencias-sensoriais-como-saida-para-corpos-esgotados</link>
  <pubDate>Thu, 13 Oct 2022 12:01:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>estética, sensibilidade, sensorial, corpo, arte, educação, ioga, neoliberalismo, danilo patzdorf, somatopolítica, crise, podcast, coemergencia</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #10 | Políticas Públicas Solidárias (com Lorena Barberia)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Muitas vezes nesse podcast falamos, e com razão, sobre como não basta tratarmos apenas da dimensão individual de nosso bem-estar e sofrimento; afinal, existimos de maneira interdependente. Mas pode ser muito importante concretizarmos um pouco mais essa afirmação. Em nossos sociedades contemporâneas, o que significa pensar também sobre as dimensões sistêmicas de nossas vidas? Certamente o tema das políticas públicas é de grande importância. Tendo isso em mente, a coluna Interser teve a honra de receber Lorena Barberia, professora do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora científica da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade, dentre muitas outras coisas. A professora Lorena falou detalhadamente sobre o tema da pandemia, uma área que deixa particularmente clara a insuficiência de abordagens meramente individuais para problemas coletivos, bem como do combate à fome no Brasil e questões mais amplas sobre saúde pública. Para quem quiser nos apoiar, estamos em apoia.se/coemergencia. Cada apoio faz muita diferença! Que nosso voto amanhã reflita nosso compromisso mais profundo com a teia de seres vivos. Que seja um passo rumo a um mundo sem fome, sem exploração, se destruição da natureza, sem genocídio indígena e do povo negro, sem violências de raça e gênero. Nada disso se resolve inteiramente nas urnas, nem perto disso, mas a construção é facilitada ou enormemente impossibilitada por meio delas.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-10-politicas-publicas-solidarias-com-lorena-barberia/</link>
  <pubDate>Sat, 01 Oct 2022 22:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>solidariedade, políticas públicas, Lorena Barberia, Rede de Pesquisa Solidária, SUS, pandemia, covid-19, fome, mapa da fome, eleições</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, Muitas vezes nesse podcast falamos, e com razão, sobre como não basta tratarmos apenas da dimensão individual de nosso bem-estar e sofrimento; afinal, existimos de maneira interdependente. Mas pode ser muito importante concretizarmos um pouco mais essa afirmação. Em nossos sociedades contemporâneas, o que significa pensar também sobre as dimensões sistêmicas de nossas vidas? Certamente o tema das políticas públicas é de grande importância. Tendo isso em mente, a coluna Interser teve a honra de receber Lorena Barberia, professora do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora científica da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade, dentre muitas outras coisas. A professora Lorena falou detalhadamente sobre o tema da pandemia, uma área que deixa particularmente clara a insuficiência de abordagens meramente individuais para problemas coletivos, bem como do combate à fome no Brasil e questões mais amplas sobre saúde pública. Para quem quiser nos apoiar, estamos em apoia.se/coemergencia. Cada apoio faz muita diferença! Que nosso voto amanhã reflita nosso compromisso mais profundo com a teia de seres vivos. Que seja um passo rumo a um mundo sem fome, sem exploração, se destruição da natureza, sem genocídio indígena e do povo negro, sem violências de raça e gênero. Nada disso se resolve inteiramente nas urnas, nem perto disso, mas a construção é facilitada ou enormemente impossibilitada por meio delas.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Muitas vezes nesse podcast falamos, e com razão, sobre como não basta tratarmos apenas da dimensão individual de nosso bem-estar e sofrimento; afinal, existimos de maneira interdependente. Mas pode ser muito importante concretizarmos um pouco mais essa afirmação. Em nossos sociedades contemporâneas, o que significa pensar também sobre as dimensões sistêmicas de nossas vidas? Certamente o tema das políticas públicas é de grande importância. Tendo isso em mente, a coluna Interser teve a honra de receber Lorena Barberia, professora do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora científica da Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade, dentre muitas outras coisas. A professora Lorena falou detalhadamente sobre o tema da pandemia, uma área que deixa particularmente clara a insuficiência de abordagens meramente individuais para problemas coletivos, bem como do combate à fome no Brasil e questões mais amplas sobre saúde pública. Para quem quiser nos apoiar, estamos em apoia.se/coemergencia. Cada apoio faz muita diferença! Que nosso voto amanhã reflita nosso compromisso mais profundo com a teia de seres vivos. Que seja um passo rumo a um mundo sem fome, sem exploração, se destruição da natureza, sem genocídio indígena e do povo negro, sem violências de raça e gênero. Nada disso se resolve inteiramente nas urnas, nem perto disso, mas a construção é facilitada ou enormemente impossibilitada por meio delas.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#72 Meditação na Quebrada (com Flavia Kolchraiber, Thais Aparecida e Wender de Campos)</title>
<description>Durante um evento em São Paulo, o nosso amigo Valentin Conde, que já foi entrevistado por aqui, nos apresentou a Flavia Kolchraiber. Ele contou que a Flavia está fazendo um trabalho lindo com meditação e práticas contemplativas em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, e achou que seria legal um programa com ela no Coemergência. Nós achamos também, muito. E depois de uma breve conversa, achamos que uma outra boa ideia seria trazer com ela dois jovens que estão participando dessas iniciativas lá em Parelheiros. E assim foi. A Thais Aparecida e o Wender Gomes de Campos toparam nosso convite e deixaram essa conversa muitíssimo mais rica, falando sobre como tem sido esse processo a partir de suas próprias experiências. Essa edição foi tão importante pra gente porque é um tema sempre presente nas nossas reflexões. A ausência de diversidade nos ambientes ligados à meditação e às práticas contemplativas no Brasil é clara, notória e algo que sempre nos gerou incômodos e questionamentos. Ainda que essas barreiras não estejam colocadas de maneira explícita, parece que as práticas de meditação e os ensinamentos associados a elas não são pra todo mundo. Afinal, quando olhamos pras pessoas interessadas ou que integram esses grupos, o cenário é sempre um pouco parecido. Pessoas brancas, de classes sociais privilegiadas e com alta escolarização. As excessões sempre existiram também, é claro, mas a paisagem geral soa pouco convidativa para quem não se enxerga representado por esses esteriótipos. Chacoalhar essa realidade é urgente, e iniciativas como a da Flavia podem nos oferecer um horizonte pra isso. Nossa aspiração é de que esse episódio possa ajudar a inspirar esse movimento.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/72-meditacao-na-quebrada</link>
  <pubDate>Thu, 18 Aug 2022 19:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Parelheiros, meditação, IBEAC, CBCT, atenção plena, Ciência Contemplativa, mindfulness, compaixão, SEE Learning</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Durante um evento em São Paulo, o nosso amigo Valentin Conde, que já foi entrevistado por aqui, nos apresentou a Flavia Kolchraiber. Ele contou que a Flavia está fazendo um trabalho lindo com meditação e práticas contemplativas em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, e achou que seria legal um programa com ela no Coemergência. Nós achamos também, muito. E depois de uma breve conversa, achamos que uma outra boa ideia seria trazer com ela dois jovens que estão participando dessas iniciativas lá em Parelheiros. E assim foi. A Thais Aparecida e o Wender Gomes de Campos toparam nosso convite e deixaram essa conversa muitíssimo mais rica, falando sobre como tem sido esse processo a partir de suas próprias experiências. Essa edição foi tão importante pra gente porque é um tema sempre presente nas nossas reflexões. A ausência de diversidade nos ambientes ligados à meditação e às práticas contemplativas no Brasil é clara, notória e algo que sempre nos gerou incômodos e questionamentos. Ainda que essas barreiras não estejam colocadas de maneira explícita, parece que as práticas de meditação e os ensinamentos associados a elas não são pra todo mundo. Afinal, quando olhamos pras pessoas interessadas ou que integram esses grupos, o cenário é sempre um pouco parecido. Pessoas brancas, de classes sociais privilegiadas e com alta escolarização. As excessões sempre existiram também, é claro, mas a paisagem geral soa pouco convidativa para quem não se enxerga representado por esses esteriótipos. Chacoalhar essa realidade é urgente, e iniciativas como a da Flavia podem nos oferecer um horizonte pra isso. Nossa aspiração é de que esse episódio possa ajudar a inspirar esse movimento.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Durante um evento em São Paulo, o nosso amigo Valentin Conde, que já foi entrevistado por aqui, nos apresentou a Flavia Kolchraiber. Ele contou que a Flavia está fazendo um trabalho lindo com meditação e práticas contemplativas em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo, e achou que seria legal um programa com ela no Coemergência. Nós achamos também, muito. E depois de uma breve conversa, achamos que uma outra boa ideia seria trazer com ela dois jovens que estão participando dessas iniciativas lá em Parelheiros. E assim foi. A Thais Aparecida e o Wender Gomes de Campos toparam nosso convite e deixaram essa conversa muitíssimo mais rica, falando sobre como tem sido esse processo a partir de suas próprias experiências. Essa edição foi tão importante pra gente porque é um tema sempre presente nas nossas reflexões. A ausência de diversidade nos ambientes ligados à meditação e às práticas contemplativas no Brasil é clara, notória e algo que sempre nos gerou incômodos e questionamentos. Ainda que essas barreiras não estejam colocadas de maneira explícita, parece que as práticas de meditação e os ensinamentos associados a elas não são pra todo mundo. Afinal, quando olhamos pras pessoas interessadas ou que integram esses grupos, o cenário é sempre um pouco parecido. Pessoas brancas, de classes sociais privilegiadas e com alta escolarização. As excessões sempre existiram também, é claro, mas a paisagem geral soa pouco convidativa para quem não se enxerga representado por esses esteriótipos. Chacoalhar essa realidade é urgente, e iniciativas como a da Flavia podem nos oferecer um horizonte pra isso. Nossa aspiração é de que esse episódio possa ajudar a inspirar esse movimento.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#71 Tem algo errado comigo</title>
<description>Tudo que percebemos como inadequação só pode existir à luz de uma norma do que seja o adequado. E há áreas da vida em que, de fato, precisamos de referenciais: na ética, por exemplo, referenciais lúcidos e maleáveis, acompanhados da atenção às situações em sua concretude, são muito úteis, e sua ausência pode ser perigosa. Mas a comparação da nossa experiência com uma “segunda coisa” pode também nos colocar em luta contra a vida como ela é, nesse momento, e produzir um senso de inadequação e de insuficiência muito injusto para seres com tanto a oferecer ao mundo, como todos, sem exceção, somos. O episódio #71 apresenta a primeira de duas partes de uma conversa sobre o cultivo da atitude de “aceitação radical” em relação à nossa experiência, exemplificada nos domínios do corpo, das sensações, da mente e dos fenômenos. Há muito o que explorar no assunto, desde a distinção entre aceitação e passividade até as dificuldades e potencialidades de uma maior abertura à vida, e é evidente que mal arranhamos a superfície. Mas como a honestidade com nós mesmos e uns com os outros é a base de bons relacionamentos, mesmo essa abordagem exploratória pode render alguns bons frutos. Onde quer que você esteja, qualquer que seja a sua experiência agora, que esse papo possa ser uma boa companhia para você!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/71-tem-algo-errado-comigo/</link>
  <pubDate>Thu, 05 Aug 2022 01:00:00 -0300</pubDate>
  <itunes:duration>1:12:40</itunes:duration>
  <itunes:keywords>atenção plena, budismo, desejo, emoções, inadequação, mindfulness, quatro aplicações da atenção plena, Resmaa Menaken, sensações, Tara Brach, terapia somática, trauma</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Tudo que percebemos como inadequação só pode existir à luz de uma norma do que seja o adequado. E há áreas da vida em que, de fato, precisamos de referenciais: na ética, por exemplo, referenciais lúcidos e maleáveis, acompanhados da atenção às situações em sua concretude, são muito úteis, e sua ausência pode ser perigosa. Mas a comparação da nossa experiência com uma “segunda coisa” pode também nos colocar em luta contra a vida como ela é, nesse momento, e produzir um senso de inadequação e de insuficiência muito injusto para seres com tanto a oferecer ao mundo, como todos, sem exceção, somos. O episódio #71 apresenta a primeira de duas partes de uma conversa sobre o cultivo da atitude de “aceitação radical” em relação à nossa experiência, exemplificada nos domínios do corpo, das sensações, da mente e dos fenômenos. Há muito o que explorar no assunto, desde a distinção entre aceitação e passividade até as dificuldades e potencialidades de uma maior abertura à vida, e é evidente que mal arranhamos a superfície. Mas como a honestidade com nós mesmos e uns com os outros é a base de bons relacionamentos, mesmo essa abordagem exploratória pode render alguns bons frutos. Onde quer que você esteja, qualquer que seja a sua experiência agora, que esse papo possa ser uma boa companhia para você!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Tudo que percebemos como inadequação só pode existir à luz de uma norma do que seja o adequado. E há áreas da vida em que, de fato, precisamos de referenciais: na ética, por exemplo, referenciais lúcidos e maleáveis, acompanhados da atenção às situações em sua concretude, são muito úteis, e sua ausência pode ser perigosa. Mas a comparação da nossa experiência com uma “segunda coisa” pode também nos colocar em luta contra a vida como ela é, nesse momento, e produzir um senso de inadequação e de insuficiência muito injusto para seres com tanto a oferecer ao mundo, como todos, sem exceção, somos. O episódio #71 apresenta a primeira de duas partes de uma conversa sobre o cultivo da atitude de “aceitação radical” em relação à nossa experiência, exemplificada nos domínios do corpo, das sensações, da mente e dos fenômenos. Há muito o que explorar no assunto, desde a distinção entre aceitação e passividade até as dificuldades e potencialidades de uma maior abertura à vida, e é evidente que mal arranhamos a superfície. Mas como a honestidade com nós mesmos e uns com os outros é a base de bons relacionamentos, mesmo essa abordagem exploratória pode render alguns bons frutos. Onde quer que você esteja, qualquer que seja a sua experiência agora, que esse papo possa ser uma boa companhia para você!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Mudita #1 (com Denise Kato)</title>
<description>Mudita, ou alegria empática, é uma das "quatro qualidades incomensuráveis" na tradição budista, junto com amor, compaixão e equanimidade. Ela é a expressão de nossa capacidade de nos alegrarmos com as alegrias dos outros - dos seres que pensamos ser "outros" - e, especialmente no budismo tibetano, a apreciação pelas virtudes que geram a felicidade e suas causas. O objetivo dessa coluna é falar sobre virtudes, ações no mundo e artefatos culturais que apreciamos. Mudita não é apenas para budistas, pois é uma potencialidade da consciência de todos. Também não é frivolidade nem "positividade tóxica": as quatro qualidades se combinam e se fortalecem mutuamente, evitando que as demais tomem uma direção errada. Assim, é importante falarmos do sofrimento e suas causas com o intuito de ultrapassá-los (isto é compaixão), mas nossa capacidade de agir no mundo de maneira compassiva, bem como amorosa e inclusiva, é ampliada pela nossa apreciação por tudo que é digno de apreciação. Basta investigar: quantos livros, movimentos sociais, teorias, filmes, exemplos positivos você não conheceu porque alguém falou apreciativamente a respeito? Quantas qualidades em nós mesmos não foram fortalecidas pela fala apreciativa de outra pessoa? A primeira convidada dessa coluna é a querida Denise Kato. Denise é professora e praticante de meditação e mindfulness, inclusive na linhagem de Plum Village, a comunidade fundada por seu professor Thich Nhat Hanh. Ela nos trouxe lindas contemplações e exemplos de mudita com sua fala gentil e atenta. Alegria!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/mudita-1-com-denise-kato</link>
  <pubDate>Tue, 19 Jul 2022 17:13:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>alegria, mudita, alegria empática, escuta, escuta profunda, CVV, comunicação não-violenta, CNV, Thich Nhat Hanh, Plum Village, atenção plena, mindfulness, compaixão, escuta profunda, budismo</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Mudita, ou alegria empática, é uma das "quatro qualidades incomensuráveis" na tradição budista, junto com amor, compaixão e equanimidade. Ela é a expressão de nossa capacidade de nos alegrarmos com as alegrias dos outros - dos seres que pensamos ser "outros" - e, especialmente no budismo tibetano, a apreciação pelas virtudes que geram a felicidade e suas causas. O objetivo dessa coluna é falar sobre virtudes, ações no mundo e artefatos culturais que apreciamos. Mudita não é apenas para budistas, pois é uma potencialidade da consciência de todos. Também não é frivolidade nem "positividade tóxica": as quatro qualidades se combinam e se fortalecem mutuamente, evitando que as demais tomem uma direção errada. Assim, é importante falarmos do sofrimento e suas causas com o intuito de ultrapassá-los (isto é compaixão), mas nossa capacidade de agir no mundo de maneira compassiva, bem como amorosa e inclusiva, é ampliada pela nossa apreciação por tudo que é digno de apreciação. Basta investigar: quantos livros, movimentos sociais, teorias, filmes, exemplos positivos você não conheceu porque alguém falou apreciativamente a respeito? Quantas qualidades em nós mesmos não foram fortalecidas pela fala apreciativa de outra pessoa? A primeira convidada dessa coluna é a querida Denise Kato. Denise é professora e praticante de meditação e mindfulness, inclusive na linhagem de Plum Village, a comunidade fundada por seu professor Thich Nhat Hanh. Ela nos trouxe lindas contemplações e exemplos de mudita com sua fala gentil e atenta. Alegria!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Mudita, ou alegria empática, é uma das "quatro qualidades incomensuráveis" na tradição budista, junto com amor, compaixão e equanimidade. Ela é a expressão de nossa capacidade de nos alegrarmos com as alegrias dos outros - dos seres que pensamos ser "outros" - e, especialmente no budismo tibetano, a apreciação pelas virtudes que geram a felicidade e suas causas. O objetivo dessa coluna é falar sobre virtudes, ações no mundo e artefatos culturais que apreciamos. Mudita não é apenas para budistas, pois é uma potencialidade da consciência de todos. Também não é frivolidade nem "positividade tóxica": as quatro qualidades se combinam e se fortalecem mutuamente, evitando que as demais tomem uma direção errada. Assim, é importante falarmos do sofrimento e suas causas com o intuito de ultrapassá-los (isto é compaixão), mas nossa capacidade de agir no mundo de maneira compassiva, bem como amorosa e inclusiva, é ampliada pela nossa apreciação por tudo que é digno de apreciação. Basta investigar: quantos livros, movimentos sociais, teorias, filmes, exemplos positivos você não conheceu porque alguém falou apreciativamente a respeito? Quantas qualidades em nós mesmos não foram fortalecidas pela fala apreciativa de outra pessoa? A primeira convidada dessa coluna é a querida Denise Kato. Denise é professora e praticante de meditação e mindfulness, inclusive na linhagem de Plum Village, a comunidade fundada por seu professor Thich Nhat Hanh. Ela nos trouxe lindas contemplações e exemplos de mudita com sua fala gentil e atenta. Alegria!</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#70 Biologia e interdependência (com Bruna Buch) </title>
<description>Uma das belezas de perspectivas como “interdependência” e “causalidade mútua” é a possibilidade de contemplá-las através dos mais diversos ângulos, tradições e disciplinas. Nós não precisaríamos manter esses conceitos em um nível puramente abstrato, separados das nossas próprias vidas e das vidas dos seres. De fato, segundo vários seres de sabedoria, nós temos tudo a ganhar ao perder a ilusão de separação e abrir mão de toda a violência que ela gera em nossa relação com o mundo, objetificando-o. Se está em jogo reconhecer, respeitar e apreciar a vida onde quer que haja vida, por que não buscar reflexões e exemplos de interdependência no campo da biologia? Não haverá ganhos em contemplar o mundo para além de uma perspectiva meramente antropocêntrica? Não há sabedoria a ser aprendida com outras espécies que não a nossa? A nossa convidada diz que sim. Trata-se da querida Bruna Buch (@brunabuch @holobiotika), uma bióloga cuja trajetória acadêmica inclui um doutorado em Microbiologia, e que também busca explorar o diálogo entre o budismo e a biologia. Além disso, ela é co-facilitadora na Comunidade de Aprendizagem do Trabalho que Reconecta junto com as queridas Lia Beltrão e Polliana Zocche. A Bruna conduz, atualmente, oficinas e estudos baseados na visão sistêmica da vida e na espiral do TQR, e ao final do episódio vocês com certeza vão querer colar na página @holobiotika no instagram para saber de todas essas atividades, assim como a do próprio TQR, essa beleza de metodologia criada pela ecofilósofa, e ecosatva mesmo, Joanna Macy. Gostaria de convidar quem se alegra com o nosso movimento a considerar a possibilidade de nos apoiar pelo apoia.se/coemergencia. Para criadores independentes de conteúdo, esse tipo de apoio é muito importante para viabilizar os projetos, e com certeza também é o nosso caso. Se você quiser pagar um café, um almoço, uma conta ou quem sabe até uma cenoura para gente por mês, ficaremos muito gratos! Aproveitem bem o grande conhecimento da Bruna, e que possamos todes sair dessa conversa com o olhar apreciativo para a imensa beleza dessa teia viva tão complexa da qual somos parte! Que possamos nunca mais nos sentir separados! Um ótimo programa para todo mundo!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/70-biologia-e-interdependencia</link>
  <pubDate>Wed, 15 Jun 2022 09:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>interdependência, biologia, Bruna Buch, TQR, Joanna Macy, Trabalho que Reconecta</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Uma das belezas de perspectivas como “interdependência” e “causalidade mútua” é a possibilidade de contemplá-las através dos mais diversos ângulos, tradições e disciplinas. Nós não precisaríamos manter esses conceitos em um nível puramente abstrato, separados das nossas próprias vidas e das vidas dos seres. De fato, segundo vários seres de sabedoria, nós temos tudo a ganhar ao perder a ilusão de separação e abrir mão de toda a violência que ela gera em nossa relação com o mundo, objetificando-o. Se está em jogo reconhecer, respeitar e apreciar a vida onde quer que haja vida, por que não buscar reflexões e exemplos de interdependência no campo da biologia? Não haverá ganhos em contemplar o mundo para além de uma perspectiva meramente antropocêntrica? Não há sabedoria a ser aprendida com outras espécies que não a nossa? A nossa convidada diz que sim. Trata-se da querida Bruna Buch (@brunabuch @holobiotika), uma bióloga cuja trajetória acadêmica inclui um doutorado em Microbiologia, e que também busca explorar o diálogo entre o budismo e a biologia. Além disso, ela é co-facilitadora na Comunidade de Aprendizagem do Trabalho que Reconecta junto com as queridas Lia Beltrão e Polliana Zocche. A Bruna conduz, atualmente, oficinas e estudos baseados na visão sistêmica da vida e na espiral do TQR, e ao final do episódio vocês com certeza vão querer colar na página @holobiotika no instagram para saber de todas essas atividades, assim como a do próprio TQR, essa beleza de metodologia criada pela ecofilósofa, e ecosatva mesmo, Joanna Macy. Gostaria de convidar quem se alegra com o nosso movimento a considerar a possibilidade de nos apoiar pelo apoia.se/coemergencia. Para criadores independentes de conteúdo, esse tipo de apoio é muito importante para viabilizar os projetos, e com certeza também é o nosso caso. Se você quiser pagar um café, um almoço, uma conta ou quem sabe até uma cenoura para gente por mês, ficaremos muito gratos! Aproveitem bem o grande conhecimento da Bruna, e que possamos todes sair dessa conversa com o olhar apreciativo para a imensa beleza dessa teia viva tão complexa da qual somos parte! Que possamos nunca mais nos sentir separados! Um ótimo programa para todo mundo!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Uma das belezas de perspectivas como “interdependência” e “causalidade mútua” é a possibilidade de contemplá-las através dos mais diversos ângulos, tradições e disciplinas. Nós não precisaríamos manter esses conceitos em um nível puramente abstrato, separados das nossas próprias vidas e das vidas dos seres. De fato, segundo vários seres de sabedoria, nós temos tudo a ganhar ao perder a ilusão de separação e abrir mão de toda a violência que ela gera em nossa relação com o mundo, objetificando-o. Se está em jogo reconhecer, respeitar e apreciar a vida onde quer que haja vida, por que não buscar reflexões e exemplos de interdependência no campo da biologia? Não haverá ganhos em contemplar o mundo para além de uma perspectiva meramente antropocêntrica? Não há sabedoria a ser aprendida com outras espécies que não a nossa? A nossa convidada diz que sim. Trata-se da querida Bruna Buch (@brunabuch @holobiotika), uma bióloga cuja trajetória acadêmica inclui um doutorado em Microbiologia, e que também busca explorar o diálogo entre o budismo e a biologia. Além disso, ela é co-facilitadora na Comunidade de Aprendizagem do Trabalho que Reconecta junto com as queridas Lia Beltrão e Polliana Zocche. A Bruna conduz, atualmente, oficinas e estudos baseados na visão sistêmica da vida e na espiral do TQR, e ao final do episódio vocês com certeza vão querer colar na página @holobiotika no instagram para saber de todas essas atividades, assim como a do próprio TQR, essa beleza de metodologia criada pela ecofilósofa, e ecosatva mesmo, Joanna Macy. Gostaria de convidar quem se alegra com o nosso movimento a considerar a possibilidade de nos apoiar pelo apoia.se/coemergencia. Para criadores independentes de conteúdo, esse tipo de apoio é muito importante para viabilizar os projetos, e com certeza também é o nosso caso. Se você quiser pagar um café, um almoço, uma conta ou quem sabe até uma cenoura para gente por mês, ficaremos muito gratos! Aproveitem bem o grande conhecimento da Bruna, e que possamos todes sair dessa conversa com o olhar apreciativo para a imensa beleza dessa teia viva tão complexa da qual somos parte! Que possamos nunca mais nos sentir separados! Um ótimo programa para todo mundo!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#69 Pagar para ver: testando nossas teorias sobre a vida </title>
<description>Seres de todos os reinos, para o Coemergência #69, nós nos reunimos para compartilhar o que nos acontece quando decidimos questionar e testar, em primeira pessoa, nossas teorias, crenças e fantasias sobre o mundo. Você já experimentou abdicar das certezas que tem, aquelas que nos deixam seguros e supostamente no controle, e pagar pra ver o que acontece quando nos permitimos arriscar outros percursos, outros movimentos, outros eus? A tarefa não é fácil. Atuar de modo diferente diante de experiências que acionam gatilhos importantes exige um grande esforço nosso. Mas o resultado parece ser muito compensador. Sem querer dar spoiler, parece que nos expandimos e o mundo se expande junto com a gente. Dá o play que a gente explica no caminho! Onde? Site, Spotify e demais agregadores. Link na bio. O Grupo de Estudos sobre os Mundos está indo para a sua terceira semana estudando o tema amor. Ainda dá pra participar (mas é melhor vir logo!): link na bio. O apoio da rede é muito importante para a sustentação do projeto. Se quiser nos apoiar, estamos em apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/69-pagar-para-ver-testando-nossas-teorias-sobre-a-vida/</link>
  <pubDate>Fri, 27 May 2022 16:26:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, para o Coemergência #69, nós nos reunimos para compartilhar o que nos acontece quando decidimos questionar e testar, em primeira pessoa, nossas teorias, crenças e fantasias sobre o mundo. Você já experimentou abdicar das certezas que tem, aquelas que nos deixam seguros e supostamente no controle, e pagar pra ver o que acontece quando nos permitimos arriscar outros percursos, outros movimentos, outros eus? A tarefa não é fácil. Atuar de modo diferente diante de experiências que acionam gatilhos importantes exige um grande esforço nosso. Mas o resultado parece ser muito compensador. Sem querer dar spoiler, parece que nos expandimos e o mundo se expande junto com a gente. Dá o play que a gente explica no caminho! Onde? Site, Spotify e demais agregadores. Link na bio. O Grupo de Estudos sobre os Mundos está indo para a sua terceira semana estudando o tema amor. Ainda dá pra participar (mas é melhor vir logo!): link na bio. O apoio da rede é muito importante para a sustentação do projeto. Se quiser nos apoiar, estamos em apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#68 O Buda sobre sociedade e política (com Marcelo Nicolodi)</title>
<description>Seres de todos os reinos, Muitas das nossas conversas tratam do tema da coexistência: somos seres sociais, inseparáveis de toda a vida humana e não-humana, e sabemos bem que durante essa "dança cósmica" (como Ailton Krenak já a chamou) não é incomum pisarmos uns nos pés dos outros; sabemos que queremos nos juntar para viver bem e nem sempre conseguimos. Sabemos também que queremos nos juntar para atuar coletivamente e nem sempre isso é fácil também; o nome dessa ação é política, e ela é parte desse episódio também. Em muitas das nossas conversas, a tradição budista forneceu referenciais e práticas. Assim sendo, pode ser muito relevante explorar, nos limites possíveis de um bate papo informal, a maneira como o próprio Buda lidou com esses temas da política e da sociedade. É verdade que os ensinamentos do Buda não os têm como foco principal, mas sim a liberação ou a iluminação de nós mesmos e de todos os seres, dependendo da tradição budista em questão. Mas não apenas a compaixão é central para qualquer escola budista, e a ação compassiva em prol de todos os seres é especialmente importante para o budismo Mahayana - além disso, o próprio Buda repetidamente tratou sobre vários aspectos ligados à sociedade, coexistência, política. Além disso, mais recentemente, termos como "budismo engajado" e "ecodarma" têm levado ainda mais a sério a importância de enfatizar a conexão entre a tradição budista e os temas sociais. Não é simples discutir registros orais de dois milênios e meio atrás, escritos posteriormente: o significado de textos antigos não é tão óbvio quanto pode parecer. Por exemplo, não necessariamente falar sobre monarquias ou o respeito às tradições é um endosso a esta ou aquela forma de governo, e em outros contexto ou no contato com outras classes de ensinamentos - ensinamentos sobre vacuidade, que evidentemente incluem classe social e gênero - vamos ver que o quão complexo é produzir uma interpretação dessas falas. Nem é simples tentarmos evitar sobrepor nossas próprios princípios sobre falas surgidas em outro contexto. Mas é uma complexidade que vale a pena ser explorada. É especialmente importante enfatizar que não é uma conversa voltada apenas para budistas. ;) O convidado para essa conversa é o querido Marcelo Nicolodi, tutor do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), aluno do Lama Padma Samten, tradutor de vários livros budistas, dentre os quais a antologia "Budadarma: O Caminho para a Iluminação". Além das práticas e estudos, o Marcelo traz sua experiência com as Aldeias CEBB, que levam para a prática, e para a terra, a tentativa de coexistência benéfica com os demais seres humanos e não-humanos. É uma beleza de experiência sobre a qual conversamos também. Para explorar melhor a intersecção entre questões sociais e políticas, por um lado, e os insights de tradições contemplativas, por outro, vamos começar em breve um grupo de estudos combinando textos com ambas as abordagens, bem como práticas em primeira pessoa. O primeiro tema vai ser, como não?, amor. Mais informações: link na bio do insta @coemergencia ou em www.coemergencia.com.br. Ótimo programa para todo mundo e um grande abraço!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/68-o-buda-sobre-politica-e-sociedade-com-marcelo-nicolodi/</link>
  <pubDate>Fri, 29 Apr 2022 10:44:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>política, sociedade, Buda, budismo, Índia Antiga, Índia, cânone páli, Mahayana, coexistência, comunicação, interdependência, comunicação não-violenta, não-violência, guerra, república, monarquia, Ashoka</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, Muitas das nossas conversas tratam do tema da coexistência: somos seres sociais, inseparáveis de toda a vida humana e não-humana, e sabemos bem que durante essa "dança cósmica" (como Ailton Krenak já a chamou) não é incomum pisarmos uns nos pés dos outros; sabemos que queremos nos juntar para viver bem e nem sempre conseguimos. Sabemos também que queremos nos juntar para atuar coletivamente e nem sempre isso é fácil também; o nome dessa ação é política, e ela é parte desse episódio também. Em muitas das nossas conversas, a tradição budista forneceu referenciais e práticas. Assim sendo, pode ser muito relevante explorar, nos limites possíveis de um bate papo informal, a maneira como o próprio Buda lidou com esses temas da política e da sociedade. É verdade que os ensinamentos do Buda não os têm como foco principal, mas sim a liberação ou a iluminação de nós mesmos e de todos os seres, dependendo da tradição budista em questão. Mas não apenas a compaixão é central para qualquer escola budista, e a ação compassiva em prol de todos os seres é especialmente importante para o budismo Mahayana - além disso, o próprio Buda repetidamente tratou sobre vários aspectos ligados à sociedade, coexistência, política. Além disso, mais recentemente, termos como "budismo engajado" e "ecodarma" têm levado ainda mais a sério a importância de enfatizar a conexão entre a tradição budista e os temas sociais. Não é simples discutir registros orais de dois milênios e meio atrás, escritos posteriormente: o significado de textos antigos não é tão óbvio quanto pode parecer. Por exemplo, não necessariamente falar sobre monarquias ou o respeito às tradições é um endosso a esta ou aquela forma de governo, e em outros contexto ou no contato com outras classes de ensinamentos - ensinamentos sobre vacuidade, que evidentemente incluem classe social e gênero - vamos ver que o quão complexo é produzir uma interpretação dessas falas. Nem é simples tentarmos evitar sobrepor nossas próprios princípios sobre falas surgidas em outro contexto. Mas é uma complexidade que vale a pena ser explorada. É especialmente importante enfatizar que não é uma conversa voltada apenas para budistas. ;) O convidado para essa conversa é o querido Marcelo Nicolodi, tutor do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), aluno do Lama Padma Samten, tradutor de vários livros budistas, dentre os quais a antologia "Budadarma: O Caminho para a Iluminação". Além das práticas e estudos, o Marcelo traz sua experiência com as Aldeias CEBB, que levam para a prática, e para a terra, a tentativa de coexistência benéfica com os demais seres humanos e não-humanos. É uma beleza de experiência sobre a qual conversamos também. Para explorar melhor a intersecção entre questões sociais e políticas, por um lado, e os insights de tradições contemplativas, por outro, vamos começar em breve um grupo de estudos combinando textos com ambas as abordagens, bem como práticas em primeira pessoa. O primeiro tema vai ser, como não?, amor. Mais informações: link na bio do insta @coemergencia ou em www.coemergencia.com.br. Ótimo programa para todo mundo e um grande abraço!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, Muitas das nossas conversas tratam do tema da coexistência: somos seres sociais, inseparáveis de toda a vida humana e não-humana, e sabemos bem que durante essa "dança cósmica" (como Ailton Krenak já a chamou) não é incomum pisarmos uns nos pés dos outros; sabemos que queremos nos juntar para viver bem e nem sempre conseguimos. Sabemos também que queremos nos juntar para atuar coletivamente e nem sempre isso é fácil também; o nome dessa ação é política, e ela é parte desse episódio também. Em muitas das nossas conversas, a tradição budista forneceu referenciais e práticas. Assim sendo, pode ser muito relevante explorar, nos limites possíveis de um bate papo informal, a maneira como o próprio Buda lidou com esses temas da política e da sociedade. É verdade que os ensinamentos do Buda não os têm como foco principal, mas sim a liberação ou a iluminação de nós mesmos e de todos os seres, dependendo da tradição budista em questão. Mas não apenas a compaixão é central para qualquer escola budista, e a ação compassiva em prol de todos os seres é especialmente importante para o budismo Mahayana - além disso, o próprio Buda repetidamente tratou sobre vários aspectos ligados à sociedade, coexistência, política. Além disso, mais recentemente, termos como "budismo engajado" e "ecodarma" têm levado ainda mais a sério a importância de enfatizar a conexão entre a tradição budista e os temas sociais. Não é simples discutir registros orais de dois milênios e meio atrás, escritos posteriormente: o significado de textos antigos não é tão óbvio quanto pode parecer. Por exemplo, não necessariamente falar sobre monarquias ou o respeito às tradições é um endosso a esta ou aquela forma de governo, e em outros contexto ou no contato com outras classes de ensinamentos - ensinamentos sobre vacuidade, que evidentemente incluem classe social e gênero - vamos ver que o quão complexo é produzir uma interpretação dessas falas. Nem é simples tentarmos evitar sobrepor nossas próprios princípios sobre falas surgidas em outro contexto. Mas é uma complexidade que vale a pena ser explorada. É especialmente importante enfatizar que não é uma conversa voltada apenas para budistas. ;) O convidado para essa conversa é o querido Marcelo Nicolodi, tutor do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), aluno do Lama Padma Samten, tradutor de vários livros budistas, dentre os quais a antologia "Budadarma: O Caminho para a Iluminação". Além das práticas e estudos, o Marcelo traz sua experiência com as Aldeias CEBB, que levam para a prática, e para a terra, a tentativa de coexistência benéfica com os demais seres humanos e não-humanos. É uma beleza de experiência sobre a qual conversamos também. Para explorar melhor a intersecção entre questões sociais e políticas, por um lado, e os insights de tradições contemplativas, por outro, vamos começar em breve um grupo de estudos combinando textos com ambas as abordagens, bem como práticas em primeira pessoa. O primeiro tema vai ser, como não?, amor. Mais informações: link na bio do insta @coemergencia ou em www.coemergencia.com.br. Ótimo programa para todo mundo e um grande abraço!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#67 Pachamama sem fronteiras (com Antarki)</title>
<description>Antaki é homem medicina, pertence à nação Quechua e é membro da Comunidade dos Povos Originários de Maras Ayllu. Nascido no Vale Sagrado dos Incas em Cusco, no Peru, foi iniciado há 20 anos na Sagrada Cerimônia de Oferenda à Pachamama e Limpeza Energética por abuelos Quechua e Aymaras. É portador e mestre das Cerimônias do Altar das Medicinas Andino-Amazônicas: ayahuasca, wachuma, peyote, hongos, rapé, sayri (tabaco), coca mama e kambô, certificado pela Igreja Nativa Americana Tatá Endy Rekowé da nação Guarani. Condutor de busca da visão, conduz e organiza retiros nos santuários de Cusco, como Machu Picchu, o Vale Sagrado dos Incas, lago Titicaca, entre outros. Criou o movimento "Pachamama sem fronteiras" e a escola Qori Kuntur. Em nossa conversa, Antarki compartilhou experiências da sua jornada pelos Andes e suas peregrinações pela América, nos contou sobre um período de 9 anos acompanhando o Lama Padma Samten no Cebb Caminho do Meio, em Viamão, e muitas outras histórias. Mas, para além das palavras que saem da sua boca, Antarki ensina na forma de ser, de se mover, na maneira como conduz as cerimônias e consagra as medicinas. A cada respiração, nos transmite a reverência pela vida e pelos elementos da natureza, nos aproximando daquilo que verdadeiramente somos, mas que por alguma razão podemos ter esquecido pelo caminho.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/67-pachamama-sem-fronteiras/</link>
  <pubDate>Thu, 24 Mar 2022 14:40:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Povos Originários, Antaki, Pachamama, ayahuasca, Quechua, Aymaras, medicina, coemergência</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Antaki é homem medicina, pertence à nação Quechua e é membro da Comunidade dos Povos Originários de Maras Ayllu. Nascido no Vale Sagrado dos Incas em Cusco, no Peru, foi iniciado há 20 anos na Sagrada Cerimônia de Oferenda à Pachamama e Limpeza Energética por abuelos Quechua e Aymaras. É portador e mestre das Cerimônias do Altar das Medicinas Andino-Amazônicas: ayahuasca, wachuma, peyote, hongos, rapé, sayri (tabaco), coca mama e kambô, certificado pela Igreja Nativa Americana Tatá Endy Rekowé da nação Guarani. Condutor de busca da visão, conduz e organiza retiros nos santuários de Cusco, como Machu Picchu, o Vale Sagrado dos Incas, lago Titicaca, entre outros. Criou o movimento "Pachamama sem fronteiras" e a escola Qori Kuntur. Em nossa conversa, Antarki compartilhou experiências da sua jornada pelos Andes e suas peregrinações pela América, nos contou sobre um período de 9 anos acompanhando o Lama Padma Samten no Cebb Caminho do Meio, em Viamão, e muitas outras histórias. Mas, para além das palavras que saem da sua boca, Antarki ensina na forma de ser, de se mover, na maneira como conduz as cerimônias e consagra as medicinas. A cada respiração, nos transmite a reverência pela vida e pelos elementos da natureza, nos aproximando daquilo que verdadeiramente somos, mas que por alguma razão podemos ter esquecido pelo caminho.</itunes:summary>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#66 O terrível e o incrível do trauma (com Liana Netto)</title>
<description>Seres de todos os reinos, somos o Coemergência, seu podcast surpresa que não tem dia e hora pra chegar, mas acaba sempre chegando. Esse episódio é resultado da curiosidade e das investigações de algumas e alguns de nós, especialmente após o lançamento do documentário "A sabedoria do trauma", que mostra o trabalho do médico e escritor Gabor Maté. Nos identificamos com muito do que foi exposto ali e, desde então, temos visto uma série de cursos, eventos online e conversas relacionadas a este tema do trauma. Nesse embalo, pesquisamos quem poderiam ser as pessoas mais indicadas para convidarmos para falar sobre esse tema no Brasil. E acertamos bem no alvo. A nossa convidada deste programa é a professora Liana Netto, formada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, doutora em Medicina e Saúde pela mesma UFBA e Pesquisadora com ênfase na área de estresse pós-traumático e impulsividade. Ela ensina nacionalmente e internacionalmente cursos autorais e módulos da formação do método Experiência Somática, presenciais e online, e é também coordenadora da Pós-graduação em Psicotraumatologia, pelo Instituto Junguiano da Bahia e Escola Bahiana de Medicina. Dona de uma presença impressionante e encantadora, Liana nos apresentou uma visão ampla do trauma, em que podemos enxergá-lo não apenas como experiências devastadora e terríveis, mas também como mola propulsora que nos impulsiona a sermos maiores do que aquilo que nos desafia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/66-o-terrivel-e-o-incrivel-do-trauma/</link>
  <pubDate>Fri, 18 Feb 2022 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>trauma, sabedoria do trauma, Experiência Somática, Psicotraumatologia, Psicanálise, corpo, emoções, coemergência</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, somos o Coemergência, seu podcast surpresa que não tem dia e hora pra chegar, mas acaba sempre chegando. Esse episódio é resultado da curiosidade e das investigações de algumas e alguns de nós, especialmente após o lançamento do documentário "A sabedoria do trauma", que mostra o trabalho do médico e escritor Gabor Maté. Nos identificamos com muito do que foi exposto ali e, desde então, temos visto uma série de cursos, eventos online e conversas relacionadas a este tema do trauma. Nesse embalo, pesquisamos quem poderiam ser as pessoas mais indicadas para convidarmos para falar sobre esse tema no Brasil. E acertamos bem no alvo. A nossa convidada deste programa é a professora Liana Netto, formada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, doutora em Medicina e Saúde pela mesma UFBA e Pesquisadora com ênfase na área de estresse pós-traumático e impulsividade. Ela ensina nacionalmente e internacionalmente cursos autorais e módulos da formação do método Experiência Somática, presenciais e online, e é também coordenadora da Pós-graduação em Psicotraumatologia, pelo Instituto Junguiano da Bahia e Escola Bahiana de Medicina. Dona de uma presença impressionante e encantadora, Liana nos apresentou uma visão ampla do trauma, em que podemos enxergá-lo não apenas como experiências devastadora e terríveis, mas também como mola propulsora que nos impulsiona a sermos maiores do que aquilo que nos desafia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Regenerar #1 | Olhe para cima (com Alexandre Araújo Costa)</title>
<description>Seres deste maltratado planeta, por considerar que as questões da emergência climática e ecológica em que nos encontramos são as mais urgentes do nosso tempo e pelo fato de não ter a atenção merecida da grande mídia e do público em geral, em parceria com o XR Regenerar/@xr.regenerar), um dos grupos ligados ao Extinction Rebellion/@extinctionrebellion (Rebelião ou Extinção, movimento global que pressiona governos a responder de forma justa à emergência climática e ecológica), decidimos dedicar uma coluna para expor a enrascada em que nos metemos, e que ainda insistimos em não olhar, e para pensar em formas de transformação coletiva a partir delas. Para iniciar a coluna Regenerar, o Coemergência, representado por Alisson Granja, juntamente com os integrantes do XR, Emersom Karma Kontchog e Mariana Pinto, convidamos o respeitado cientista e ambientalista Alexandre Araujo Costa. Alexandre é professor titular da UECE e PhD em Ciências Atmosféricas pela Universidade do Estado do Colorado (EUA), com pós-doutorado na Universidade de Yale. O professor Alexandre foi um dos autores principais do 1º Relatório de Avaliação do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas e trabalha com divulgação científica sobre a emergência climática há vários anos, destacando-se pela didática clara e inspirando com seu ativismo baseado, como ele mesmo diz, no pessimismo da razão e no otimismo da vontade. Esperamos que a coluna ajude a esclarecer o problema e sirva como um chamado à ação. Bom programa!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/1-olhe-para-cima-com-alexandre-araujo-costa/</link>
  <pubDate>Thu, 27 Jan 2022 15:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Emergência climática, Emergência ecológica, Mudanças Climáticas, Ativismo, XR Regenerar, Extinction Rebellion, coemergência</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres deste maltratado planeta, por considerar que as questões da emergência climática e ecológica em que nos encontramos são as mais urgentes do nosso tempo e pelo fato de não ter a atenção merecida da grande mídia e do público em geral, em parceria com o XR Regenerar/@xr.regenerar), um dos grupos ligados ao Extinction Rebellion/@extinctionrebellion (Rebelião ou Extinção, movimento global que pressiona governos a responder de forma justa à emergência climática e ecológica), decidimos dedicar uma coluna para expor a enrascada em que nos metemos, e que ainda insistimos em não olhar, e para pensar em formas de transformação coletiva a partir delas. Para iniciar a coluna Regenerar, o Coemergência, representado por Alisson Granja, juntamente com os integrantes do XR, Emersom Karma Kontchog e Mariana Pinto, convidamos o respeitado cientista e ambientalista Alexandre Araujo Costa. Alexandre é professor titular da UECE e PhD em Ciências Atmosféricas pela Universidade do Estado do Colorado (EUA), com pós-doutorado na Universidade de Yale. O professor Alexandre foi um dos autores principais do 1º Relatório de Avaliação do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas e trabalha com divulgação científica sobre a emergência climática há vários anos, destacando-se pela didática clara e inspirando com seu ativismo baseado, como ele mesmo diz, no pessimismo da razão e no otimismo da vontade. Esperamos que a coluna ajude a esclarecer o problema e sirva como um chamado à ação. Bom programa!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #9 | Contemplações sobre a história da violência (com Leandro Rust)</title>
<description>O convidado da vez coluna Interser é o historiador medievalista Leandro Duarte Rust, da UnB. A conversa pode ser apresentada tanto como uma conversa sobre escrever a história da violência quanto como uma conversa sobre fazer tal coisa a serviço da não-violência. O pretexto é a publicação do livro Os Vikings: narrativas da violência na Idade Média (Vozes, 2021). Esse não é exatamente um livro sobre a violência das invasões vikings, mas uma análise das narrativas sobre tais invasões escritas no Império Carolíngio no século IX. Então, em alguma medida, a conversa trata da história da violência, e das histórias de histórias sobre violência. Mas definitivamente não fizemos uma conversa apenas para pessoas interessadas em história, nem especificamente em história medieval ou na história dos vikings. Investigar o passado é também, ou é bom que seja, investigar os referenciais que levamos à nossa investigação do passado. O próprio livro do Leandro dá um grande enfoque a vários aspectos dessa relação entre quem conhece e aquilo que é conhecido, e foi isso que discutimos em boa parte da conversa: pra começar, a instabilidade do conceito de "violência" e as consequências de presumirmos já de partida que temos a régua do que é ou não violento. Isso certamente limita a capacidade de historiadora(e)s de entender ações passadas e narrativas passadas, mas diz respeito também à nossa existência no mundo presente. Nessa mesma linha, discutimos também o papel da imaginação em nossa relação com o passado e o presente, a ideia de "estranhamento", a importância de expressar as incertezas na comunicação científica, dentre outras coisas. A conversa, como o livro do Leandro, pode ser vista ainda como uma perspectiva em prol da não-violência, interessada em não violência, tratando sobre processos violentos, escrita em um presente igualmente cheio de violências. Paul Ricoeur afirma, em um trecho utilizado pelo Leandro como epígrafe do livro: "A primeira condição à qual deve satisfazer uma doutrina autêntica da não violência é de haver varado toda a espessura do mundo da violência". Afinal, alerta ele, "um movimento não violento corre sempre o risco de limitar a ideia de violência a uma forma particular, à qual se opõe com obstinação e estreiteza...". As nossas concepções de violência nos cegam para outras ações, instituições, estruturas que violam a dignidade dos seres, criam hierarquias que desvalorizam suas vidas, habilidades, sua voz, mas que não reconhecemos como violentas. Então fica o desejo de que uma conversa sobre um aspecto desse mundo da violência e de sua abordagem aqui do presente dialogue com o desejo de quem nos ouve por um mundo não violento. Se você quiser apoiar o nosso projeto, é só ir em apoia.se/coemergencia. Tem muito coisa boa vindo por aí sobre questões climáticas, trauma e temas afins. ;)</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/contemplacoes-sobre-a-historia-da-violencia-com-leandro-rust/</link>
  <pubDate>Fri, 14 Jan 2022 08:10:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>história, história medieval, imaginação, estranhamento, Leandro Rust, Darcy Ribeiro, Judith Butler, violência, não-violência, coemergência</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>O convidado da vez coluna Interser é o historiador medievalista Leandro Duarte Rust, da UnB. A conversa pode ser apresentada tanto como uma conversa sobre escrever a história da violência quanto como uma conversa sobre fazer tal coisa a serviço da não-violência. O pretexto é a publicação do livro Os Vikings: narrativas da violência na Idade Média (Vozes, 2021). Esse não é exatamente um livro sobre a violência das invasões vikings, mas uma análise das narrativas sobre tais invasões escritas no Império Carolíngio no século IX. Então, em alguma medida, a conversa trata da história da violência, e das histórias de histórias sobre violência. Mas definitivamente não fizemos uma conversa apenas para pessoas interessadas em história, nem especificamente em história medieval ou na história dos vikings. Investigar o passado é também, ou é bom que seja, investigar os referenciais que levamos à nossa investigação do passado. O próprio livro do Leandro dá um grande enfoque a vários aspectos dessa relação entre quem conhece e aquilo que é conhecido, e foi isso que discutimos em boa parte da conversa: pra começar, a instabilidade do conceito de "violência" e as consequências de presumirmos já de partida que temos a régua do que é ou não violento. Isso certamente limita a capacidade de historiadora(e)s de entender ações passadas e narrativas passadas, mas diz respeito também à nossa existência no mundo presente. Nessa mesma linha, discutimos também o papel da imaginação em nossa relação com o passado e o presente, a ideia de "estranhamento", a importância de expressar as incertezas na comunicação científica, dentre outras coisas. A conversa, como o livro do Leandro, pode ser vista ainda como uma perspectiva em prol da não-violência, interessada em não violência, tratando sobre processos violentos, escrita em um presente igualmente cheio de violências. Paul Ricoeur afirma, em um trecho utilizado pelo Leandro como epígrafe do livro: "A primeira condição à qual deve satisfazer uma doutrina autêntica da não violência é de haver varado toda a espessura do mundo da violência". Afinal, alerta ele, "um movimento não violento corre sempre o risco de limitar a ideia de violência a uma forma particular, à qual se opõe com obstinação e estreiteza...". As nossas concepções de violência nos cegam para outras ações, instituições, estruturas que violam a dignidade dos seres, criam hierarquias que desvalorizam suas vidas, habilidades, sua voz, mas que não reconhecemos como violentas. Então fica o desejo de que uma conversa sobre um aspecto desse mundo da violência e de sua abordagem aqui do presente dialogue com o desejo de quem nos ouve por um mundo não violento. Se você quiser apoiar o nosso projeto, é só ir em apoia.se/coemergencia. Tem muito coisa boa vindo por aí sobre questões climáticas, trauma e temas afins. ;)</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O convidado da vez coluna Interser é o historiador medievalista Leandro Duarte Rust, da UnB. A conversa pode ser apresentada tanto como uma conversa sobre escrever a história da violência quanto como uma conversa sobre fazer tal coisa a serviço da não-violência. O pretexto é a publicação do livro Os Vikings: narrativas da violência na Idade Média (Vozes, 2021). Esse não é exatamente um livro sobre a violência das invasões vikings, mas uma análise das narrativas sobre tais invasões escritas no Império Carolíngio no século IX. Então, em alguma medida, a conversa trata da história da violência, e das histórias de histórias sobre violência. Mas definitivamente não fizemos uma conversa apenas para pessoas interessadas em história, nem especificamente em história medieval ou na história dos vikings. Investigar o passado é também, ou é bom que seja, investigar os referenciais que levamos à nossa investigação do passado. O próprio livro do Leandro dá um grande enfoque a vários aspectos dessa relação entre quem conhece e aquilo que é conhecido, e foi isso que discutimos em boa parte da conversa: pra começar, a instabilidade do conceito de "violência" e as consequências de presumirmos já de partida que temos a régua do que é ou não violento. Isso certamente limita a capacidade de historiadora(e)s de entender ações passadas e narrativas passadas, mas diz respeito também à nossa existência no mundo presente. Nessa mesma linha, discutimos também o papel da imaginação em nossa relação com o passado e o presente, a ideia de "estranhamento", a importância de expressar as incertezas na comunicação científica, dentre outras coisas. A conversa, como o livro do Leandro, pode ser vista ainda como uma perspectiva em prol da não-violência, interessada em não violência, tratando sobre processos violentos, escrita em um presente igualmente cheio de violências. Paul Ricoeur afirma, em um trecho utilizado pelo Leandro como epígrafe do livro: "A primeira condição à qual deve satisfazer uma doutrina autêntica da não violência é de haver varado toda a espessura do mundo da violência". Afinal, alerta ele, "um movimento não violento corre sempre o risco de limitar a ideia de violência a uma forma particular, à qual se opõe com obstinação e estreiteza...". As nossas concepções de violência nos cegam para outras ações, instituições, estruturas que violam a dignidade dos seres, criam hierarquias que desvalorizam suas vidas, habilidades, sua voz, mas que não reconhecemos como violentas. Então fica o desejo de que uma conversa sobre um aspecto desse mundo da violência e de sua abordagem aqui do presente dialogue com o desejo de quem nos ouve por um mundo não violento. Se você quiser apoiar o nosso projeto, é só ir em apoia.se/coemergencia. Tem muito coisa boa vindo por aí sobre questões climáticas, trauma e temas afins. ;)</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#65 Autocompaixão Feroz (com Erika Leonardo de Souza)</title>
<description>Nesta edição do Coemergência, recebemos a querida psicoterapeuta, doutora em Ciências, e mãe dos pets Leonardo e Donatella, Erika Leonardo de Souza. Especializada em abordagens baseadas em Mindfulness e Compaixão, Erika é a pessoa certa, no lugar certo, para conversar com a gente sobre o tema de hoje: a autocompaixão feroz. Um dos temas mais recorrentes desse podcast é a compaixão. Afinal, se o mundo exterior coemerge com os referenciais dos sujeitos, ele sempre pode ser transformado. Para que a compaixão fizesse sentido para pessoas do mundo eurocêntrico do século XXI, a pesquisadora e psicóloga Kristin Neff, e outras profissionais seguindo suas trilhas, perceberam a necessidade de falar também em autocompaixão (ou, como nossa convidada prefere, compaixão autodirecionada). Essa abordagem nos ajuda a lembrar de que uma compaixão que nos exclui está incompleta e é impraticável: não vamos conseguir efetivamente cuidar dos demais seres sem antes cuidarmos de nós mesmos. O programa de hoje traz mais uma especificação muito importante e muito bem-vinda: ele trata da "autocompaixão feroz", título do livro mais recente de Kristin Neff.  Ao falar nesses termos, Neff busca mostrar que, se é verdade que a autocompaixão às vezes se mostra em sua face "terna", em outros é necessário que ela assuma a sua dimensão de "ferocidade". É fácil perceber o quanto é necessário aprofundar a reflexão: para dar um exemplo dentre vários possíveis, como distinguir a ferocidade da raiva? E em um mundo que tantas vezes usa um discurso de rejeição da raiva para reprimir as vozes de minorias, como fazer tal distinção de um modo que não dê continuidade a esse silenciamento? Ao mesmo tempo, ainda que essa repressão exista, isso não significa automaticamente que a raiva seja a melhor ferramenta ao nosso dispor. Se for o caso, como trabalhar com essa energia quando ela se manifesta? Essas foram algumas das questões que Erika tratou com a gente. Não é surpreendente que as discussões de gênero sejam tão centrais no livro da Neff e para a nossa própria conversa. Neff começa seu livro dizendo que ela e todas as mulheres com quem ela fala sentem que “Há algo no ar”, e esse algo é o movimento das mulheres para se manifestarem no mundo na plenitude de sua humanidade, para além da suavidade que os papéis convencionais de gênero aceitam. Há muito tempo, sair desse script produziu um preço muito alto para as mulheres. Neff acredita que a afirmação, por parte das mulheres, do direito de ser feroz é uma contribuição imensamente importante para a liberação das opressões de gênero, e, a partir daí, potencializa também todas as outras lutas contra injustiças. Os referenciais e práticas da autocompaixão feroz são a maneira de Neff, Erika - e certamente também nosso e de todo mundo que está ouvindo -, de contribuir para a criação desse mundo livre de opressões. *** Você talvez perceba que estamos experimentando um formato um pouco mais parecido com uma roda de conversa do que exatamente uma entrevista. A única constância com que nos comprometemos, afinal de contas, é com a tentativa de fazer conversas relevantes, aprofundadas e bem-humoradas. Esperamos que gostem da brincadeira! *** Caso você queira apoiar nosso trabalho, cogite visitar nossa página no apoia.se/coemergencia! ;)</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/65-autocompaixao-feroz/</link>
  <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 14:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>autocompaixão, compaixão, feroz, autocompaixão feroz, gênero, Kristin Neff, Erika Leonardo de Souza, psicologia</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Nesta edição do Coemergência, recebemos a querida psicoterapeuta, doutora em Ciências, e mãe dos pets Leonardo e Donatella, Erika Leonardo de Souza. Especializada em abordagens baseadas em Mindfulness e Compaixão, Erika é a pessoa certa, no lugar certo, para conversar com a gente sobre o tema de hoje: a autocompaixão feroz. Um dos temas mais recorrentes desse podcast é a compaixão. Afinal, se o mundo exterior coemerge com os referenciais dos sujeitos, ele sempre pode ser transformado. Para que a compaixão fizesse sentido para pessoas do mundo eurocêntrico do século XXI, a pesquisadora e psicóloga Kristin Neff, e outras profissionais seguindo suas trilhas, perceberam a necessidade de falar também em autocompaixão (ou, como nossa convidada prefere, compaixão autodirecionada). Essa abordagem nos ajuda a lembrar de que uma compaixão que nos exclui está incompleta e é impraticável: não vamos conseguir efetivamente cuidar dos demais seres sem antes cuidarmos de nós mesmos. O programa de hoje traz mais uma especificação muito importante e muito bem-vinda: ele trata da "autocompaixão feroz", título do livro mais recente de Kristin Neff.  Ao falar nesses termos, Neff busca mostrar que, se é verdade que a autocompaixão às vezes se mostra em sua face "terna", em outros é necessário que ela assuma a sua dimensão de "ferocidade". É fácil perceber o quanto é necessário aprofundar a reflexão: para dar um exemplo dentre vários possíveis, como distinguir a ferocidade da raiva? E em um mundo que tantas vezes usa um discurso de rejeição da raiva para reprimir as vozes de minorias, como fazer tal distinção de um modo que não dê continuidade a esse silenciamento? Ao mesmo tempo, ainda que essa repressão exista, isso não significa automaticamente que a raiva seja a melhor ferramenta ao nosso dispor. Se for o caso, como trabalhar com essa energia quando ela se manifesta? Essas foram algumas das questões que Erika tratou com a gente. Não é surpreendente que as discussões de gênero sejam tão centrais no livro da Neff e para a nossa própria conversa. Neff começa seu livro dizendo que ela e todas as mulheres com quem ela fala sentem que “Há algo no ar”, e esse algo é o movimento das mulheres para se manifestarem no mundo na plenitude de sua humanidade, para além da suavidade que os papéis convencionais de gênero aceitam. Há muito tempo, sair desse script produziu um preço muito alto para as mulheres. Neff acredita que a afirmação, por parte das mulheres, do direito de ser feroz é uma contribuição imensamente importante para a liberação das opressões de gênero, e, a partir daí, potencializa também todas as outras lutas contra injustiças. Os referenciais e práticas da autocompaixão feroz são a maneira de Neff, Erika - e certamente também nosso e de todo mundo que está ouvindo -, de contribuir para a criação desse mundo livre de opressões. *** Você talvez perceba que estamos experimentando um formato um pouco mais parecido com uma roda de conversa do que exatamente uma entrevista. A única constância com que nos comprometemos, afinal de contas, é com a tentativa de fazer conversas relevantes, aprofundadas e bem-humoradas. Esperamos que gostem da brincadeira! *** Caso você queira apoiar nosso trabalho, cogite visitar nossa página no apoia.se/coemergencia! ;)</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Nesta edição do Coemergência, recebemos a querida psicoterapeuta, doutora em Ciências, e mãe dos pets Leonardo e Donatella, Erika Leonardo de Souza. Especializada em abordagens baseadas em Mindfulness e Compaixão, Erika é a pessoa certa, no lugar certo, para conversar com a gente sobre o tema de hoje: a autocompaixão feroz. Um dos temas mais recorrentes desse podcast é a compaixão. Afinal, se o mundo exterior coemerge com os referenciais dos sujeitos, ele sempre pode ser transformado. Para que a compaixão fizesse sentido para pessoas do mundo eurocêntrico do século XXI, a pesquisadora e psicóloga Kristin Neff, e outras profissionais seguindo suas trilhas, perceberam a necessidade de falar também em autocompaixão (ou, como nossa convidada prefere, compaixão autodirecionada). Essa abordagem nos ajuda a lembrar de que uma compaixão que nos exclui está incompleta e é impraticável: não vamos conseguir efetivamente cuidar dos demais seres sem antes cuidarmos de nós mesmos. O programa de hoje traz mais uma especificação muito importante e muito bem-vinda: ele trata da "autocompaixão feroz", título do livro mais recente de Kristin Neff.  Ao falar nesses termos, Neff busca mostrar que, se é verdade que a autocompaixão às vezes se mostra em sua face "terna", em outros é necessário que ela assuma a sua dimensão de "ferocidade". É fácil perceber o quanto é necessário aprofundar a reflexão: para dar um exemplo dentre vários possíveis, como distinguir a ferocidade da raiva? E em um mundo que tantas vezes usa um discurso de rejeição da raiva para reprimir as vozes de minorias, como fazer tal distinção de um modo que não dê continuidade a esse silenciamento? Ao mesmo tempo, ainda que essa repressão exista, isso não significa automaticamente que a raiva seja a melhor ferramenta ao nosso dispor. Se for o caso, como trabalhar com essa energia quando ela se manifesta? Essas foram algumas das questões que Erika tratou com a gente. Não é surpreendente que as discussões de gênero sejam tão centrais no livro da Neff e para a nossa própria conversa. Neff começa seu livro dizendo que ela e todas as mulheres com quem ela fala sentem que “Há algo no ar”, e esse algo é o movimento das mulheres para se manifestarem no mundo na plenitude de sua humanidade, para além da suavidade que os papéis convencionais de gênero aceitam. Há muito tempo, sair desse script produziu um preço muito alto para as mulheres. Neff acredita que a afirmação, por parte das mulheres, do direito de ser feroz é uma contribuição imensamente importante para a liberação das opressões de gênero, e, a partir daí, potencializa também todas as outras lutas contra injustiças. Os referenciais e práticas da autocompaixão feroz são a maneira de Neff, Erika - e certamente também nosso e de todo mundo que está ouvindo -, de contribuir para a criação desse mundo livre de opressões. *** Você talvez perceba que estamos experimentando um formato um pouco mais parecido com uma roda de conversa do que exatamente uma entrevista. A única constância com que nos comprometemos, afinal de contas, é com a tentativa de fazer conversas relevantes, aprofundadas e bem-humoradas. Esperamos que gostem da brincadeira! *** Caso você queira apoiar nosso trabalho, cogite visitar nossa página no apoia.se/coemergencia! ;)</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#64 Sofrimento mental é doença? (com Luciano Lobato) </title>
<description>Seres de todos os reinos, na nova edição do Coemergência, conversamos com Luciano Lobato, psicólogo clínico e mestre em psicologia que, de uns meses pra cá, vem chamando a atenção utilizando seu canal no Instagram como ferramenta de conscientização e "desorientação", segundo suas próprias palavras. Seu nome completo, Luciano Ernesto Lobato, ajuda a localizar suas raízes. O pai, socialista, veio do Chile na época do golpe do Pinochet. "Luciano" foi um amigo dele que morreu na resistência e "Ernesto" vem...sim, Che Guevara. Hoje, ele integra um grupo autogerido de terapeutas e traz em suas reflexões a noção de uma saúde mental politizada. Entre os temas que nos chamaram a atenção para que essa conversa acontecesse, estão principalmente as suas ideias buscando desconstruir a ideia de doença mental como algo existente por si só. Como você sabe, aqui no Coemergência também nos interessamos por apontar a ausência de existência inerente dos fenômenos, e achamos que esse é um debate importante para o nosso tempo. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter um acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. Bom programa!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/64-sofrimento-mental-e-doenca/</link>
  <pubDate>Thu, 02 Dec 2021 15:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Sofrimento mental, saúde mental, doença mental, doença, diagnótico, psicologia, luciano lobato</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, na nova edição do Coemergência, conversamos com Luciano Lobato, psicólogo clínico e mestre em psicologia que, de uns meses pra cá, vem chamando a atenção utilizando seu canal no Instagram como ferramenta de conscientização e "desorientação", segundo suas próprias palavras. Seu nome completo, Luciano Ernesto Lobato, ajuda a localizar suas raízes. O pai, socialista, veio do Chile na época do golpe do Pinochet. "Luciano" foi um amigo dele que morreu na resistência e "Ernesto" vem...sim, Che Guevara. Hoje, ele integra um grupo autogerido de terapeutas e traz em suas reflexões a noção de uma saúde mental politizada. Entre os temas que nos chamaram a atenção para que essa conversa acontecesse, estão principalmente as suas ideias buscando desconstruir a ideia de doença mental como algo existente por si só. Como você sabe, aqui no Coemergência também nos interessamos por apontar a ausência de existência inerente dos fenômenos, e achamos que esse é um debate importante para o nosso tempo. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter um acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. Bom programa!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, na nova edição do Coemergência, conversamos com Luciano Lobato, psicólogo clínico e mestre em psicologia que, de uns meses pra cá, vem chamando a atenção utilizando seu canal no Instagram como ferramenta de conscientização e "desorientação", segundo suas próprias palavras. Seu nome completo, Luciano Ernesto Lobato, ajuda a localizar suas raízes. O pai, socialista, veio do Chile na época do golpe do Pinochet. "Luciano" foi um amigo dele que morreu na resistência e "Ernesto" vem...sim, Che Guevara. Hoje, ele integra um grupo autogerido de terapeutas e traz em suas reflexões a noção de uma saúde mental politizada. Entre os temas que nos chamaram a atenção para que essa conversa acontecesse, estão principalmente as suas ideias buscando desconstruir a ideia de doença mental como algo existente por si só. Como você sabe, aqui no Coemergência também nos interessamos por apontar a ausência de existência inerente dos fenômenos, e achamos que esse é um debate importante para o nosso tempo. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter um acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. Bom programa!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#63 Transformação Social: visão e ação (com Andreas Hernandez)</title>
<description>O Coemergência #63 discute o tema da transformação social: como ela tem sido produzida coletivamente ao redor do mundo, por quem, com que tipo de visão e enfrentando quais tipos de obstáculos? Para discuti-lo, contamos com o conhecimento e a simpatia do querido Andreas Hernandez. Andreas Hernandez é – bom, ele é muita coisa. Já no começo da conversa, ele conta alguns episódios de uma biografia absolutamente cheia de plot twists. Se você não se interessa pelo tema, mas curte narrativas de ação, vale a pena ouvir no mínimo essa parte! Mas se você também valoriza reflexões muito ricas e articuladas e deseja atuar, ou seguir atuando, na montagem peça a peça da mandala de um novo mundo, esse episódio é para você. O Andreas tem se debruçado sobre o tema ao longo de sua carreira, que inclui um doutorado em Sociologia do Desenvolvimento pela Cornell University e, atualmente, a atuação como professor de Estudos de Sustentabilidade na University of New Mexico, nos Estados Unidos, com diversos artigos e filmes pelo caminho. Algumas de suas pesquisas, especialmente sobre agroecologia, envolvem o Brasil. Elas podem ser vistas, por exemplo, no filme Soil, Struggle and Justice: Agroecology in the Brazilian Landless Movement (Solo, Luta e Justiça: Agroecologia no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). A importância da terra e da atuação coletiva são alguns dos pontos em comum entre o filme e a conversa que você vai ouvir em breve. Em linhas gerais, o Andreas parece enfatizar bastante a importância das visões de mundo. Mas não é uma concepção desencarnada de visão, e sim uma que surge de seres incorporados, atuando coletivamente, interdependentes com a terra com T minúsculo e a Terra com T maiúsculo. Ele também traz muitos exemplos concretos, o que é excelente para ampliar nosso senso do que é possível e do que pode ser adaptado criativamente em novas circunstâncias. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. É isso! Esperamos que gostem do programa tanto quanto gostamos de gravá-lo e que ele te inspire a agir mais e melhor no sentido daquilo que você considera mais benéfico!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/63-transformacao-social-visao-e-acao/</link>
  <pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:20:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Andreas Hernandez, transformação social, movimentos sociais, ativismo, mst, agroecologia, comunidade, sustentabilidade</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>O Coemergência #63 discute o tema da transformação social: como ela tem sido produzida coletivamente ao redor do mundo, por quem, com que tipo de visão e enfrentando quais tipos de obstáculos? Para discuti-lo, contamos com o conhecimento e a simpatia do querido Andreas Hernandez. Andreas Hernandez é – bom, ele é muita coisa. Já no começo da conversa, ele conta alguns episódios de uma biografia absolutamente cheia de plot twists. Se você não se interessa pelo tema, mas curte narrativas de ação, vale a pena ouvir no mínimo essa parte! Mas se você também valoriza reflexões muito ricas e articuladas e deseja atuar, ou seguir atuando, na montagem peça a peça da mandala de um novo mundo, esse episódio é para você. O Andreas tem se debruçado sobre o tema ao longo de sua carreira, que inclui um doutorado em Sociologia do Desenvolvimento pela Cornell University e, atualmente, a atuação como professor de Estudos de Sustentabilidade na University of New Mexico, nos Estados Unidos, com diversos artigos e filmes pelo caminho. Algumas de suas pesquisas, especialmente sobre agroecologia, envolvem o Brasil. Elas podem ser vistas, por exemplo, no filme Soil, Struggle and Justice: Agroecology in the Brazilian Landless Movement (Solo, Luta e Justiça: Agroecologia no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). A importância da terra e da atuação coletiva são alguns dos pontos em comum entre o filme e a conversa que você vai ouvir em breve. Em linhas gerais, o Andreas parece enfatizar bastante a importância das visões de mundo. Mas não é uma concepção desencarnada de visão, e sim uma que surge de seres incorporados, atuando coletivamente, interdependentes com a terra com T minúsculo e a Terra com T maiúsculo. Ele também traz muitos exemplos concretos, o que é excelente para ampliar nosso senso do que é possível e do que pode ser adaptado criativamente em novas circunstâncias. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. É isso! Esperamos que gostem do programa tanto quanto gostamos de gravá-lo e que ele te inspire a agir mais e melhor no sentido daquilo que você considera mais benéfico!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O Coemergência #63 discute o tema da transformação social: como ela tem sido produzida coletivamente ao redor do mundo, por quem, com que tipo de visão e enfrentando quais tipos de obstáculos? Para discuti-lo, contamos com o conhecimento e a simpatia do querido Andreas Hernandez. Andreas Hernandez é – bom, ele é muita coisa. Já no começo da conversa, ele conta alguns episódios de uma biografia absolutamente cheia de plot twists. Se você não se interessa pelo tema, mas curte narrativas de ação, vale a pena ouvir no mínimo essa parte! Mas se você também valoriza reflexões muito ricas e articuladas e deseja atuar, ou seguir atuando, na montagem peça a peça da mandala de um novo mundo, esse episódio é para você. O Andreas tem se debruçado sobre o tema ao longo de sua carreira, que inclui um doutorado em Sociologia do Desenvolvimento pela Cornell University e, atualmente, a atuação como professor de Estudos de Sustentabilidade na University of New Mexico, nos Estados Unidos, com diversos artigos e filmes pelo caminho. Algumas de suas pesquisas, especialmente sobre agroecologia, envolvem o Brasil. Elas podem ser vistas, por exemplo, no filme Soil, Struggle and Justice: Agroecology in the Brazilian Landless Movement (Solo, Luta e Justiça: Agroecologia no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). A importância da terra e da atuação coletiva são alguns dos pontos em comum entre o filme e a conversa que você vai ouvir em breve. Em linhas gerais, o Andreas parece enfatizar bastante a importância das visões de mundo. Mas não é uma concepção desencarnada de visão, e sim uma que surge de seres incorporados, atuando coletivamente, interdependentes com a terra com T minúsculo e a Terra com T maiúsculo. Ele também traz muitos exemplos concretos, o que é excelente para ampliar nosso senso do que é possível e do que pode ser adaptado criativamente em novas circunstâncias. Caso você veja valor no nosso trabalho aqui no Coemergência e queira apoiá-lo, estamos em apoia.se/coemergencia. Outra forma de apoiar é divulgando pras pessoas no boca-a-boca, pra que possamos depender um pouco menos dos algoritmos. No nosso site, você pode cadastrar o seu e-mail para receber nossa newsletter e ter acesso mais direto às nossas atividades: programas, rodas, cursos, etc. É isso! Esperamos que gostem do programa tanto quanto gostamos de gravá-lo e que ele te inspire a agir mais e melhor no sentido daquilo que você considera mais benéfico!</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #8 | A Cibernética do Self (com Letícia Cesarino)</title>
<description>A coluna Interser tem o prazer de receber novamente Letícia Cesarino, antropóloga e professora da UFSC. No início de 2020, discutimos as pesquisas dela sobre populismo digital, pós-verdade e bolsonarismo. Na época, ela também havia publicado a tradução de um artigo de Gregory Bateson, pensador que atuou na antropologia e em várias outras áreas: "A Cibernética do Self: uma teoria do alcoolismo", originalmente de 1971. A Letícia frequentemente traz em suas pesquisas e reflexões um componente do pensamento de Bateson, que é o olhar para o funcionamento de todo o sistema (incluindo as mídias digitais, por exemplo), sem presumir um centro de decisão unilateral, dominado por indivíduos descontextualizados, supostamente autônomos e estáticos. Óbvio que não é apenas ela que faz isso, mas nos trabalhos dela a força da cibernética e da teoria dos sistemas aparece com bastante clareza. O alcoolismo é o estudo de caso do Bateson naquela discussão em específico, mas o objetivo da nossa conversa é tratar de algo mais amplo, a concepção cibernética de self que Bateson propõe e que afirma encontrar também nos Alcóolicos Anônimos. O subtexto do artigo e da conversa é que nossas concepções sobre quem são os sujeitos e como eles se relacionam com o ambiente em que vivem têm consequências diretas sobre a qualidade dessa relação e, em última instância, sua capacidade de sobrevivência do sistema. Nos tempos em que nossa sobrevivência é ameaçada pela emergência climática, pelo neoliberalismo e por várias formas de violência da sociedade brasileira, incluindo o violento movimento que atualmente ocupa o governo e mobiliza parte da nossa sociedade, reconhecer as limitações de nossa visão e ampliá-la pode ser um bom negócio. Caso você se alegre com o movimento que fazemos aqui no Coemergência e queira nos apoiar, é só ir em apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-8-a-cibernetica-do-self-com-leticia-cesarino/</link>
  <pubDate>Wed, 27 Oct 2021 17:52:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Letícia Cesarino, Gregory Bateson, teoria dos sistemas, cibernética, populismo digital, antropologia, etnografia, self, facebook, AA</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>A coluna Interser tem o prazer de receber novamente Letícia Cesarino, antropóloga e professora da UFSC. No início de 2020, discutimos as pesquisas dela sobre populismo digital, pós-verdade e bolsonarismo. Na época, ela também havia publicado a tradução de um artigo de Gregory Bateson, pensador que atuou na antropologia e em várias outras áreas: "A Cibernética do Self: uma teoria do alcoolismo", originalmente de 1971. A Letícia frequentemente traz em suas pesquisas e reflexões um componente do pensamento de Bateson, que é o olhar para o funcionamento de todo o sistema (incluindo as mídias digitais, por exemplo), sem presumir um centro de decisão unilateral, dominado por indivíduos descontextualizados, supostamente autônomos e estáticos. Óbvio que não é apenas ela que faz isso, mas nos trabalhos dela a força da cibernética e da teoria dos sistemas aparece com bastante clareza. O alcoolismo é o estudo de caso do Bateson naquela discussão em específico, mas o objetivo da nossa conversa é tratar de algo mais amplo, a concepção cibernética de self que Bateson propõe e que afirma encontrar também nos Alcóolicos Anônimos. O subtexto do artigo e da conversa é que nossas concepções sobre quem são os sujeitos e como eles se relacionam com o ambiente em que vivem têm consequências diretas sobre a qualidade dessa relação e, em última instância, sua capacidade de sobrevivência do sistema. Nos tempos em que nossa sobrevivência é ameaçada pela emergência climática, pelo neoliberalismo e por várias formas de violência da sociedade brasileira, incluindo o violento movimento que atualmente ocupa o governo e mobiliza parte da nossa sociedade, reconhecer as limitações de nossa visão e ampliá-la pode ser um bom negócio. Caso você se alegre com o movimento que fazemos aqui no Coemergência e queira nos apoiar, é só ir em apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>A coluna Interser tem o prazer de receber novamente Letícia Cesarino, antropóloga e professora da UFSC. No início de 2020, discutimos as pesquisas dela sobre populismo digital, pós-verdade e bolsonarismo. Na época, ela também havia publicado a tradução de um artigo de Gregory Bateson, pensador que atuou na antropologia e em várias outras áreas: "A Cibernética do Self: uma teoria do alcoolismo", originalmente de 1971. A Letícia frequentemente traz em suas pesquisas e reflexões um componente do pensamento de Bateson, que é o olhar para o funcionamento de todo o sistema (incluindo as mídias digitais, por exemplo), sem presumir um centro de decisão unilateral, dominado por indivíduos descontextualizados, supostamente autônomos e estáticos. Óbvio que não é apenas ela que faz isso, mas nos trabalhos dela a força da cibernética e da teoria dos sistemas aparece com bastante clareza. O alcoolismo é o estudo de caso do Bateson naquela discussão em específico, mas o objetivo da nossa conversa é tratar de algo mais amplo, a concepção cibernética de self que Bateson propõe e que afirma encontrar também nos Alcóolicos Anônimos. O subtexto do artigo e da conversa é que nossas concepções sobre quem são os sujeitos e como eles se relacionam com o ambiente em que vivem têm consequências diretas sobre a qualidade dessa relação e, em última instância, sua capacidade de sobrevivência do sistema. Nos tempos em que nossa sobrevivência é ameaçada pela emergência climática, pelo neoliberalismo e por várias formas de violência da sociedade brasileira, incluindo o violento movimento que atualmente ocupa o governo e mobiliza parte da nossa sociedade, reconhecer as limitações de nossa visão e ampliá-la pode ser um bom negócio. Caso você se alegre com o movimento que fazemos aqui no Coemergência e queira nos apoiar, é só ir em apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#62 O bem-estar como habilidade | Conexão</title>
<description>Seres de todos os reinos, está no ar o terceiro episódio da nossa série “O bem-estar como habilidade”: “Conexão”. Esse pilar inclui o aspecto relacional do bem-estar, componente fundamental nas tradições contemplativas e também presente nos estudos científicos mais recentes sobre a felicidade. Do lado das tradições contemplativas, vemos a importância de nos movermos pelo mundo gerando menos sofrimento e promovendo benefícios para os seres ao nosso redor e aprendemos a cultivar qualidades que nos apoiam a estabelecer relações mais genuínas e de modo mais não-excludente, ampliando nossos círculos de cuidado. O Budismo, por exemplo, fala das quatro qualidades incomensuráveis (bondade amorosa, compaixão, alegria empática e equanimidade), além de fatores como apreciação e gratidão. Do lado da ciência, diversos estudos vêm mostrando a influência que ter boas relações e redes de apoio exerce em nossa saúde psicológica e, inclusive, em nossa saúde física - em alguns casos, mais até do que fatores biológicos ou econômicos. Partindo desse pano de fundo, como fizemos nos outros programas, discutimos um pouco como vemos a importância das relações na experiência de cada um de nós, abordando o que está por trás delas contribuírem tanto para o nosso bem-estar; lembramos momentos em que nos sentimos com redes e outros em que nos sentimos isolados e os efeitos disso; falamos dos obstáculos que enfrentamos para cultivar relações e aprofundá-las; e levantamos como cada um tenta fazer para lidar com esses obstáculos e vários outros temas. Para completar, já guardem na agenda aí: na semana que vem, na quinta-feira dia 14/10, vamos fazer uma roda de conversa para seguirmos papeando sobre esse assunto juntos com vocês! Sempre ficamos empolgados e achamos incríveis esses encontros, então já estamos super animados por aqui! Que esse nosso papo chegue como uma boa companhia para vocês!  Para nos apoiar: estamos no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/62-o-bem-estar-como-habilidade-conexao/</link>
  <pubDate>Fri, 08 Oct 2021 19:51:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>bem-estar, Healthy Minds, relação, relacionamentos, conexão, amizade, Richard Davidson, coemergência, podcast, meditação, amor, compaixão, alegria, equanimidade, gratidão, budismo, ciência</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, está no ar o terceiro episódio da nossa série “O bem-estar como habilidade”: “Conexão”. Esse pilar inclui o aspecto relacional do bem-estar, componente fundamental nas tradições contemplativas e também presente nos estudos científicos mais recentes sobre a felicidade. Do lado das tradições contemplativas, vemos a importância de nos movermos pelo mundo gerando menos sofrimento e promovendo benefícios para os seres ao nosso redor e aprendemos a cultivar qualidades que nos apoiam a estabelecer relações mais genuínas e de modo mais não-excludente, ampliando nossos círculos de cuidado. O Budismo, por exemplo, fala das quatro qualidades incomensuráveis (bondade amorosa, compaixão, alegria empática e equanimidade), além de fatores como apreciação e gratidão. Do lado da ciência, diversos estudos vêm mostrando a influência que ter boas relações e redes de apoio exerce em nossa saúde psicológica e, inclusive, em nossa saúde física - em alguns casos, mais até do que fatores biológicos ou econômicos. Partindo desse pano de fundo, como fizemos nos outros programas, discutimos um pouco como vemos a importância das relações na experiência de cada um de nós, abordando o que está por trás delas contribuírem tanto para o nosso bem-estar; lembramos momentos em que nos sentimos com redes e outros em que nos sentimos isolados e os efeitos disso; falamos dos obstáculos que enfrentamos para cultivar relações e aprofundá-las; e levantamos como cada um tenta fazer para lidar com esses obstáculos e vários outros temas. Para completar, já guardem na agenda aí: na semana que vem, na quinta-feira dia 14/10, vamos fazer uma roda de conversa para seguirmos papeando sobre esse assunto juntos com vocês! Sempre ficamos empolgados e achamos incríveis esses encontros, então já estamos super animados por aqui! Que esse nosso papo chegue como uma boa companhia para vocês! Para nos apoiar: estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#61 A arte do palhaço e a escuta (com Cláudio Thebas)</title>
<description>Seres de todos os reinos, estamos de volta com mais um episódio do Coemergência.  A gravação deste programa foi a realização de um sonho da era pré-pandêmicas. Um sonho que só ganhou mais força diante das experiências enfrentadas nos últimos tempos e que, como todos os sonhos, abriu uma brecha no tempo-espaço e voilá!  Conversamos com Claudio Thebas! Escritor, educador, investigador, escutador, criador, improvisador, mas, antes de tudo, Palhaço! Um palhaço que escreve, que educa, que investiga, que escuta, que improvisa. Um palhaço que tem como ofício o encontro com o outro. Além de estar à frente de diversos projetos de transformação social, como PlayMonday e Forças Amadas, assumiu a tarefa de espalhar a arte da palhaçaria através de palestras, cursos e livros, nos aproximando desse universo tão encantador e lúdico. Há quem pense que os palhaços vivem de piadas, mas depois de conversar com Cláudio Thebas desconfiamos que os palhaços vivem de magia. A magia que os encontros podem produzir! No nosso papo, com uma generosidade do tamanho do mundo, Claudio Thebas revelou alguns segredos escondidos nas mágicas dos palhaços: a escuta empática e o brincar. Conversamos também sobre seu último livro “Ser bom não é ser bonzinho”, lançado há pouco pela editora Planeta, que aproxima a arte do palhaço e a comunicação não-violenta, além de, claro, aproveitarmos para saber mais sobre o encontro da palhaçaria com a psicanálise, materializado no livro O Palhaço e o Psicanalista, em co-autoria com Christian Dunker. O programa está lindo e divertido. Esperamos que vocês se divirtam tanto quantos nos divertimos e que o papo possa contribuir para o cultivo da ludicidade na vida de vocês. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.
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  <link>http://www.coemergencia.com.br/61-a-arte-do-palhaco-e-a-escuta</link>
  <pubDate>Fri, 03 Sep 2021 17:20:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Claudio Thebas, palhaço, palhaçaria, clow, escuta, empática, empatia, comunicação não-violenta, cnv, coemergência</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, estamos de volta com mais um episódio do Coemergência.  A gravação deste programa foi a realização de um sonho da era pré-pandêmicas. Um sonho que só ganhou mais força diante das experiências enfrentadas nos últimos tempos e que, como todos os sonhos, abriu uma brecha no tempo-espaço e voilá!  Conversamos com Claudio Thebas! Escritor, educador, investigador, escutador, criador, improvisador, mas, antes de tudo, Palhaço! Um palhaço que escreve, que educa, que investiga, que escuta, que improvisa. Um palhaço que tem como ofício o encontro com o outro. Além de estar à frente de diversos projetos de transformação social, como PlayMonday e Forças Amadas, assumiu a tarefa de espalhar a arte da palhaçaria através de palestras, cursos e livros, nos aproximando desse universo tão encantador e lúdico. Há quem pense que os palhaços vivem de piadas, mas depois de conversar com Cláudio Thebas desconfiamos que os palhaços vivem de magia. A magia que os encontros podem produzir! No nosso papo, com uma generosidade do tamanho do mundo, Claudio Thebas revelou alguns segredos escondidos nas mágicas dos palhaços: a escuta empática e o brincar. Conversamos também sobre seu último livro “Ser bom não é ser bonzinho”, lançado há pouco pela editora Planeta, que aproxima a arte do palhaço e a comunicação não-violenta, além de, claro, aproveitarmos para saber mais sobre o encontro da palhaçaria com a psicanálise, materializado no livro O Palhaço e o Psicanalista, em co-autoria com Christian Dunker. O programa está lindo e divertido. Esperamos que vocês se divirtam tanto quantos nos divertimos e que o papo possa contribuir para o cultivo da ludicidade na vida de vocês. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, estamos de volta com mais um episódio do Coemergência.  A gravação deste programa foi a realização de um sonho da era pré-pandêmicas. Um sonho que só ganhou mais força diante das experiências enfrentadas nos últimos tempos e que, como todos os sonhos, abriu uma brecha no tempo-espaço e voilá!  Conversamos com Claudio Thebas! Escritor, educador, investigador, escutador, criador, improvisador, mas, antes de tudo, Palhaço! Um palhaço que escreve, que educa, que investiga, que escuta, que improvisa. Um palhaço que tem como ofício o encontro com o outro. Além de estar à frente de diversos projetos de transformação social, como PlayMonday e Forças Amadas, assumiu a tarefa de espalhar a arte da palhaçaria através de palestras, cursos e livros, nos aproximando desse universo tão encantador e lúdico. Há quem pense que os palhaços vivem de piadas, mas depois de conversar com Cláudio Thebas desconfiamos que os palhaços vivem de magia. A magia que os encontros podem produzir! No nosso papo, com uma generosidade do tamanho do mundo, Claudio Thebas revelou alguns segredos escondidos nas mágicas dos palhaços: a escuta empática e o brincar. Conversamos também sobre seu último livro “Ser bom não é ser bonzinho”, lançado há pouco pela editora Planeta, que aproxima a arte do palhaço e a comunicação não-violenta, além de, claro, aproveitarmos para saber mais sobre o encontro da palhaçaria com a psicanálise, materializado no livro O Palhaço e o Psicanalista, em co-autoria com Christian Dunker. O programa está lindo e divertido. Esperamos que vocês se divirtam tanto quantos nos divertimos e que o papo possa contribuir para o cultivo da ludicidade na vida de vocês. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #7 | Eu queria falar sobre a vida (com Cecília Coimbra)</title>
<description>Na ocasião dos seus 80 anos de idade, a professora e ativista Cecília Coimbra, do grupo Tortura Nunca Mais, publicou suas memórias no livro "Fragmentos de Memórias Malditas: Invenção de Si e de Mundos", lançado neste ano de 2021 pela n-1. A sétima edição da coluna Interser aproveita a oportunidade para esse encontro com a Cecília, que tem muito a dizer sobre a produção discursiva de "classes perigosas" que legitima violências de longa data na sociedade brasileira, sobre os microfascismos que nos atravessam, mas também sobre a possibilidade de vivermos, desde já, uma vida mais aberta aos encontros, à diferença, à alegria e à solidariedade. São tópicos que reaparecem a todo momento em seu livro e na nossa conversa - e que a própria presença dela transborda a todo tempo! Para ouvir: site, Spotify, agregadores (link na bio). Estamos em apoia.se/coemergencia!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-7-eu-queria-falar-sobre-a-vida-com-cecilia-coimbra/</link>
  <pubDate>Wed, 11 Aug 2021 19:47:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Cecília Coimbra, memória, ditadura, Tortura Nunca Mais, tortura, direitos humanos, anarquismo, solidariedade, segurança pública, segurança, violência</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Na ocasião dos seus 80 anos de idade, a professora e ativista Cecília Coimbra, do grupo Tortura Nunca Mais, publicou suas memórias no livro "Fragmentos de Memórias Malditas: Invenção de Si e de Mundos", lançado neste ano de 2021 pela n-1. A sétima edição da coluna Interser aproveita a oportunidade para esse encontro com a Cecília, que tem muito a dizer sobre a produção discursiva de "classes perigosas" que legitima violências de longa data na sociedade brasileira, sobre os microfascismos que nos atravessam, mas também sobre a possibilidade de vivermos, desde já, uma vida mais aberta aos encontros, à diferença, à alegria e à solidariedade. São tópicos que reaparecem a todo momento em seu livro e na nossa conversa - e que a própria presença dela transborda a todo tempo! Para ouvir: site, Spotify, agregadores (link na bio). Estamos em apoia.se/coemergencia!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#60 O bem-estar como habilidade | Cultivo da atenção</title>
<description>Seres de todos os reinos, está no ar o segundo episódio da nossa série “O bem-estar como habilidade”. Começamos essa série inspirados por uma fala do Dr. Richard Davidson justamente sobre o bem-estar ser uma habilidade que podemos cultivar. Como comentamos no primeiro episódio da série, seguiremos, apenas como ponto de partida, quatro pilares de práticas apontados pela ciência - e pelos contemplativos - como essenciais para esse cultivo: Propósito, Consciência, Conexão e Insight. (Apenas como contexto para quem não ouviu no primeiro episódio da série, esses termos são uma tradução livre nossa da linguagem utilizada no programa Healthy Minds para apresentar esses pilares. O Healthy Minds é um programa que foi criado pelo próprio Richard Davidson e outros cientistas, como Cortland Dahl, ambos grandes praticantes e alunos do Mingyur Rinpoche). Se você ainda não viu, no primeiro programa da série, falamos sobre “Propósito”. E, hoje, vamos conversar sobre o segundo pilar: “Consciência”. De novo, voltamos com o mesmo formato: uma mesa redonda entre nós seis, em que compartilhamos como esse tema em particular ressoa para cada um em primeira pessoa. Nesse pilar, de “Consciência”, estão todas as práticas voltadas para o cultivo da atenção, da introspecção e outras habilidades mentais correlatas. Em outras palavras, todas as práticas que nos apoiem a cultivar uma atenção relaxada, estável e clara tanto ao ambiente ao nosso redor quanto a experiências internas, como pensamentos e emoções. Diversos estudos científicos atuais apontam a conexão entre esse pilar com o bem-estar, na medida em que ele nos ajuda, por meio de suas práticas, a irmos além da agitação ou distração e do mero torpor ou embotamento - os dois extremos nos quais usualmente nos vemos no dia a dia. Dentre os resultados específicos identificados, estão o de que essas práticas apoiam a regulação emocional; levam a níveis mais baixos de estresse, reatividade a dor, ansiedade e depressão e promovem emoções positivas e uma maior sensação psicológica de bem-estar. Além disso, claro, esse pilar é uma das bases de muitos caminhos contemplativos, então é mais um ponto onde há uma clara convergência entre a ciência e as práticas contemplativas. Mas, nem precisamos ir tão longe para ver a importância dessas práticas: é só lembrarmos da última vez que tentamos focar em alguma tarefa, leitura, conversa, etc. para vermos a dificuldade que temos de realmente direcionar e manter a nossa atenção em algum objeto de nossa escolha. Usualmente, somos simplesmente carregados, sem liberdade e sem muitas escolhas pela nossa mente. É evidente que, com uma mente assim, estamos muito mais sujeito às aflições mentais, a termos episódios emocionais destrutivos e a seguirmos comportamentos dos quais nos arrependeremos no futuro. Então, este foi o tema da nossa conversa! Assim como fizemos no programa anterior, falamos, a partir da nossa experiência em primeira pessoa, sobre como vemos a conexão entre essas práticas de “Consciência” (ou cultivo da atenção) e o cultivo do bem-estar, abordamos potenciais obstáculos, armadilhas e dificuldades nesse caminho e finalizamos com práticas, contemplações e referências que têm nos apoiado a seguir praticando. Não esperem nenhuma aula ou grande ensinamento, ouçam realmente como uma conversa despretensiosa entre praticantes. Mais uma vez, vocês vão ver que dividimos o programa em alguns blocos de perguntas e, entre cada um, colocamos uma música como transição. Sugerimos aproveitar esse breve momento para notar como tudo o que falamos no bloco anterior ressoa por aí e como vocês responderiam às perguntas que nos fizemos. Se acharem útil, pausem o áudio por alguns instantes para essas reflexões. Também, como fizemos no primeiro programa da série, vamos deixar, ao final do programa, uma sugestão de prática relacionada a esse pilar, para cada um fazer no seu próprio tempo. E, no site, na página desse episódio, listamos algumas das referências que citamos para quem quiser se aprofundar. É isso! Relaxem e desfrutem! Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia. </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/60-o-bem-estar-como-habilidade-cultivo-da-atencao</link>
  <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 17:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>bem-estar, Healthy Minds, consciência, atenção, Awareness, Richard Davidson, Alan Wallace, coemergência, podcast, economia da atenção, meditação</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, está no ar o segundo episódio da nossa série “O bem-estar como habilidade”. Começamos essa série inspirados por uma fala do Dr. Richard Davidson justamente sobre o bem-estar ser uma habilidade que podemos cultivar. Como comentamos no primeiro episódio da série, seguiremos, apenas como ponto de partida, quatro pilares de práticas apontados pela ciência - e pelos contemplativos - como essenciais para esse cultivo: Propósito, Consciência, Conexão e Insight. (Apenas como contexto para quem não ouviu no primeiro episódio da série, esses termos são uma tradução livre nossa da linguagem utilizada no programa Healthy Minds para apresentar esses pilares. O Healthy Minds é um programa que foi criado pelo próprio Richard Davidson e outros cientistas, como Cortland Dahl, ambos grandes praticantes e alunos do Mingyur Rinpoche). Se você ainda não viu, no primeiro programa da série, falamos sobre “Propósito”. E, hoje, vamos conversar sobre o segundo pilar: “Consciência”. De novo, voltamos com o mesmo formato: uma mesa redonda entre nós seis, em que compartilhamos como esse tema em particular ressoa para cada um em primeira pessoa. Nesse pilar, de “Consciência”, estão todas as práticas voltadas para o cultivo da atenção, da introspecção e outras habilidades mentais correlatas. Em outras palavras, todas as práticas que nos apoiem a cultivar uma atenção relaxada, estável e clara tanto ao ambiente ao nosso redor quanto a experiências internas, como pensamentos e emoções. Diversos estudos científicos atuais apontam a conexão entre esse pilar com o bem-estar, na medida em que ele nos ajuda, por meio de suas práticas, a irmos além da agitação ou distração e do mero torpor ou embotamento - os dois extremos nos quais usualmente nos vemos no dia a dia. Dentre os resultados específicos identificados, estão o de que essas práticas apoiam a regulação emocional; levam a níveis mais baixos de estresse, reatividade a dor, ansiedade e depressão e promovem emoções positivas e uma maior sensação psicológica de bem-estar. Além disso, claro, esse pilar é uma das bases de muitos caminhos contemplativos, então é mais um ponto onde há uma clara convergência entre a ciência e as práticas contemplativas. Mas, nem precisamos ir tão longe para ver a importância dessas práticas: é só lembrarmos da última vez que tentamos focar em alguma tarefa, leitura, conversa, etc. para vermos a dificuldade que temos de realmente direcionar e manter a nossa atenção em algum objeto de nossa escolha. Usualmente, somos simplesmente carregados, sem liberdade e sem muitas escolhas pela nossa mente. É evidente que, com uma mente assim, estamos muito mais sujeito às aflições mentais, a termos episódios emocionais destrutivos e a seguirmos comportamentos dos quais nos arrependeremos no futuro. Então, este foi o tema da nossa conversa! Assim como fizemos no programa anterior, falamos, a partir da nossa experiência em primeira pessoa, sobre como vemos a conexão entre essas práticas de “Consciência” (ou cultivo da atenção) e o cultivo do bem-estar, abordamos potenciais obstáculos, armadilhas e dificuldades nesse caminho e finalizamos com práticas, contemplações e referências que têm nos apoiado a seguir praticando. Não esperem nenhuma aula ou grande ensinamento, ouçam realmente como uma conversa despretensiosa entre praticantes. Mais uma vez, vocês vão ver que dividimos o programa em alguns blocos de perguntas e, entre cada um, colocamos uma música como transição. Sugerimos aproveitar esse breve momento para notar como tudo o que falamos no bloco anterior ressoa por aí e como vocês responderiam às perguntas que nos fizemos. Se acharem útil, pausem o áudio por alguns instantes para essas reflexões. Também, como fizemos no primeiro programa da série, vamos deixar, ao final do programa, uma sugestão de prática relacionada a esse pilar, para cada um fazer no seu próprio tempo. E, no site, na página desse episódio, listamos algumas das referências que citamos para quem quiser se aprofundar. É isso! Relaxem e desfrutem! Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, está no ar o segundo episódio da nossa série “O bem-estar como habilidade”. Começamos essa série inspirados por uma fala do Dr. Richard Davidson justamente sobre o bem-estar ser uma habilidade que podemos cultivar. Como comentamos no primeiro episódio da série, seguiremos, apenas como ponto de partida, quatro pilares de práticas apontados pela ciência - e pelos contemplativos - como essenciais para esse cultivo: Propósito, Consciência, Conexão e Insight. (Apenas como contexto para quem não ouviu no primeiro episódio da série, esses termos são uma tradução livre nossa da linguagem utilizada no programa Healthy Minds para apresentar esses pilares. O Healthy Minds é um programa que foi criado pelo próprio Richard Davidson e outros cientistas, como Cortland Dahl, ambos grandes praticantes e alunos do Mingyur Rinpoche). Se você ainda não viu, no primeiro programa da série, falamos sobre “Propósito”. E, hoje, vamos conversar sobre o segundo pilar: “Consciência”. De novo, voltamos com o mesmo formato: uma mesa redonda entre nós seis, em que compartilhamos como esse tema em particular ressoa para cada um em primeira pessoa. Nesse pilar, de “Consciência”, estão todas as práticas voltadas para o cultivo da atenção, da introspecção e outras habilidades mentais correlatas. Em outras palavras, todas as práticas que nos apoiem a cultivar uma atenção relaxada, estável e clara tanto ao ambiente ao nosso redor quanto a experiências internas, como pensamentos e emoções. Diversos estudos científicos atuais apontam a conexão entre esse pilar com o bem-estar, na medida em que ele nos ajuda, por meio de suas práticas, a irmos além da agitação ou distração e do mero torpor ou embotamento - os dois extremos nos quais usualmente nos vemos no dia a dia. Dentre os resultados específicos identificados, estão o de que essas práticas apoiam a regulação emocional; levam a níveis mais baixos de estresse, reatividade a dor, ansiedade e depressão e promovem emoções positivas e uma maior sensação psicológica de bem-estar. Além disso, claro, esse pilar é uma das bases de muitos caminhos contemplativos, então é mais um ponto onde há uma clara convergência entre a ciência e as práticas contemplativas. Mas, nem precisamos ir tão longe para ver a importância dessas práticas: é só lembrarmos da última vez que tentamos focar em alguma tarefa, leitura, conversa, etc. para vermos a dificuldade que temos de realmente direcionar e manter a nossa atenção em algum objeto de nossa escolha. Usualmente, somos simplesmente carregados, sem liberdade e sem muitas escolhas pela nossa mente. É evidente que, com uma mente assim, estamos muito mais sujeito às aflições mentais, a termos episódios emocionais destrutivos e a seguirmos comportamentos dos quais nos arrependeremos no futuro. Então, este foi o tema da nossa conversa! Assim como fizemos no programa anterior, falamos, a partir da nossa experiência em primeira pessoa, sobre como vemos a conexão entre essas práticas de “Consciência” (ou cultivo da atenção) e o cultivo do bem-estar, abordamos potenciais obstáculos, armadilhas e dificuldades nesse caminho e finalizamos com práticas, contemplações e referências que têm nos apoiado a seguir praticando. Não esperem nenhuma aula ou grande ensinamento, ouçam realmente como uma conversa despretensiosa entre praticantes. Mais uma vez, vocês vão ver que dividimos o programa em alguns blocos de perguntas e, entre cada um, colocamos uma música como transição. Sugerimos aproveitar esse breve momento para notar como tudo o que falamos no bloco anterior ressoa por aí e como vocês responderiam às perguntas que nos fizemos. Se acharem útil, pausem o áudio por alguns instantes para essas reflexões. Também, como fizemos no primeiro programa da série, vamos deixar, ao final do programa, uma sugestão de prática relacionada a esse pilar, para cada um fazer no seu próprio tempo. E, no site, na página desse episódio, listamos algumas das referências que citamos para quem quiser se aprofundar. É isso! Relaxem e desfrutem! Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#59 As Sementes da Consciência (com Denise Kato)</title>
<description>Para a edição #59 do Coemergência, temos a alegria de receber a instrutora de meditação e tradutora Denise Kato [@denise_s_kato]. Formada em Psicologia pela PUC de São Paulo, aluna do grande professor Thich Nhat Hanh e membro da Ordem do Interser, a Denise explorou com a gente uma das imagens que seu professor usa para ensinar alguns aspectos do Dharma: a das sementes presentes na consciência armazenadora (um dos oito níveis de consciência descritos no budismo), que podem ser convidadas por nós a se manifestarem na consciência mental. Só para dar um leve contexto em budistês e depois seguirmos a conversa de uma maneira mais coloquial, eu vou fazer uma citação rápida. No livro "A Essência dos Ensinamentos do Buda", Thich Nhat Hanh diz: "Quando não estão manifestas, as formações mentais residem em nossa consciência armazenadora na forma de sementes: sementes de alegria, paz, compreensão, compaixão, esquecimento, ciúme, medo, desespero, e assim por diante. … Toda vez que regamos uma delas ou deixamos que uma semente seja regada por outra pessoa, aquela semente se manifesta e torna-se uma formação mental. Nós temos que ter cuidado sobre quais tipos de sementes regamos em nós e no outro." Assim, como em um jardim em que diferentes sementes dão origem a diferentes tipos de plantas e flores, tanto as causas da felicidade quanto as do sofrimento vêm à tona em nossas consciências (individuais e coletivas) na dependência de nossa agência. Nós temos um papel ativo no processo, não estamos impotentes. O que fazemos com o nosso corpo, nossa fala e nossa mente afeta diretamente nosso próprio bem-estar e o bem-estar de todos os seres. Manter isto em mente é uma chave importante para transformarmos o sofrimento, cultivarmos a felicidade e nutrirmos nossas relações e nossa sociedade. O Lama Padma Samten, como lembra a querida Jeanne Pilli de tempos em tempos, já falou que podemos ter um "olhar de jardineiro" na relação com os outros seres, convidando suas qualidades a se manifestarem quando elas ainda não estão visíveis, dando espaço para elas crescerem, regando, cuidando, etc. E é certamente verdade também que podemos ter um olhar de jardineiro ruim, ou olhar de agronegócio, de monocultura - mas, ao percebermos que a jardinagem pode produzir diferentes tipos de resultados, passamos a ter escolhas. Para que esta jardinagem seja benéfica, precisamos estar presentes. Thich Nhat Hanh enfatiza muito a importância da atenção plena à respiração para que possamos estar presentes. Por isso, de tempos em tempos na conversa, a Denise nos convidará a retornarmos ao momento presente com o apoio de um sino. Nossa aspiração é que essa conversa nutra muitas sementes positivas na mente de você que está ouvindo, e que você nutra muitas sementes positivas ao seu redor! Antes de passarmos para ela, nós agradecemos de coração a todes que sustentam nossas atividades por meio do apoia.se/coemergencia. Quem mais quiser nos apoiar, sinta-se muito bem-vindo, muito bem-vinda. Um último aviso: nós estamos compartilhando nos stories o perfil do @projetosolidare, que está arrecadando fundos para uma campanha de cobertores em São Paulo, e vamos fazer o mesmo para outras campanhas pelo país. Fiquem de olho também, por favor, em hashtags como #pl490não e #MarcoTemporalNão, porque é muito importante apoiarmos a preservação dos direitos dos povos indígenas do nosso país. É isso. Pegue sua pá, seu regador e venha com a gente!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/59-as-sementes-da-consciencia/</link>
  <pubDate>Thu, 01 Jul 2021 15:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Thich Nhat Hanh, Denise Kato, Dharma, consciência, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Para a edição #59 do Coemergência, temos a alegria de receber a instrutora de meditação e tradutora Denise Kato [@denise_s_kato]. Formada em Psicologia pela PUC de São Paulo, aluna do grande professor Thich Nhat Hanh e membro da Ordem do Interser, a Denise explorou com a gente uma das imagens que seu professor usa para ensinar alguns aspectos do Dharma: a das sementes presentes na consciência armazenadora (um dos oito níveis de consciência descritos no budismo), que podem ser convidadas por nós a se manifestarem na consciência mental. Só para dar um leve contexto em budistês e depois seguirmos a conversa de uma maneira mais coloquial, eu vou fazer uma citação rápida. No livro "A Essência dos Ensinamentos do Buda", Thich Nhat Hanh diz: "Quando não estão manifestas, as formações mentais residem em nossa consciência armazenadora na forma de sementes: sementes de alegria, paz, compreensão, compaixão, esquecimento, ciúme, medo, desespero, e assim por diante. … Toda vez que regamos uma delas ou deixamos que uma semente seja regada por outra pessoa, aquela semente se manifesta e torna-se uma formação mental. Nós temos que ter cuidado sobre quais tipos de sementes regamos em nós e no outro." Assim, como em um jardim em que diferentes sementes dão origem a diferentes tipos de plantas e flores, tanto as causas da felicidade quanto as do sofrimento vêm à tona em nossas consciências (individuais e coletivas) na dependência de nossa agência. Nós temos um papel ativo no processo, não estamos impotentes. O que fazemos com o nosso corpo, nossa fala e nossa mente afeta diretamente nosso próprio bem-estar e o bem-estar de todos os seres. Manter isto em mente é uma chave importante para transformarmos o sofrimento, cultivarmos a felicidade e nutrirmos nossas relações e nossa sociedade. O Lama Padma Samten, como lembra a querida Jeanne Pilli de tempos em tempos, já falou que podemos ter um "olhar de jardineiro" na relação com os outros seres, convidando suas qualidades a se manifestarem quando elas ainda não estão visíveis, dando espaço para elas crescerem, regando, cuidando, etc. E é certamente verdade também que podemos ter um olhar de jardineiro ruim, ou olhar de agronegócio, de monocultura - mas, ao percebermos que a jardinagem pode produzir diferentes tipos de resultados, passamos a ter escolhas. Para que esta jardinagem seja benéfica, precisamos estar presentes. Thich Nhat Hanh enfatiza muito a importância da atenção plena à respiração para que possamos estar presentes. Por isso, de tempos em tempos na conversa, a Denise nos convidará a retornarmos ao momento presente com o apoio de um sino. Nossa aspiração é que essa conversa nutra muitas sementes positivas na mente de você que está ouvindo, e que você nutra muitas sementes positivas ao seu redor! Antes de passarmos para ela, nós agradecemos de coração a todes que sustentam nossas atividades por meio do apoia.se/coemergencia. Quem mais quiser nos apoiar, sinta-se muito bem-vindo, muito bem-vinda. Um último aviso: nós estamos compartilhando nos stories o perfil do @projetosolidare, que está arrecadando fundos para uma campanha de cobertores em São Paulo, e vamos fazer o mesmo para outras campanhas pelo país. Fiquem de olho também, por favor, em hashtags como #pl490não e #MarcoTemporalNão, porque é muito importante apoiarmos a preservação dos direitos dos povos indígenas do nosso país. É isso. Pegue sua pá, seu regador e venha com a gente! </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Para a edição #59 do Coemergência, temos a alegria de receber a instrutora de meditação e tradutora Denise Kato [@denise_s_kato]. Formada em Psicologia pela PUC de São Paulo, aluna do grande professor Thich Nhat Hanh e membro da Ordem do Interser, a Denise explorou com a gente uma das imagens que seu professor usa para ensinar alguns aspectos do Dharma: a das sementes presentes na consciência armazenadora (um dos oito níveis de consciência descritos no budismo), que podem ser convidadas por nós a se manifestarem na consciência mental. Só para dar um leve contexto em budistês e depois seguirmos a conversa de uma maneira mais coloquial, eu vou fazer uma citação rápida. No livro "A Essência dos Ensinamentos do Buda", Thich Nhat Hanh diz: "Quando não estão manifestas, as formações mentais residem em nossa consciência armazenadora na forma de sementes: sementes de alegria, paz, compreensão, compaixão, esquecimento, ciúme, medo, desespero, e assim por diante. … Toda vez que regamos uma delas ou deixamos que uma semente seja regada por outra pessoa, aquela semente se manifesta e torna-se uma formação mental. Nós temos que ter cuidado sobre quais tipos de sementes regamos em nós e no outro." Assim, como em um jardim em que diferentes sementes dão origem a diferentes tipos de plantas e flores, tanto as causas da felicidade quanto as do sofrimento vêm à tona em nossas consciências (individuais e coletivas) na dependência de nossa agência. Nós temos um papel ativo no processo, não estamos impotentes. O que fazemos com o nosso corpo, nossa fala e nossa mente afeta diretamente nosso próprio bem-estar e o bem-estar de todos os seres. Manter isto em mente é uma chave importante para transformarmos o sofrimento, cultivarmos a felicidade e nutrirmos nossas relações e nossa sociedade. O Lama Padma Samten, como lembra a querida Jeanne Pilli de tempos em tempos, já falou que podemos ter um "olhar de jardineiro" na relação com os outros seres, convidando suas qualidades a se manifestarem quando elas ainda não estão visíveis, dando espaço para elas crescerem, regando, cuidando, etc. E é certamente verdade também que podemos ter um olhar de jardineiro ruim, ou olhar de agronegócio, de monocultura - mas, ao percebermos que a jardinagem pode produzir diferentes tipos de resultados, passamos a ter escolhas. Para que esta jardinagem seja benéfica, precisamos estar presentes. Thich Nhat Hanh enfatiza muito a importância da atenção plena à respiração para que possamos estar presentes. Por isso, de tempos em tempos na conversa, a Denise nos convidará a retornarmos ao momento presente com o apoio de um sino. Nossa aspiração é que essa conversa nutra muitas sementes positivas na mente de você que está ouvindo, e que você nutra muitas sementes positivas ao seu redor! Antes de passarmos para ela, nós agradecemos de coração a todes que sustentam nossas atividades por meio do apoia.se/coemergencia. Quem mais quiser nos apoiar, sinta-se muito bem-vindo, muito bem-vinda. Um último aviso: nós estamos compartilhando nos stories o perfil do @projetosolidare, que está arrecadando fundos para uma campanha de cobertores em São Paulo, e vamos fazer o mesmo para outras campanhas pelo país. Fiquem de olho também, por favor, em hashtags como #pl490não e #MarcoTemporalNão, porque é muito importante apoiarmos a preservação dos direitos dos povos indígenas do nosso país. É isso. Pegue sua pá, seu regador e venha com a gente!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#58 O bem-estar como habilidade | Propósito</title>
<description>Seres de todos os reinos, chegamos com o primeiro episódio da nossa nova série, "O bem-estar como habilidade".  No episódio de hoje, vamos focar no primeiro pilar, "Propósito". Culturalmente, falamos muito em propósito, mas muitas vezes de formas superficiais e individualistas, como nas reflexões sobre encontrar um propósito no trabalho. No entanto, acreditamos que isso não precisa ser motivo para descartarmos a importância de pensarmos o propósito sob perspectivas diferentes e mais amplas.  "Propósito", aqui, se refere a termos um senso de clareza em relação às nossas motivações e desejos mais profundos, aos nossos valores pessoalmente significativos e a conseguirmos aplicá-los no cotidiano. O propósito é um componente importante dos modelos científicos influentes de bem-estar e é central para as perspectivas de florescimento humano nas tradições contemplativas. O propósito molda nossas narrativas pessoais e está associado a uma série de resultados relacionados ao bem-estar psicológico e à saúde física. Mas, simplesmente falar e ler isso não basta. Precisamos contemplar como isso se aplica na nossa própria experiência em primeira pessoa. Foi isso o que tentamos fazer na conversa. Buscamos abordar como essa reflexão sobre encontrar um "propósito" ou sentido para a vida surgiu para cada um de nós, a importância desse pilar e sua conexão com o cultivo do bem-estar, potenciais obstáculos, armadilhas e dificuldades que podemos enfrentar ao tentar praticá-lo e que contemplações e práticas têm nos ajudado nesse caminho. E, para vocês já poderem explorar, na prática, um pouco do que vamos ter discutido no episódio, deixamos, ao final, uma sugestão de contemplação relacionada a esse pilar, para cada um fazer no seu próprio tempo.  Além disso, no nosso site, na página desse episódio, listamos algumas referências para quem quiser se aprofundar. Esperamos que aproveitem o papo o tanto que curtimos gravar e que o que falamos seja benéfico ou um apoio de alguma forma para o caminho de todos vocês. Ah, antes de esquecer, caso queiram nos apoiar, estamos lá no apoia.se/coemergencia. É isso, relaxem e aproveitem!  Temas discutidos:  06:17 Em que momento da vida começamos a refletir sobre o propósito?  27:13 - Como a busca por sentido se conecta com a busca pela felicidade pra você?  38:28 - Exemplos pessoais de experiências marcadas pela busca de sentido.  57:01 - Como a gente tem feito pra produzir sentido nesse momento de isolamento?  96:46 - Que exercícios ou práticas poderíamos fazer para cultivar ou localizar esse sentido em nossas vidas?.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/58-o-bem-estar-como-habilidade-proposito/</link>
  <pubDate>Thu, 03 Jun 2021 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, chegamos com o primeiro episódio da nossa nova série, "O bem-estar como habilidade".  No episódio de hoje, vamos focar no primeiro pilar, "Propósito". Culturalmente, falamos muito em propósito, mas muitas vezes de formas superficiais e individualistas, como nas reflexões sobre encontrar um propósito no trabalho. No entanto, acreditamos que isso não precisa ser motivo para descartarmos a importância de pensarmos o propósito sob perspectivas diferentes e mais amplas.  "Propósito", aqui, se refere a termos um senso de clareza em relação às nossas motivações e desejos mais profundos, aos nossos valores pessoalmente significativos e a conseguirmos aplicá-los no cotidiano. O propósito é um componente importante dos modelos científicos influentes de bem-estar e é central para as perspectivas de florescimento humano nas tradições contemplativas. O propósito molda nossas narrativas pessoais e está associado a uma série de resultados relacionados ao bem-estar psicológico e à saúde física. Mas, simplesmente falar e ler isso não basta. Precisamos contemplar como isso se aplica na nossa própria experiência em primeira pessoa. Foi isso o que tentamos fazer na conversa. Buscamos abordar como essa reflexão sobre encontrar um "propósito" ou sentido para a vida surgiu para cada um de nós, a importância desse pilar e sua conexão com o cultivo do bem-estar, potenciais obstáculos, armadilhas e dificuldades que podemos enfrentar ao tentar praticá-lo e que contemplações e práticas têm nos ajudado nesse caminho.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#57 Entre a estatística e a medicina da alma (com André Islabão)</title>
<description>Seres de todos os reinos, nosso convidado neste programa é o André Islabão, um ser de muitos talentos e, além de médico, principal razão pela qual o convidamos pra essa conversa, é entre outras coisas, pai, tradutor, artista, escritor, compositor e músico. Entusiasta da medicina sem pressa, André lançou em 2019 o livro "Entre a estatística e a medicina da alma – Ensaios controlados do Dr. Pirro", em que compartilha um pouco da sua tentativa de reduzir o abismo crescente entre a medicina moderna e uma visão mais holística do ser humano comum a outras épocas. Dr. Pirro é o pseudônimo usado por ele para simbolizar o ceticismo que o acompanha em sua crítica e prática médica, em referência a dois "pirros": o de Élis, fundador do ceticismo filosófico, e o rei de Épiro, da Grécia Antiga que ficou conhecido por se preocupar não só com as vitórias em guerra mas também com as perdas causadas por elas. Neste ano em que a medicina esteve sob os holofotes, a posição de um cético é importante para nos fazer questionar algumas das premissas não questionadas da nossa cultura. A pandemia e as escolhas que temos feito para lidar com seus desafios não foi o tema principal da conversa, mas também esteve presente e pode despertar insights interessantes por aí. O livro pode ser encontrado diretamente em seu site www.andreislabao.com.br, e outros textos estão disponíveis https://www.facebook.com/dr.pirro. Já as músicas que compõem a trilha deste programa estão publicadas em seu canal do YouTube com o nome de Peche Richards. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/57-entre-a-estatistica-e-a-medicina-da-alma-com-andre-islabao/</link>
  <pubDate>Thu, 13 May 2021 17:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>medicina, medicina da alma, dr. Pirro, pandemia, covid-19, vacina, industria farmaceutica, ciencia, estatistica, saude, doenca, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, nosso convidado neste programa é o André Islabão, um ser de muitos talentos e, além de médico, principal razão pela qual o convidamos pra essa conversa, é entre outras coisas, pai, tradutor, artista, escritor, compositor e músico. Entusiasta da medicina sem pressa, André lançou em 2019 o livro "Entre a estatística e a medicina da alma – Ensaios controlados do Dr. Pirro", em que compartilha um pouco da sua tentativa de reduzir o abismo crescente entre a medicina moderna e uma visão mais holística do ser humano comum a outras épocas. Dr. Pirro é o pseudônimo usado por ele para simbolizar o ceticismo que o acompanha em sua crítica e prática médica, em referência a dois "pirros": o de Élis, fundador do ceticismo filosófico, e o rei de Épiro, da Grécia Antiga que ficou conhecido por se preocupar não só com as vitórias em guerra mas também com as perdas causadas por elas. Neste ano em que a medicina esteve sob os holofotes, a posição de um cético é importante para nos fazer questionar algumas das premissas não questionadas da nossa cultura. A pandemia e as escolhas que temos feito para lidar com seus desafios não foi o tema principal da conversa, mas também esteve presente e pode despertar insights interessantes por aí. O livro pode ser encontrado diretamente em seu site www.andreislabao.com.br, e outros textos estão disponíveis https://www.facebook.com/dr.pirro. Já as músicas que compõem a trilha deste programa estão publicadas em seu canal do YouTube com o nome de Peche Richards. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, nosso convidado neste programa é o André Islabão, um ser de muitos talentos e, além de médico, principal razão pela qual o convidamos pra essa conversa, é entre outras coisas, pai, tradutor, artista, escritor, compositor e músico. Entusiasta da medicina sem pressa, André lançou em 2019 o livro "Entre a estatística e a medicina da alma – Ensaios controlados do Dr. Pirro", em que compartilha um pouco da sua tentativa de reduzir o abismo crescente entre a medicina moderna e uma visão mais holística do ser humano comum a outras épocas. Dr. Pirro é o pseudônimo usado por ele para simbolizar o ceticismo que o acompanha em sua crítica e prática médica, em referência a dois "pirros": o de Élis, fundador do ceticismo filosófico, e o rei de Épiro, da Grécia Antiga que ficou conhecido por se preocupar não só com as vitórias em guerra mas também com as perdas causadas por elas. Neste ano em que a medicina esteve sob os holofotes, a posição de um cético é importante para nos fazer questionar algumas das premissas não questionadas da nossa cultura. A pandemia e as escolhas que temos feito para lidar com seus desafios não foi o tema principal da conversa, mas também esteve presente e pode despertar insights interessantes por aí. O livro pode ser encontrado diretamente em seu site www.andreislabao.com.br, e outros textos estão disponíveis https://www.facebook.com/dr.pirro. Já as músicas que compõem a trilha deste programa estão publicadas em seu canal do YouTube com o nome de Peche Richards. Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#56 Resgate Emocional (com Carlos Ferreyros)</title>
<description>Seres de todos os reinos, chegamos com mais um episódio do Coemergência. Esperamos que estejam bem e se cuidando, o máximo possível. No programa de hoje, voltaremos a falar sobre as emoções. No livro "Resgate Emocional" (lançado aqui no Brasil pela editora Lúcida Letra), Dzogchen Ponlop Rinpoche diz que "O poder das emoções vem de uma fonte simples, ainda que profunda: nossa falta de autoconhecimento". O que podemos fazer, então, para diminuir essa nossa falta de conhecimento sobre as nossas emoções? É isso o que exploramos no papo com o nosso convidado da vez. Falamos com Carlos Ferreyros [@carlosferreyros]. Nascido em Lima, mas com uma forte conexão aqui com terras brasileiras, Carlos é um estudante sênior e instrutor de meditação sob a orientação do próprio Dzogchen Ponlop Rinpoche [@rebel_buddha]. Dentre outras coisas, focando na experiência em primeira pessoa do Carlos, abordamos a importância de mudarmos a nossa atitude diante das emoções, como podemos ganhar mais autonomia frente a elas e o que seria a "energia" das emoções e como trabalhar com ela. Falamos também sobre o próprio "Plano de Resgate Emocional", que o Rinpoche apresenta no livro como uma forma de nos apoiar no cultivo dessa nova relação com as emoções. Foi uma sequência de relatos e contemplações bastante rica, que só poderiam vir da mente de um praticante. Ele está falando com cada um de nós, que também estamos nessa tentativa de treinarmos nossas mentes e de ganharmos mais espaço frente às nossas emoções, de termos mais escolhas, mais liberdade. Esperamos que desfrutem! Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia. É isso, desfrutem do papo com o Carlos e fiquem bem!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/56-resgate-emocional-com-carlos-ferreyros/</link>
  <pubDate>Thu, 15 Apr 2021 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>meditação, resgate emocional, equilibrio emocional, emoções, Dzogchen Ponlop Rinpoche, budismo, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, chegamos com mais um episódio do Coemergência. Esperamos que estejam bem e se cuidando, o máximo possível. No programa de hoje, voltaremos a falar sobre as emoções. No livro "Resgate Emocional" (lançado aqui no Brasil pela editora Lúcida Letra), Dzogchen Ponlop Rinpoche diz que "O poder das emoções vem de uma fonte simples, ainda que profunda: nossa falta de autoconhecimento". O que podemos fazer, então, para diminuir essa nossa falta de conhecimento sobre as nossas emoções? É isso o que exploramos no papo com o nosso convidado da vez. Falamos com Carlos Ferreyros [@carlosferreyros]. Nascido em Lima, mas com uma forte conexão aqui com terras brasileiras, Carlos é um estudante sênior e instrutor de meditação sob a orientação do próprio Dzogchen Ponlop Rinpoche [@rebel_buddha]. Dentre outras coisas, focando na experiência em primeira pessoa do Carlos, abordamos a importância de mudarmos a nossa atitude diante das emoções, como podemos ganhar mais autonomia frente a elas e o que seria a "energia" das emoções e como trabalhar com ela. Falamos também sobre o próprio "Plano de Resgate Emocional", que o Rinpoche apresenta no livro como uma forma de nos apoiar no cultivo dessa nova relação com as emoções. Foi uma sequência de relatos e contemplações bastante rica, que só poderiam vir da mente de um praticante. Ele está falando com cada um de nós, que também estamos nessa tentativa de treinarmos nossas mentes e de ganharmos mais espaço frente às nossas emoções, de termos mais escolhas, mais liberdade. Esperamos que desfrutem! Como sempre, para quem quiser nos apoiar, estamos no apoia.se/coemergencia. É isso, desfrutem do papo com o Carlos e fiquem bem!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#55 Como integrar toda a vida em um caminho de transformação? (com Gregory Kramer)</title>
<description>Seres de todos os reinos: como integrar toda a vida em um caminho de transformação? Para responder a essa questão espinhosa convidamos Gregory Kramer para a primeira live (internacional) do Coemergência. Gregory é professor de meditação há 40 anos e discípulo de vários professores respeitados no budismo. Há cerca de 25 anos, ao observar uma dificuldade comum entre praticantes, a começar por ele mesmo, de integrar a prática intrapessoal com as relações e os papeis sociais que precisamos exercer, co-criou e vem aperfeiçoando o Insight Dialogue, um método de meditação interpessoal que, a partir dos princípios budistas e exercícios práticos, busca levar a prática meditativa para nossas interações num sentido amplo e profundo. Seu trabalho conta com a admiração de grandes referências da área como Joseph Goldstein, Tara Brach e Bhikkhu Bodhi. A conversa foi realizada no nosso canal do Youtube e contou com a participação de Beth Farias representante no Brasil do Insight Dialogue e tradução consecutiva de Marcus Teles. No final, abrimos para algumas perguntas. O formato ficou um pouco deferente. Esperamos que gostem. Para apoiar Coemergência, é só ir em www.apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/55-como-integrar-toda-a-vida-em-um-caminho-de-transformacao/</link>
  <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos: como integrar toda a vida em um caminho de transformação? Para responder a essa questão espinhosa convidamos Gregory Kramer para a primeira live (internacional) do Coemergência. Gregory é professor de meditação há 40 anos e discípulo de vários professores respeitados no budismo. Há cerca de 25 anos, ao observar uma dificuldade comum entre praticantes, a começar por ele mesmo, de integrar a prática intrapessoal com as relações e os papeis sociais que precisamos exercer, co-criou e vem aperfeiçoando o Insight Dialogue, um método de meditação interpessoal que, a partir dos princípios budistas e exercícios práticos, busca levar a prática meditativa para nossas interações num sentido amplo e profundo. Seu trabalho conta com a admiração de grandes referências da área como Joseph Goldstein, Tara Brach e Bhikkhu Bodhi. A conversa foi realizada no nosso canal do Youtube e contou com a participação de Beth Farias representante no Brasil do Insight Dialogue e tradução consecutiva de Marcus Teles. No final, abrimos para algumas perguntas. O formato ficou um pouco deferente. Esperamos que gostem. Para apoiar Coemergência, é só ir em www.apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#54 Soprando dentes-de-leão na educação (com Fernando Leão)</title>
<description>Seres de todos os reinos, neste novo episódio conversamos com o querido Fernando Leão (@historiafernando), educador extraordinário e, em suas próprias palavras, um "soprador de dentes-de-leão". Entre seus maiores sopros está a Escola Vila Verde (@vilaverdeescola), em Alto Paraíso de Goiás, referência nacional e integrante do Projeto Escolas Transformadoras, da Ashoka. Como sonhar e trazer ao mundo uma uma educação para a vida e não para o vestibular? Voltada pros interesses mais nobres dos seres humanos e menos para uma grade curricular escolhida à nossa revelia? Em nossa conversa, Fernando falou sobre essas questões, sobre sua trajetória, a abordagem pedagógica baseada nas cinco inteligências e também sobre suas perspectivas para os desafios da educação pós-pandemia. Para apoiar Coemergência, é só ir em www.apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/54-soprando-dentes-de-leao-na-educacao-com-fernando-leao/</link>
  <pubDate>Thu, 11 Mar 2021 18:00:00 -0300</pubDate>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#53 Acolhendo o luto (com Gabriela Casellato)</title>
<description>Gravamos e lançamos este episódio em fevereiro de 2021. Um ano após o primeiro caso de covid-19 ser registrado no país. De lá pra cá, é praticamente impossível não ter experienciado ou estado próximo a situações em que vidas foram abreviadas; sonhos foram desfeitos; projetos foram interrompidos. A impermanência atuou intensamente nas nossas vidas! Quando a impermanência surge arrancando aquilo que consideramos importante, sentimos que partes nossas são arrancadas também, não é mesmo? Sentimos dor, raiva, medo, indignação, saudade, arrependimento, alívio e mais uma infinidade de emoções e sentimentos. Vivenciamos o luto. Mas, o que é o luto, afinal? É algo que acontece com todo mundo? Como a experiência do luto surge internamente? Qual o papel da impermanência nisso? Há algo que podemos fazer para cultivar um mundo interno que acolha o luto, a perda e o sofrimento? Assim como vocês, estávamos cheios de dúvidas e com muita vontade de aprender. Convidamos uma especialista sobre o tema: a psicóloga Gabriela Casellato, que aceitou generosamente nosso convite. Além de ser uma pessoa super gentil – vocês vão perceber como ela aborda com tanta delicadeza o tema - Gabriela possui uma trajetória profissional admirável. É doutora em Psicologia Clínica (pela PUC-SP), especialista em lutos e perdas, é co-fundadora, professora e supervisora do 4 Estações Instituto de Psicologia. É organizadora dos livros: Dor Silenciosa ou Dor Silenciada?, O Resgate da Empatia: Suporte psicológico ao luto não reconhecido; e Luto por perdas não legitimadas na atualidade. Este último lançado no final de 2020. Na conversa, Gabriela explicou que onde há perda de vínculo estruturante há luto e isso não ocorre apenas quando morre um ente querido. O processo de luto perpassa vários contextos de perdas e de mudanças. Ou seja, o luto pode acontecer quando a impermanência surge e desorganiza nosso mundo presumido. O luto está aí. E, como Gabriela nos advertiu, melhor olhar pra ele. Não vamos dar mais spoilers. Escuta esse papo! Esperamos que seja tão benéfico para você tanto quanto foi pra gente. Deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/53-acolhendo-o-luto-com-gabriela-casellato/</link>
  <pubDate>Fri, 11 Feb 2021 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>literatura, sonho, transformação, social, cura, terapia, educação, biblioteca, bel santos mayer, parelheiros, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Gravamos e lançamos este episódio em fevereiro de 2021. Um ano após o primeiro caso de covid-19 ser registrado no país. De lá pra cá, é praticamente impossível não ter experienciado ou estado próximo a situações em que vidas foram abreviadas; sonhos foram desfeitos; projetos foram interrompidos. A impermanência atuou intensamente nas nossas vidas! Quando a impermanência surge arrancando aquilo que consideramos importante, sentimos que partes nossas são arrancadas também, não é mesmo? Sentimos dor, raiva, medo, indignação, saudade, arrependimento, alívio e mais uma infinidade de emoções e sentimentos. Vivenciamos o luto. Mas, o que é o luto, afinal? É algo que acontece com todo mundo? Como a experiência do luto surge internamente? Qual o papel da impermanência nisso? Há algo que podemos fazer para cultivar um mundo interno que acolha o luto, a perda e o sofrimento? Assim como vocês, estávamos cheios de dúvidas e com muita vontade de aprender. Convidamos uma especialista sobre o tema: a psicóloga Gabriela Casellato, que aceitou generosamente nosso convite. Além de ser uma pessoa super gentil – vocês vão perceber como ela aborda com tanta delicadeza o tema - Gabriela possui uma trajetória profissional admirável. É doutora em Psicologia Clínica (pela PUC-SP), especialista em lutos e perdas, é co-fundadora, professora e supervisora do 4 Estações Instituto de Psicologia. É organizadora dos livros: Dor Silenciosa ou Dor Silenciada?, O Resgate da Empatia: Suporte psicológico ao luto não reconhecido; e Luto por perdas não legitimadas na atualidade. Este último lançado no final de 2020. Na conversa, Gabriela explicou que onde há perda de vínculo estruturante há luto e isso não ocorre apenas quando morre um ente querido. O processo de luto perpassa vários contextos de perdas e de mudanças. Ou seja, o luto pode acontecer quando a impermanência surge e desorganiza nosso mundo presumido. O luto está aí. E, como Gabriela nos advertiu, melhor olhar pra ele. Não vamos dar mais spoilers. Escuta esse papo! Esperamos que seja tão benéfico para você tanto quanto foi pra gente. Deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Gravamos e lançamos este episódio em fevereiro de 2021. Um ano após o primeiro caso de covid-19 ser registrado no país. De lá pra cá, é praticamente impossível não ter experienciado ou estado próximo a situações em que vidas foram abreviadas; sonhos foram desfeitos; projetos foram interrompidos. A impermanência atuou intensamente nas nossas vidas! Quando a impermanência surge arrancando aquilo que consideramos importante, sentimos que partes nossas são arrancadas também, não é mesmo? Sentimos dor, raiva, medo, indignação, saudade, arrependimento, alívio e mais uma infinidade de emoções e sentimentos. Vivenciamos o luto. Mas, o que é o luto, afinal? É algo que acontece com todo mundo? Como a experiência do luto surge internamente? Qual o papel da impermanência nisso? Há algo que podemos fazer para cultivar um mundo interno que acolha o luto, a perda e o sofrimento? Assim como vocês, estávamos cheios de dúvidas e com muita vontade de aprender. Convidamos uma especialista sobre o tema: a psicóloga Gabriela Casellato, que aceitou generosamente nosso convite. Além de ser uma pessoa super gentil – vocês vão perceber como ela aborda com tanta delicadeza o tema - Gabriela possui uma trajetória profissional admirável. É doutora em Psicologia Clínica (pela PUC-SP), especialista em lutos e perdas, é co-fundadora, professora e supervisora do 4 Estações Instituto de Psicologia. É organizadora dos livros: Dor Silenciosa ou Dor Silenciada?, O Resgate da Empatia: Suporte psicológico ao luto não reconhecido; e Luto por perdas não legitimadas na atualidade. Este último lançado no final de 2020. Na conversa, Gabriela explicou que onde há perda de vínculo estruturante há luto e isso não ocorre apenas quando morre um ente querido. O processo de luto perpassa vários contextos de perdas e de mudanças. Ou seja, o luto pode acontecer quando a impermanência surge e desorganiza nosso mundo presumido. O luto está aí. E, como Gabriela nos advertiu, melhor olhar pra ele. Não vamos dar mais spoilers. Escuta esse papo! Esperamos que seja tão benéfico para você tanto quanto foi pra gente. Deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#52 Literatura: direito ao sonho e transformação social (com Bel Santos Mayer)</title>
<description>Uma das formas de investigar a maneira pela qual o mundo externo coemerge com os referenciais que levamos a ele é investigar o que fazem aquelas pessoas que estão produzindo outros mundos. Afinal, se o mundo é coemergente, outros mundos são possíveis. Que tipo de visão permite que essas pessoas ajam? Como articulam redes de atuação coletiva para produzir mudanças? Quais resultados elas já obtiveram, que podem nos servir de exemplo e de estímulo? Assim sendo, nossa 52a investigação sobre coemergência tem a imensa alegria de receber a educadora social, coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC) e co-gestora da Rede LiteraSampa, Bel Santos Mayer. Um dos eixos de atuação da Bel é a transformação social por meio das bibliotecas comunitárias. Ela falou com a gente sobre como a literatura tem o poder de curar feridas, de viabilizar o exercício da capacidade de sonhar e, por meio disso, de reduzir algumas das desigualdades de raça, gênero e classe ainda tão presentes em nosso país. Exploramos também outras formas de transformação social produzidas em Parelheiros - transformações que, esperamos, possam ser replicadas em outras regiões do Brasil, e façam os olhos brilharem nesses tempos em que somos facilmente acometidos pelo niilismo. É bem provável que, ao final da conversa, você esteja com a sensação de que, mesmo diante de cenários com tantos retrocessos, tem muitas pessoas e muitas comunidades vendo e nutrindo o potencial de operar em rede e gerando exemplos de florescimento coletivo. Essa entrevista, em outras palavras, é um prato cheio para a prática de alegria empática, de apreciação e  uma inspiração para a ação compassiva no mundo. Que muitas pessoas se beneficiem por ouvir a Bel! Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/52-literatura-direito-ao-sonho-e-transformacao-social</link>
  <pubDate>Fri, 14 Jan 2021 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Uma das formas de investigar a maneira pela qual o mundo externo coemerge com os referenciais que levamos a ele é investigar o que fazem aquelas pessoas que estão produzindo outros mundos. Afinal, se o mundo é coemergente, outros mundos são possíveis. Que tipo de visão permite que essas pessoas ajam? Como articulam redes de atuação coletiva para produzir mudanças? Quais resultados elas já obtiveram, que podem nos servir de exemplo e de estímulo? Assim sendo, nossa 52a investigação sobre coemergência tem a imensa alegria de receber a educadora social, coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC) e co-gestora da Rede LiteraSampa, Bel Santos Mayer. Um dos eixos de atuação da Bel é a transformação social por meio das bibliotecas comunitárias. Ela falou com a gente sobre como a literatura tem o poder de curar feridas, de viabilizar o exercício da capacidade de sonhar e, por meio disso, de reduzir algumas das desigualdades de raça, gênero e classe ainda tão presentes em nosso país. Exploramos também outras formas de transformação social produzidas em Parelheiros - transformações que, esperamos, possam ser replicadas em outras regiões do Brasil, e façam os olhos brilharem nesses tempos em que somos facilmente acometidos pelo niilismo. É bem provável que, ao final da conversa, você esteja com a sensação de que, mesmo diante de cenários com tantos retrocessos, tem muitas pessoas e muitas comunidades vendo e nutrindo o potencial de operar em rede e gerando exemplos de florescimento coletivo. Essa entrevista, em outras palavras, é um prato cheio para a prática de alegria empática, de apreciação e  uma inspiração para a ação compassiva no mundo. Que muitas pessoas se beneficiem por ouvir a Bel! Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Uma das formas de investigar a maneira pela qual o mundo externo coemerge com os referenciais que levamos a ele é investigar o que fazem aquelas pessoas que estão produzindo outros mundos. Afinal, se o mundo é coemergente, outros mundos são possíveis. Que tipo de visão permite que essas pessoas ajam? Como articulam redes de atuação coletiva para produzir mudanças? Quais resultados elas já obtiveram, que podem nos servir de exemplo e de estímulo? Assim sendo, nossa 52a investigação sobre coemergência tem a imensa alegria de receber a educadora social, coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC) e co-gestora da Rede LiteraSampa, Bel Santos Mayer. Um dos eixos de atuação da Bel é a transformação social por meio das bibliotecas comunitárias. Ela falou com a gente sobre como a literatura tem o poder de curar feridas, de viabilizar o exercício da capacidade de sonhar e, por meio disso, de reduzir algumas das desigualdades de raça, gênero e classe ainda tão presentes em nosso país. Exploramos também outras formas de transformação social produzidas em Parelheiros - transformações que, esperamos, possam ser replicadas em outras regiões do Brasil, e façam os olhos brilharem nesses tempos em que somos facilmente acometidos pelo niilismo. É bem provável que, ao final da conversa, você esteja com a sensação de que, mesmo diante de cenários com tantos retrocessos, tem muitas pessoas e muitas comunidades vendo e nutrindo o potencial de operar em rede e gerando exemplos de florescimento coletivo. Essa entrevista, em outras palavras, é um prato cheio para a prática de alegria empática, de apreciação e  uma inspiração para a ação compassiva no mundo. Que muitas pessoas se beneficiem por ouvir a Bel! Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#51 Catástrofe climática e ativismo ambiental (com Emersom Karma Konchog)</title>
<description>Seres de todos os reinos, apesar dos sinais crescentes, como o calor insuportável do qual tanto gostamos de reclamar, aparentemente ainda estamos vivendo num estado de negação diante da crise ambiental que já está acontecendo. As análises são impactantes: estamos em meio a sexta extinção em massa, mas, ao contrário das cinco anteriores, desta vez somos nós os responsáveis, e, se não houver uma mobilização maciça e urgente, rumaremos para um longo e vasto colapso financeiro, climático, social e ecológico; ou, basicamente, o fim da civilização como a conhecemos. Assim, ligamos as sirenes e convidamos o monge Emersom Karma Konchog, monge budista, ativista ambiental e articulista do Ecoa para falar sobre a temática.Emersom está à frente do Extinction Rebellion Brasil, entidade que vem se destacando na luta ambiental através da desobediência civil; e não violência. Neste episódio, ele nos conta como se deu esse encontro entre espiritualidade e ativismo, esclarece a situação grave em que estamos e nos ajuda a pensar no que podemos fazer para sair da ecoparalisia e como enfrentar a sensação de impotência com sabedoria e compaixão diante dos cenários que se desenham. Para nos ajudar no papo contamos com a participação especial de Polliana Zocche, nossa entrevistada no episódio #20, doutora em Ecologia e facilitadora do Trabalho que Reconecta.Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/51-catastrofe-climatica-e-ativismo-ambiental</link>
  <pubDate>Thu, 23 Dec 2020 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>castrofe climatica, ativismo, ambiental, crise climatica, aquecimento global, meio ambiente, budismo, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, apesar dos sinais crescentes, como o calor insuportável do qual tanto gostamos de reclamar, aparentemente ainda estamos vivendo num estado de negação diante da crise ambiental que já está acontecendo. As análises são impactantes: estamos em meio a sexta extinção em massa, mas, ao contrário das cinco anteriores, desta vez somos nós os responsáveis, e, se não houver uma mobilização maciça e urgente, rumaremos para um longo e vasto colapso financeiro, climático, social e ecológico; ou, basicamente, o fim da civilização como a conhecemos. Assim, ligamos as sirenes e convidamos o monge Emersom Karma Konchog, monge budista, ativista ambiental e articulista do Ecoa para falar sobre a temática.Emersom está à frente do Extinction Rebellion Brasil, entidade que vem se destacando na luta ambiental através da desobediência civil; e não violência. Neste episódio, ele nos conta como se deu esse encontro entre espiritualidade e ativismo, esclarece a situação grave em que estamos e nos ajuda a pensar no que podemos fazer para sair da ecoparalisia e como enfrentar a sensação de impotência com sabedoria e compaixão diante dos cenários que se desenham. Para nos ajudar no papo contamos com a participação especial de Polliana Zocche, nossa entrevistada no episódio #20, doutora em Ecologia e facilitadora do Trabalho que Reconecta.Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, apesar dos sinais crescentes, como o calor insuportável do qual tanto gostamos de reclamar, aparentemente ainda estamos vivendo num estado de negação diante da crise ambiental que já está acontecendo. As análises são impactantes: estamos em meio a sexta extinção em massa, mas, ao contrário das cinco anteriores, desta vez somos nós os responsáveis, e, se não houver uma mobilização maciça e urgente, rumaremos para um longo e vasto colapso financeiro, climático, social e ecológico; ou, basicamente, o fim da civilização como a conhecemos. Assim, ligamos as sirenes e convidamos o monge Emersom Karma Konchog, monge budista, ativista ambiental e articulista do Ecoa para falar sobre a temática.Emersom está à frente do Extinction Rebellion Brasil, entidade que vem se destacando na luta ambiental através da desobediência civil; e não violência. Neste episódio, ele nos conta como se deu esse encontro entre espiritualidade e ativismo, esclarece a situação grave em que estamos e nos ajuda a pensar no que podemos fazer para sair da ecoparalisia e como enfrentar a sensação de impotência com sabedoria e compaixão diante dos cenários que se desenham. Para nos ajudar no papo contamos com a participação especial de Polliana Zocche, nossa entrevistada no episódio #20, doutora em Ecologia e facilitadora do Trabalho que Reconecta.Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#50 Impermanência - O apego nas relações</title>
<description>Prosseguindo nossas conversas sobre a impermanência em suas diversas facetas, agora examinamos o que acontece quando rejeitamos a impermanência e lidamos com o mundo externo como se ele fosse constituído de objetos estáticos, fixos… permanentes. Achamos que essas coisas, ou melhor, processos que congelamos como coisas, têm o poder de por si só serem as causas da nossa felicidade (e também do nosso sofrimento). Por um equívoco de atenção e/ou por projeção, exageramos as qualidades dessa suposta entidade permanente. O nome dessa operação é apego, e é dela que falamos no programa de hoje. Podemos achar, à primeira vista, que não temos tantos apegos assim. Por isso, frequentemente, o assunto surge mais no contexto de relacionamentos amorosos, e, de fato, foi principalmente sobre isso que conversamos hoje. Afinal, é um tema que toca a todos nós (do programa e ouvintes), e vale a pena ser explorado com algum detalhe. Ao mesmo tempo, podemos lembrar que temos muitos outros apegos não reconhecidos: a maioria de nós quer um bom relacionamento amoroso e vários outros bons relacionamentos com a família e com amigos, talvez uma casa, saúde, juventude, emprego, reputação. Talvez só percebamos a presença do apego quando essas coisas mudam, ou melhor, quando a mudança momento a momento de todas essas coisas fica óbvia. Então a conversa não busca de forma alguma explorar todas as facetas do tema do apego em sua relação com o da impermanência, e também é uma conversa bastante pé no chão. Estamos dividindo nossas experiências e reflexões que surgem na tentativa de manter o coração aberto enquanto tudo muda constantemente ao nosso redor. Se você quiser apoiar nosso trabalho, estamos em apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença para que possamos dedicar tempo e energia a esse projeto! Nossos apoiadores têm direito ao sorteio de dois cupons por mês para adquirir livros da editora Lúcida Letra. E ao longo do segundo semestre, tivemos a honra de sortear mensalmente as maravilhosas pinturas do artista Fábio Rodrigues. Dêem uma olhada no instagram dele, @iodris, e verão. Ainda falta o sorteio de dezembro!</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/50-impermanencia-o-apego-nas-relacoes/</link>
  <pubDate>Fri, 11 Dec 2020 14:07:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>impermanencia, mundo interno, mundo externo, apego, conexões, relacionamentos, luto, término de relacionamento, namoro, casamento, budismo, roda de conversa, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Prosseguindo nossas conversas sobre a impermanência em suas diversas facetas, agora examinamos o que acontece quando rejeitamos a impermanência e lidamos com o mundo externo como se ele fosse constituído de objetos estáticos, fixos… permanentes. Achamos que essas coisas, ou melhor, processos que congelamos como coisas, têm o poder de por si só serem as causas da nossa felicidade (e também do nosso sofrimento). Por um equívoco de atenção e/ou por projeção, exageramos as qualidades dessa suposta entidade permanente. O nome dessa operação é apego, e é dela que falamos no programa de hoje. Podemos achar, à primeira vista, que não temos tantos apegos assim. Por isso, frequentemente, o assunto surge mais no contexto de relacionamentos amorosos, e, de fato, foi principalmente sobre isso que conversamos hoje. Afinal, é um tema que toca a todos nós (do programa e ouvintes), e vale a pena ser explorado com algum detalhe. Ao mesmo tempo, podemos lembrar que temos muitos outros apegos não reconhecidos: a maioria de nós quer um bom relacionamento amoroso e vários outros bons relacionamentos com a família e com amigos, talvez uma casa, saúde, juventude, emprego, reputação. Talvez só percebamos a presença do apego quando essas coisas mudam, ou melhor, quando a mudança momento a momento de todas essas coisas fica óbvia. Então a conversa não busca de forma alguma explorar todas as facetas do tema do apego em sua relação com o da impermanência, e também é uma conversa bastante pé no chão. Estamos dividindo nossas experiências e reflexões que surgem na tentativa de manter o coração aberto enquanto tudo muda constantemente ao nosso redor. Se você quiser apoiar nosso trabalho, estamos em apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença para que possamos dedicar tempo e energia a esse projeto! Nossos apoiadores têm direito ao sorteio de dois cupons por mês para adquirir livros da editora Lúcida Letra. E ao longo do segundo semestre, tivemos a honra de sortear mensalmente as maravilhosas pinturas do artista Fábio Rodrigues. Dêem uma olhada no instagram dele, @iodris, e verão. Ainda falta o sorteio de dezembro!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Prosseguindo nossas conversas sobre a impermanência em suas diversas facetas, agora examinamos o que acontece quando rejeitamos a impermanência e lidamos com o mundo externo como se ele fosse constituído de objetos estáticos, fixos… permanentes. Achamos que essas coisas, ou melhor, processos que congelamos como coisas, têm o poder de por si só serem as causas da nossa felicidade (e também do nosso sofrimento). Por um equívoco de atenção e/ou por projeção, exageramos as qualidades dessa suposta entidade permanente. O nome dessa operação é apego, e é dela que falamos no programa de hoje. Podemos achar, à primeira vista, que não temos tantos apegos assim. Por isso, frequentemente, o assunto surge mais no contexto de relacionamentos amorosos, e, de fato, foi principalmente sobre isso que conversamos hoje. Afinal, é um tema que toca a todos nós (do programa e ouvintes), e vale a pena ser explorado com algum detalhe. Ao mesmo tempo, podemos lembrar que temos muitos outros apegos não reconhecidos: a maioria de nós quer um bom relacionamento amoroso e vários outros bons relacionamentos com a família e com amigos, talvez uma casa, saúde, juventude, emprego, reputação. Talvez só percebamos a presença do apego quando essas coisas mudam, ou melhor, quando a mudança momento a momento de todas essas coisas fica óbvia. Então a conversa não busca de forma alguma explorar todas as facetas do tema do apego em sua relação com o da impermanência, e também é uma conversa bastante pé no chão. Estamos dividindo nossas experiências e reflexões que surgem na tentativa de manter o coração aberto enquanto tudo muda constantemente ao nosso redor. Se você quiser apoiar nosso trabalho, estamos em apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença para que possamos dedicar tempo e energia a esse projeto! Nossos apoiadores têm direito ao sorteio de dois cupons por mês para adquirir livros da editora Lúcida Letra. E ao longo do segundo semestre, tivemos a honra de sortear mensalmente as maravilhosas pinturas do artista Fábio Rodrigues. Dêem uma olhada no instagram dele, @iodris, e verão. Ainda falta o sorteio de dezembro!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#49 Pelo direito de ser quem se é (com Leandro Ramos) </title>
<description>Seres de todos os reinos, aqui estamos com mais um episódio gravado diretamente da nossa lavanderia virtual. Dessa vez, convidamos Leandro Ramos, Diretor Regional para a América Latina da organização AllOut, um movimento global em defesa dos direitos LGBT+. Na conversa com o Leandro, exploramos não só a atuação da AllOut (o que a organização faz, seus objetivos e principais projetos), mas também aspectos mais amplos do mundo externo e interno. Abordamos, especificamente, como o Leandro se conectou com esse movimento, os sofrimentos associados a não poder vivenciar a sexualidade livremente, a maior presença de questões de saúde mental em meio à população LGBT+ (o que se agravou ainda mais agora durante a pandemia), os impactos dos preconceitos e violências no mundo interno da população LGBT+, a LGBTfobia, o machismo, a urgência de ações e de posturas anti-lgbtfóbicas, dentre vários outros temas. Para compor a mesa, convidamos também nosso querido amigo Valentin Conde. O papo ficou sensível e profundo, abordando muitos pontos que achamos urgentes para refletirmos individual e coletivamente - sempre com o objetivo de criarmos realidades que permitam que a vida seja experienciada em todo o seu potencial, sem sofrimento e violência. Se você quiser saber mais sobre a atuação da AllOut, é só acessar AllOut.org/pt. E, como de costume, caso faça sentido para você nos apoiar, estamos no Apoia.se/coemergencia. É isso, puxa uma cadeira ou uma almofada, pega algo pra tomar e vem com a gente.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/49-pelo-direito-de-ser-quem-se-e/</link>
  <pubDate>Thu, 26 Nov 2020 17:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>LGBTQ+, LGBTQ, AllOut, leandro ramos, mundo interno, mundo externo, ativismo, LGBTfobia, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, aqui estamos com mais um episódio gravado diretamente da nossa lavanderia virtual. Dessa vez, convidamos Leandro Ramos, Diretor Regional para a América Latina da organização AllOut, um movimento global em defesa dos direitos LGBT+. Na conversa com o Leandro, exploramos não só a atuação da AllOut (o que a organização faz, seus objetivos e principais projetos), mas também aspectos mais amplos do mundo externo e interno. Abordamos, especificamente, como o Leandro se conectou com esse movimento, os sofrimentos associados a não poder vivenciar a sexualidade livremente, a maior presença de questões de saúde mental em meio à população LGBT+ (o que se agravou ainda mais agora durante a pandemia), os impactos dos preconceitos e violências no mundo interno da população LGBT+, a LGBTfobia, o machismo, a urgência de ações e de posturas anti-lgbtfóbicas, dentre vários outros temas. Para compor a mesa, convidamos também nosso querido amigo Valentin Conde. O papo ficou sensível e profundo, abordando muitos pontos que achamos urgentes para refletirmos individual e coletivamente - sempre com o objetivo de criarmos realidades que permitam que a vida seja experienciada em todo o seu potencial, sem sofrimento e violência. Se você quiser saber mais sobre a atuação da AllOut, é só acessar AllOut.org/pt. E, como de costume, caso faça sentido para você nos apoiar, estamos no Apoia.se/coemergencia. É isso, puxa uma cadeira ou uma almofada, pega algo pra tomar e vem com a gente.
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, aqui estamos com mais um episódio gravado diretamente da nossa lavanderia virtual. Dessa vez, convidamos Leandro Ramos, Diretor Regional para a América Latina da organização AllOut, um movimento global em defesa dos direitos LGBT+. Na conversa com o Leandro, exploramos não só a atuação da AllOut (o que a organização faz, seus objetivos e principais projetos), mas também aspectos mais amplos do mundo externo e interno. Abordamos, especificamente, como o Leandro se conectou com esse movimento, os sofrimentos associados a não poder vivenciar a sexualidade livremente, a maior presença de questões de saúde mental em meio à população LGBT+ (o que se agravou ainda mais agora durante a pandemia), os impactos dos preconceitos e violências no mundo interno da população LGBT+, a LGBTfobia, o machismo, a urgência de ações e de posturas anti-lgbtfóbicas, dentre vários outros temas. Para compor a mesa, convidamos também nosso querido amigo Valentin Conde. O papo ficou sensível e profundo, abordando muitos pontos que achamos urgentes para refletirmos individual e coletivamente - sempre com o objetivo de criarmos realidades que permitam que a vida seja experienciada em todo o seu potencial, sem sofrimento e violência. Se você quiser saber mais sobre a atuação da AllOut, é só acessar AllOut.org/pt. E, como de costume, caso faça sentido para você nos apoiar, estamos no Apoia.se/coemergencia. É isso, puxa uma cadeira ou uma almofada, pega algo pra tomar e vem com a gente. </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#48 Impermanência - Quando o ano se desfaz </title>
<description>Impermanência. Ela atravessou todos os quarenta e sete episódios. Quase sempre discreta e sutil, boa parte do tempo ela se fez despercebida. Eis que chegou a hora de sair do papel de coadjuvante. A impermanência reivindicou seu espaço de fala. Como ela que manda, afinal, estamos aqui porque a impermanência permitiu, iniciamos um novo ciclo do Coemergência com a temporada Impermanência. Serão seis episódios onde vamos conversar sobre a impermanência em vários aspectos da nossa vida, contemplando experiências em primeira pessoa em conexão com nossas visões de mundo. A ideia é investigar nosso mundo interno na tentativa de reconhecer o que sentimos e como lidamos com o que nos atravessa e, na medida do possível, estabelecer um elo entre essas experiências e as referências teóricas e filosóficas com que temos afinidade ou nos provocam. Nessa nova proposta, o papo está permeado por nossas vivências e pontos de vista. Isso significa que inúmeras experiências e visões de mundo não foram contempladas.  Aqui, não estamos falando de um lugar de saber ou professoral. É uma conversa entre amigos. Convidamos você a participar deste papo e a contemplar suas próprias experiências ouvindo o programa. Para ampliar essa troca, no dia 24 de novembro, vamos fazer uma roda de conversa com os ouvintes (detalhes no nosso site). Vamos divulgar mais detalhes aqui no Instagram e no nosso site também. Neste primeiro episódio, vamos contemplar como a impermanência foi experienciada em 2020  com o impacto da pandemia do coronavírus nas nossas vidas. Esse é só o gancho para falarmos sobre expectativas, frustrações, dores, alegrias, descobertas, inquietações. Ah, no final do episódio, sugerimos uma prática para contemplarmos a impermanência para quem quiser seguir aprofundando nesse tema. É uma prática da Denise Kato, do podcast Pílulas de Saber e de Sabedoria, sugerida pela Dra. Ana Cláudia Quintana Arantes em seu canal do YouTube. Pega um chá ou café, ou algo menos convencional, se preferir, e vem conversar com a gente! Se você quiser apoiar o Coemergência, estamos em www.apoia.se/coemergencia. ;)</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/48-impermanencia-quando-o-ano-se-desfaz/</link>
  <pubDate>Fri, 13 Nov 2020 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>impermanencia, mundo interno, mundo externo, pandemia, coronavirus, contemplacao, roda de conversa, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Impermanência. Ela atravessou todos os quarenta e sete episódios. Quase sempre discreta e sutil, boa parte do tempo ela se fez despercebida. Eis que chegou a hora de sair do papel de coadjuvante. A impermanência reivindicou seu espaço de fala. Como ela que manda, afinal, estamos aqui porque a impermanência permitiu, iniciamos um novo ciclo do Coemergência com a temporada Impermanência. Serão seis episódios onde vamos conversar sobre a impermanência em vários aspectos da nossa vida, contemplando experiências em primeira pessoa em conexão com nossas visões de mundo. A ideia é investigar nosso mundo interno na tentativa de reconhecer o que sentimos e como lidamos com o que nos atravessa e, na medida do possível, estabelecer um elo entre essas experiências e as referências teóricas e filosóficas com que temos afinidade ou nos provocam. Nessa nova proposta, o papo está permeado por nossas vivências e pontos de vista. Isso significa que inúmeras experiências e visões de mundo não foram contempladas.  Aqui, não estamos falando de um lugar de saber ou professoral. É uma conversa entre amigos. Neste primeiro episódio, vamos contemplar como a impermanência foi experienciada em 2020  com o impacto da pandemia do coronavírus nas nossas vidas. Esse é só o gancho para falarmos sobre expectativas, frustrações, dores, alegrias, descobertas, inquietações. </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Impermanência. Ela atravessou todos os quarenta e sete episódios. Quase sempre discreta e sutil, boa parte do tempo ela se fez despercebida. Eis que chegou a hora de sair do papel de coadjuvante. A impermanência reivindicou seu espaço de fala. Como ela que manda, afinal, estamos aqui porque a impermanência permitiu, iniciamos um novo ciclo do Coemergência com a temporada Impermanência. Serão seis episódios onde vamos conversar sobre a impermanência em vários aspectos da nossa vida, contemplando experiências em primeira pessoa em conexão com nossas visões de mundo. A ideia é investigar nosso mundo interno na tentativa de reconhecer o que sentimos e como lidamos com o que nos atravessa e, na medida do possível, estabelecer um elo entre essas experiências e as referências teóricas e filosóficas com que temos afinidade ou nos provocam. Nessa nova proposta, o papo está permeado por nossas vivências e pontos de vista. Isso significa que inúmeras experiências e visões de mundo não foram contempladas.  Aqui, não estamos falando de um lugar de saber ou professoral. É uma conversa entre amigos. Neste primeiro episódio, vamos contemplar como a impermanência foi experienciada em 2020  com o impacto da pandemia do coronavírus nas nossas vidas. Esse é só o gancho para falarmos sobre expectativas, frustrações, dores, alegrias, descobertas, inquietações.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #6 | O que há de tão realista no "realismo capitalista"? (com Victor Marques)</title>
<description>Traduzido para o português onze anos após sua publicação em 2009, o livro "Realismo Capitalista", de Mark Fisher, trata de uma atmosfera com a qual muitos de nós nos habituamos nas últimas décadas: a limitação do horizonte de possibilidades, da capacidade de imaginar outros mundos e de se articular coletivamente para produzi-los. Para conversar não apenas sobre as características do "realismo capitalista", mas também sobre exemplos e possibilidades alternativas, recebemos Victor Marques, professor de filosofia da ciência da UFABC. Ele dividiu com a gente suas reflexões sobre a insuficiência da busca por soluções individuais para problemas sistêmicos, a potência da ação coletiva e a necessidade de "fortalecer o músculo da imaginação". Se você quiser apoiar o Coemergência, estamos em www.apoia.se/coemergencia. ;)</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-6-o-que-ha-de-tao-realista-no-realismo-capitalista-com-victor-marques/</link>
  <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 04:21:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Mark Fisher, Victor Marques, realismo capitalismo, capitalismo, marxismo, socialismo, depressão, burocracia, indígenas, bolsonarismo, Occupy, auto-organização, ação coletiva, sindicatos, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #5 | Processos genocidas e etnocidas: por que não olhamos? (com Helena Palmquist)</title>
<description>Para a presente edição do Interser, temos a alegria de receber a jornalista e antropóloga Helena Palmquist. A Helena defendeu em 2018 a dissertação de mestrado “Questões sobre genocídio e etnocídio indígena: a persistência da destruição” na Universidade Federal do Pará. Este texto, que pode ser acessado gratuitamente online, como toda a produção feita pela universidade pública brasileira, foi a base da conversa que gravamos no dia 06/08/2020. Além de discutir o caso brasileiro – que não foi relegado ao passado, mas segue sendo praticado em pleno 2020, inclusive na resposta do atual governo à pandemia da covid –  a Helena nos falou também sobre a origem deste conceito, e também do de etnocídio. Usando outros exemplos, falou sobre conjunto de fatores que ocasionam estes processos por meio do qual se busca levar à destruição um grupo e seu um modo de vida. Nossa aspiração é que uma conversa sobre estes fatores sem os quais não ocorrem genocídios – discursos de desumanização, racismo, proibição de práticas culturais, havendo também, ao menos no caso do Brasil, um avanço sobre as terras, atualmente por parte do agronegócio e da mineração – nos estimule não apenas a denunciar, mas a efetivamente avançar na construção, de baixo para cima, de um mundo cujos habitantes que não presumam que há apenas um modo de vida possível, que não busque assimilar a todo custo (para explorar) tudo aquilo que é diferente. Que nosso olhar saiba ver pessoas onde quer que haja pessoas, humanas e não-humanas. O título do episódio faz referência à uma frase na dissertação da Helena: “Os processos genocidas e etnocidas não são nunca silenciosos, são silenciados, escondidos, negados [...] São silenciosos para quem não está interessado em escutar.” Se você vê valor nas diferentes atividades que realizamos no Coemergência e se alegraria em apoiar a continuidade do projeto, estamos no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-5-processos-genocidas-e-etnocidas-por-que-nao-olhamos-com-helena-palmquist/</link>
  <pubDate>Fri, 25 Sep 2020 04:04:00 -0300</pubDate>
  <itunes:duration>1:19:36</itunes:duration>
  <itunes:keywords>genocídio, etnocídio, Belo Monte, covid-19, pandemia, Raphael Lemkin, Holocausto, indígenas, Helena Palmquist, antropologia, compaixão, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Para a presente edição do Interser, temos a alegria de receber a jornalista e antropóloga Helena Palmquist. A Helena defendeu em 2018 a dissertação de mestrado “Questões sobre genocídio e etnocídio indígena: a persistência da destruição” na Universidade Federal do Pará. Este texto, que pode ser acessado gratuitamente online, como toda a produção feita pela universidade pública brasileira, foi a base da conversa que gravamos no dia 06/08/2020. Além de discutir o caso brasileiro – que não foi relegado ao passado, mas segue sendo praticado em pleno 2020, inclusive na resposta do atual governo à pandemia da covid –  a Helena nos falou também sobre a origem deste conceito, e também do de etnocídio. Usando outros exemplos, falou sobre conjunto de fatores que ocasionam estes processos por meio do qual se busca levar à destruição um grupo e seu um modo de vida. Nossa aspiração é que uma conversa sobre estes fatores sem os quais não ocorrem genocídios – discursos de desumanização, racismo, proibição de práticas culturais, havendo também, ao menos no caso do Brasil, um avanço sobre as terras, atualmente por parte do agronegócio e da mineração – nos estimule não apenas a denunciar, mas a efetivamente avançar na construção, de baixo para cima, de um mundo cujos habitantes que não presumam que há apenas um modo de vida possível, que não busque assimilar a todo custo (para explorar) tudo aquilo que é diferente. Que nosso olhar saiba ver pessoas onde quer que haja pessoas, humanas e não-humanas. O título do episódio faz referência à uma frase na dissertação da Helena: “Os processos genocidas e etnocidas não são nunca silenciosos, são silenciados, escondidos, negados [...] São silenciosos para quem não está interessado em escutar.” Se você vê valor nas diferentes atividades que realizamos no Coemergência e se alegraria em apoiar a continuidade do projeto, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Para a presente edição do Interser, temos a alegria de receber a jornalista e antropóloga Helena Palmquist. A Helena defendeu em 2018 a dissertação de mestrado “Questões sobre genocídio e etnocídio indígena: a persistência da destruição” na Universidade Federal do Pará. Este texto, que pode ser acessado gratuitamente online, como toda a produção feita pela universidade pública brasileira, foi a base da conversa que gravamos no dia 06/08/2020. Além de discutir o caso brasileiro – que não foi relegado ao passado, mas segue sendo praticado em pleno 2020, inclusive na resposta do atual governo à pandemia da covid –  a Helena nos falou também sobre a origem deste conceito, e também do de etnocídio. Usando outros exemplos, falou sobre conjunto de fatores que ocasionam estes processos por meio do qual se busca levar à destruição um grupo e seu um modo de vida. Nossa aspiração é que uma conversa sobre estes fatores sem os quais não ocorrem genocídios – discursos de desumanização, racismo, proibição de práticas culturais, havendo também, ao menos no caso do Brasil, um avanço sobre as terras, atualmente por parte do agronegócio e da mineração – nos estimule não apenas a denunciar, mas a efetivamente avançar na construção, de baixo para cima, de um mundo cujos habitantes que não presumam que há apenas um modo de vida possível, que não busque assimilar a todo custo (para explorar) tudo aquilo que é diferente. Que nosso olhar saiba ver pessoas onde quer que haja pessoas, humanas e não-humanas. O título do episódio faz referência à uma frase na dissertação da Helena: “Os processos genocidas e etnocidas não são nunca silenciosos, são silenciados, escondidos, negados [...] São silenciosos para quem não está interessado em escutar.” Se você vê valor nas diferentes atividades que realizamos no Coemergência e se alegraria em apoiar a continuidade do projeto, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#47 Poesia como modo de vida (com André Gravatá)</title>
<description>Poeta perplexo: essa é uma boa descrição para nosso convidado André Gravatá. E acrescentaríamos, um educador de perplexidades. É assim que desde novo André tem marcado seu caminho pelo mundo, construindo pontes através de sua poesia e nos convidando a olhar e a nos relacionarmos com o mundo a partir de uma presença que desbanaliza o cotidiano e enxerga riqueza e potencialidade naquilo que nos habituamos a ver com indiferença. Em outras palavras, que deixamos de ver ou percebemos como mais do mesmo. A partir de suas mãos e olhos em parceria com outras mãos e olhos nasceram projetos como a Virada Educação, evento de intervenção junto à escolas públicas que propõe uma educação mais horizontal e poética e que resultou em livros como o Poéticas Públicas, em conjunto com Aline e Raissa Oliveira. Criou também o Jornal das Miudezas, nascido da parceria com sua companheira Serena Labate, que nos convida para um encontro poético com as miudezas; como diz ele, "o respeito pelas miudezas tornaria o cuidado com as grandezas uma consequência natural". Essas são só algumas, entre outras ações, livros, cursos, derivas e intervenções desse ser entusiasmado em ajudar a descobrir as insignificâncias do mundo. Esperamos que você se contagie com esse entusiasmo assim como nós e que a conversa te inspire para uma vida mais nutrida de poesia e, por consequência, de vitalidade.… Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no Apoia.se. Faz a maior diferença pra gente! </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/47-poesia-como-modo-de-vida-com-andre-gravata/</link>
  <pubDate>Thu, 17 Sep 2020 15:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>poesia, poema, escrita, autoconhecimento, escuta, modo de vida, vida, cotidiano, miudezas, nutrição, andré gravatá, compaixão, felicidade, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Poeta perplexo: essa é uma boa descrição para nosso convidado André Gravatá. E acrescentaríamos, um educador de perplexidades. É assim que desde novo André tem marcado seu caminho pelo mundo, construindo pontes através de sua poesia e nos convidando a olhar e a nos relacionarmos com o mundo a partir de uma presença que desbanaliza o cotidiano e enxerga riqueza e potencialidade naquilo que nos habituamos a ver com indiferença. Em outras palavras, que deixamos de ver ou percebemos como mais do mesmo. A partir de suas mãos e olhos em parceria com outras mãos e olhos nasceram projetos como a Virada Educação, evento de intervenção junto à escolas públicas que propõe uma educação mais horizontal e poética e que resultou em livros como o Poéticas Públicas, em conjunto com Aline e Raissa Oliveira. Criou também o Jornal das Miudezas, nascido da parceria com sua companheira Serena Labate, que nos convida para um encontro poético com as miudezas; como diz ele, "o respeito pelas miudezas tornaria o cuidado com as grandezas uma consequência natural". Essas são só algumas, entre outras ações, livros, cursos, derivas e intervenções desse ser entusiasmado em ajudar a descobrir as insignificâncias do mundo. Esperamos que você se contagie com esse entusiasmo assim como nós e que a conversa te inspire para uma vida mais nutrida de poesia e, por consequência, de vitalidade.… Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no Apoia.se. Faz a maior diferença pra gente! </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Poeta perplexo: essa é uma boa descrição para nosso convidado André Gravatá. E acrescentaríamos, um educador de perplexidades. É assim que desde novo André tem marcado seu caminho pelo mundo, construindo pontes através de sua poesia e nos convidando a olhar e a nos relacionarmos com o mundo a partir de uma presença que desbanaliza o cotidiano e enxerga riqueza e potencialidade naquilo que nos habituamos a ver com indiferença. Em outras palavras, que deixamos de ver ou percebemos como mais do mesmo. A partir de suas mãos e olhos em parceria com outras mãos e olhos nasceram projetos como a Virada Educação, evento de intervenção junto à escolas públicas que propõe uma educação mais horizontal e poética e que resultou em livros como o Poéticas Públicas, em conjunto com Aline e Raissa Oliveira. Criou também o Jornal das Miudezas, nascido da parceria com sua companheira Serena Labate, que nos convida para um encontro poético com as miudezas; como diz ele, "o respeito pelas miudezas tornaria o cuidado com as grandezas uma consequência natural". Essas são só algumas, entre outras ações, livros, cursos, derivas e intervenções desse ser entusiasmado em ajudar a descobrir as insignificâncias do mundo. Esperamos que você se contagie com esse entusiasmo assim como nós e que a conversa te inspire para uma vida mais nutrida de poesia e, por consequência, de vitalidade.… Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no Apoia.se. Faz a maior diferença pra gente! </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#46 Felicidade e adversidade como caminho (com Henrique Lemes)</title>
<description>Para nosso programa de número 46, nós temos a alegria de receber novamente o querido Henrique Lemes para falar de um obstáculo que geralmente nos atrapalha bastante assim que começamos a querer cultivar uma relação diferente com o nosso mundo interno. Ele basicamente consiste no fato de a gente achar que esse cultivo de qualidades do nosso mundo interno não inclui totalmente aquilo que usualmente chamamos de “vida”: nosso trabalho, nossa rotina, nossas relações, as situações do cotidiano e assim por diante. Essa visão se manifesta, por um lado, no fato de nos bagunçarmos quando o bicho pega, quando surge alguma crise ou alguma adversidade. Facilmente achamos que precisamos primeiro resolver essa situação para, então, voltar a praticar. Ou, podemos achar que algo é demais, que não é possível incluir aquilo no nosso caminho. “Quando tal coisa acontecer, quando eu resolver isso, quando essa situação passar, eu volto a olhar pras minhas emoções, volto a tentar cultivar uma felicidade mais genuína, volto a cultivar estabilidade, compaixão, sabedoria. Mas, agora, preciso resolver isso aqui.” Por outro lado, também podemos deixar esse cultivo e qualquer prática de lado assim que as coisas parecerem andar um jeito melhor; podemos ter a sensação de que isso tudo não é tão necessário. Vamos simplesmente seguindo aquilo que está agradável e pronto. Prática? Caminho? Quê? Mas, se não praticamos quando estamos mal e não praticarmos quando estamos bem, quando, então, vamos praticar? É exatamente nesse ponto que tocamos ao longo de toda a conversa com o Henrique, inspirados pelo texto “Transformando Felicidade e Adversidade em Caminho Espiritual”, do mestre budista Dodrupchen Jigme Tenpe Nyima. O texto parece realmente um manual para conseguirmos incluir qualquer coisa que aconteça no nosso trabalho com nosso mundo interno. Esse texto faz parte do livro “Meditação, Transformação e Ioga dos Sonhos”, último lançamento da Bodisatva, projeto colaborativo e sem fins lucrativos que busca traduzir e difundir conteúdos de sabedoria de linhagens autênticas do Budismo em língua portuguesa, e também publicar textos produzidos por mestres e praticantes budistas brasileiros. O Henrique foi um dos tradutores desse livro, juntamente com o Lama Padma Samten, a Jeanne Pilli e o Marcelo Nicolodi. Esperamos que vocês desfrutem muito da conversa, assim como nós desfrutamos! E que ela deixe lembretes para realmente aproveitarmos todos os momentos, sejam de adversidade ou felicidade, como parte do nosso caminho em busca de um bem-estar menos dependente, mais livre. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio do nosso Apoia.se (www.apoia.se/coemergencia).</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/46-felicidade-e-adversidade-como-caminho-com-henrique-lemes/</link>
  <pubDate>Thu, 03 Sep 2020 16:42:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Henrique Lemes, Gyatrul Rinpoche, Dodrupchen Rinpoche, budismo, meditação, ioga dos sonhos, yoga dos sonhos, contemplação, caminho espiritual, compaixão, sofrimento, felicidade, coemergência, podcast</itunes:keywords>
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  <itunes:summary>Para nosso programa de número 46, nós temos a alegria de receber novamente o querido Henrique Lemes para falar de um obstáculo que geralmente nos atrapalha bastante assim que começamos a querer cultivar uma relação diferente com o nosso mundo interno. Ele basicamente consiste no fato de a gente achar que esse cultivo de qualidades do nosso mundo interno não inclui totalmente aquilo que usualmente chamamos de “vida”: nosso trabalho, nossa rotina, nossas relações, as situações do cotidiano e assim por diante. Essa visão se manifesta, por um lado, no fato de nos bagunçarmos quando o bicho pega, quando surge alguma crise ou alguma adversidade. Facilmente achamos que precisamos primeiro resolver essa situação para, então, voltar a praticar. Ou, podemos achar que algo é demais, que não é possível incluir aquilo no nosso caminho. “Quando tal coisa acontecer, quando eu resolver isso, quando essa situação passar, eu volto a olhar pras minhas emoções, volto a tentar cultivar uma felicidade mais genuína, volto a cultivar estabilidade, compaixão, sabedoria. Mas, agora, preciso resolver isso aqui.” Por outro lado, também podemos deixar esse cultivo e qualquer prática de lado assim que as coisas parecerem andar um jeito melhor; podemos ter a sensação de que isso tudo não é tão necessário. Vamos simplesmente seguindo aquilo que está agradável e pronto. Prática? Caminho? Quê? Mas, se não praticamos quando estamos mal e não praticarmos quando estamos bem, quando, então, vamos praticar? É exatamente nesse ponto que tocamos ao longo de toda a conversa com o Henrique, inspirados pelo texto “Transformando Felicidade e Adversidade em Caminho Espiritual”, do mestre budista Dodrupchen Jigme Tenpe Nyima. O texto parece realmente um manual para conseguirmos incluir qualquer coisa que aconteça no nosso trabalho com nosso mundo interno. Esse texto faz parte do livro “Meditação, Transformação e Ioga dos Sonhos”, último lançamento da Bodisatva, projeto colaborativo e sem fins lucrativos que busca traduzir e difundir conteúdos de sabedoria de linhagens autênticas do Budismo em língua portuguesa, e também publicar textos produzidos por mestres e praticantes budistas brasileiros. O Henrique foi um dos tradutores desse livro, juntamente com o Lama Padma Samten, a Jeanne Pilli e o Marcelo Nicolodi. Esperamos que vocês desfrutem muito da conversa, assim como nós desfrutamos! E que ela deixe lembretes para realmente aproveitarmos todos os momentos, sejam de adversidade ou felicidade, como parte do nosso caminho em busca de um bem-estar menos dependente, mais livre. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio do nosso Apoia.se (www.apoia.se/coemergencia).</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Para nosso programa de número 46, nós temos a alegria de receber novamente o querido Henrique Lemes para falar de um obstáculo que geralmente nos atrapalha bastante assim que começamos a querer cultivar uma relação diferente com o nosso mundo interno. Ele basicamente consiste no fato de a gente achar que esse cultivo de qualidades do nosso mundo interno não inclui totalmente aquilo que usualmente chamamos de “vida”: nosso trabalho, nossa rotina, nossas relações, as situações do cotidiano e assim por diante. Essa visão se manifesta, por um lado, no fato de nos bagunçarmos quando o bicho pega, quando surge alguma crise ou alguma adversidade. Facilmente achamos que precisamos primeiro resolver essa situação para, então, voltar a praticar. Ou, podemos achar que algo é demais, que não é possível incluir aquilo no nosso caminho. “Quando tal coisa acontecer, quando eu resolver isso, quando essa situação passar, eu volto a olhar pras minhas emoções, volto a tentar cultivar uma felicidade mais genuína, volto a cultivar estabilidade, compaixão, sabedoria. Mas, agora, preciso resolver isso aqui.” Por outro lado, também podemos deixar esse cultivo e qualquer prática de lado assim que as coisas parecerem andar um jeito melhor; podemos ter a sensação de que isso tudo não é tão necessário. Vamos simplesmente seguindo aquilo que está agradável e pronto. Prática? Caminho? Quê? Mas, se não praticamos quando estamos mal e não praticarmos quando estamos bem, quando, então, vamos praticar? É exatamente nesse ponto que tocamos ao longo de toda a conversa com o Henrique, inspirados pelo texto “Transformando Felicidade e Adversidade em Caminho Espiritual”, do mestre budista Dodrupchen Jigme Tenpe Nyima. O texto parece realmente um manual para conseguirmos incluir qualquer coisa que aconteça no nosso trabalho com nosso mundo interno. Esse texto faz parte do livro “Meditação, Transformação e Ioga dos Sonhos”, último lançamento da Bodisatva, projeto colaborativo e sem fins lucrativos que busca traduzir e difundir conteúdos de sabedoria de linhagens autênticas do Budismo em língua portuguesa, e também publicar textos produzidos por mestres e praticantes budistas brasileiros. O Henrique foi um dos tradutores desse livro, juntamente com o Lama Padma Samten, a Jeanne Pilli e o Marcelo Nicolodi. Esperamos que vocês desfrutem muito da conversa, assim como nós desfrutamos! E que ela deixe lembretes para realmente aproveitarmos todos os momentos, sejam de adversidade ou felicidade, como parte do nosso caminho em busca de um bem-estar menos dependente, mais livre. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio do nosso Apoia.se (www.apoia.se/coemergencia).</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#45 Nutrição comportamental e autocuidado (com Mariana Baldani)</title>
<description>Seres de todos os reinos, esta é a edição #45 do Coemergência, o podcast que tem como missão nutrir o mundo interno dos seus ouvintes. Neste episódio, o papo foi sobre algo essencial para nossa existência: a alimentação. O que surge na sua mente quando você pensa em comida? Memórias afetivas da infância? Momentos de alegria com familiares e amigos? Prazer, conforto, acolhimento? Medo de engordar? Culpa e ansiedade? As inúmeras experiências com dietas restritivas? Comentários e julgamentos sobre seu corpo? Miséria, fome, sofrimento? Só de imaginar essas respostas dá perceber a complexidade em torno do ato de comer. A convidada que nos ajudou a contemplar essas questões foi a Mariana Baldani, nutricionista comportamental que desenvolve um trabalho nomeado como Nutrição Compassiva. Como Mariana irá explicar, a nutrição comportamental e a nutrição compassiva partem do princípio que, ao nos alimentarmos, estamos nos nutrindo de significados, experiências e cultura, além, claro, de nutrientes, e alimentando nosso corpo físico, mas também nossas mentes e nossas relações. Então, na medida que o ato de comer é permeado de experiências dolorosas, estamos perdendo experiências afetivas lindíssimas relacionadas ao cuidado de si e ao cuidado do outro. Te convidamos a experimentar esse papo instigante que percorreu temas como contexto saudável de alimentação, transtornos alimentares, padrões de beleza, gordofobia, saúde, doença, pressão social, afeto e cuidado. Aproveitamos para agradecer aos ouvintes que participaram enviando suas experiências e, em especial, a duas amigas que trouxeram seus relatos. Agradecemos também aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no www.apoia.se/coemergencia. </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/45-nutricao-comportamental-e-autocuidado/</link>
  <pubDate>Thu, 20 Aug 2020 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>nutricao, comportamental, compassiva, autocuidado, alimentacao, transtorno, alimentar, gordofobia, saude, doenca, mundo interno, mundo externo, policia, policia federal, policia militar, policia civil, seguranca publica, compaixão, coemergência, podcast</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, esta é a edição #45 do Coemergência, o podcast que tem como missão nutrir o mundo interno dos seus ouvintes. Neste episódio, o papo foi sobre algo essencial para nossa existência: a alimentação. O que surge na sua mente quando você pensa em comida? Memórias afetivas da infância? Momentos de alegria com familiares e amigos? Prazer, conforto, acolhimento? Medo de engordar? Culpa e ansiedade? As inúmeras experiências com dietas restritivas? Comentários e julgamentos sobre seu corpo? Miséria, fome, sofrimento? Só de imaginar essas respostas dá perceber a complexidade em torno do ato de comer. A convidada que nos ajudou a contemplar essas questões foi a Mariana Baldani, nutricionista comportamental que desenvolve um trabalho nomeado como Nutrição Compassiva. Como Mariana irá explicar, a nutrição comportamental e a nutrição compassiva partem do princípio que, ao nos alimentarmos, estamos nos nutrindo de significados, experiências e cultura, além, claro, de nutrientes, e alimentando nosso corpo físico, mas também nossas mentes e nossas relações. Então, na medida que o ato de comer é permeado de experiências dolorosas, estamos perdendo experiências afetivas lindíssimas relacionadas ao cuidado de si e ao cuidado do outro. Te convidamos a experimentar esse papo instigante que percorreu temas como contexto saudável de alimentação, transtornos alimentares, padrões de beleza, gordofobia, saúde, doença, pressão social, afeto e cuidado. Aproveitamos para agradecer aos ouvintes que participaram enviando suas experiências e, em especial, a duas amigas que trouxeram seus relatos. Agradecemos também aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no www.apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, esta é a edição #45 do Coemergência, o podcast que tem como missão nutrir o mundo interno dos seus ouvintes. Neste episódio, o papo foi sobre algo essencial para nossa existência: a alimentação. O que surge na sua mente quando você pensa em comida? Memórias afetivas da infância? Momentos de alegria com familiares e amigos? Prazer, conforto, acolhimento? Medo de engordar? Culpa e ansiedade? As inúmeras experiências com dietas restritivas? Comentários e julgamentos sobre seu corpo? Miséria, fome, sofrimento? Só de imaginar essas respostas dá perceber a complexidade em torno do ato de comer. A convidada que nos ajudou a contemplar essas questões foi a Mariana Baldani, nutricionista comportamental que desenvolve um trabalho nomeado como Nutrição Compassiva. Como Mariana irá explicar, a nutrição comportamental e a nutrição compassiva partem do princípio que, ao nos alimentarmos, estamos nos nutrindo de significados, experiências e cultura, além, claro, de nutrientes, e alimentando nosso corpo físico, mas também nossas mentes e nossas relações. Então, na medida que o ato de comer é permeado de experiências dolorosas, estamos perdendo experiências afetivas lindíssimas relacionadas ao cuidado de si e ao cuidado do outro. Te convidamos a experimentar esse papo instigante que percorreu temas como contexto saudável de alimentação, transtornos alimentares, padrões de beleza, gordofobia, saúde, doença, pressão social, afeto e cuidado. Aproveitamos para agradecer aos ouvintes que participaram enviando suas experiências e, em especial, a duas amigas que trouxeram seus relatos. Agradecemos também aos generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no www.apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#44 Saúde mental em contextos de estresse (com Frederick Leslie)</title>
<description>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência em sua edição #44 e o tema da vez é a polícia. Seria possível manter a saúde mental em um contexto de tanto estresse? E, se sim, quais são algumas chaves para isso? Sabemos que o assunto é complexo e polêmico, ainda mais aqui no Brasil. A polícia brasileira é a que mais mata e mais morre no mundo todo. Em 2019, ao menos, 5.804 pessoas foram mortas por policiais. Na outra ponta, as taxas de assassinato e de suicídio de policiais brasileiros só aumentaram. Esse cenário fica ainda mais complexo quando levamos em conta que no Brasil não há uma única polícia. Temos pelo menos três esferas (Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Federal) com atribuições distintas. Difícil saber por onde começar o papo, não? Mas somos o Coemegência, então nada mais justo do que tentar entender tanto o mundo interno de quem experimenta esse ofício quanto o mundo externo do próprio ofício. É isso o que quisemos explorar nesse episódio, além de tentarmos descobrir alguns dos fios condutores de tanto sofrimento e violência. Nosso convidado de hoje, Frederick Leslie, é agente da Polícia Federal desde 2006. E mais do que isso, Fred também é professor do programa Cultivando Equilíbrio Emocional e, nos últimos anos, tem levado estes conhecimentos para dentro da PF e trabalhado-os com os policiais que vivem o seu dia-a-dia. Importantíssimo, não? Parece que sim, mas para termos certeza disso, recebemos o Fred pra contar como tem sido essa experiência. Além de ser um agente e professor, Fred também tem uma visão crítica refinada a respeito das policias, integra o coletivo "policiais antifascistas", e conversou com a gente sobre o que acredita que está errado e o que poderia melhorar nas forças de segurança brasileiras. Para além do que foi discutido no episódio, é bom lembrar que as conversas são sempre abertas e que, ao discutir algumas facetas de um assunto, sempre várias outras ficam de fora. Se isso vale até mesmo pra questões simples, vale mais ainda para temas tão complicados quanto aqueles sobre como uma comunidade pode garantir sua segurança, sobre como garantir que isso seja feito sem produzir ainda mais violência e sobre a possibilidade até mesmo de que tarefas como a investigação, prevenção e solução da violência sejam feitas por outros meios que não a instituição polícia como a conhecemos. … Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/44-saude-mental-em-contextos-de-estresse-com-frederick-leslie/</link>
  <pubDate>Thu, 06 Aug 2020 18:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Frederick Leslie, saude, mental, ceb, cultivo do equilibrio emocional, mundo interno, mundo externo, policia, policia federal, policia militar, policia civil, seguranca publica, compaixão, coemergência, podcast</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência em sua edição #44 e o tema da vez é a polícia. Seria possível manter a saúde mental em um contexto de tanto estresse? E, se sim, quais são algumas chaves para isso? Sabemos que o assunto é complexo e polêmico, ainda mais aqui no Brasil. A polícia brasileira é a que mais mata e mais morre no mundo todo. Em 2019, ao menos, 5.804 pessoas foram mortas por policiais. Na outra ponta, as taxas de assassinato e de suicídio de policiais brasileiros só aumentaram. Esse cenário fica ainda mais complexo quando levamos em conta que no Brasil não há uma única polícia. Temos pelo menos três esferas (Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Federal) com atribuições distintas. Difícil saber por onde começar o papo, não? Mas somos o Coemegência, então nada mais justo do que tentar entender tanto o mundo interno de quem experimenta esse ofício quanto o mundo externo do próprio ofício. É isso o que quisemos explorar nesse episódio, além de tentarmos descobrir alguns dos fios condutores de tanto sofrimento e violência. Nosso convidado de hoje, Frederick Leslie, é agente da Polícia Federal desde 2006. E mais do que isso, Fred também é professor do programa Cultivando Equilíbrio Emocional e, nos últimos anos, tem levado estes conhecimentos para dentro da PF e trabalhado-os com os policiais que vivem o seu dia-a-dia. Importantíssimo, não? Parece que sim, mas para termos certeza disso, recebemos o Fred pra contar como tem sido essa experiência. Além de ser um agente e professor, Fred também tem uma visão crítica refinada a respeito das policias, integra o coletivo "policiais antifascistas", e conversou com a gente sobre o que acredita que está errado e o que poderia melhorar nas forças de segurança brasileiras. Para além do que foi discutido no episódio, é bom lembrar que as conversas são sempre abertas e que, ao discutir algumas facetas de um assunto, sempre várias outras ficam de fora. Se isso vale até mesmo pra questões simples, vale mais ainda para temas tão complicados quanto aqueles sobre como uma comunidade pode garantir sua segurança, sobre como garantir que isso seja feito sem produzir ainda mais violência e sobre a possibilidade até mesmo de que tarefas como a investigação, prevenção e solução da violência sejam feitas por outros meios que não a instituição polícia como a conhecemos. … Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência em sua edição #44 e o tema da vez é a polícia. Seria possível manter a saúde mental em um contexto de tanto estresse? E, se sim, quais são algumas chaves para isso? Sabemos que o assunto é complexo e polêmico, ainda mais aqui no Brasil. A polícia brasileira é a que mais mata e mais morre no mundo todo. Em 2019, ao menos, 5.804 pessoas foram mortas por policiais. Na outra ponta, as taxas de assassinato e de suicídio de policiais brasileiros só aumentaram. Esse cenário fica ainda mais complexo quando levamos em conta que no Brasil não há uma única polícia. Temos pelo menos três esferas (Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Federal) com atribuições distintas. Difícil saber por onde começar o papo, não? Mas somos o Coemegência, então nada mais justo do que tentar entender tanto o mundo interno de quem experimenta esse ofício quanto o mundo externo do próprio ofício. É isso o que quisemos explorar nesse episódio, além de tentarmos descobrir alguns dos fios condutores de tanto sofrimento e violência. Nosso convidado de hoje, Frederick Leslie, é agente da Polícia Federal desde 2006. E mais do que isso, Fred também é professor do programa Cultivando Equilíbrio Emocional e, nos últimos anos, tem levado estes conhecimentos para dentro da PF e trabalhado-os com os policiais que vivem o seu dia-a-dia. Importantíssimo, não? Parece que sim, mas para termos certeza disso, recebemos o Fred pra contar como tem sido essa experiência. Além de ser um agente e professor, Fred também tem uma visão crítica refinada a respeito das policias, integra o coletivo "policiais antifascistas", e conversou com a gente sobre o que acredita que está errado e o que poderia melhorar nas forças de segurança brasileiras. Para além do que foi discutido no episódio, é bom lembrar que as conversas são sempre abertas e que, ao discutir algumas facetas de um assunto, sempre várias outras ficam de fora. Se isso vale até mesmo pra questões simples, vale mais ainda para temas tão complicados quanto aqueles sobre como uma comunidade pode garantir sua segurança, sobre como garantir que isso seja feito sem produzir ainda mais violência e sobre a possibilidade até mesmo de que tarefas como a investigação, prevenção e solução da violência sejam feitas por outros meios que não a instituição polícia como a conhecemos. … Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos no apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#43 Um caminho interpessoal para a liberdade (com Beth Faria)</title>
<description>Qual é a imagem que vem à sua mente quando se fala em meditação? Para muitas pessoas, costuma ser algo como a de alguém sentado à beira de um lago ou na frente de uma parede branca, sozinho ou em um grupo, mas provavelmente sem nenhum tipo de interação. Devido a essa concepção, muitas vezes esquecemos que a consciência meditativa pode ser cultivada em todas as circunstâncias da vida. E se for possível praticar a meditação interagindo com outras pessoas? E se essa interação for parte fundamental da prática? Ficou curioso? Essa é a proposta do Insight Dialogue, que é, nas palavras de seu criador, Gregory Kramer, "um caminho interpessoal para a liberdade". Convidamos a psicóloga, praticante experiente e professora de Insight Dialogue Beth Faria (www.bethfaria.com) para nos esclarecer como é possível cultivar as qualidades de atenção, relaxamento, abertura, conexão e discernimento através do diálogo e das interações com uma ou mais pessoas. Para nossa alegria, Beth transformou o próprio papo numa experimentação da proposta, e também nos trouxe reflexões preciosas sobre como a prática do mundo interno não pode se desvincular de uma preocupação ética mais abrangente. Esperamos que o papo te instigue a refletir sobre as nossas possibilidades de ação em nossas relações e no mundo. Te convidamos para que dê uma pausa no piloto automático mental, relaxe e se abra para essa conversa. Se quiser fazer parte desse movimento é só contribuir no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/43-um-caminho-interpessoal-para-a-liberdade-com-beth-faria//</link>
  <pubDate>Thu, 23 Jul 2020 17:32:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Beth Faria, insight dialogue, meditação, relações, relacionamentos, comunicação, diálogo, neoliberalismo, Gregory Kramer, meditação, psicoterapia, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Qual é a imagem que vem à sua mente quando se fala em meditação? Para muitas pessoas, costuma ser algo como a de alguém sentado à beira de um lago ou na frente de uma parede branca, sozinho ou em um grupo, mas provavelmente sem nenhum tipo de interação. Devido a essa concepção, muitas vezes esquecemos que a consciência meditativa pode ser cultivada em todas as circunstâncias da vida. E se for possível praticar a meditação interagindo com outras pessoas? E se essa interação for parte fundamental da prática? Ficou curioso? Essa é a proposta do Insight Dialogue, que é, nas palavras de seu criador, Gregory Kramer, "um caminho interpessoal para a liberdade". Convidamos a psicóloga, praticante experiente e professora de Insight Dialogue Beth Faria (www.bethfaria.com) para nos esclarecer como é possível cultivar as qualidades de atenção, relaxamento, abertura, conexão e discernimento através do diálogo e das interações com uma ou mais pessoas. Para nossa alegria, Beth transformou o próprio papo numa experimentação da proposta, e também nos trouxe reflexões preciosas sobre como a prática do mundo interno não pode se desvincular de uma preocupação ética mais abrangente. Esperamos que o papo te instigue a refletir sobre as nossas possibilidades de ação em nossas relações e no mundo. Te convidamos para que dê uma pausa no piloto automático mental, relaxe e se abra para essa conversa. Se quiser fazer parte desse movimento é só contribuir no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Qual é a imagem que vem à sua mente quando se fala em meditação? Para muitas pessoas, costuma ser algo como a de alguém sentado à beira de um lago ou na frente de uma parede branca, sozinho ou em um grupo, mas provavelmente sem nenhum tipo de interação. Devido a essa concepção, muitas vezes esquecemos que a consciência meditativa pode ser cultivada em todas as circunstâncias da vida. E se for possível praticar a meditação interagindo com outras pessoas? E se essa interação for parte fundamental da prática? Ficou curioso? Essa é a proposta do Insight Dialogue, que é, nas palavras de seu criador, Gregory Kramer, "um caminho interpessoal para a liberdade". Convidamos a psicóloga, praticante experiente e professora de Insight Dialogue Beth Faria (www.bethfaria.com) para nos esclarecer como é possível cultivar as qualidades de atenção, relaxamento, abertura, conexão e discernimento através do diálogo e das interações com uma ou mais pessoas. Para nossa alegria, Beth transformou o próprio papo numa experimentação da proposta, e também nos trouxe reflexões preciosas sobre como a prática do mundo interno não pode se desvincular de uma preocupação ética mais abrangente. Esperamos que o papo te instigue a refletir sobre as nossas possibilidades de ação em nossas relações e no mundo. Te convidamos para que dê uma pausa no piloto automático mental, relaxe e se abra para essa conversa. Se quiser fazer parte desse movimento é só contribuir no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #4 | Para imaginar alianças radicalmente Terrestres (com Alyne Costa)</title>
<description>Algumas das conversas que temos gravado no Coemergência, e outras mais ligadas às ciências humanas aqui no Interser, têm abordado diferentes aspectos da vida contemporânea (sem falar na da não-contemporânea): a necessidade de olhar as causas estruturais do nosso sofrimento contemporâneo, de produzir cuidado, conexão e mesmo atuação no mundo não apenas invidualmente, mas em rede, os problemas de uma vida muito acelerada e individualista. O equívoco de pensarmos que o mundo é algo que existe pronto, que os significados e identidades são pretensamente sólidos e estáveis. Há um tema que quase ninguém que nos ouve deixaria de considerar igualmente importante, que diz respeito às mudanças climáticas e a urgência de ação coletiva em relação a ele. Mas esta edição do Interser discute uma perspectiva mais radical sobre a questão, aquela adotada pelo filósofo francês Bruno Latour. Falando no surgimento de um Novo Regime Climático, mais do que em uma mera crise, Latour considera ser esse o fator sem o qual não se pode entender nenhum aspecto da geopolítica contemporânea. No seu livro mais recente, publicado em 2017 na França e essa semana no Brasil, "Onde Aterrar?: Como se orientar politicamente no Antropoceno", ele afirma que várias das mudanças ocorridas a partir do fim dos anos 1990 - des-regulação, explosão das desigualdades, negacionismos - surgem da percepção, por parte de certos grupos dominantes, de que a Terra não tinha mais espaço para eles e para todos os demais. Eles respondiam ao fato de que era mais possível crescer, progredir, acelerar indefinidamente - ainda que respondessem negando o problema. Isso leva a mudanças muito drásticas. Uma delas diz respeito ao que concebemos como natureza. A natureza não pode mais ser pensada como o palco imóvel, dado, onde os seres humanos vivem suas vidas. Mas como, então, compreendê-la? E, se a natureza não é isto que pensávamos que ela era, falar verdades sobre ela também não é o que pensávamos que era. Como pensar, então, sobre natureza e verdade no Novo Regime Climático? Quem nos respondeu sobre estas questões e outras mais foi a filósofa Alyne Costa, que é graduada em Comunicação Social pela UERJ, especialista, mestra e doutora em Filosofia pela PUC-Rio (2019), pós-doutoranda do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. A Alyne publicou recentemente o artigo “Por uma verdade capaz de imprever o fim do mundo” e escreveu o posfácio para a edição brasileira de "Onde Aterrar?". A gente tomou estes textos como base para a discussão, e, obviamente, tentamos imaginar um pouco mais o que seria uma vida mais aterrada. Se você quiser apoiar o Coemergência em sua luta constante contra Maharaja, estamos no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-4-para-imaginar-aliancas-radicalmente-terrestres-com-alyne-costa/</link>
  <pubDate>Thu, 16 Jul 2020 23:31:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Bruno Latour, Novo Regime Climático, Antropoceno, Alyne Costa, modernidade, filosofia, antropologia, verdade, mundo, imaginação, epistemologia, negacionismo, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Algumas das conversas que temos gravado no Coemergência, e outras mais ligadas às ciências humanas aqui no Interser, têm abordado diferentes aspectos da vida contemporânea (sem falar na da não-contemporânea): a necessidade de olhar as causas estruturais do nosso sofrimento contemporâneo, de produzir cuidado, conexão e mesmo atuação no mundo não apenas invidualmente, mas em rede, os problemas de uma vida muito acelerada e individualista. O equívoco de pensarmos que o mundo é algo que existe pronto, que os significados e identidades são pretensamente sólidos e estáveis. Há um tema que quase ninguém que nos ouve deixaria de considerar igualmente importante, que diz respeito às mudanças climáticas e a urgência de ação coletiva em relação a ele. Mas esta edição do Interser discute uma perspectiva mais radical sobre a questão, aquela adotada pelo filósofo francês Bruno Latour. Falando no surgimento de um Novo Regime Climático, mais do que em uma mera crise, Latour considera ser esse o fator sem o qual não se pode entender nenhum aspecto da geopolítica contemporânea. No seu livro mais recente, publicado em 2017 na França e essa semana no Brasil, "Onde Aterrar?: Como se orientar politicamente no Antropoceno", ele afirma que várias das mudanças ocorridas a partir do fim dos anos 1990 - des-regulação, explosão das desigualdades, negacionismos - surgem da percepção, por parte de certos grupos dominantes, de que a Terra não tinha mais espaço para eles e para todos os demais. Eles respondiam ao fato de que era mais possível crescer, progredir, acelerar indefinidamente - ainda que respondessem negando o problema. Isso leva a mudanças muito drásticas. Uma delas diz respeito ao que concebemos como natureza. A natureza não pode mais ser pensada como o palco imóvel, dado, onde os seres humanos vivem suas vidas. Mas como, então, compreendê-la? E, se a natureza não é isto que pensávamos que ela era, falar verdades sobre ela também não é o que pensávamos que era. Como pensar, então, sobre natureza e verdade no Novo Regime Climático? Quem nos respondeu sobre estas questões e outras mais foi a filósofa Alyne Costa, que é graduada em Comunicação Social pela UERJ, especialista, mestra e doutora em Filosofia pela PUC-Rio (2019), pós-doutoranda do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. A Alyne publicou recentemente o artigo “Por uma verdade capaz de imprever o fim do mundo” e escreveu o posfácio para a edição brasileira de "Onde Aterrar?". A gente tomou estes textos como base para a discussão, e, obviamente, tentamos imaginar um pouco mais o que seria uma vida mais aterrada. Se você quiser apoiar o Coemergência em sua luta constante contra Maharaja, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Algumas das conversas que temos gravado no Coemergência, e outras mais ligadas às ciências humanas aqui no Interser, têm abordado diferentes aspectos da vida contemporânea (sem falar na da não-contemporânea): a necessidade de olhar as causas estruturais do nosso sofrimento contemporâneo, de produzir cuidado, conexão e mesmo atuação no mundo não apenas invidualmente, mas em rede, os problemas de uma vida muito acelerada e individualista. O equívoco de pensarmos que o mundo é algo que existe pronto, que os significados e identidades são pretensamente sólidos e estáveis. Há um tema que quase ninguém que nos ouve deixaria de considerar igualmente importante, que diz respeito às mudanças climáticas e a urgência de ação coletiva em relação a ele. Mas esta edição do Interser discute uma perspectiva mais radical sobre a questão, aquela adotada pelo filósofo francês Bruno Latour. Falando no surgimento de um Novo Regime Climático, mais do que em uma mera crise, Latour considera ser esse o fator sem o qual não se pode entender nenhum aspecto da geopolítica contemporânea. No seu livro mais recente, publicado em 2017 na França e essa semana no Brasil, "Onde Aterrar?: Como se orientar politicamente no Antropoceno", ele afirma que várias das mudanças ocorridas a partir do fim dos anos 1990 - des-regulação, explosão das desigualdades, negacionismos - surgem da percepção, por parte de certos grupos dominantes, de que a Terra não tinha mais espaço para eles e para todos os demais. Eles respondiam ao fato de que era mais possível crescer, progredir, acelerar indefinidamente - ainda que respondessem negando o problema. Isso leva a mudanças muito drásticas. Uma delas diz respeito ao que concebemos como natureza. A natureza não pode mais ser pensada como o palco imóvel, dado, onde os seres humanos vivem suas vidas. Mas como, então, compreendê-la? E, se a natureza não é isto que pensávamos que ela era, falar verdades sobre ela também não é o que pensávamos que era. Como pensar, então, sobre natureza e verdade no Novo Regime Climático? Quem nos respondeu sobre estas questões e outras mais foi a filósofa Alyne Costa, que é graduada em Comunicação Social pela UERJ, especialista, mestra e doutora em Filosofia pela PUC-Rio (2019), pós-doutoranda do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. A Alyne publicou recentemente o artigo “Por uma verdade capaz de imprever o fim do mundo” e escreveu o posfácio para a edição brasileira de "Onde Aterrar?". A gente tomou estes textos como base para a discussão, e, obviamente, tentamos imaginar um pouco mais o que seria uma vida mais aterrada. Se você quiser apoiar o Coemergência em sua luta constante contra Maharaja, estamos no apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#42 Arte e florescimento humano (com Fábio Rodrigues)</title>
<description>Seria inevitável que um podcast sobre coemergência se ocupasse da atividade humana em que a inseparatividade entre o olhar e o mundo fica mais evidente, que é a arte. Como os processos artísticos podem revelar nossos processos internos e catalisar o cultivo das mais nobres qualidades humanas. Seria isso possível? Para nos ajudar a responder esta e outras perguntas, o entrevistado da vez é o designer, artista visual e caligrafista Fábio Rodrigues (@iodris). Além de seu engajamento com as artes, Fabio também é professor do programa Cultivating Emotional Balance, cofundador da comunidade de transformação online olugar e coordenador do CEBB em Joinville. Caso o nosso enforque para o tema tenha parecido abstrato demais ou pouco interessante, aviso: tem arte para todos os gostos. O maior foco da conversa foi esse que já citei aqui no início mas, se o seu lance é cultura pop, saiba que seu interesse também será contemplado – com destaque especial para a primeira edição da Casa dos Artistas e a cultura do oba-oba. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos quase cem generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia. Além de viabilizar a continuidade do nosso projeto, você concorre a dois livros por mês de nossa parceira Lúcida Letra.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/42-arte-e-florescimento-humano-com-fabio-rodrigues/</link>
  <pubDate>Thu, 09 Jul 2020 20:44:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>arte, estética, Fábio Rodrigues, Kazuaki Tanahashi, caligrafia, pintura, conexão, entretenimento, terapia, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seria inevitável que um podcast sobre coemergência se ocupasse da atividade humana em que a inseparatividade entre o olhar e o mundo fica mais evidente, que é a arte. Como os processos artísticos podem revelar nossos processos internos e catalisar o cultivo das mais nobres qualidades humanas. Seria isso possível? Para nos ajudar a responder esta e outras perguntas, o entrevistado da vez é o designer, artista visual e caligrafista Fábio Rodrigues (@iodris). Além de seu engajamento com as artes, Fabio também é professor do programa Cultivating Emotional Balance, cofundador da comunidade de transformação online olugar e coordenador do CEBB em Joinville. Caso o nosso enforque para o tema tenha parecido abstrato demais ou pouco interessante, aviso: tem arte para todos os gostos. O maior foco da conversa foi esse que já citei aqui no início mas, se o seu lance é cultura pop, saiba que seu interesse também será contemplado – com destaque especial para a primeira edição da Casa dos Artistas e a cultura do oba-oba. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos quase cem generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia. Além de viabilizar a continuidade do nosso projeto, você concorre a dois livros por mês de nossa parceira Lúcida Letra.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seria inevitável que um podcast sobre coemergência se ocupasse da atividade humana em que a inseparatividade entre o olhar e o mundo fica mais evidente, que é a arte. Como os processos artísticos podem revelar nossos processos internos e catalisar o cultivo das mais nobres qualidades humanas. Seria isso possível? Para nos ajudar a responder esta e outras perguntas, o entrevistado da vez é o designer, artista visual e caligrafista Fábio Rodrigues (@iodris). Além de seu engajamento com as artes, Fabio também é professor do programa Cultivating Emotional Balance, cofundador da comunidade de transformação online olugar e coordenador do CEBB em Joinville. Caso o nosso enforque para o tema tenha parecido abstrato demais ou pouco interessante, aviso: tem arte para todos os gostos. O maior foco da conversa foi esse que já citei aqui no início mas, se o seu lance é cultura pop, saiba que seu interesse também será contemplado – com destaque especial para a primeira edição da Casa dos Artistas e a cultura do oba-oba. Como sempre, deixamos nosso profundo agradecimento aos quase cem generosos seres humanos que seguem nos apoiando por meio da campanha de financiamento coletivo. Caso você sinta que o projeto merece sua contribuição e tenha o desejo de participar dessa corrente, está tudo explicado lá no apoia.se/coemergencia. Além de viabilizar a continuidade do nosso projeto, você concorre a dois livros por mês de nossa parceira Lúcida Letra.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#41 Renda Básica: a economia a favor da vida (com Tatiana Roque)</title>
<description>Seres de todos os reinos, seguimos tentando explorar as questões relevantes do nosso tempo à luz da relação entre consciência e o mundo social, aspectos que, como vocês talvez desconfiem, consideramos coemergentes. Uma questão particularmente relevante do nosso tempo é o crescimento inacreditável da desigualdade social nesta fase neoliberal do capitalismo, e o impacto dessa desigualdade sobre nossos corpos, nossas mentes, nossas relações. A convidada desse programa tem não apenas refletido sobre como o capitalismo incide sobre a nossa subjetividade, mas tem também se engajado na defesa de uma proposta capaz de transformar alguns dos problemas causados por ele, que é a proposta da renda básica. Estamos falando de Tatiana Roque, matemática, filósofa, professora da UFRJ, vice-presidente da Rede Brasileira de Renda Básica. A Tatiana falou com a gente não só sobre os aspectos práticos da proposta, mas também da visão subjacente, e de como ela ajudaria a resolver um problema, que é: hoje ainda pensamos todo tipo de proteção social atrelando-as ao emprego, sobretudo o formal, mas vivemos em um mundo em que a quantidade e a qualidade dos empregos está em declínio. Mais importante do que apoiar este medida em específico ou de se ver como alguém de esquerda, que é de onde a Tatiana fala, você certamente há de concordar que não adianta falarmos de coisas como a dignidade básica de todos os seres e não pensar nas condições materiais necessárias para que todos vivam dignamente, tenham elas ou não um emprego. Além disso, é uma visão muito estreita do potencial uns dos outros acharmos que só por meio de um emprego as pessoas se moveriam para desenvolver suas potencialidades e oferecê-las ao mundo - a gente tem bons motivos para crer que, da maneira como vivemos, as potencialidades e o movimento compassivo são muito mais bloqueados do que estimulados. Como a Tatiana diz no programa, é necessário fazer política, mesmo, em um sentido amplo do termo. ... Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos em www.apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! ;)</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/41-renda-basica-a-economia-a-favor-da-vida-com-tatiana-roque/</link>
  <pubDate>Thu, 25 Jun 2020 18:33:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>renda básica, Tatiana Roque, matemática, filosofia, neoliberalismo, Eduardo Suplicy, capitalismo, cuidado, Michel Foucault, sofrimento, conexão, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, seguimos tentando explorar as questões relevantes do nosso tempo à luz da relação entre consciência e o mundo social, aspectos que, como vocês talvez desconfiem, consideramos coemergentes. Uma questão particularmente relevante do nosso tempo é o crescimento inacreditável da desigualdade social nesta fase neoliberal do capitalismo, e o impacto dessa desigualdade sobre nossos corpos, nossas mentes, nossas relações. A convidada desse programa tem não apenas refletido sobre como o capitalismo incide sobre a nossa subjetividade, mas tem também se engajado na defesa de uma proposta capaz de transformar alguns dos problemas causados por ele, que é a proposta da renda básica. Estamos falando de Tatiana Roque, matemática, filósofa, professora da UFRJ, vice-presidente da Rede Brasileira de Renda Básica. A Tatiana falou com a gente não só sobre os aspectos práticos da proposta, mas também da visão subjacente, e de como ela ajudaria a resolver um problema, que é: hoje ainda pensamos todo tipo de proteção social atrelando-as ao emprego, sobretudo o formal, mas vivemos em um mundo em que a quantidade e a qualidade dos empregos está em declínio. Mais importante do que apoiar este medida em específico ou de se ver como alguém de esquerda, que é de onde a Tatiana fala, você certamente há de concordar que não adianta falarmos de coisas como a dignidade básica de todos os seres e não pensar nas condições materiais necessárias para que todos vivam dignamente, tenham elas ou não um emprego. Além disso, é uma visão muito estreita do potencial uns dos outros acharmos que só por meio de um emprego as pessoas se moveriam para desenvolver suas potencialidades e oferecê-las ao mundo - a gente tem bons motivos para crer que, da maneira como vivemos, as potencialidades e o movimento compassivo são muito mais bloqueados do que estimulados. Como a Tatiana diz no programa, é necessário fazer política, mesmo, em um sentido amplo do termo. ... Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos em www.apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! ;)</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, seguimos tentando explorar as questões relevantes do nosso tempo à luz da relação entre consciência e o mundo social, aspectos que, como vocês talvez desconfiem, consideramos coemergentes. Uma questão particularmente relevante do nosso tempo é o crescimento inacreditável da desigualdade social nesta fase neoliberal do capitalismo, e o impacto dessa desigualdade sobre nossos corpos, nossas mentes, nossas relações. A convidada desse programa tem não apenas refletido sobre como o capitalismo incide sobre a nossa subjetividade, mas tem também se engajado na defesa de uma proposta capaz de transformar alguns dos problemas causados por ele, que é a proposta da renda básica. Estamos falando de Tatiana Roque, matemática, filósofa, professora da UFRJ, vice-presidente da Rede Brasileira de Renda Básica. A Tatiana falou com a gente não só sobre os aspectos práticos da proposta, mas também da visão subjacente, e de como ela ajudaria a resolver um problema, que é: hoje ainda pensamos todo tipo de proteção social atrelando-as ao emprego, sobretudo o formal, mas vivemos em um mundo em que a quantidade e a qualidade dos empregos está em declínio. Mais importante do que apoiar este medida em específico ou de se ver como alguém de esquerda, que é de onde a Tatiana fala, você certamente há de concordar que não adianta falarmos de coisas como a dignidade básica de todos os seres e não pensar nas condições materiais necessárias para que todos vivam dignamente, tenham elas ou não um emprego. Além disso, é uma visão muito estreita do potencial uns dos outros acharmos que só por meio de um emprego as pessoas se moveriam para desenvolver suas potencialidades e oferecê-las ao mundo - a gente tem bons motivos para crer que, da maneira como vivemos, as potencialidades e o movimento compassivo são muito mais bloqueados do que estimulados. Como a Tatiana diz no programa, é necessário fazer política, mesmo, em um sentido amplo do termo. ... Você gostaria de apoiar nosso trabalho? Estamos em www.apoia.se/coemergencia. Faz a maior diferença pra gente! ;)  </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#40 Cuidar de si para cuidar do outro (com Caroline Bertolino)</title>
<description>O quadragésimo desafio do Coemergência à impermanência conta com a participação muito especial da querida Caroline Bertolino e com o tema um tanto relevante que é a autocompaixão. A Caroline é formada pelo programa Cultivando Equilíbrio Emocional, do qual já falamos bastante por aqui, e no Mindful Self-Compassion, da Kristin Neff e do Christopher Germer. O tema se torna especialmente relevante hoje por diferentes motivos. Por um lado, nosso contexto político e a pandemia seguem trazendo complexidades diariamente, ainda mais para quem está sendo mais diretamente impactado por essas circunstâncias. Por outro lado, se não bastasse esse contexto, ainda adicionamos o tempero de seguir com nossos padrões de cobrança. Queremos seguir produtivos, aproveitar melhor o tempo, assistir todas as lives do momento, ler aquele texto, fazer aquela aula de yoga, terminar o livro que está ali parado, manter contato com os amigos e família, cuidar da casa, fazer uma horta, colocar em dia os podcasts, ler sobre a última violência praticada pelo presidente e, ah, idealmente, comer e dormir bem… Ufa! Seja como for, uma coisa é certa: para lidarmos com tudo o que tem acontecido sem adicionarmos ainda mais sofrimento, a autocompaixão é essencial. Se, como já discutimos em tantos programas, essa lucidez que reconhece o sofrimento e a possibilidade de cuidar dele é tão indispensável, não haveria sentido praticar compaixão sem oferecê-la também a nós mesmos. E isto sequer seria possível também, pois levamos aos outros o que temos em nós a cada momento. Esperamos realmente que esse papo chegue como um abraço, como uma expressão de cuidado. Foi assim que nos sentimos ao longo de toda a conversa. Ah, não custa lembrar: caso você queira apoiar o Coemergência, seguimos no apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/40-cuidar-de-si-para-cuidar-do-outro-com-caroline-bertolino/</link>
  <pubDate>Thu, 11 Jun 2020 19:47:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>autocompaixão, Kristin Neff, cuidado, acolhimento, sofrimento, conexão, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>O quadragésimo desafio do Coemergência à impermanência conta com a participação muito especial da querida Caroline Bertolino e com o tema um tanto relevante que é a autocompaixão. A Caroline é formada pelo programa Cultivando Equilíbrio Emocional, do qual já falamos bastante por aqui, e no Mindful Self-Compassion, da Kristin Neff e do Christopher Germer. O tema se torna especialmente relevante hoje por diferentes motivos. Por um lado, nosso contexto político e a pandemia seguem trazendo complexidades diariamente, ainda mais para quem está sendo mais diretamente impactado por essas circunstâncias. Por outro lado, se não bastasse esse contexto, ainda adicionamos o tempero de seguir com nossos padrões de cobrança. Queremos seguir produtivos, aproveitar melhor o tempo, assistir todas as lives do momento, ler aquele texto, fazer aquela aula de yoga, terminar o livro que está ali parado, manter contato com os amigos e família, cuidar da casa, fazer uma horta, colocar em dia os podcasts, ler sobre a última violência praticada pelo presidente e, ah, idealmente, comer e dormir bem… Ufa! Seja como for, uma coisa é certa: para lidarmos com tudo o que tem acontecido sem adicionarmos ainda mais sofrimento, a autocompaixão é essencial. Se, como já discutimos em tantos programas, essa lucidez que reconhece o sofrimento e a possibilidade de cuidar dele é tão indispensável, não haveria sentido praticar compaixão sem oferecê-la também a nós mesmos. E isto sequer seria possível também, pois levamos aos outros o que temos em nós a cada momento. Esperamos realmente que esse papo chegue como um abraço, como uma expressão de cuidado. Foi assim que nos sentimos ao longo de toda a conversa. Ah, não custa lembrar: caso você queira apoiar o Coemergência, seguimos no apoia.se/coemergencia. </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O quadragésimo desafio do Coemergência à impermanência conta com a participação muito especial da querida Caroline Bertolino e com o tema um tanto relevante que é a autocompaixão. A Caroline é formada pelo programa Cultivando Equilíbrio Emocional, do qual já falamos bastante por aqui, e no Mindful Self-Compassion, da Kristin Neff e do Christopher Germer. O tema se torna especialmente relevante hoje por diferentes motivos. Por um lado, nosso contexto político e a pandemia seguem trazendo complexidades diariamente, ainda mais para quem está sendo mais diretamente impactado por essas circunstâncias. Por outro lado, se não bastasse esse contexto, ainda adicionamos o tempero de seguir com nossos padrões de cobrança. Queremos seguir produtivos, aproveitar melhor o tempo, assistir todas as lives do momento, ler aquele texto, fazer aquela aula de yoga, terminar o livro que está ali parado, manter contato com os amigos e família, cuidar da casa, fazer uma horta, colocar em dia os podcasts, ler sobre a última violência praticada pelo presidente e, ah, idealmente, comer e dormir bem… Ufa! Seja como for, uma coisa é certa: para lidarmos com tudo o que tem acontecido sem adicionarmos ainda mais sofrimento, a autocompaixão é essencial. Se, como já discutimos em tantos programas, essa lucidez que reconhece o sofrimento e a possibilidade de cuidar dele é tão indispensável, não haveria sentido praticar compaixão sem oferecê-la também a nós mesmos. E isto sequer seria possível também, pois levamos aos outros o que temos em nós a cada momento. Esperamos realmente que esse papo chegue como um abraço, como uma expressão de cuidado. Foi assim que nos sentimos ao longo de toda a conversa. Ah, não custa lembrar: caso você queira apoiar o Coemergência, seguimos no apoia.se/coemergencia.  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#39 Somos todos filhos da terra (com Kaká Werá)</title>
<description>Diante da crise econômica, ambiental, política e sanitária que vivemos, mais do que nunca é tempo de nos repensarmos como comunidade humana e mudarmos nosso modo de vida, tão dualista e exploratório e auto destrutivo - diríamos mais, é tempo de repensar nosso conceito, ultimamente cada vez mais restrito, de comunidade. Para nos ajudar na tarefa chamamos Kaká Werá, escritor, ambientalista e conferencista de origem indígena tapuia. No papo ele nos revela a violência que permanece contra os povos indígenas, as distorções que ainda impedem um encontro mais empático e autêntico por parte da sociedade não-indígena e a visão de mundo e valores que une os povos originários. Visão essa que tem o potencial de nos inspirar a viver como filhos da terra que somos, com respeito à interdependência que perpassa e constitui todos os seres e todos os reinos, seja animal, vegetal e mineral, formando essa grande e complexa comunidade da qual somos uma ínfima e, atualmente, desconectada parte. Esperamos que o papo te inspire a essa reconexão a partir de modos de conviver mais sábios e benéficos. Durante a entrevista, Kaká nos contou que há um provérbio africano segundo o qual, num dado momento da terra, quando as coisas estiverem muito difíceis, pequenos círculos de pessoas fazendo pequenos encontros mudarão a face da mundo. A imagem é inspiradora, agora cabe a nós torná-la concreta. Se junte a essa roda e aproveite a conversa! Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;) </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/39-somos-todos-filhos-da-terra-com-kaka-wera/</link>
  <pubDate>Thu, 28 May 2020 19:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>povos originários, terapia, antropologia, tapuia, guarani, Dalai Lama, Lama Padma Samten, comunicação, conexão, compaixão, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Diante da crise econômica, ambiental, política e sanitária que vivemos, mais do que nunca é tempo de nos repensarmos como comunidade humana e mudarmos nosso modo de vida, tão dualista e exploratório e auto destrutivo - diríamos mais, é tempo de repensar nosso conceito, ultimamente cada vez mais restrito, de comunidade. Para nos ajudar na tarefa chamamos Kaká Werá, escritor, ambientalista e conferencista de origem indígena tapuia. No papo ele nos revela a violência que permanece contra os povos indígenas, as distorções que ainda impedem um encontro mais empático e autêntico por parte da sociedade não-indígena e a visão de mundo e valores que une os povos originários. Visão essa que tem o potencial de nos inspirar a viver como filhos da terra que somos, com respeito à interdependência que perpassa e constitui todos os seres e todos os reinos, seja animal, vegetal e mineral, formando essa grande e complexa comunidade da qual somos uma ínfima e, atualmente, desconectada parte. Esperamos que o papo te inspire a essa reconexão a partir de modos de conviver mais sábios e benéficos. Durante a entrevista, Kaká nos contou que há um provérbio africano segundo o qual, num dado momento da terra, quando as coisas estiverem muito difíceis, pequenos círculos de pessoas fazendo pequenos encontros mudarão a face da mundo. A imagem é inspiradora, agora cabe a nós torná-la concreta. Se junte a essa roda e aproveite a conversa!... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;) </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Diante da crise econômica, ambiental, política e sanitária que vivemos, mais do que nunca é tempo de nos repensarmos como comunidade humana e mudarmos nosso modo de vida, tão dualista e exploratório e auto destrutivo - diríamos mais, é tempo de repensar nosso conceito, ultimamente cada vez mais restrito, de comunidade. Para nos ajudar na tarefa chamamos Kaká Werá, escritor, ambientalista e conferencista de origem indígena tapuia. No papo ele nos revela a violência que permanece contra os povos indígenas, as distorções que ainda impedem um encontro mais empático e autêntico por parte da sociedade não-indígena e a visão de mundo e valores que une os povos originários. Visão essa que tem o potencial de nos inspirar a viver como filhos da terra que somos, com respeito à interdependência que perpassa e constitui todos os seres e todos os reinos, seja animal, vegetal e mineral, formando essa grande e complexa comunidade da qual somos uma ínfima e, atualmente, desconectada parte. Esperamos que o papo te inspire a essa reconexão a partir de modos de conviver mais sábios e benéficos. Durante a entrevista, Kaká nos contou que há um provérbio africano segundo o qual, num dado momento da terra, quando as coisas estiverem muito difíceis, pequenos círculos de pessoas fazendo pequenos encontros mudarão a face da mundo. A imagem é inspiradora, agora cabe a nós torná-la concreta. Se junte a essa roda e aproveite a conversa! Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;)  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #3 | Descrença na solidariedade, cinismo e aceleração (com Moysés Pinto Neto)</title>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-3-descrenca-na-solidariedade-cinismo-e-aceleracao-com-moyses-pinto-neto/</link>
<description>O convidado do terceiro episódio do Interser é o filósofo Moysés Pinto Neto. Ele é doutor em Filosofia pela PUC do RS, Mestre em Ciências Criminais (2006-2007) e Especialista em Ciências Penais (2005) pela PUC-RS e graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998-2003). O Moysés respondeu algumas perguntas relativas a vários aspectos de cultura, sociedade e política capitalistas contemporâneos. A primeira delas diz respeito ao bolsonarismo em particular. Esse movimento, segundo ele, carrega consigo a imagem de um mundo que é necessariamente cruel, em que a solidariedade é impossível e que, portanto, qualquer afirmação dela é necessariamente hipócrita. Diante dessa suposta hipocrisia, movimentos como o bolsonarismo adotam a postura do cinismo. A discussão também explorou de maneira mais ampla essa oposição entre hipocrisia e cinismo, que ele explica melhor no episódio. Existe um tipo de cinismo na contemporaneidade que se manifesta do discurso dos “trolls”, que originalmente eram apenas essas figuras que entravam em discussões na internet com o intuito de atrapalhar e confundir, mas cujo padrão de comportamento agora ganhou maior difusão e poder político. Os trolls, diz o Moysés, produzem uma espécie de um “humor brutal”, que joga na zona de indecidibilidade entre o discurso literal e a piada. E seus críticos, quando tentam reagir, ainda por cima participam de um looping de feedback, assumindo a posição que se poderia chamar de “politicamente correta”: estes trabalham no nível literal e acabam se colocando na posição de polícia moral, sem perceber que o discurso dos trolls opera sobretudo no nível performativo, não no constativo. Por fim, falamos também sobre a possibilidade - presente, por exemplo, na perspectiva das contraculturas dos anos 1960 e 1970 e os “extramodernos”, como os povos originários, que não buscam solução na dicotomia entre estado e mercado – como que disputando quem é capaz de acelerar mais rápido –, mas sim, de maneiras diversas, rejeitam o próprio tabuleiro “estado vs. mercado”. Aprofunde. Para ler os textos do Moysés, você pode conferir o perfil dele no Academia.edu e no Medium. Ele também participa do canal Transe no Youtube. No episódio, discutimos os artigos: Moysés Pinto Neto. Esquecer o neoliberalismo: aceleracionismo como terceiro espírito do capitalismo. Cadernos IHU, ano 14, n. 245, v. 14, 2016. Moysés Pinto Neto. Do populismo reacionário ao exterminismo: yuppies, neggers e trolls. Crise e Crítica, v. 2, n. 2, 2018.
... Gostaria de apoiar o Coemergência? Estamos no apoia.se/coemergencia! ;)</description>
  <pubDate>Fri, 22 May 2020 01:09:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>O convidado do terceiro episódio do Interser é o filósofo Moysés Pinto Neto. Ele é doutor em Filosofia pela PUC do RS, Mestre em Ciências Criminais (2006-2007) e Especialista em Ciências Penais (2005) pela PUC-RS e graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998-2003). O Moysés respondeu algumas perguntas relativas a vários aspectos de cultura, sociedade e política capitalistas contemporâneos. A primeira delas diz respeito ao bolsonarismo em particular. Esse movimento, segundo ele, carrega consigo a imagem de um mundo que é necessariamente cruel, em que a solidariedade é impossível e que, portanto, qualquer afirmação dela é necessariamente hipócrita. Diante dessa suposta hipocrisia, movimentos como o bolsonarismo adotam a postura do cinismo. A discussão também explorou de maneira mais ampla essa oposição entre hipocrisia e cinismo, que ele explica melhor no episódio. Existe um tipo de cinismo na contemporaneidade que se manifesta do discurso dos “trolls”, que originalmente eram apenas essas figuras que entravam em discussões na internet com o intuito de atrapalhar e confundir, mas cujo padrão de comportamento agora ganhou maior difusão e poder político. Os trolls, diz o Moysés, produzem uma espécie de um “humor brutal”, que joga na zona de indecidibilidade entre o discurso literal e a piada. E seus críticos, quando tentam reagir, ainda por cima participam de um looping de feedback, assumindo a posição que se poderia chamar de “politicamente correta”: estes trabalham no nível literal e acabam se colocando na posição de polícia moral, sem perceber que o discurso dos trolls opera sobretudo no nível performativo, não no constativo. Por fim, falamos também sobre a possibilidade - presente, por exemplo, na perspectiva das contraculturas dos anos 1960 e 1970 e os “extramodernos”, como os povos originários, que não buscam solução na dicotomia entre estado e mercado – como que disputando quem é capaz de acelerar mais rápido –, mas sim, de maneiras diversas, rejeitam o próprio tabuleiro “estado vs. mercado”. Aprofunde. Para ler os textos do Moysés, você pode conferir o perfil dele no Academia.edu e no Medium. Ele também participa do canal Transe no Youtube. No episódio, discutimos os artigos: Moysés Pinto Neto. Esquecer o neoliberalismo: aceleracionismo como terceiro espírito do capitalismo. Cadernos IHU, ano 14, n. 245, v. 14, 2016. Moysés Pinto Neto. Do populismo reacionário ao exterminismo: yuppies, neggers e trolls. Crise e Crítica, v. 2, n. 2, 2018.
... Gostaria de apoiar o Coemergência? Estamos no apoia.se/coemergencia! ;)</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O convidado do terceiro episódio do Interser é o filósofo Moysés Pinto Neto. Ele é doutor em Filosofia pela PUC do RS, Mestre em Ciências Criminais (2006-2007) e Especialista em Ciências Penais (2005) pela PUC-RS e graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998-2003). O Moysés respondeu algumas perguntas relativas a vários aspectos de cultura, sociedade e política capitalistas contemporâneos. A primeira delas diz respeito ao bolsonarismo em particular. Esse movimento, segundo ele, carrega consigo a imagem de um mundo que é necessariamente cruel, em que a solidariedade é impossível e que, portanto, qualquer afirmação dela é necessariamente hipócrita. Diante dessa suposta hipocrisia, movimentos como o bolsonarismo adotam a postura do cinismo. A discussão também explorou de maneira mais ampla essa oposição entre hipocrisia e cinismo, que ele explica melhor no episódio. Existe um tipo de cinismo na contemporaneidade que se manifesta do discurso dos “trolls”, que originalmente eram apenas essas figuras que entravam em discussões na internet com o intuito de atrapalhar e confundir, mas cujo padrão de comportamento agora ganhou maior difusão e poder político. Os trolls, diz o Moysés, produzem uma espécie de um “humor brutal”, que joga na zona de indecidibilidade entre o discurso literal e a piada. E seus críticos, quando tentam reagir, ainda por cima participam de um looping de feedback, assumindo a posição que se poderia chamar de “politicamente correta”: estes trabalham no nível literal e acabam se colocando na posição de polícia moral, sem perceber que o discurso dos trolls opera sobretudo no nível performativo, não no constativo. Por fim, falamos também sobre a possibilidade - presente, por exemplo, na perspectiva das contraculturas dos anos 1960 e 1970 e os “extramodernos”, como os povos originários, que não buscam solução na dicotomia entre estado e mercado – como que disputando quem é capaz de acelerar mais rápido –, mas sim, de maneiras diversas, rejeitam o próprio tabuleiro “estado vs. mercado”. Aprofunde. Para ler os textos do Moysés, você pode conferir o perfil dele no Academia.edu e no Medium. Ele também participa do canal Transe no Youtube. No episódio, discutimos os artigos: Moysés Pinto Neto. Esquecer o neoliberalismo: aceleracionismo como terceiro espírito do capitalismo. Cadernos IHU, ano 14, n. 245, v. 14, 2016. Moysés Pinto Neto. Do populismo reacionário ao exterminismo: yuppies, neggers e trolls. Crise e Crítica, v. 2, n. 2, 2018.
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  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#38 Relações como espaços nutritivos (com João Vale)</title>
<description>Seres de todos os reinos, em tempos de ansiedade e isolamento causados ou potencializados pela pandemia que nos toca, vemos surgir como consequência um maior interesse e necessidade por práticas contemplativas e psicoterapêuticas, além de um maior engajamento em pautas sociais. Para abarcar todos estes temas com propriedade e bom humor, chamamos um convidado ansiado por nós e cobrado por nossos ouvintes já há bastante tempo. João Vale, que é doutor em sociologia, psicoterapeuta e estudante de budismo há 14 anos, compareceu a nossa lavanderia virtual para falar sobre espiritualidade a partir de uma perspectiva antiautoritária que dialoga com a psicoterapia e com o engajamento social. No papo, ele nos fala da importância de comunidades e mestres de afeto, a partir de sua pesquisa de doutorado, do perigo de criar uma identidade espiritual sem se conhecer emocionalmente, de como podemos agir socialmente a partir de um lugar de abertura, do valor de depressão como desinflamação de nossas identidades e da necessidade de poder ser ninguém para poder ser o que for preciso. Ficou curioso? Então dá o play e ativamente se junte à conversa que o papo tá instigante... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;) </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/38-relacoes-como-espacos-nutritivos/</link>
  <pubDate>Fri, 15 May 2020 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>espaço, nutrição, psicoterapia, budismo, afeto, vínculo, cuidado, descolonização, diálogo, comunicação, conexão, empatia, compaixão, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, em tempos de ansiedade e isolamento causados ou potencializados pela pandemia que nos toca, vemos surgir como consequência um maior interesse e necessidade por práticas contemplativas e psicoterapêuticas, além de um maior engajamento em pautas sociais. Para abarcar todos estes temas com propriedade e bom humor, chamamos um convidado ansiado por nós e cobrado por nossos ouvintes já há bastante tempo. João Vale, que é doutor em sociologia, psicoterapeuta e estudante de budismo há 14 anos, compareceu a nossa lavanderia virtual para falar sobre espiritualidade a partir de uma perspectiva antiautoritária que dialoga com a psicoterapia e com o engajamento social. No papo, ele nos fala da importância de comunidades e mestres de afeto, a partir de sua pesquisa de doutorado, do perigo de criar uma identidade espiritual sem se conhecer emocionalmente, de como podemos agir socialmente a partir de um lugar de abertura, do valor de depressão como desinflamação de nossas identidades e da necessidade de poder ser ninguém para poder ser o que for preciso. Ficou curioso? Então dá o play e ativamente se junte à conversa que o papo tá instigante... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;)  </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #2 | Populismo digital e pós-verdade (com Letícia Cesarino)</title>
<description>A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley.  Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade – que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" – e em particular do bolsonarismo – produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las.…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-2-populismo-digital-e-posverdade/</link>
  <pubDate>Wed, 06 May 2020 15:10:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>Leticia Cesarino, pos-verdade, populismo, populismo digital, Ernesto Laclau, Gregory Bateson, bolsonarismo, cibernetica, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley.  Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade – que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" – e em particular do bolsonarismo – produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley.  Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade – que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" – e em particular do bolsonarismo – produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#37 Por conversas que conectem (com Carolina Nalon)</title>
<description>Seres de todos os reinos, seguimos abusados contra a impermanência. Na medida do possível, estamos tentando identificar e trazer temas para o podcast que acreditamos que podem ser úteis para esse momento que estamos vivendo. Nesse sentido, o tema dessa semana foi: conversas. Em um contexto de crise como o atual, quando tudo parece estar mais à flor da pele, quando precisamos de medidas urgentes e rápidas, quando nosso mundo emocional está mais reativo, parece ficar ainda mais difícil se comunicar com quem pensa diferente da gente. As tensões em família, nos grupos de whatsapp e nas redes sociais parecem ter voltado com tudo. E o que dizer, então, sobre a comunicação com pessoas que estão defendendo opiniões que vão na direção contrária do que vemos que é necessário fazer agora, tanto no nível mais amplo, dos governos, quanto no nível individual? Fomos, então, atrás da querida Carolina Nalon, para ela nos ajudar a seguir melhor nessas conversas. Para quem não a conhece, a Carol é fundadora do Instituto Tiê, especializada em Coaching Ontológico e em Comunicação Não Violenta. Em uma conversa que poderia ter seguido por horas, percorremos muitos temas e muitas dúvidas que estão nos inquietando nos últimos dias. (Como contexto: gravamos esse programa em 15/04.) Falamos sobre o que seria a Comunicação não Violenta e como seus princípios se aplicam ao momento atual, levantamos exemplos concretos de conversas que tivemos ultimamente e discutimos sobre os processos mais amplos que deveríamos seguir para tentarmos ter uma comunicação mais autêntica com os outros. E, mais do que isso tudo, a Carol nos lembrou de uma coisa que, às vezes, acabamos perdendo de vista. O ponto todo não é ganhar discussões, mas gerarmos mais conexões uns com os outros. Se essa for a única mensagem que ficar, já valeu. Esperamos que chegue em boa hora aí. Vem com a gente que achamos que esse papo pode ajudar muito! Ah, sempre bom lembrar: caso queira e possa contribuir para seguirmos desafiando a impermanência, sua generosidade fará toda a diferença! Seguimos lá no apoia.se/coemergencia. ;) </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/37-por-conversas-que-conectam-com-carol-nalon/</link>
  <pubDate>Fri, 24 Apr 2020 18:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>conversa, comunicação não-violenta, diálogo, comunicação, conexão, empatia, compaixão, coronavirus, covid19, pandemia, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, seguimos abusados contra a impermanência. Na medida do possível, estamos tentando identificar e trazer temas para o podcast que acreditamos que podem ser úteis para esse momento que estamos vivendo. Nesse sentido, o tema dessa semana foi: conversas. Em um contexto de crise como o atual, quando tudo parece estar mais à flor da pele, quando precisamos de medidas urgentes e rápidas, quando nosso mundo emocional está mais reativo, parece ficar ainda mais difícil se comunicar com quem pensa diferente da gente. As tensões em família, nos grupos de whatsapp e nas redes sociais parecem ter voltado com tudo. E o que dizer, então, sobre a comunicação com pessoas que estão defendendo opiniões que vão na direção contrária do que vemos que é necessário fazer agora, tanto no nível mais amplo, dos governos, quanto no nível individual? Fomos, então, atrás da querida Carolina Nalon, para ela nos ajudar a seguir melhor nessas conversas. Para quem não a conhece, a Carol é fundadora do Instituto Tiê, especializada em Coaching Ontológico e em Comunicação Não Violenta. Em uma conversa que poderia ter seguido por horas, percorremos muitos temas e muitas dúvidas que estão nos inquietando nos últimos dias. (Como contexto: gravamos esse programa em 15/04.) Falamos sobre o que seria a Comunicação não Violenta e como seus princípios se aplicam ao momento atual, levantamos exemplos concretos de conversas que tivemos ultimamente e discutimos sobre os processos mais amplos que deveríamos seguir para tentarmos ter uma comunicação mais autêntica com os outros. E, mais do que isso tudo, a Carol nos lembrou de uma coisa que, às vezes, acabamos perdendo de vista. O ponto todo não é ganhar discussões, mas gerarmos mais conexões uns com os outros. Se essa for a única mensagem que ficar, já valeu. Esperamos que chegue em boa hora aí. Vem com a gente que achamos que esse papo pode ajudar muito! Ah, sempre bom lembrar: caso queira e possa contribuir para seguirmos desafiando a impermanência, sua generosidade fará toda a diferença! Seguimos lá no apoia.se/coemergencia. ;) </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, seguimos abusados contra a impermanência. Na medida do possível, estamos tentando identificar e trazer temas para o podcast que acreditamos que podem ser úteis para esse momento que estamos vivendo. Nesse sentido, o tema dessa semana foi: conversas. Em um contexto de crise como o atual, quando tudo parece estar mais à flor da pele, quando precisamos de medidas urgentes e rápidas, quando nosso mundo emocional está mais reativo, parece ficar ainda mais difícil se comunicar com quem pensa diferente da gente. As tensões em família, nos grupos de whatsapp e nas redes sociais parecem ter voltado com tudo. E o que dizer, então, sobre a comunicação com pessoas que estão defendendo opiniões que vão na direção contrária do que vemos que é necessário fazer agora, tanto no nível mais amplo, dos governos, quanto no nível individual? Fomos, então, atrás da querida Carolina Nalon, para ela nos ajudar a seguir melhor nessas conversas. Para quem não a conhece, a Carol é fundadora do Instituto Tiê, especializada em Coaching Ontológico e em Comunicação Não Violenta. Em uma conversa que poderia ter seguido por horas, percorremos muitos temas e muitas dúvidas que estão nos inquietando nos últimos dias. (Como contexto: gravamos esse programa em 15/04.) Falamos sobre o que seria a Comunicação não Violenta e como seus princípios se aplicam ao momento atual, levantamos exemplos concretos de conversas que tivemos ultimamente e discutimos sobre os processos mais amplos que deveríamos seguir para tentarmos ter uma comunicação mais autêntica com os outros. E, mais do que isso tudo, a Carol nos lembrou de uma coisa que, às vezes, acabamos perdendo de vista. O ponto todo não é ganhar discussões, mas gerarmos mais conexões uns com os outros. Se essa for a única mensagem que ficar, já valeu. Esperamos que chegue em boa hora aí. Vem com a gente que achamos que esse papo pode ajudar muito! Ah, sempre bom lembrar: caso queira e possa contribuir para seguirmos desafiando a impermanência, sua generosidade fará toda a diferença! Seguimos lá no apoia.se/coemergencia. ;)  </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#36 Há limites para o cuidado? (com Lucas Guimaraes)</title>
<description>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência, seu podcast quinzenal que, pelo poder da vacuidade, pode também manifestar-se como uma aparência semanal ou de qualquer outra periodicidade que pudermos imaginar. Não há mais regras e podemos aterrissar em seus ouvidos a qualquer momento. Seguimos em quarentena, gravando à distância, talvez com a respiração um pouco mais curta e o coração mais apertado. Pra falar sobre o assunto do momento, nada melhor do que alguém que está vivendo a crise intensamente, direto de seu epicentro. Lucas Guimarães é médico formado pela Unifesp, especialista em geriatria e gerente de Práticas Médicas de um grande hospital de São Paulo. Editou o Guia de Comunicação de Más Notícias, livro lançado pela Editora Atheneu. Nesta conversa, ele nos contou como foram as primeiras semanas de trabalho no front do atendimento aos infectados pelo novo coronavírus (e sobre a sua experiência como paciente também), relatou como os hospitais estão lidando com a crise e as perspectivas para as próximas semanas, e dividiu conosco o caminho mais confiável no cuidado de seres humanos em sofrimento, em tempos de coronavírus ou não. Consegue imaginar? Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se.</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/36-ha-limites-para-o-cuidado</link>
  <pubDate>Fri, 17 Apr 2020 18:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>saúde, cuidado, profissionais de saúde, medicina, compaixão, práticas médicas, ciência, coronavirus, covid19, pandemia, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência, seu podcast quinzenal que, pelo poder da vacuidade, pode também manifestar-se como uma aparência semanal ou de qualquer outra periodicidade que pudermos imaginar. Não há mais regras e podemos aterrissar em seus ouvidos a qualquer momento. Seguimos em quarentena, gravando à distância, talvez com a respiração um pouco mais curta e o coração mais apertado. Pra falar sobre o assunto do momento, nada melhor do que alguém que está vivendo a crise intensamente, direto de seu epicentro. Lucas Guimarães é médico formado pela Unifesp, especialista em geriatria e gerente de Práticas Médicas de um grande hospital de São Paulo. Editou o Guia de Comunicação de Más Notícias, livro lançado pela Editora Atheneu. Nesta conversa, ele nos contou como foram as primeiras semanas de trabalho no front do atendimento aos infectados pelo novo coronavírus (e sobre a sua experiência como paciente também), relatou como os hospitais estão lidando com a crise e as perspectivas para as próximas semanas, e dividiu conosco o caminho mais confiável no cuidado de seres humanos em sofrimento, em tempos de coronavírus ou não. Consegue imaginar? Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, este é o Coemergência, seu podcast quinzenal que, pelo poder da vacuidade, pode também manifestar-se como uma aparência semanal ou de qualquer outra periodicidade que pudermos imaginar. Não há mais regras e podemos aterrissar em seus ouvidos a qualquer momento. Seguimos em quarentena, gravando à distância, talvez com a respiração um pouco mais curta e o coração mais apertado. Pra falar sobre o assunto do momento, nada melhor do que alguém que está vivendo a crise intensamente, direto de seu epicentro. Lucas Guimarães é médico formado pela Unifesp, especialista em geriatria e gerente de Práticas Médicas de um grande hospital de São Paulo. Editou o Guia de Comunicação de Más Notícias, livro lançado pela Editora Atheneu. Nesta conversa, ele nos contou como foram as primeiras semanas de trabalho no front do atendimento aos infectados pelo novo coronavírus (e sobre a sua experiência como paciente também), relatou como os hospitais estão lidando com a crise e as perspectivas para as próximas semanas, e dividiu conosco o caminho mais confiável no cuidado de seres humanos em sofrimento, em tempos de coronavírus ou não. Consegue imaginar? Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se. </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>Interser #1 | Desinformação e teorias da conspiração (com Day Machado)</title>
<description>Seres de todos os reinos, esse é o primeiro episódio do Interser, a nova coluna do Coemergência em que exploraremos várias nuances de questões estruturais e conjunturais de nossa sociedade. Nossa aspiração é que colocar o foco em questões sociais mais amplas nos ajude a seguir o objetivo principal do podcast, que é investigar a inseparatividade entre os mundos interno e externo e amplificar vozes que nos ajudem a agir com compaixão e sabedoria no mundo. Uma questão muito relevante de nossos tempos, sobretudo em tempos de coronavírus, é a ampla disseminação de desinformação, fake news, teorias da conspiração, de formas diretas ou indiretas de manipulação do debate público. Isto afeta não só a nossa capacidade de cuidar da saúde uns dos outros, mas também a capacidade de estabelecermos laços sociais baseados em confiança mútua e em afetos outros que não o medo, a raiva, o ressentimento. Para explorar várias nuances desse tema, e também das expectativas que nossa sociedade tem em relação à ciência, conversamos com a Day Machado, que cursa doutorado em Política Científica e Tecnológica na Unicamp, além de ser mestre em Divulgação Científica e Cultural, especialista em Revisão de Textos e graduada em Comunicação Social. Ela compartilhou com a gente suas reflexões e forneceu exemplos baseados em sua pesquisa sobre grupos que produzem desinformação sobre vacinas. Se você se interessa pelo tema ou tem algum tio encaminhando informações de baixa qualidade pelo whatsapp, dê o play e junte-se a nós! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/interser-1-desinformacao-e-teorias-da-conspiracao/</link>
  <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>desinformação, teoria da conspiração, fake news, ciência, coronavirus, covid-19, pandemia, covid-19, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Seres de todos os reinos, esse é o primeiro episódio do Interser, a nova coluna do Coemergência em que exploraremos várias nuances de questões estruturais e conjunturais de nossa sociedade. Nossa aspiração é que colocar o foco em questões sociais mais amplas nos ajude a seguir o objetivo principal do podcast, que é investigar a inseparatividade entre os mundos interno e externo e amplificar vozes que nos ajudem a agir com compaixão e sabedoria no mundo. Uma questão muito relevante de nossos tempos, sobretudo em tempos de coronavírus, é a ampla disseminação de desinformação, fake news, teorias da conspiração, de formas diretas ou indiretas de manipulação do debate público. Isto afeta não só a nossa capacidade de cuidar da saúde uns dos outros, mas também a capacidade de estabelecermos laços sociais baseados em confiança mútua e em afetos outros que não o medo, a raiva, o ressentimento. Para explorar várias nuances desse tema, e também das expectativas que nossa sociedade tem em relação à ciência, conversamos com a Day Machado, que cursa doutorado em Política Científica e Tecnológica na Unicamp, além de ser mestre em Divulgação Científica e Cultural, especialista em Revisão de Textos e graduada em Comunicação Social. Ela compartilhou com a gente suas reflexões e forneceu exemplos baseados em sua pesquisa sobre grupos que produzem desinformação sobre vacinas. Se você se interessa pelo tema ou tem algum tio encaminhando informações de baixa qualidade pelo whatsapp, dê o play e junte-se a nós! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seres de todos os reinos, esse é o primeiro episódio do Interser, a nova coluna do Coemergência em que exploraremos várias nuances de questões estruturais e conjunturais de nossa sociedade. Nossa aspiração é que colocar o foco em questões sociais mais amplas nos ajude a seguir o objetivo principal do podcast, que é investigar a inseparatividade entre os mundos interno e externo e amplificar vozes que nos ajudem a agir com compaixão e sabedoria no mundo. Uma questão muito relevante de nossos tempos, sobretudo em tempos de coronavírus, é a ampla disseminação de desinformação, fake news, teorias da conspiração, de formas diretas ou indiretas de manipulação do debate público. Isto afeta não só a nossa capacidade de cuidar da saúde uns dos outros, mas também a capacidade de estabelecermos laços sociais baseados em confiança mútua e em afetos outros que não o medo, a raiva, o ressentimento. Para explorar várias nuances desse tema, e também das expectativas que nossa sociedade tem em relação à ciência, conversamos com a Day Machado, que cursa doutorado em Política Científica e Tecnológica na Unicamp, além de ser mestre em Divulgação Científica e Cultural, especialista em Revisão de Textos e graduada em Comunicação Social. Ela compartilhou com a gente suas reflexões e forneceu exemplos baseados em sua pesquisa sobre grupos que produzem desinformação sobre vacinas. Se você se interessa pelo tema ou tem algum tio encaminhando informações de baixa qualidade pelo whatsapp, dê o play e junte-se a nós!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#35 Pandemias no Brasil: coronavírus e desigualdades (com Buba Aguiar)</title>
<description>Desde que o novo coronavírus apareceu, pela necessidade e urgência de colocar toda nossa energia coletiva para salvar o máximo de vidas, muitos aspectos de como vivíamos se revelaram claramente. As certezas sobre o que era “realista” fazer no campo econômico vieram abaixo e rapidamente muitos de nós passamos a falar da necessidade de um plano de renda básica para a população mais vulnerável. O delírio de nossa forma individualista de pensar se mostrou ainda mais evidente: só estaremos seguros se os outros estiverem precavidos e igualmente seguros. Ainda há quem ache que “a economia não pode parar”, que “o Brasil não pode parar”, como se estimular a ampliação da circulação não fosse matar um número imenso de pessoas e destruir mais ainda a própria economia. Nosso legado mal resolvido da escravidão e da ditadura, por exemplo, combinados com a exploração de um sistema econômico altamente desigual, criam um cenário em que os habitantes das periferias brasileiras estão desproporcionalmente mais expostos aos riscos do covid-19. É para refletir sobre este cenário que convidamos uma das muitas pessoas que estão com a mão na massa e lidando há tempos com as causas destes problemas estruturais. Estamos falando de Buba Aguiar, 27 anos, militante do coletivo Fala, Akari, da zona norte do RJ, e que também é patologista e estudante de ciências sociais. A Buba nos falou sobre como ela e os demais membros de seu coletivo estão agindo para combater o avanço do coronavírus nas favelas e também refletiu sobre problemas mais amplos, como o racismo estrutural, a desigualdade econômica, os problemas de saneamento básico da região. Convidamos você a ouvir o relato da Buba com o coração aberto e reconhecendo ainda mais nossa interdependência. Para saber mais e apoiar o coletivo Fala, Akari! https://pt-br.facebook.com/QuilomboAcari/ e https://www.instagram.com/coletivofalaakari/ …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/35-pandemias-no-brasil-coronavirus-e-desigualdades</link>
  <pubDate>Sat, 04 Apr 2020 16:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>coronavirus, covid-19, pandemia, emoções, meditação, budismo, mente, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Desde que o novo coronavírus apareceu, pela necessidade e urgência de colocar toda nossa energia coletiva para salvar o máximo de vidas, muitos aspectos de como vivíamos se revelaram claramente. As certezas sobre o que era “realista” fazer no campo econômico vieram abaixo e rapidamente muitos de nós passamos a falar da necessidade de um plano de renda básica para a população mais vulnerável. O delírio de nossa forma individualista de pensar se mostrou ainda mais evidente: só estaremos seguros se os outros estiverem precavidos e igualmente seguros. Ainda há quem ache que “a economia não pode parar”, que “o Brasil não pode parar”, como se estimular a ampliação da circulação não fosse matar um número imenso de pessoas e destruir mais ainda a própria economia. Nosso legado mal resolvido da escravidão e da ditadura, por exemplo, combinados com a exploração de um sistema econômico altamente desigual, criam um cenário em que os habitantes das periferias brasileiras estão desproporcionalmente mais expostos aos riscos do covid-19. É para refletir sobre este cenário que convidamos uma das muitas pessoas que estão com a mão na massa e lidando há tempos com as causas destes problemas estruturais. Estamos falando de Buba Aguiar, 27 anos, militante do coletivo Fala, Akari, da zona norte do RJ, e que também é patologista e estudante de ciências sociais. A Buba nos falou sobre como ela e os demais membros de seu coletivo estão agindo para combater o avanço do coronavírus nas favelas e também refletiu sobre problemas mais amplos, como o racismo estrutural, a desigualdade econômica, os problemas de saneamento básico da região. Convidamos você a ouvir o relato da Buba com o coração aberto e reconhecendo ainda mais nossa interdependência. Para saber mais e apoiar o coletivo Fala, Akari! https://pt-br.facebook.com/QuilomboAcari/ e https://www.instagram.com/coletivofalaakari/ …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Desde que o novo coronavírus apareceu, pela necessidade e urgência de colocar toda nossa energia coletiva para salvar o máximo de vidas, muitos aspectos de como vivíamos se revelaram claramente. As certezas sobre o que era “realista” fazer no campo econômico vieram abaixo e rapidamente muitos de nós passamos a falar da necessidade de um plano de renda básica para a população mais vulnerável. O delírio de nossa forma individualista de pensar se mostrou ainda mais evidente: só estaremos seguros se os outros estiverem precavidos e igualmente seguros. Ainda há quem ache que “a economia não pode parar”, que “o Brasil não pode parar”, como se estimular a ampliação da circulação não fosse matar um número imenso de pessoas e destruir mais ainda a própria economia. Nosso legado mal resolvido da escravidão e da ditadura, por exemplo, combinados com a exploração de um sistema econômico altamente desigual, criam um cenário em que os habitantes das periferias brasileiras estão desproporcionalmente mais expostos aos riscos do covid-19. É para refletir sobre este cenário que convidamos uma das muitas pessoas que estão com a mão na massa e lidando há tempos com as causas destes problemas estruturais. Estamos falando de Buba Aguiar, 27 anos, militante do coletivo Fala, Akari, da zona norte do RJ, e que também é patologista e estudante de ciências sociais. A Buba nos falou sobre como ela e os demais membros de seu coletivo estão agindo para combater o avanço do coronavírus nas favelas e também refletiu sobre problemas mais amplos, como o racismo estrutural, a desigualdade econômica, os problemas de saneamento básico da região. Convidamos você a ouvir o relato da Buba com o coração aberto e reconhecendo ainda mais nossa interdependência. Para saber mais e apoiar o coletivo Fala, Akari! https://pt-br.facebook.com/QuilomboAcari/ e https://www.instagram.com/coletivofalaakari/ …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#34 O mundo  chacoalhou.  E agora? (com Eduardo Amuri, Isabella Ianelli e Nathália Roberto)</title>
<description>Não se fala em outra coisa: a pandemia do coronavírus é o tema unânime de todas as conversas, notícias, posts, vídeos e discussões. Não tinha como ser diferente: todos estamos acompanhando sua escala global, a magnitude com que tem impactado diferentes países e o modo como tem avançado aqui no Brasil. Aproveitando o privilégio que temos de poder parar para falar e processar o que tem acontecido, temos buscado diferentes meios de nos apoiar e de cultivar um pouco mais de estabilidade. De um lado, como trabalhar com todas as emoções que irão surgir ao longo das próximas semanas e meses? Como realmente conseguir ajudar quem está ao nosso redor? De outro, como lidar com o aspecto prático, do dinheiro, das consequências financeiras da pandemia? Como, obviamente, não temos as respostas, convidamos um time de peso para nos ajudar nessas reflexões: chamamos para a nossa lavanderia (dessa vez, virtual), as queridas Isabella Ianelli e Nathália Roberto (d’o curso das emoções e que já estiveram por aqui lá no episódio #2) e Eduardo Amuri (autor de Dinheiro Sem Medo e que oferece cursos, escreve textos e dá palestras para nos ajudar a desenvolver uma relação mais saudável com o dinheiro). Por acreditarmos que essa conversa pode realmente ser benéfica, decidimos trazê-la a vocês o quanto antes; não faria sentido esperarmos até quinta-feira, especialmente com tudo mudando tão rápido a cada dia. Que ela possa realmente trazer algum tipo de conforto para todos que ouvirem! Acreditamos muito na força da rede para nos apoiarmos nesse processo todo. A realidade está deixando mais explícito do que nunca como estamos conectados, e muitos movimentos bem bonitos têm surgido. Como disse Átila Iamarino (biólogo e pesquisador que está cobrindo a pandemia, e que pode ser encontrado em @oatila), seguiremos aqui para passarmos por isso tudo juntos. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/34-o-mundo-chacoalhou-e-agora</link>
  <pubDate>Mon, 23 Mar 2020 20:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>coronavirus, covid-19, pandemia, emoções, meditação, budismo, mente, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Não se fala em outra coisa: a pandemia do coronavírus é o tema unânime de todas as conversas, notícias, posts, vídeos e discussões. Não tinha como ser diferente: todos estamos acompanhando sua escala global, a magnitude com que tem impactado diferentes países e o modo como tem avançado aqui no Brasil. Aproveitando o privilégio que temos de poder parar para falar e processar o que tem acontecido, temos buscado diferentes meios de nos apoiar e de cultivar um pouco mais de estabilidade. De um lado, como trabalhar com todas as emoções que irão surgir ao longo das próximas semanas e meses? Como realmente conseguir ajudar quem está ao nosso redor? De outro, como lidar com o aspecto prático, do dinheiro, das consequências financeiras da pandemia? Como, obviamente, não temos as respostas, convidamos um time de peso para nos ajudar nessas reflexões: chamamos para a nossa lavanderia (dessa vez, virtual), as queridas Isabella Ianelli e Nathália Roberto (d’o curso das emoções e que já estiveram por aqui lá no episódio #2) e Eduardo Amuri (autor de Dinheiro Sem Medo e que oferece cursos, escreve textos e dá palestras para nos ajudar a desenvolver uma relação mais saudável com o dinheiro). Por acreditarmos que essa conversa pode realmente ser benéfica, decidimos trazê-la a vocês o quanto antes; não faria sentido esperarmos até quinta-feira, especialmente com tudo mudando tão rápido a cada dia. Que ela possa realmente trazer algum tipo de conforto para todos que ouvirem! Acreditamos muito na força da rede para nos apoiarmos nesse processo todo. A realidade está deixando mais explícito do que nunca como estamos conectados, e muitos movimentos bem bonitos têm surgido. Como disse Átila Iamarino (biólogo e pesquisador que está cobrindo a pandemia, e que pode ser encontrado em @oatila), seguiremos aqui para passarmos por isso tudo juntos. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Não se fala em outra coisa: a pandemia do coronavírus é o tema unânime de todas as conversas, notícias, posts, vídeos e discussões. Não tinha como ser diferente: todos estamos acompanhando sua escala global, a magnitude com que tem impactado diferentes países e o modo como tem avançado aqui no Brasil. Aproveitando o privilégio que temos de poder parar para falar e processar o que tem acontecido, temos buscado diferentes meios de nos apoiar e de cultivar um pouco mais de estabilidade. De um lado, como trabalhar com todas as emoções que irão surgir ao longo das próximas semanas e meses? Como realmente conseguir ajudar quem está ao nosso redor? De outro, como lidar com o aspecto prático, do dinheiro, das consequências financeiras da pandemia? Como, obviamente, não temos as respostas, convidamos um time de peso para nos ajudar nessas reflexões: chamamos para a nossa lavanderia (dessa vez, virtual), as queridas Isabella Ianelli e Nathália Roberto (d’o curso das emoções e que já estiveram por aqui lá no episódio #2) e Eduardo Amuri (autor de Dinheiro Sem Medo e que oferece cursos, escreve textos e dá palestras para nos ajudar a desenvolver uma relação mais saudável com o dinheiro). Por acreditarmos que essa conversa pode realmente ser benéfica, decidimos trazê-la a vocês o quanto antes; não faria sentido esperarmos até quinta-feira, especialmente com tudo mudando tão rápido a cada dia. Que ela possa realmente trazer algum tipo de conforto para todos que ouvirem! Acreditamos muito na força da rede para nos apoiarmos nesse processo todo. A realidade está deixando mais explícito do que nunca como estamos conectados, e muitos movimentos bem bonitos têm surgido. Como disse Átila Iamarino (biólogo e pesquisador que está cobrindo a pandemia, e que pode ser encontrado em @oatila), seguiremos aqui para passarmos por isso tudo juntos. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#33 Vacuidade: a natureza aberta da realidade (com Gustavo Gitti)</title>
<description>Seguindo com nossa série sobre como poderíamos nos relacionar com a realidade com mais sabedoria, que começou lá no episódio #18, nosso querido amigo Gustavo Gitti está de volta para falar conosco sobre vacuidade, o fato de que nada possui uma existência ou essência inerente. Vacuidade é um conceito muito explorado e utilizado dentro da filosofia budista, mas a conversa aqui não é propriamente sobre o budismo, e sim sobre como as coisas são. Como explicam vários professores ligados às tradições contemplativas, o objetivo não é simplesmente provar que as coisas não existem, mas entender como elas existem. Essa palavra pode soar estranha aos ouvidos e totalmente desconectada da nossa vida prática, como uma forma de negação. Não que o risco não exista, porque somos especialistas em nos confundir. No entanto, como o Gustavo nos mostra, reconhecer que as coisas não existem inerentemente, mas sim em relação, amplia enormemente nossa liberdade para agir no mundo. Uma das formas pelas quais ele explicou isso foi por meio da distinção entre o “mapa” e o “território”, feita pela professora Elizabeth Mattis Namgyel no livro "A lógica da fé". Não é que haja uma realidade pronta atrás do mapa, mas sim uma multiplicidade de potencialidades que surgem inseparavelmente dos referenciais com os quais as tornamos manifestas. É nesse sentido que o território nunca corresponde ao mapa. Desta forma, podemos nos conectar mais diretamente com as experiências (o “território”), ou seja, tudo aquilo que é apreendido por qualquer um dos nossos sentidos físicos ou mentais, como sensações táteis, imagens ou sons, do que com as ideias mais abstratas que projetamos sobre as coisas (o “mapa”), congelando-as e engessando-as. E isso termina por nos dar uma grande liberdade de ação precisamente porque nos permite ver que as coisas são muito mais abertas, dinâmicas e complexas do que parecem ser à primeira vista. Olhando a partir dos nossos referenciais aqui, o papo ficou profundo e cheio de exemplos de como isso se aplica na nossa vida diária! Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>http://www.coemergencia.com.br/33-vacuidade-a-natureza-aberta-da-realidade/</link>
  <pubDate>Thu, 12 Mar 2020 16:50:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Seguindo com nossa série sobre como poderíamos nos relacionar com a realidade com mais sabedoria, que começou lá no episódio #18, nosso querido amigo Gustavo Gitti está de volta para falar conosco sobre vacuidade, o fato de que nada possui uma existência ou essência inerente. Vacuidade é um conceito muito explorado e utilizado dentro da filosofia budista, mas a conversa aqui não é propriamente sobre o budismo, e sim sobre como as coisas são. Como explicam vários professores ligados às tradições contemplativas, o objetivo não é simplesmente provar que as coisas não existem, mas entender como elas existem. Essa palavra pode soar estranha aos ouvidos e totalmente desconectada da nossa vida prática, como uma forma de negação. Não que o risco não exista, porque somos especialistas em nos confundir. No entanto, como o Gustavo nos mostra, reconhecer que as coisas não existem inerentemente, mas sim em relação, amplia enormemente nossa liberdade para agir no mundo. Uma das formas pelas quais ele explicou isso foi por meio da distinção entre o “mapa” e o “território”, feita pela professora Elizabeth Mattis Namgyel no livro "A lógica da fé". Não é que haja uma realidade pronta atrás do mapa, mas sim uma multiplicidade de potencialidades que surgem inseparavelmente dos referenciais com os quais as tornamos manifestas. É nesse sentido que o território nunca corresponde ao mapa. Desta forma, podemos nos conectar mais diretamente com as experiências (o “território”), ou seja, tudo aquilo que é apreendido por qualquer um dos nossos sentidos físicos ou mentais, como sensações táteis, imagens ou sons, do que com as ideias mais abstratas que projetamos sobre as coisas (o “mapa”), congelando-as e engessando-as. E isso termina por nos dar uma grande liberdade de ação precisamente porque nos permite ver que as coisas são muito mais abertas, dinâmicas e complexas do que parecem ser à primeira vista. Olhando a partir dos nossos referenciais aqui, o papo ficou profundo e cheio de exemplos de como isso se aplica na nossa vida diária! Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Seguindo com nossa série sobre como poderíamos nos relacionar com a realidade com mais sabedoria, que começou lá no episódio #18, nosso querido amigo Gustavo Gitti está de volta para falar conosco sobre vacuidade, o fato de que nada possui uma existência ou essência inerente. Vacuidade é um conceito muito explorado e utilizado dentro da filosofia budista, mas a conversa aqui não é propriamente sobre o budismo, e sim sobre como as coisas são. Como explicam vários professores ligados às tradições contemplativas, o objetivo não é simplesmente provar que as coisas não existem, mas entender como elas existem. Essa palavra pode soar estranha aos ouvidos e totalmente desconectada da nossa vida prática, como uma forma de negação. Não que o risco não exista, porque somos especialistas em nos confundir. No entanto, como o Gustavo nos mostra, reconhecer que as coisas não existem inerentemente, mas sim em relação, amplia enormemente nossa liberdade para agir no mundo. Uma das formas pelas quais ele explicou isso foi por meio da distinção entre o “mapa” e o “território”, feita pela professora Elizabeth Mattis Namgyel no livro "A lógica da fé". Não é que haja uma realidade pronta atrás do mapa, mas sim uma multiplicidade de potencialidades que surgem inseparavelmente dos referenciais com os quais as tornamos manifestas. É nesse sentido que o território nunca corresponde ao mapa. Desta forma, podemos nos conectar mais diretamente com as experiências (o “território”), ou seja, tudo aquilo que é apreendido por qualquer um dos nossos sentidos físicos ou mentais, como sensações táteis, imagens ou sons, do que com as ideias mais abstratas que projetamos sobre as coisas (o “mapa”), congelando-as e engessando-as. E isso termina por nos dar uma grande liberdade de ação precisamente porque nos permite ver que as coisas são muito mais abertas, dinâmicas e complexas do que parecem ser à primeira vista. Olhando a partir dos nossos referenciais aqui, o papo ficou profundo e cheio de exemplos de como isso se aplica na nossa vida diária! Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#32 Educando corações e mentes (com Valentin Conde)</title>
<description>Uma das nossas maiores alegrias aqui no Coemergência é poder trazer convidados que nos ajudam a sonhar novos mundos, em várias áreas. Já que “não há um mundo pronto lá fora”, mudar o nosso olhar e expandir o que entendemos como possível é o primeiro passo. Partindo dessa ideia, no episódio de hoje, vamos falar sobre educação. Seja pelo atual momento político do país (com os inúmeros cortes nas verbas, os problemas de gestão nas pastas relacionadas ao tema, as propostas de militarização das escolas, etc.), seja pelas insuficiências do nosso modelo educacional padrão, estamos realmente precisando nos nutrir de visões mais amplas e positivas. Para limpar e trazer brilho aos nossos olhos, convidamos o querido Valentin Conde [@valenconde], pedagogo formado pela PUC-SP, assistente de gestão executiva na Tibet House Brasil, professor no Instituto Sidarda  e idealizador do Projeto Presença, que visa tornar a cultura escolar e as políticas de educação mais contemplativas e compassivas. O referencial por trás desse projeto é o SEE Learning (Social, Emotional and Ethical Learning ou Aprendizado Social, Emocional e Ético), programa educacional desenvolvido pela Universidade de Emory em parceria com o Dalai Lama que, como ele mesmo diz, busca promover e estimular uma educação de corações e mentes. Bonito, né? A gente também achou. A partir de sua própria experiência como professor e pedagogo, Valentin nos conduziu por reflexões sobre o que significa integrar a cultura contemplativa no ambiente escolar, o papel dos professores e das escolas, a importância de criarmos bons encontros, a necessidade de lembrarmos de nossa natureza humana compartilhada e da interdependência, o porquê de as escolas que seguem o modelo tradicional não estarem dando conta dos nossos desafios atuais, os diferenciais de programas educacionais que buscam abordar os aspectos socioemocionais e éticos e muito mais. Se você quer se encantar pela energia do Valentin e se empolgar com a quantidade de movimentos bonitos que já estão acontecendo para reinventar o que entendemos como escola ou educação, vem ouvir. Só relaxar e apertar o play.…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/32-educando-coracoes-e-mentes</link>
  <pubDate>Thu, 27 Feb 2020 16:50:00 -0300</pubDate>
  <itunes:duration>1:49:04</itunes:duration>
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  <itunes:summary>Uma das nossas maiores alegrias aqui no Coemergência é poder trazer convidados que nos ajudam a sonhar novos mundos, em várias áreas. Já que “não há um mundo pronto lá fora”, mudar o nosso olhar e expandir o que entendemos como possível é o primeiro passo. Partindo dessa ideia, no episódio de hoje, vamos falar sobre educação. Seja pelo atual momento político do país (com os inúmeros cortes nas verbas, os problemas de gestão nas pastas relacionadas ao tema, as propostas de militarização das escolas, etc.), seja pelas insuficiências do nosso modelo educacional padrão, estamos realmente precisando nos nutrir de visões mais amplas e positivas. Para limpar e trazer brilho aos nossos olhos, convidamos o querido Valentin Conde [@valenconde], pedagogo formado pela PUC-SP, assistente de gestão executiva na Tibet House Brasil, professor no Instituto Sidarda  e idealizador do Projeto Presença, que visa tornar a cultura escolar e as políticas de educação mais contemplativas e compassivas. O referencial por trás desse projeto é o SEE Learning (Social, Emotional and Ethical Learning ou Aprendizado Social, Emocional e Ético), programa educacional desenvolvido pela Universidade de Emory em parceria com o Dalai Lama que, como ele mesmo diz, busca promover e estimular uma educação de corações e mentes. Bonito, né? A gente também achou. A partir de sua própria experiência como professor e pedagogo, Valentin nos conduziu por reflexões sobre o que significa integrar a cultura contemplativa no ambiente escolar, o papel dos professores e das escolas, a importância de criarmos bons encontros, a necessidade de lembrarmos de nossa natureza humana compartilhada e da interdependência, o porquê de as escolas que seguem o modelo tradicional não estarem dando conta dos nossos desafios atuais, os diferenciais de programas educacionais que buscam abordar os aspectos socioemocionais e éticos e muito mais. Se você quer se encantar pela energia do Valentin e se empolgar com a quantidade de movimentos bonitos que já estão acontecendo para reinventar o que entendemos como escola ou educação, vem ouvir. Só relaxar e apertar o play.…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Uma das nossas maiores alegrias aqui no Coemergência é poder trazer convidados que nos ajudam a sonhar novos mundos, em várias áreas. Já que “não há um mundo pronto lá fora”, mudar o nosso olhar e expandir o que entendemos como possível é o primeiro passo. Partindo dessa ideia, no episódio de hoje, vamos falar sobre educação. Seja pelo atual momento político do país (com os inúmeros cortes nas verbas, os problemas de gestão nas pastas relacionadas ao tema, as propostas de militarização das escolas, etc.), seja pelas insuficiências do nosso modelo educacional padrão, estamos realmente precisando nos nutrir de visões mais amplas e positivas. Para limpar e trazer brilho aos nossos olhos, convidamos o querido Valentin Conde [@valenconde], pedagogo formado pela PUC-SP, assistente de gestão executiva na Tibet House Brasil, professor no Instituto Sidarda  e idealizador do Projeto Presença, que visa tornar a cultura escolar e as políticas de educação mais contemplativas e compassivas. O referencial por trás desse projeto é o SEE Learning (Social, Emotional and Ethical Learning ou Aprendizado Social, Emocional e Ético), programa educacional desenvolvido pela Universidade de Emory em parceria com o Dalai Lama que, como ele mesmo diz, busca promover e estimular uma educação de corações e mentes. Bonito, né? A gente também achou. A partir de sua própria experiência como professor e pedagogo, Valentin nos conduziu por reflexões sobre o que significa integrar a cultura contemplativa no ambiente escolar, o papel dos professores e das escolas, a importância de criarmos bons encontros, a necessidade de lembrarmos de nossa natureza humana compartilhada e da interdependência, o porquê de as escolas que seguem o modelo tradicional não estarem dando conta dos nossos desafios atuais, os diferenciais de programas educacionais que buscam abordar os aspectos socioemocionais e éticos e muito mais. Se você quer se encantar pela energia do Valentin e se empolgar com a quantidade de movimentos bonitos que já estão acontecendo para reinventar o que entendemos como escola ou educação, vem ouvir. Só relaxar e apertar o play. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#31 Vida além dos muros (com Christian Dunker)</title>
<description>Tivemos a alegria de receber na nossa lavanderia essa figura super simpática e aberta que é o Christian Dunker. Psicanalista, pesquisador, escritor, o Dunker conversou com a gente sobre uma constelação de temas ligados à tendência contemporânea de viver ao redor de muros, literais e simbólicos, e sobre a possibilidade de derrubá-los. Ao refletir sobre nossa relação com as tecnologias contemporâneas, sobre escuta, sobre humor, sobre o papel da psicanálise e de outras formas de "cuidado de si", e outras coisas mais, Dunker nos lembrou da importância de viver para além dos confins estreitos de nossas identidades. Sem isso, é muito difícil encontrar e escutar o outro, e o resultado é uma vida empobrecida, ensimesmada. Bom, essas são as linhas gerais. Tem várias outras riquezas específicas nesse papo, como reflexões sobre a possibilidade de "qualificar nossa experiência" e o importante lembrete: "precisamos voltar a estudar!", não sozinhos mas em grupo. Se surgiu aí uma vontade de se juntar à gente, dê o play e ‘bora derrubar uns muros! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/31-vida-alem-dos-muros</link>
  <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Tivemos a alegria de receber na nossa lavanderia essa figura super simpática e aberta que é o Christian Dunker. Psicanalista, pesquisador, escritor, o Dunker conversou com a gente sobre uma constelação de temas ligados à tendência contemporânea de viver ao redor de muros, literais e simbólicos, e sobre a possibilidade de derrubá-los. Ao refletir sobre nossa relação com as tecnologias contemporâneas, sobre escuta, sobre humor, sobre o papel da psicanálise e de outras formas de "cuidado de si", e outras coisas mais, Dunker nos lembrou da importância de viver para além dos confins estreitos de nossas identidades. Sem isso, é muito difícil encontrar e escutar o outro, e o resultado é uma vida empobrecida, ensimesmada. Bom, essas são as linhas gerais. Tem várias outras riquezas específicas nesse papo, como reflexões sobre a possibilidade de "qualificar nossa experiência" e o importante lembrete: "precisamos voltar a estudar!", não sozinhos mas em grupo. Se surgiu aí uma vontade de se juntar à gente, dê o play e ‘bora derrubar uns muros! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Tivemos a alegria de receber na nossa lavanderia essa figura super simpática e aberta que é o Christian Dunker. Psicanalista, pesquisador, escritor, o Dunker conversou com a gente sobre uma constelação de temas ligados à tendência contemporânea de viver ao redor de muros, literais e simbólicos, e sobre a possibilidade de derrubá-los. Ao refletir sobre nossa relação com as tecnologias contemporâneas, sobre escuta, sobre humor, sobre o papel da psicanálise e de outras formas de "cuidado de si", e outras coisas mais, Dunker nos lembrou da importância de viver para além dos confins estreitos de nossas identidades. Sem isso, é muito difícil encontrar e escutar o outro, e o resultado é uma vida empobrecida, ensimesmada. Bom, essas são as linhas gerais. Tem várias outras riquezas específicas nesse papo, como reflexões sobre a possibilidade de "qualificar nossa experiência" e o importante lembrete: "precisamos voltar a estudar!", não sozinhos mas em grupo. Se surgiu aí uma vontade de se juntar à gente, dê o play e ‘bora derrubar uns muros! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#30 Meditação na roda (com Coemergência)</title>
<description>Dando sequência à roda de conversas sobre yoga, desta vez fizemos uma conversa sobre nossa experiência com a prática de meditação e como ela se integra com as nossas vidas até o momento. Como tentamos deixar claro na conversa, "meditação" é um termo que se refere a um conjunto muito amplo de práticas, que podem ser feitas no contexto de muitos caminhos diferentes. Na tradição budista, com a qual somos um pouco mais familiarizados, a meditação é parte de um caminho desenhado para revelar as qualidades mais profundas de nossa mente, que já estão sempre presentes. Nesse caminho, práticas formais de meditação (sobretudo aquelas que buscam desenvolver concentração, ou "samadhi") são antecedidas pela fundação da ética (a maneira pela qual nos relacionamos com o mundo) e culminam com um refinamento da sabedoria.  Assim, no nosso papo, buscamos conversar um pouco sobre como a prática da meditação, qualquer que seja a técnica aplicada, é inseparável do contexto no qual ela é feita. Dependendo de qual é a nossa motivação, meditar produzirá diferentes resultados. Falamos também das diferenças entre as práticas: aquelas que buscam ampliar relaxamento e concentração; as práticas do coração, com as quais reconhecemos a inseparabilidade entre nós e todos os seres; as maneiras pelas quais é possível estar presente com as sensações de maneira mais direta no cotidiano; as formas pelas quais podemos acolher sensações aflitivas e utilizá-las para gerar compaixão e sabedoria; e refletimos sobre o papel da visão na prática. É uma conversa pé no chão. Obviamente, não somos nem estamos emulando mestres com realização, e se a conversa te estimular a entrar em contato com eles e elas, em quaisquer que sejam suas tradições, terá valido muito a pena. Mas, mais humildemente, é nosso desejo que todas as pessoas possam refinar sua escuta interna, sua escuta externa, sua escuta da inseparabilidade entre dentro e fora. Se você também vê valor nisso, puxa uma cadeira - ou um zafu - e vem escutar a gente! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/30-meditacao-na-roda/</link>
  <pubDate>Thu, 30 Jan 2020 16:40:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Dando sequência à roda de conversas sobre yoga, desta vez fizemos uma conversa sobre nossa experiência com a prática de meditação e como ela se integra com as nossas vidas até o momento. Como tentamos deixar claro na conversa, "meditação" é um termo que se refere a um conjunto muito amplo de práticas, que podem ser feitas no contexto de muitos caminhos diferentes. Na tradição budista, com a qual somos um pouco mais familiarizados, a meditação é parte de um caminho desenhado para revelar as qualidades mais profundas de nossa mente, que já estão sempre presentes. Nesse caminho, práticas formais de meditação (sobretudo aquelas que buscam desenvolver concentração, ou "samadhi") são antecedidas pela fundação da ética (a maneira pela qual nos relacionamos com o mundo) e culminam com um refinamento da sabedoria.  Assim, no nosso papo, buscamos conversar um pouco sobre como a prática da meditação, qualquer que seja a técnica aplicada, é inseparável do contexto no qual ela é feita. Dependendo de qual é a nossa motivação, meditar produzirá diferentes resultados. Falamos também das diferenças entre as práticas: aquelas que buscam ampliar relaxamento e concentração; as práticas do coração, com as quais reconhecemos a inseparabilidade entre nós e todos os seres; as maneiras pelas quais é possível estar presente com as sensações de maneira mais direta no cotidiano; as formas pelas quais podemos acolher sensações aflitivas e utilizá-las para gerar compaixão e sabedoria; e refletimos sobre o papel da visão na prática. É uma conversa pé no chão. Obviamente, não somos nem estamos emulando mestres com realização, e se a conversa te estimular a entrar em contato com eles e elas, em quaisquer que sejam suas tradições, terá valido muito a pena. Mas, mais humildemente, é nosso desejo que todas as pessoas possam refinar sua escuta interna, sua escuta externa, sua escuta da inseparabilidade entre dentro e fora. Se você também vê valor nisso, puxa uma cadeira - ou um zafu - e vem escutar a gente! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Dando sequência à roda de conversas sobre yoga, desta vez fizemos uma conversa sobre nossa experiência com a prática de meditação e como ela se integra com as nossas vidas até o momento. Como tentamos deixar claro na conversa, "meditação" é um termo que se refere a um conjunto muito amplo de práticas, que podem ser feitas no contexto de muitos caminhos diferentes. Na tradição budista, com a qual somos um pouco mais familiarizados, a meditação é parte de um caminho desenhado para revelar as qualidades mais profundas de nossa mente, que já estão sempre presentes. Nesse caminho, práticas formais de meditação (sobretudo aquelas que buscam desenvolver concentração, ou "samadhi") são antecedidas pela fundação da ética (a maneira pela qual nos relacionamos com o mundo) e culminam com um refinamento da sabedoria.  Assim, no nosso papo, buscamos conversar um pouco sobre como a prática da meditação, qualquer que seja a técnica aplicada, é inseparável do contexto no qual ela é feita. Dependendo de qual é a nossa motivação, meditar produzirá diferentes resultados. Falamos também das diferenças entre as práticas: aquelas que buscam ampliar relaxamento e concentração; as práticas do coração, com as quais reconhecemos a inseparabilidade entre nós e todos os seres; as maneiras pelas quais é possível estar presente com as sensações de maneira mais direta no cotidiano; as formas pelas quais podemos acolher sensações aflitivas e utilizá-las para gerar compaixão e sabedoria; e refletimos sobre o papel da visão na prática. É uma conversa pé no chão. Obviamente, não somos nem estamos emulando mestres com realização, e se a conversa te estimular a entrar em contato com eles e elas, em quaisquer que sejam suas tradições, terá valido muito a pena. Mas, mais humildemente, é nosso desejo que todas as pessoas possam refinar sua escuta interna, sua escuta externa, sua escuta da inseparabilidade entre dentro e fora. Se você também vê valor nisso, puxa uma cadeira - ou um zafu - e vem escutar a gente! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#29 Yoga na roda (com Andressa Sampaio, Carolina Bernardes e Jonathan Batista e Mariana Paz)</title>
<description>Para o primeiro episódio de 2020 escolhemos falar sobre um tema que tem muita relação com o que já abordamos em episódios anteriores e que acreditamos ser importante para a vida. Falamos muito sobre a mente e sobre práticas de treinamento e cultivo da mente. Mas entendemos que exercitar corpo e mente são duas coisas que andam juntas. Por isso, o episódio de hoje é sobre a prática de yoga.  Para falar sobre pontos que acreditamos serem relevantes acerca do yoga, convidamos Andressa Sampaio, Carolina Bernardes e Jonathan Batista e Mariana Paz, todos professores e praticantes que nos inspiram e que realmente vivem o que ensinam. E o resultado foi uma conversa ampla e generosa. A gente já sabe que não dá pra não cuidar do nosso corpo e também que a vida às vezes não facilita. Mas já que no início do ano a gente se propõe a mudanças, talvez esse seja um momento ótimo para conhecer algo novo. Para você que está nessa busca, vale muito a pena ouvir. Para você que não está muito motivado, quem sabe não surge um brilho no olho? Aperte o play e vem com a gente....Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/29-yoga-na-roda/</link>
  <pubDate>Thu, 16 Jan 2020 16:40:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>yoga, ioga, corpo, mente, saúde, autocuidado, cuidado de si, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Para o primeiro episódio de 2020 escolhemos falar sobre um tema que tem muita relação com o que já abordamos em episódios anteriores e que acreditamos ser importante para a vida. Falamos muito sobre a mente e sobre práticas de treinamento e cultivo da mente. Mas entendemos que exercitar corpo e mente são duas coisas que andam juntas. Por isso, o episódio de hoje é sobre a prática de yoga.  Para falar sobre pontos que acreditamos serem relevantes acerca do yoga, convidamos Andressa Sampaio, Carolina Bernardes e Jonathan Batista e Mariana Paz, todos professores e praticantes que nos inspiram e que realmente vivem o que ensinam. E o resultado foi uma conversa ampla e generosa. A gente já sabe que não dá pra não cuidar do nosso corpo e também que a vida às vezes não facilita. Mas já que no início do ano a gente se propõe a mudanças, talvez esse seja um momento ótimo para conhecer algo novo. Para você que está nessa busca, vale muito a pena ouvir. Para você que não está muito motivado, quem sabe não surge um brilho no olho? Aperte o play e vem com a gente....Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Para o primeiro episódio de 2020 escolhemos falar sobre um tema que tem muita relação com o que já abordamos em episódios anteriores e que acreditamos ser importante para a vida. Falamos muito sobre a mente e sobre práticas de treinamento e cultivo da mente. Mas entendemos que exercitar corpo e mente são duas coisas que andam juntas. Por isso, o episódio de hoje é sobre a prática de yoga.  Para falar sobre pontos que acreditamos serem relevantes acerca do yoga, convidamos Andressa Sampaio, Carolina Bernardes e Jonathan Batista e Mariana Paz, todos professores e praticantes que nos inspiram e que realmente vivem o que ensinam. E o resultado foi uma conversa ampla e generosa. A gente já sabe que não dá pra não cuidar do nosso corpo e também que a vida às vezes não facilita. Mas já que no início do ano a gente se propõe a mudanças, talvez esse seja um momento ótimo para conhecer algo novo. Para você que está nessa busca, vale muito a pena ouvir. Para você que não está muito motivado, quem sabe não surge um brilho no olho? Aperte o play e vem com a gente....Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#28 Mindfulness no cuidado de si (com Erika Leonardo de Souza)</title>
<description>Neste último episódio de 2019, para nos aprofundarmos nas práticas de autocuidado levantadas no programa #27 (especialmente em contextos de grande dor e sofrimento), convidamos nossa amiga Erika Leonardo de Souza para falar sobre como as técnicas de mindfulness vem sendo utilizadas na área da saúde mental e como podemos tirar proveito dessas técnicas para lidar melhor com as nossas mentes.⠀Erika é psicóloga clínica, doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da USP e Pós Doutoranda no Hospital Israelita Albert Einstein. Neste ano de 2019, ela organizou, no Senac, em São Paulo, o I Encontro Nacional de Compaixão, evento que reuniu representantes de diferentes protocolos e metodologias para apresentar como é possível cultivar a compaixão por si e pelos outros. Como se não bastasse, ela também é uma Trained Teacher do Programa Mindful Self-Compassion, ou MSC, e está terminando a formação como professora de Mindfulness e Compaixão para a saúde – Respira Vida Breathworks. Erika nos ajudou, de uma maneira incrivelmente clara e didática, a percorrer por esses diferentes programas e esclareceu como podemos incorporar os fundamentos deles no nosso cotidiano. Foi uma verdadeira aula! A partir deste episódio, vocês vão ver que iniciamos uma nova tradição, a de agradecer nominalmente alguns dos queridos mecenas e patrocinadores deste podcast que, por meio do seu apoio concreto e material, nos dizem que este trabalho é importante para quem ouve e serve como combustível para fazermos muito mais no ano que vem. Novas ideias borbulham por aqui e fazemos votos de que possamos honrar todo esse incentivo. Muito obrigado a vocês que, ao longo deste ano, nos apoiaram destas formas, mas de todas as outras também. Aproveitando essa experiência de fim de ciclo que os finais de ano trazem, que possamos renovar nossos votos mais significativos. Que busquemos a felicidade genuína! Que possamos nos libertar do sofrimento e de suas causas. E que nos aproximemos cada vez mais dos caminhos que vão nos levar nessa direção. Em 2020, seguiremos juntos nessa jornada (se a impermanência assim permitir, é claro). Mas, antes disso, bora pro papo! Aperte o play e vem com a gente. ..... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no http://www.apoia.se/coemergencia.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/28-mindfulness-no-cuidado-de-si</link>
  <pubDate>Thu, 19 Dec 2019 18:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>mindfulness, atenção plena, saúde mental, compaixão, saúde, autocuidado, cuidado de si, erika leonardo de souza, psicologia, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Neste último episódio de 2019, para nos aprofundarmos nas práticas de autocuidado levantadas no programa #27 (especialmente em contextos de grande dor e sofrimento), convidamos nossa amiga Erika Leonardo de Souza para falar sobre como as técnicas de mindfulness vem sendo utilizadas na área da saúde mental e como podemos tirar proveito dessas técnicas para lidar melhor com as nossas mentes.⠀Erika é psicóloga clínica, doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da USP e Pós Doutoranda no Hospital Israelita Albert Einstein. Neste ano de 2019, ela organizou, no Senac, em São Paulo, o I Encontro Nacional de Compaixão, evento que reuniu representantes de diferentes protocolos e metodologias para apresentar como é possível cultivar a compaixão por si e pelos outros. Como se não bastasse, ela também é uma Trained Teacher do Programa Mindful Self-Compassion, ou MSC, e está terminando a formação como professora de Mindfulness e Compaixão para a saúde – Respira Vida Breathworks. Erika nos ajudou, de uma maneira incrivelmente clara e didática, a percorrer por esses diferentes programas e esclareceu como podemos incorporar os fundamentos deles no nosso cotidiano. Foi uma verdadeira aula! A partir deste episódio, vocês vão ver que iniciamos uma nova tradição, a de agradecer nominalmente alguns dos queridos mecenas e patrocinadores deste podcast que, por meio do seu apoio concreto e material, nos dizem que este trabalho é importante para quem ouve e serve como combustível para fazermos muito mais no ano que vem. Novas ideias borbulham por aqui e fazemos votos de que possamos honrar todo esse incentivo. Muito obrigado a vocês que, ao longo deste ano, nos apoiaram destas formas, mas de todas as outras também. Aproveitando essa experiência de fim de ciclo que os finais de ano trazem, que possamos renovar nossos votos mais significativos. Que busquemos a felicidade genuína! Que possamos nos libertar do sofrimento e de suas causas. E que nos aproximemos cada vez mais dos caminhos que vão nos levar nessa direção. Em 2020, seguiremos juntos nessa jornada (se a impermanência assim permitir, é claro). Mas, antes disso, bora pro papo! Aperte o play e vem com a gente. ..... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no http://www.apoia.se/coemergencia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Neste último episódio de 2019, para nos aprofundarmos nas práticas de autocuidado levantadas no programa #27 (especialmente em contextos de grande dor e sofrimento), convidamos nossa amiga Erika Leonardo de Souza para falar sobre como as técnicas de mindfulness vem sendo utilizadas na área da saúde mental e como podemos tirar proveito dessas técnicas para lidar melhor com as nossas mentes.⠀Erika é psicóloga clínica, doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da USP e Pós Doutoranda no Hospital Israelita Albert Einstein. Neste ano de 2019, ela organizou, no Senac, em São Paulo, o I Encontro Nacional de Compaixão, evento que reuniu representantes de diferentes protocolos e metodologias para apresentar como é possível cultivar a compaixão por si e pelos outros. Como se não bastasse, ela também é uma Trained Teacher do Programa Mindful Self-Compassion, ou MSC, e está terminando a formação como professora de Mindfulness e Compaixão para a saúde – Respira Vida Breathworks. Erika nos ajudou, de uma maneira incrivelmente clara e didática, a percorrer por esses diferentes programas e esclareceu como podemos incorporar os fundamentos deles no nosso cotidiano. Foi uma verdadeira aula! A partir deste episódio, vocês vão ver que iniciamos uma nova tradição, a de agradecer nominalmente alguns dos queridos mecenas e patrocinadores deste podcast que, por meio do seu apoio concreto e material, nos dizem que este trabalho é importante para quem ouve e serve como combustível para fazermos muito mais no ano que vem. Novas ideias borbulham por aqui e fazemos votos de que possamos honrar todo esse incentivo. Muito obrigado a vocês que, ao longo deste ano, nos apoiaram destas formas, mas de todas as outras também. Aproveitando essa experiência de fim de ciclo que os finais de ano trazem, que possamos renovar nossos votos mais significativos. Que busquemos a felicidade genuína! Que possamos nos libertar do sofrimento e de suas causas. E que nos aproximemos cada vez mais dos caminhos que vão nos levar nessa direção. Em 2020, seguiremos juntos nessa jornada (se a impermanência assim permitir, é claro). Mas, antes disso, bora pro papo! Aperte o play e vem com a gente. ..... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no http://www.apoia.se/coemergencia.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#27 A urgência da luta feminista e antirracista (com Cris Guterres)</title>
<description>Falar sobre a condição de ser mulher e negra no Brasil é urgente. Longe de ser uma questão de um grupo específico, é uma questão que diz respeito à todos, independente do gênero, da raça, da classe social.  Trouxemos essa discussão para nossa lavanderia e convidamos a querida Cris Guterres, jornalista, empreendedora, feminista, negra e podcaster, no Meteora Podcast, para nos apresentar a importância da luta feminista e antirracista para alcançarmos uma sociedade mais justa e igualitária. Cris nos alertou o quanto as mulheres negras ainda lutam para serem reconhecidas em sua humanidade e quanto isso é fundamental para avançarmos enquanto sociedade. A conversa foi potente, atravessada por trocas, desconfortos, dores, indignação, descobertas, risos e esperança. Além Cris, participaram do papo as amigas Andressa Sampaio e Hilda de Paula. A conversa mexeu com a gente e, provavelmente, vai balançar você. Afinal, se, de um lado, partimos do pressuposto que o Samsara não tem solução, que há potência no silêncio, que é preciso relaxar em meio ao caos, que não há um mundo pronto lá fora nem uma essência inerente dentro de nós, do outro lado, há seres que experimentam sofrimentos seletivos pelo simples fato de serem mulheres e por serem mulheres negras. Esses seres sofrem pelo silenciamento imposto. Esses serem sofrem pelo caos provocado pelo sexismo e racismo. Esses seres sofrem porque há um mundo lá fora estruturado que permite que a cada 4 minutos uma mulher seja agredida no país. Que permite que cerca de 150 mulheres e meninas sejam violentadas sexualmente por dia. Que permite que, apesar do número de assassinatos de mulheres brancas ter reduzido cerca de 9% entre 2003 e 2013, esse índice aumentou 54% quando se trata de mulheres negras. Que permite que o rendimento de pessoas brancas seja 74% superior aos das pessoas negras. Que permite que mulheres negras recebam 44% do que um homem branco recebe. Se a realidade surge na relação entre mundo interno e externo, quais realidades são possíveis para quem, desde que nasceu, é considerada pela sociedade como sendo um ser humano incompleto, menor, inferior? Não estamos aqui para solidificar essas identidades, nem muito menos solidificar sofrimentos. Mas se você, assim como nós, não concorda com a violência e desigualdades provocadas pelo sexismo e racismo, esse programa é pra você. Se, por algum motivo, você não entrou em contato ou não reconheceu isso acontecendo, esse programa também é pra você! Como nos alerta Angela Davis: “Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista.” O papo foi beeeeemmmm profundo. Puxe uma almofada e vem com a gente!⠀</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/27-a-urgencia-da-luta-feminista-e-antirracista</link>
  <pubDate>Thu, 05 Dec 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Falar sobre a condição de ser mulher e negra no Brasil é urgente. Longe de ser uma questão de um grupo específico, é uma questão que diz respeito à todos, independente do gênero, da raça, da classe social.  Trouxemos essa discussão para nossa lavanderia e convidamos a querida Cris Guterres, jornalista, empreendedora, feminista, negra e podcaster, no Meteora Podcast, para nos apresentar a importância da luta feminista e antirracista para alcançarmos uma sociedade mais justa e igualitária. Cris nos alertou o quanto as mulheres negras ainda lutam para serem reconhecidas em sua humanidade e quanto isso é fundamental para avançarmos enquanto sociedade. A conversa foi potente, atravessada por trocas, desconfortos, dores, indignação, descobertas, risos e esperança. Além Cris, participaram do papo as amigas Andressa Sampaio e Hilda de Paula. A conversa mexeu com a gente e, provavelmente, vai balançar você. Afinal, se, de um lado, partimos do pressuposto que o Samsara não tem solução, que há potência no silêncio, que é preciso relaxar em meio ao caos, que não há um mundo pronto lá fora nem uma essência inerente dentro de nós, do outro lado, há seres que experimentam sofrimentos seletivos pelo simples fato de serem mulheres e por serem mulheres negras. Esses seres sofrem pelo silenciamento imposto. Esses serem sofrem pelo caos provocado pelo sexismo e racismo. Esses seres sofrem porque há um mundo lá fora estruturado que permite que a cada 4 minutos uma mulher seja agredida no país. Que permite que cerca de 150 mulheres e meninas sejam violentadas sexualmente por dia. Que permite que, apesar do número de assassinatos de mulheres brancas ter reduzido cerca de 9% entre 2003 e 2013, esse índice aumentou 54% quando se trata de mulheres negras. Que permite que o rendimento de pessoas brancas seja 74% superior aos das pessoas negras. Que permite que mulheres negras recebam 44% do que um homem branco recebe. Se a realidade surge na relação entre mundo interno e externo, quais realidades são possíveis para quem, desde que nasceu, é considerada pela sociedade como sendo um ser humano incompleto, menor, inferior? Não estamos aqui para solidificar essas identidades, nem muito menos solidificar sofrimentos. Mas se você, assim como nós, não concorda com a violência e desigualdades provocadas pelo sexismo e racismo, esse programa é pra você. Se, por algum motivo, você não entrou em contato ou não reconheceu isso acontecendo, esse programa também é pra você! Como nos alerta Angela Davis: “Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista.” O papo foi beeeeemmmm profundo. Puxe uma almofada e vem com a gente!⠀</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Falar sobre a condição de ser mulher e negra no Brasil é urgente. Longe de ser uma questão de um grupo específico, é uma questão que diz respeito à todos, independente do gênero, da raça, da classe social.  Trouxemos essa discussão para nossa lavanderia e convidamos a querida Cris Guterres, jornalista, empreendedora, feminista, negra e podcaster, no Meteora Podcast, para nos apresentar a importância da luta feminista e antirracista para alcançarmos uma sociedade mais justa e igualitária. Cris nos alertou o quanto as mulheres negras ainda lutam para serem reconhecidas em sua humanidade e quanto isso é fundamental para avançarmos enquanto sociedade. A conversa foi potente, atravessada por trocas, desconfortos, dores, indignação, descobertas, risos e esperança. Além Cris, participaram do papo as amigas Andressa Sampaio e Hilda de Paula. A conversa mexeu com a gente e, provavelmente, vai balançar você. Afinal, se, de um lado, partimos do pressuposto que o Samsara não tem solução, que há potência no silêncio, que é preciso relaxar em meio ao caos, que não há um mundo pronto lá fora nem uma essência inerente dentro de nós, do outro lado, há seres que experimentam sofrimentos seletivos pelo simples fato de serem mulheres e por serem mulheres negras. Esses seres sofrem pelo silenciamento imposto. Esses serem sofrem pelo caos provocado pelo sexismo e racismo. Esses seres sofrem porque há um mundo lá fora estruturado que permite que a cada 4 minutos uma mulher seja agredida no país. Que permite que cerca de 150 mulheres e meninas sejam violentadas sexualmente por dia. Que permite que, apesar do número de assassinatos de mulheres brancas ter reduzido cerca de 9% entre 2003 e 2013, esse índice aumentou 54% quando se trata de mulheres negras. Que permite que o rendimento de pessoas brancas seja 74% superior aos das pessoas negras. Que permite que mulheres negras recebam 44% do que um homem branco recebe. Se a realidade surge na relação entre mundo interno e externo, quais realidades são possíveis para quem, desde que nasceu, é considerada pela sociedade como sendo um ser humano incompleto, menor, inferior? Não estamos aqui para solidificar essas identidades, nem muito menos solidificar sofrimentos. Mas se você, assim como nós, não concorda com a violência e desigualdades provocadas pelo sexismo e racismo, esse programa é pra você. Se, por algum motivo, você não entrou em contato ou não reconheceu isso acontecendo, esse programa também é pra você! Como nos alerta Angela Davis: “Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista.” O papo foi beeeeemmmm profundo. Puxe uma almofada e vem com a gente!⠀ </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#26 A potência do silêncio (com Márcia Baja)</title>
<description>O episódio #26 chega em clima de festa. Para comemorar 1 ano de boas conversas nada melhor do que falar sobre:  silêncio! Há potência do silêncio? Seria possível integrá-lo ao nosso cotidiano tão caótico, cheio de sons e movimentos? Nossa querida convidada (e best friend) Márcia Baja compartilhou com a gente a potência ainda tão desconhecida do silêncio e como ele pode reverberar em nossos corpos e relações. Para Márcia, o silêncio não é ausência de ruído, mas uma qualidade que nos permite estar presentes e abertos à dimensão criativa e secreta da vida. Neste processo, Márcia destacou a importância de integrarmos corpo, mente e emoções, assim como o silêncio e o movimento. Para quem ainda não a conhece, Márcia vem mergulhando na fonte de tradições contemplativas há muito tempo, especialmente no budismo tibetano. Em 1996, tornou-se aluna do Lama Padma Samten e, ao longo de sua jornada, conectou-se também com outros mestres e mestras, como Namkai Norbu Rinpoche (falecido recentemente) e Tenzin Wangyal Rinpoche. Em 2013, completou um retiro fechado de 3 anos e 3 meses no CEBB, onde é tutora e facilitadora. Hoje, enquanto professora no mundo, ela atua como instrutora de ioga em cursos e oficinas, auxiliando as pessoas a integrar silêncio e movimento no trabalho com o corpo, a energia e a mente.  Aperte o play e se deixe atravessar pelo silêncio movente dessa conversa.  Completamos um ano com 26 episódios e o crescente apoio e carinho dos nossos ouvintes, que foram fundamentais para nos fazer chegar aqui, compartilhando, criticando e elogiando cada episódio, nos apoiando financeiramente e enviando diversas sugestões. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/26-a-potencia-do-silencio/</link>
  <pubDate>Thu, 14 Nov 2019 19:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>silêncio, meditação, corpo, mente, emoções, márcia baja, budismo, yoga, ioga, lucidez, compaixão, coemergencia, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>O episódio #26 chega em clima de festa. Para comemorar 1 ano de boas conversas nada melhor do que falar sobre:  silêncio! Há potência do silêncio? Seria possível integrá-lo ao nosso cotidiano tão caótico, cheio de sons e movimentos? Nossa querida convidada (e best friend) Márcia Baja compartilhou com a gente a potência ainda tão desconhecida do silêncio e como ele pode reverberar em nossos corpos e relações. Para Márcia, o silêncio não é ausência de ruído, mas uma qualidade que nos permite estar presentes e abertos à dimensão criativa e secreta da vida. Neste processo, Márcia destacou a importância de integrarmos corpo, mente e emoções, assim como o silêncio e o movimento. Para quem ainda não a conhece, Márcia vem mergulhando na fonte de tradições contemplativas há muito tempo, especialmente no budismo tibetano. Em 1996, tornou-se aluna do Lama Padma Samten e, ao longo de sua jornada, conectou-se também com outros mestres e mestras, como Namkai Norbu Rinpoche (falecido recentemente) e Tenzin Wangyal Rinpoche. Em 2013, completou um retiro fechado de 3 anos e 3 meses no CEBB, onde é tutora e facilitadora. Hoje, enquanto professora no mundo, ela atua como instrutora de ioga em cursos e oficinas, auxiliando as pessoas a integrar silêncio e movimento no trabalho com o corpo, a energia e a mente.  Aperte o play e se deixe atravessar pelo silêncio movente dessa conversa.  Completamos um ano com 26 episódios e o crescente apoio e carinho dos nossos ouvintes, que foram fundamentais para nos fazer chegar aqui, compartilhando, criticando e elogiando cada episódio, nos apoiando financeiramente e enviando diversas sugestões. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O episódio #26 chega em clima de festa. Para comemorar 1 ano de boas conversas nada melhor do que falar sobre:  silêncio! Há potência do silêncio? Seria possível integrá-lo ao nosso cotidiano tão caótico, cheio de sons e movimentos? Nossa querida convidada (e best friend) Márcia Baja compartilhou com a gente a potência ainda tão desconhecida do silêncio e como ele pode reverberar em nossos corpos e relações. Para Márcia, o silêncio não é ausência de ruído, mas uma qualidade que nos permite estar presentes e abertos à dimensão criativa e secreta da vida. Neste processo, Márcia destacou a importância de integrarmos corpo, mente e emoções, assim como o silêncio e o movimento. Para quem ainda não a conhece, Márcia vem mergulhando na fonte de tradições contemplativas há muito tempo, especialmente no budismo tibetano. Em 1996, tornou-se aluna do Lama Padma Samten e, ao longo de sua jornada, conectou-se também com outros mestres e mestras, como Namkai Norbu Rinpoche (falecido recentemente) e Tenzin Wangyal Rinpoche. Em 2013, completou um retiro fechado de 3 anos e 3 meses no CEBB, onde é tutora e facilitadora. Hoje, enquanto professora no mundo, ela atua como instrutora de ioga em cursos e oficinas, auxiliando as pessoas a integrar silêncio e movimento no trabalho com o corpo, a energia e a mente.  Aperte o play e se deixe atravessar pelo silêncio movente dessa conversa.  Completamos um ano com 26 episódios e o crescente apoio e carinho dos nossos ouvintes, que foram fundamentais para nos fazer chegar aqui, compartilhando, criticando e elogiando cada episódio, nos apoiando financeiramente e enviando diversas sugestões. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#25 O corpo da mulher na História (com Paloma Czapla)</title>
<description>As noções que temos de “homem” e “mulher” em nossa cultura parecem dadas, fixas e completamente “naturais”. Quase automaticamente associamos certas características e atributos a esses rótulos assim que os ouvimos – como já conversamos no episódio sobre masculinidades. Agora, para falarmos especificamente sobre a construção do que entendemos como “mulher”, vamos voltar um pouco no tempo (para perceber, no fim, que esse passado não é tão passado assim). Chamamos para nos conduzir nessa jornada Paloma Czapla, historiadora pela UFRGS e mestranda em História Cultural pela Unicamp, na linha de pesquisa sobre gênero e teoria feminista. A pesquisa da Paloma parte de um processo criminal de uma mulher que foi condenada por matar seu marido em 1940 no interior do Rio Grande do Sul e abre para pensar as narrativas que foram historicamente construídas sobre as mulheres, além das intersecções de sexo, gênero, classe e raça no sistema penal. A partir dessas discussões, a Paloma levanta temas extremamente relevantes para nosso contexto atual: o que foi falado sobre as mulheres ao longo da História? De onde nossos referenciais do que entendemos como “mulher” vêm? Como isso influencia a vida das mulheres até hoje, especialmente as não brancas? Qual a importância de estudarmos esses discursos? Como isso se conecta com a possibilidade de construirmos realidades diferentes para as mulheres hoje em dia? O papo foi descontraído e, ao mesmo tempo, profundo, que é como gostamos. Puxe uma almofada e venha com a gente!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/25-o-corpo-da-mulher-na-historia/</link>
  <pubDate>Thu, 31 Oct 2019 16:30:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>mulher, feminismo, feminino, machismo, antimachismo, racismo, antirracismo, história, narrativas, gênero, sofrimento, lucidez, compaixão, coemergencia, mente, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>As noções que temos de “homem” e “mulher” em nossa cultura parecem dadas, fixas e completamente “naturais”. Quase automaticamente associamos certas características e atributos a esses rótulos assim que os ouvimos – como já conversamos no episódio sobre masculinidades. Agora, para falarmos especificamente sobre a construção do que entendemos como “mulher”, vamos voltar um pouco no tempo (para perceber, no fim, que esse passado não é tão passado assim). Chamamos para nos conduzir nessa jornada Paloma Czapla, historiadora pela UFRGS e mestranda em História Cultural pela Unicamp, na linha de pesquisa sobre gênero e teoria feminista. A pesquisa da Paloma parte de um processo criminal de uma mulher que foi condenada por matar seu marido em 1940 no interior do Rio Grande do Sul e abre para pensar as narrativas que foram historicamente construídas sobre as mulheres, além das intersecções de sexo, gênero, classe e raça no sistema penal. A partir dessas discussões, a Paloma levanta temas extremamente relevantes para nosso contexto atual: o que foi falado sobre as mulheres ao longo da História? De onde nossos referenciais do que entendemos como “mulher” vêm? Como isso influencia a vida das mulheres até hoje, especialmente as não brancas? Qual a importância de estudarmos esses discursos? Como isso se conecta com a possibilidade de construirmos realidades diferentes para as mulheres hoje em dia? O papo foi descontraído e, ao mesmo tempo, profundo, que é como gostamos. Puxe uma almofada e venha com a gente!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>As noções que temos de “homem” e “mulher” em nossa cultura parecem dadas, fixas e completamente “naturais”. Quase automaticamente associamos certas características e atributos a esses rótulos assim que os ouvimos – como já conversamos no episódio sobre masculinidades. Agora, para falarmos especificamente sobre a construção do que entendemos como “mulher”, vamos voltar um pouco no tempo (para perceber, no fim, que esse passado não é tão passado assim). Chamamos para nos conduzir nessa jornada Paloma Czapla, historiadora pela UFRGS e mestranda em História Cultural pela Unicamp, na linha de pesquisa sobre gênero e teoria feminista. A pesquisa da Paloma parte de um processo criminal de uma mulher que foi condenada por matar seu marido em 1940 no interior do Rio Grande do Sul e abre para pensar as narrativas que foram historicamente construídas sobre as mulheres, além das intersecções de sexo, gênero, classe e raça no sistema penal. A partir dessas discussões, a Paloma levanta temas extremamente relevantes para nosso contexto atual: o que foi falado sobre as mulheres ao longo da História? De onde nossos referenciais do que entendemos como “mulher” vêm? Como isso influencia a vida das mulheres até hoje, especialmente as não brancas? Qual a importância de estudarmos esses discursos? Como isso se conecta com a possibilidade de construirmos realidades diferentes para as mulheres hoje em dia? O papo foi descontraído e, ao mesmo tempo, profundo, que é como gostamos. Puxe uma almofada e venha com a gente!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#24 Serenidade em meio ao caos (com Henrique Lemes)</title>
<description>Neste episódio do Coemergência, tivemos a alegria de receber o Henrique Lemes, antropólogo de formação, tutor do CEBB e aluno do Lama Padma Samten, para falar sobre o que é autonomia de energia – a capacidade de manter a serenidade em meio ao movimento da vida. O próprio Henrique fez alguns retiros longos em sua trajetória, mas toda a sua fala segue na direção de desmistificar e quebrar expectativas sobre o caminho de transformação da mente. Em vez de sonhar com condições ideais, ele refletiu sobre como os obstáculos cotidianos são uma grande oportunidade de crescimento e aprendizado. Um dos referenciais que ele empregou na conversa com a gente foi o dos cinco elementos – terra, água, fogo, ar e espaço, que são formas de falar sobre as qualidades de estabilidade, fluidez, calor, mobilidade, acolhidos pela própria espaciosidade da mente. Em uma cultura muito apegada à discursividade, eles fornecem uma forma mais direta de contemplar as circunstâncias da vida. Ele nos explicou que aprender a equilibrar estes elementos de forma autônoma passa por abandonar os joguinhos e fixações usuais por meio dos quais tentamos manipulá-los. Mas isto não significa abandonar os locais e relações onde vivemos: é uma questão de gerar lucidez quanto a eles. Mesmo que você já tenha alguma autonomia de energia, vale a pena ouvir o Henrique e aprofundar um pouco mais. Mas se você, como nós, ainda não tem, então dê o play e venha se alegrar artificialmente com a gente!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/24-serenidade-em-meio-ao-caos</link>
  <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>autonomia, energia, serenidade, cinco elementos, sofrimento, lucidez, compaixão, coemergencia, mente, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Neste episódio do Coemergência, tivemos a alegria de receber o Henrique Lemes, antropólogo de formação, tutor do CEBB e aluno do Lama Padma Samten, para falar sobre o que é autonomia de energia – a capacidade de manter a serenidade em meio ao movimento da vida. O próprio Henrique fez alguns retiros longos em sua trajetória, mas toda a sua fala segue na direção de desmistificar e quebrar expectativas sobre o caminho de transformação da mente. Em vez de sonhar com condições ideais, ele refletiu sobre como os obstáculos cotidianos são uma grande oportunidade de crescimento e aprendizado. Um dos referenciais que ele empregou na conversa com a gente foi o dos cinco elementos – terra, água, fogo, ar e espaço, que são formas de falar sobre as qualidades de estabilidade, fluidez, calor, mobilidade, acolhidos pela própria espaciosidade da mente. Em uma cultura muito apegada à discursividade, eles fornecem uma forma mais direta de contemplar as circunstâncias da vida. Ele nos explicou que aprender a equilibrar estes elementos de forma autônoma passa por abandonar os joguinhos e fixações usuais por meio dos quais tentamos manipulá-los. Mas isto não significa abandonar os locais e relações onde vivemos: é uma questão de gerar lucidez quanto a eles. Mesmo que você já tenha alguma autonomia de energia, vale a pena ouvir o Henrique e aprofundar um pouco mais. Mas se você, como nós, ainda não tem, então dê o play e venha se alegrar artificialmente com a gente!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Neste episódio do Coemergência, tivemos a alegria de receber o Henrique Lemes, antropólogo de formação, tutor do CEBB e aluno do Lama Padma Samten, para falar sobre o que é autonomia de energia – a capacidade de manter a serenidade em meio ao movimento da vida. O próprio Henrique fez alguns retiros longos em sua trajetória, mas toda a sua fala segue na direção de desmistificar e quebrar expectativas sobre o caminho de transformação da mente. Em vez de sonhar com condições ideais, ele refletiu sobre como os obstáculos cotidianos são uma grande oportunidade de crescimento e aprendizado. Um dos referenciais que ele empregou na conversa com a gente foi o dos cinco elementos – terra, água, fogo, ar e espaço, que são formas de falar sobre as qualidades de estabilidade, fluidez, calor, mobilidade, acolhidos pela própria espaciosidade da mente. Em uma cultura muito apegada à discursividade, eles fornecem uma forma mais direta de contemplar as circunstâncias da vida. Ele nos explicou que aprender a equilibrar estes elementos de forma autônoma passa por abandonar os joguinhos e fixações usuais por meio dos quais tentamos manipulá-los. Mas isto não significa abandonar os locais e relações onde vivemos: é uma questão de gerar lucidez quanto a eles. Mesmo que você já tenha alguma autonomia de energia, vale a pena ouvir o Henrique e aprofundar um pouco mais. Mas se você, como nós, ainda não tem, então dê o play e venha se alegrar artificialmente com a gente!</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#23 Sobre o silêncio dos homens (com Ismael dos Anjos)</title>
<description>Ser forte, corajoso, estar no controle, não demonstrar fragilidade, ser sexualmente experiente, ter fala firme, não chorar, ser bem-sucedido, não demonstrar erros... Essas são algumas (entre várias outras) das características do que a nossa cultura entende por ser homem. Tem tudo para dar certo, né? Parece que nem tanto: 6 em cada 10 homens admitem ter algum problema de saúde mental: 31% sofrem de transtorno de ansiedade, quase 1 a cada 4 sofre com depressão, quase 1 a cada 4 sofre com insônia; o suicídio é 4 vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. Ao mesmo tempo, 7 em cada 10 concordam que foram ensinados, durante a infância e a adolescência, a não demonstrarem fragilidade e apenas 1 em cada 10 já procurou um psicólogo. Esses são apenas alguns dos vários dados bem marcantes que nosso convidado de hoje trouxe para a nossa lavanderia. Ismael dos Anjos, que é fotógrafo, jornalista e pai do Francisco (que tivemos o prazer de conhecer no dia da gravação), coordenou o projeto que deu origem ao documentário “O Silêncio dos Homens” e cujas pesquisas geraram dados como esses que citamos. O que é esse silêncio dos homens? De que homens estamos falando? Quais as diferenças entre as experiências de homens brancos, negros, gays, trans? O que está por trás do que entendemos como masculinidade? Como isso está relacionado com as dores e obstáculos que os homens enfrentam? E com os sofrimentos que causam (especialmente nas mulheres)? O que é, afinal, ser homem? Partimos de perguntas como essas e o papo que se abriu foi completamente pé no chão, sem respostas prontas e fáceis. Ismael traz uma visão bonita sobre esse processo, em que não vamos mais tentar seguir uma única masculinidade (no singular) rígida, fechada e, muitas vezes, tóxica, mas sim dar espaço, com responsabilização, para diferentes formas de expressão das masculinidades (no plural). Dê o play e vamos juntos! Você pode seguir o Ismael no Instagram, assistir ao documentário no YouTube e ver a 1ª parte dos resultados da pesquisa neste link.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/23-sobre-o-silencio-do-homens</link>
  <pubDate>Thu, 03 Oct 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>masculinidade, masculinidades, masculinidade tóxica, masculinidade saudável, o silêncio dos homens, machismo, sofrimento, lucidez, compaixão, coemergencia, mente, podcast, mundo interno, mundo externo   </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Ser forte, corajoso, estar no controle, não demonstrar fragilidade, ser sexualmente experiente, ter fala firme, não chorar, ser bem-sucedido, não demonstrar erros... Essas são algumas (entre várias outras) das características do que a nossa cultura entende por ser homem. Tem tudo para dar certo, né? Parece que nem tanto: 6 em cada 10 homens admitem ter algum problema de saúde mental: 31% sofrem de transtorno de ansiedade, quase 1 a cada 4 sofre com depressão, quase 1 a cada 4 sofre com insônia; o suicídio é 4 vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. Ao mesmo tempo, 7 em cada 10 concordam que foram ensinados, durante a infância e a adolescência, a não demonstrarem fragilidade e apenas 1 em cada 10 já procurou um psicólogo. Esses são apenas alguns dos vários dados bem marcantes que nosso convidado de hoje trouxe para a nossa lavanderia. Ismael dos Anjos, que é fotógrafo, jornalista e pai do Francisco (que tivemos o prazer de conhecer no dia da gravação), coordenou o projeto que deu origem ao documentário “O Silêncio dos Homens” e cujas pesquisas geraram dados como esses que citamos. O que é esse silêncio dos homens? De que homens estamos falando? Quais as diferenças entre as experiências de homens brancos, negros, gays, trans? O que está por trás do que entendemos como masculinidade? Como isso está relacionado com as dores e obstáculos que os homens enfrentam? E com os sofrimentos que causam (especialmente nas mulheres)? O que é, afinal, ser homem? Partimos de perguntas como essas e o papo que se abriu foi completamente pé no chão, sem respostas prontas e fáceis. Ismael traz uma visão bonita sobre esse processo, em que não vamos mais tentar seguir uma única masculinidade (no singular) rígida, fechada e, muitas vezes, tóxica, mas sim dar espaço, com responsabilização, para diferentes formas de expressão das masculinidades (no plural). Dê o play e vamos juntos! Você pode seguir o Ismael no Instagram, assistir ao documentário no YouTube e ver a 1ª parte dos resultados da pesquisa neste link.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Ser forte, corajoso, estar no controle, não demonstrar fragilidade, ser sexualmente experiente, ter fala firme, não chorar, ser bem-sucedido, não demonstrar erros... Essas são algumas (entre várias outras) das características do que a nossa cultura entende por ser homem. Tem tudo para dar certo, né? Parece que nem tanto: 6 em cada 10 homens admitem ter algum problema de saúde mental: 31% sofrem de transtorno de ansiedade, quase 1 a cada 4 sofre com depressão, quase 1 a cada 4 sofre com insônia; o suicídio é 4 vezes maior entre os homens do que entre as mulheres. Ao mesmo tempo, 7 em cada 10 concordam que foram ensinados, durante a infância e a adolescência, a não demonstrarem fragilidade e apenas 1 em cada 10 já procurou um psicólogo. Esses são apenas alguns dos vários dados bem marcantes que nosso convidado de hoje trouxe para a nossa lavanderia. Ismael dos Anjos, que é fotógrafo, jornalista e pai do Francisco (que tivemos o prazer de conhecer no dia da gravação), coordenou o projeto que deu origem ao documentário “O Silêncio dos Homens” e cujas pesquisas geraram dados como esses que citamos. O que é esse silêncio dos homens? De que homens estamos falando? Quais as diferenças entre as experiências de homens brancos, negros, gays, trans? O que está por trás do que entendemos como masculinidade? Como isso está relacionado com as dores e obstáculos que os homens enfrentam? E com os sofrimentos que causam (especialmente nas mulheres)? O que é, afinal, ser homem? Partimos de perguntas como essas e o papo que se abriu foi completamente pé no chão, sem respostas prontas e fáceis. Ismael traz uma visão bonita sobre esse processo, em que não vamos mais tentar seguir uma única masculinidade (no singular) rígida, fechada e, muitas vezes, tóxica, mas sim dar espaço, com responsabilização, para diferentes formas de expressão das masculinidades (no plural). Dê o play e vamos juntos! Você pode seguir o Ismael no Instagram, assistir ao documentário no YouTube e ver a 1ª parte dos resultados da pesquisa neste link.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#22 Reencantamento do Mundo (com Lama Padma Samten)</title>
<description>Não tem sido incomum nos depararmos (tanto individualmente quanto coletivamente) com uma sensação disseminada de apatia e resignação diante das crises pelas quais passamos atualmente – econômica, política, ambiental. Como manter (e ampliar) nossa estabilidade, compaixão e sabedoria em meio a esse cenário? Como olharmos para essas circunstâncias como quem olha para algo maleável, vivo, plástico, sem tanto fechamento e solidez? Como deveríamos agir nesse contexto todo? Fomos buscar direto de uma de nossas principais fontes as respostas para essas perguntas: Lama Padma Samten. Nossa alegria em poder ter essa conversa com ele e compartilhar com vocês não poderia ser maior. Fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatvas, o Lama Padma Samten se dedica a disseminar os ensinamentos budistas há mais de 30 anos. Com uma linguagem acessível, direta e afetuosa, ele nos conduz por meio dos ensinamentos mais elevados. E não se engane pela leveza na fala: o Lama é uma explosão de vida e energia. Com os templos, centros urbanos, espaços para retiros, escolas e comunidades espalhados pelo país, ele nos mostra como uma ampliação na visão leva a uma ação no mundo destemida e criativa. Seu jeito de andar levando benefícios por onde passa resume bem o que colocamos na descrição do nosso programa: “Não há um mundo pronto lá fora”.  Que a gente se deixe contagiar e inspirar por esse brilho que o Lama traz para a realidade! Para quem quiser conhecer mais do trabalho do Lama Padma Samten, ele está no Instagram, Facebook e YouTube. E o site do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) (http://www.cebb.org.br), com a programação dos diferentes centros e também com ensinamentos em texto, áudio ou vídeo. Vamos reencantar nosso mundo? Dê o play e vem compartilhar dessa felicidade com a gente!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/22-reencantamento-do-mundo</link>
  <pubDate>Thu, 19 Sep 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Não tem sido incomum nos depararmos (tanto individualmente quanto coletivamente) com uma sensação disseminada de apatia e resignação diante das crises pelas quais passamos atualmente – econômica, política, ambiental. Como manter (e ampliar) nossa estabilidade, compaixão e sabedoria em meio a esse cenário? Como olharmos para essas circunstâncias como quem olha para algo maleável, vivo, plástico, sem tanto fechamento e solidez? Como deveríamos agir nesse contexto todo? Fomos buscar direto de uma de nossas principais fontes as respostas para essas perguntas: Lama Padma Samten. Nossa alegria em poder ter essa conversa com ele e compartilhar com vocês não poderia ser maior. Fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatvas, o Lama Padma Samten se dedica a disseminar os ensinamentos budistas há mais de 30 anos. Com uma linguagem acessível, direta e afetuosa, ele nos conduz por meio dos ensinamentos mais elevados. E não se engane pela leveza na fala: o Lama é uma explosão de vida e energia. Com os templos, centros urbanos, espaços para retiros, escolas e comunidades espalhados pelo país, ele nos mostra como uma ampliação na visão leva a uma ação no mundo destemida e criativa. Seu jeito de andar levando benefícios por onde passa resume bem o que colocamos na descrição do nosso programa: “Não há um mundo pronto lá fora”.  Que a gente se deixe contagiar e inspirar por esse brilho que o Lama traz para a realidade! Para quem quiser conhecer mais do trabalho do Lama Padma Samten, ele está no Instagram, Facebook e YouTube. E o site do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) (http://www.cebb.org.br), com a programação dos diferentes centros e também com ensinamentos em texto, áudio ou vídeo. Vamos reencantar nosso mundo? Dê o play e vem compartilhar dessa felicidade com a gente!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Não tem sido incomum nos depararmos (tanto individualmente quanto coletivamente) com uma sensação disseminada de apatia e resignação diante das crises pelas quais passamos atualmente – econômica, política, ambiental. Como manter (e ampliar) nossa estabilidade, compaixão e sabedoria em meio a esse cenário? Como olharmos para essas circunstâncias como quem olha para algo maleável, vivo, plástico, sem tanto fechamento e solidez? Como deveríamos agir nesse contexto todo? Fomos buscar direto de uma de nossas principais fontes as respostas para essas perguntas: Lama Padma Samten. Nossa alegria em poder ter essa conversa com ele e compartilhar com vocês não poderia ser maior. Fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatvas, o Lama Padma Samten se dedica a disseminar os ensinamentos budistas há mais de 30 anos. Com uma linguagem acessível, direta e afetuosa, ele nos conduz por meio dos ensinamentos mais elevados. E não se engane pela leveza na fala: o Lama é uma explosão de vida e energia. Com os templos, centros urbanos, espaços para retiros, escolas e comunidades espalhados pelo país, ele nos mostra como uma ampliação na visão leva a uma ação no mundo destemida e criativa. Seu jeito de andar levando benefícios por onde passa resume bem o que colocamos na descrição do nosso programa: “Não há um mundo pronto lá fora”.  Que a gente se deixe contagiar e inspirar por esse brilho que o Lama traz para a realidade! Para quem quiser conhecer mais do trabalho do Lama Padma Samten, ele está no Instagram, Facebook e YouTube. E o site do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) (http://www.cebb.org.br), com a programação dos diferentes centros e também com ensinamentos em texto, áudio ou vídeo. Vamos reencantar nosso mundo? Dê o play e vem compartilhar dessa felicidade com a gente!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#21 Relacionamentos: como não sofrer (tanto) (com Fred Mattos)</title>
<description>Quando pensamos em relacionamentos, uma coleção de certezas e regras nos acompanham. A gente quer nomear sentimentos, classificar processos, explicar por que alguns tipos de relacionamento dão certo e outros não. Temos várias teorias. Ainda mais depois de sair de um relacionamento, aí temos certeza que aprendemos e entendemos tudo que é bom e ruim, o que dá certo e o que dá errado. Só que não, né? Porque de repente, quando menos esperamos, já estamos enfiados em outra relação e surgem questões, dores e dificuldades que nem imaginávamos ter ou pensávamos ingenuamente ter superado. Estamos novamente imersos em confusões.  Às vezes a teoria de como as coisas funcionam é relativamente simples. Mas imersos em causas e condições nos perdemos, sofremos e fazemos outros seres sofrer. Convidamos o psicólogo Fred Mattos para falar sobre formas de se relacionar com mais lucidez e pra nos ajudar com as muitas dúvidas que carregamos sobre esse tema. A fala do Fred foi provocativa, mas afável. De forma muito ponderada, ele abordou questões que vão lá no fundo de nós e fazem a gente se perguntar: com quem nos relacionamos quando estamos nos relacionando? Nos relacionamos com "o outro"? Com nós mesmos? Nos relacionamos com a realidade? Talvez as respostas não sejam tão simples. Porém, olhar pra essas questões pode ser uma oportunidade de pararmos um pouco de querer soluções e conclusões fáceis e aceitarmos o não saber como algo que faça brotar em nós a curiosidade e o prazer de investigar. Fred é um psicólogo super conectado nas plataformas digitais. É possível encontra-lo no site Sobre a Vida (http://www.sobreavida.com.br/), no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCJWidhF95_9xQLkvRv7Qj9g), no Instagram (https://www.instagram.com/fredmattos/) e no Fredflix (http://fredflix.com.br). Ouçam! Muitas vezes!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/21-relacionamentos/</link>
  <pubDate>Thu, 05 Sep 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>relacionamento, relação, sofrimento, apego, lucidez, lúcido, amor, paixão, coemergencia, mente, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Quando pensamos em relacionamentos, uma coleção de certezas e regras nos acompanham. A gente quer nomear sentimentos, classificar processos, explicar por que alguns tipos de relacionamento dão certo e outros não. Temos várias teorias. Ainda mais depois de sair de um relacionamento, aí temos certeza que aprendemos e entendemos tudo que é bom e ruim, o que dá certo e o que dá errado. Só que não, né? Porque de repente, quando menos esperamos, já estamos enfiados em outra relação e surgem questões, dores e dificuldades que nem imaginávamos ter ou pensávamos ingenuamente ter superado. Estamos novamente imersos em confusões.  Às vezes a teoria de como as coisas funcionam é relativamente simples. Mas imersos em causas e condições nos perdemos, sofremos e fazemos outros seres sofrer. Convidamos o psicólogo Fred Mattos para falar sobre formas de se relacionar com mais lucidez e pra nos ajudar com as muitas dúvidas que carregamos sobre esse tema. A fala do Fred foi provocativa, mas afável. De forma muito ponderada, ele abordou questões que vão lá no fundo de nós e fazem a gente se perguntar: com quem nos relacionamos quando estamos nos relacionando? Nos relacionamos com "o outro"? Com nós mesmos? Nos relacionamos com a realidade? Talvez as respostas não sejam tão simples. Porém, olhar pra essas questões pode ser uma oportunidade de pararmos um pouco de querer soluções e conclusões fáceis e aceitarmos o não saber como algo que faça brotar em nós a curiosidade e o prazer de investigar. Fred é um psicólogo super conectado nas plataformas digitais. É possível encontra-lo no site Sobre a Vida (http://www.sobreavida.com.br/), no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCJWidhF95_9xQLkvRv7Qj9g), no Instagram (https://www.instagram.com/fredmattos/) e no Fredflix (http://fredflix.com.br). Ouçam! Muitas vezes!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Quando pensamos em relacionamentos, uma coleção de certezas e regras nos acompanham. A gente quer nomear sentimentos, classificar processos, explicar por que alguns tipos de relacionamento dão certo e outros não. Temos várias teorias. Ainda mais depois de sair de um relacionamento, aí temos certeza que aprendemos e entendemos tudo que é bom e ruim, o que dá certo e o que dá errado. Só que não, né? Porque de repente, quando menos esperamos, já estamos enfiados em outra relação e surgem questões, dores e dificuldades que nem imaginávamos ter ou pensávamos ingenuamente ter superado. Estamos novamente imersos em confusões.  Às vezes a teoria de como as coisas funcionam é relativamente simples. Mas imersos em causas e condições nos perdemos, sofremos e fazemos outros seres sofrer. Convidamos o psicólogo Fred Mattos para falar sobre formas de se relacionar com mais lucidez e pra nos ajudar com as muitas dúvidas que carregamos sobre esse tema. A fala do Fred foi provocativa, mas afável. De forma muito ponderada, ele abordou questões que vão lá no fundo de nós e fazem a gente se perguntar: com quem nos relacionamos quando estamos nos relacionando? Nos relacionamos com "o outro"? Com nós mesmos? Nos relacionamos com a realidade? Talvez as respostas não sejam tão simples. Porém, olhar pra essas questões pode ser uma oportunidade de pararmos um pouco de querer soluções e conclusões fáceis e aceitarmos o não saber como algo que faça brotar em nós a curiosidade e o prazer de investigar. Fred é um psicólogo super conectado nas plataformas digitais. É possível encontra-lo no site Sobre a Vida (http://www.sobreavida.com.br/), no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCJWidhF95_9xQLkvRv7Qj9g), no Instagram (https://www.instagram.com/fredmattos/) e no Fredflix (http://fredflix.com.br). Ouçam! Muitas vezes!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#20 Ação que reconecta (com Polliana Zocche)</title>
<description>Aquilo que a ativista ambiental Joanna Macy chama de Sociedade do Crescimento Industrial, forma de vida dominante nos últimos séculos e certamente também no nosso tempo, está levando o planeta e a nós mesmos à exaustão. Uma das características dessa sociedade é a percepção de que seres humanos existem de maneira desconectada do restante do planeta, e uma tendência acentuada do individualismo dos nossos tempos é que nos desconectemos também uns dos outros e também de nossos corpos e de nossas aspirações mais profundas. Nossa convidada está remando na direção oposta, na direção da Grande Virada. O nome dela é Polliana Zocche. Doutora em Ecologia pela Unicamp, caseira d'o lugar (www.olugar.org) e facilitadora do Trabalho Que Reconecta (www.trabalhoquereconecta.com.br), ela promove a visão de que precisamos nos reconectar com tudo isto que perdemos de vista, inclusive com o sofrimento que estamos causando ao planeta e que nosso modo de vida nos causa, na forma de depressões, isolamento, falta de sentido. Dentre as formas pelas quais podemos fazer isto, a Polli falou sobre a importância de nos oferecermos aos outros, de ouvirmos o sofrimento como forma de superar a apatia, de reconhecermos a sabedoria disponível nas tradições dos povos da Terra. Se você se escutar agora mesmo, vai reconhecer – se já não reconheceu – que tem também em você as sementes que anseiam por (re)conexão. Dê o play e bora juntar as forças.
</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/20-acao-que-reconecta/</link>
  <pubDate>Thu, 22 Aug 2019 16:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>interconexão, conexão, trabalho que conecta, ecologia, meio ambiente, sentido, empatia,  coemergencia, mente, relação, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Aquilo que a ativista ambiental Joanna Macy chama de Sociedade do Crescimento Industrial, forma de vida dominante nos últimos séculos e certamente também no nosso tempo, está levando o planeta e a nós mesmos à exaustão. Uma das características dessa sociedade é a percepção de que seres humanos existem de maneira desconectada do restante do planeta, e uma tendência acentuada do individualismo dos nossos tempos é que nos desconectemos também uns dos outros e também de nossos corpos e de nossas aspirações mais profundas. Nossa convidada está remando na direção oposta, na direção da Grande Virada. O nome dela é Polliana Zocche. Doutora em Ecologia pela Unicamp, caseira d'o lugar (www.olugar.org) e facilitadora do Trabalho Que Reconecta (www.trabalhoquereconecta.com.br), ela promove a visão de que precisamos nos reconectar com tudo isto que perdemos de vista, inclusive com o sofrimento que estamos causando ao planeta e que nosso modo de vida nos causa, na forma de depressões, isolamento, falta de sentido. Dentre as formas pelas quais podemos fazer isto, a Polli falou sobre a importância de nos oferecermos aos outros, de ouvirmos o sofrimento como forma de superar a apatia, de reconhecermos a sabedoria disponível nas tradições dos povos da Terra. Se você se escutar agora mesmo, vai reconhecer – se já não reconheceu – que tem também em você as sementes que anseiam por (re)conexão. Dê o play e bora juntar as forças.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Aquilo que a ativista ambiental Joanna Macy chama de Sociedade do Crescimento Industrial, forma de vida dominante nos últimos séculos e certamente também no nosso tempo, está levando o planeta e a nós mesmos à exaustão. Uma das características dessa sociedade é a percepção de que seres humanos existem de maneira desconectada do restante do planeta, e uma tendência acentuada do individualismo dos nossos tempos é que nos desconectemos também uns dos outros e também de nossos corpos e de nossas aspirações mais profundas. Nossa convidada está remando na direção oposta, na direção da Grande Virada. O nome dela é Polliana Zocche. Doutora em Ecologia pela Unicamp, caseira d'o lugar (www.olugar.org) e facilitadora do Trabalho Que Reconecta (www.trabalhoquereconecta.com.br), ela promove a visão de que precisamos nos reconectar com tudo isto que perdemos de vista, inclusive com o sofrimento que estamos causando ao planeta e que nosso modo de vida nos causa, na forma de depressões, isolamento, falta de sentido. Dentre as formas pelas quais podemos fazer isto, a Polli falou sobre a importância de nos oferecermos aos outros, de ouvirmos o sofrimento como forma de superar a apatia, de reconhecermos a sabedoria disponível nas tradições dos povos da Terra. Se você se escutar agora mesmo, vai reconhecer – se já não reconheceu – que tem também em você as sementes que anseiam por (re)conexão. Dê o play e bora juntar as forças.
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  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#19 Sexualidade Saudável (com Mariana Stock e Claudio Serva)</title>
<description>O super episódio de hoje é com os maravilhosos Mariana Stock (PrazerEla) e Cláudio Serva (PrazerEle). O casal desenvolve importantíssimo e impactante trabalho para desconstruir os mitos que fazem com que o sexo e a sexualidade sejam fonte de sofrimento para tantas pessoas, oferecendo novas perspectivas sobre o prazer e trazendo insights sobre como podemos cultivar uma sexualidade mais saudável.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/19-sexualidade-saudavel/</link>
  <pubDate>Thu, 08 Aug 2019 19:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>O super episódio de hoje é com os maravilhosos Mariana Stock (PrazerEla) e Cláudio Serva (PrazerEle). O casal desenvolve importantíssimo e impactante trabalho para desconstruir os mitos que fazem com que o sexo e a sexualidade sejam fonte de sofrimento para tantas pessoas, oferecendo novas perspectivas sobre o prazer e trazendo insights sobre como podemos cultivar uma sexualidade mais saudável.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O super episódio de hoje é com os maravilhosos Mariana Stock @prazerela e Cláudio Serva @prazerele. O casal desenvolve importantíssimo e impactante trabalho para desconstruir os mitos que fazem com que o sexo e a sexualidade sejam fonte de sofrimento para tantas pessoas, oferecendo novas perspectivas sobre o prazer e trazendo insights sobre como podemos cultivar uma sexualidade mais saudável. Além de falar de sexualidade e sexo, eles contaram um pouco de sua trajetória e o quanto as dificuldades, enganos e descobertas foram impactantes na maneira como eles vivem hoje e em como eles têm ajudado uma galera por ai.  Ressaltaram o quanto é importante a gente se permitir uma reconstrução através de abertura e autoconhecimento. De forma muito tocante, eles explicaram que na medida que deixamos de aceitar tudo que nos é dado como se fosse o único modo de se viver possível e passamos a questionar, a nos conectar e investigar o nosso mundo interno, o mundo externo muda e as relações todas se transformam. Entender e conhecer nossos corpos, desejos, tesão, necessidades, torna possível uma reconstrução da realidade, muito mais benéfica e saudável. O processo não é fácil! Mas o encanto da vida vem exatamente desse caminhar. Aperte o play e vem se deliciar com a gente!
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  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#18 Coemergência: existe algo lá fora? (com Gustavo Gitti)</title>
<description>Como funciona essa coisa de não ter um mundo pronto lá fora? Será que não tem mesmo? O que isso tem a ver com coemergência? O nome do nosso programa não surgiu por acaso. A contemplação da coemergência trouxe uma nova perspectiva para aquilo que chamamos de mundo. Coisas, situações, sentimentos, pessoas… a coemergência transforma tudo! Por isso a gente queria falar mais sobre o que seria coemergência – palavra que ganhou novo nascimento com os ensinamentos do Lama Padma Samten e que traduz uma sabedoria ancestral: a realidade é criada em relação. Para nos ajudar nessa desafiante tarefa, Gustavo Gitti retornou à nossa lavanderia trazendo exemplos para mostrar como a coemergência funciona na teoria e na prática.  Ele sugeriu algumas práticas para fazermos no dia-a-dia que podem nos ajudar a enxergar a realidade de forma mais ampla e divertida. É possível expandir o mundo!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/18-coemergencia/</link>
  <pubDate>Thu, 25 Jul 2019 18:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Como funciona essa coisa de não ter um mundo pronto lá fora? Será que não tem mesmo? O que isso tem a ver com coemergência? O nome do nosso programa não surgiu por acaso. A contemplação da coemergência trouxe uma nova perspectiva para aquilo que chamamos de mundo. Coisas, situações, sentimentos, pessoas… a coemergência transforma tudo! Por isso a gente queria falar mais sobre o que seria coemergência – palavra que ganhou novo nascimento com os ensinamentos do Lama Padma Samten e que traduz uma sabedoria ancestral: a realidade é criada em relação. Para nos ajudar nessa desafiante tarefa, Gustavo Gitti retornou à nossa lavanderia trazendo exemplos para mostrar como a coemergência funciona na teoria e na prática.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Como funciona essa coisa de não ter um mundo pronto lá fora? Será que não tem mesmo? O que isso tem a ver com coemergência? O nome do nosso programa não surgiu por acaso. A contemplação da coemergência trouxe uma nova perspectiva para aquilo que chamamos de mundo. Coisas, situações, sentimentos, pessoas… a coemergência transforma tudo! Por isso a gente queria falar mais sobre o que seria coemergência – palavra que ganhou novo nascimento com os ensinamentos do Lama Padma Samten e que traduz uma sabedoria ancestral: a realidade é criada em relação. Para nos ajudar nessa desafiante tarefa, Gustavo Gitti retornou à nossa lavanderia trazendo exemplos para mostrar como a coemergência funciona na teoria e na prática.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#17 Treinar o corpo transforma a mente? (com Gil Eanes)</title>
<description>Qual o potencial que um treinamento físico como a arte marcial pode trazer para o cultivo de uma mente mais livre, menos reativa, mais resiliente diante das nossas aflições cotidianas? Como podemos transformar o treinamento do corpo em treinamento da mente, desafiando nossas identidades e zonas de conforto? Esses são alguns dos temas abordados num bate-papo instigante, corajoso e bem humorado com o professor de Wing Chun Gil Vivekananda. Ele nos conta como vem construindo a ponte entre a arte marcial e o mundo interno, através da meditação, e as descobertas que vem fazendo nesse processo, que é ao mesmo tempo de fortalecimento e vulnerabilização (com direito a love songs e dor de cotovelo). Terminamos o papo com os queixos intactos mas com os corações nocauteados com a franqueza e a simpatia do Gil. Dê o play e entre sem medo nesse ringue.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/17-treinar-o-corpo-transforma-a-mente-com-gil-eanes/</link>
  <pubDate>Thu, 11 Jul 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Qual o potencial que um treinamento físico como a arte marcial pode trazer para o cultivo de uma mente mais livre, menos reativa, mais resiliente diante das nossas aflições cotidianas? Como podemos transformar o treinamento do corpo em treinamento da mente, desafiando nossas identidades e zonas de conforto? Esses são alguns dos temas abordados num bate-papo instigante, corajoso e bem humorado com o professor de Wing Chun Gil Vivekananda. Ele nos conta como vem construindo a ponte entre a arte marcial e o mundo interno, através da meditação, e as descobertas que vem fazendo nesse processo, que é ao mesmo tempo de fortalecimento e vulnerabilização (com direito a love songs e dor de cotovelo). Terminamos o papo com os queixos intactos mas com os corações nocauteados com a franqueza e a simpatia do Gil. Dê o play e entre sem medo nesse ringue.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Qual o potencial que um treinamento físico como a arte marcial pode trazer para o cultivo de uma mente mais livre, menos reativa, mais resiliente diante das nossas aflições cotidianas? Como podemos transformar o treinamento do corpo em treinamento da mente, desafiando nossas identidades e zonas de conforto? Esses são alguns dos temas abordados num bate-papo instigante, corajoso e bem humorado com o professor de Wing Chun Gil Vivekananda. Ele nos conta como vem construindo a ponte entre a arte marcial e o mundo interno, através da meditação, e as descobertas que vem fazendo nesse processo, que é ao mesmo tempo de fortalecimento e vulnerabilização (com direito a love songs e dor de cotovelo). Terminamos o papo com os queixos intactos mas com os corações nocauteados com a franqueza e a simpatia do Gil. Dê o play e entre sem medo nesse ringue.</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#16 Episódio zero: o piloto (com Coemergência)</title>
<description>Depois de uma sequência de 15 episódios com pessoas incríveis, falas marcantes, assuntos necessários e perspectivas instigantes, nos vimos sem nenhum convidado disponível e a altura dos anteriores para cumprir nossa meta quinzenal. Assim - e atendendo a uma imensa quantidade de emails querendo saber mais sobre como surgiu a ideia do programa, de onde viemos e pra onde vamos - resolvemos fazer o tão adiado piloto de nosso podcast. Embasados nas mais sofisticadas técnicas de storytelling e assistidos de perto por nosso fonoaudiólogo empresarial, compartilhamos um pouco de nossas histórias e sonhos para o programa, com a esperança desesperada que vocês se juntem a nós para fazer desse um projeto (cheio de sentido e potência), enquanto, é claro, a impermanência permitir. Dê o play, pegue uma almofada e sente com a gente na nossa lavanderia.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/16-episodio-zero-o-piloto/</link>
  <pubDate>Thu, 27 Jun 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>Depois de uma sequência de 15 episódios com pessoas incríveis, falas marcantes, assuntos necessários e perspectivas instigantes, nos vimos sem nenhum convidado disponível e a altura dos anteriores para cumprir nossa meta quinzenal. Assim - e atendendo a uma imensa quantidade de emails querendo saber mais sobre como surgiu a ideia do programa, de onde viemos e pra onde vamos - resolvemos fazer o tão adiado piloto de nosso podcast. Embasados nas mais sofisticadas técnicas de storytelling e assistidos de perto por nosso fonoaudiólogo empresarial, compartilhamos um pouco de nossas histórias e sonhos para o programa, com a esperança desesperada que vocês se juntem a nós para fazer desse um projeto (cheio de sentido e potência), enquanto, é claro, a impermanência permitir. Dê o play, pegue uma almofada e sente com a gente na nossa lavanderia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Depois de uma sequência de 15 episódios com pessoas incríveis, falas marcantes, assuntos necessários e perspectivas instigantes, nos vimos sem nenhum convidado disponível e a altura dos anteriores para cumprir nossa meta quinzenal. Assim - e atendendo a uma imensa quantidade de emails querendo saber mais sobre como surgiu a ideia do programa, de onde viemos e pra onde vamos - resolvemos fazer o tão adiado piloto de nosso podcast. Embasados nas mais sofisticadas técnicas de storytelling e assistidos de perto por nosso fonoaudiólogo empresarial, compartilhamos um pouco de nossas histórias e sonhos para o programa, com a esperança desesperada que vocês se juntem a nós para fazer desse um projeto (cheio de sentido e potência), enquanto, é claro, a impermanência permitir. Dê o play, pegue uma almofada e sente com a gente na nossa lavanderia.</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#15 Gestão por Mandalas (com Carol Reymunde)</title>
<description>Como poderíamos fazer para que nossas relações em família, emprego e comunidade funcionem sem a necessidade do controle de única pessoa, de uma maneira mais horizontal, capaz de explorar e acolher as potencialidades e dificuldades de cada um? No Coemergência #15, a Carol Reymunde conversou com a gente sobre o que é e como fazer uma "gestão por mandalas", uma forma de gestão em que abrimos espaço para essa sabedoria mais ampla, acessível a todos mas não pertencente a ninguém em específico. Ela contou pra gente em maiores detalhes o que são as "cinco sabedorias". Oriundas da tradição budista, estas sabedorias estão disponíveis para todos os seres em todos os lugares. Elas incluem a capacidade de ver as pessoas no mundo delas, de se alegrar pelas conquistas dos outros, de fornecer estruturas para que as coisas caminhem em uma condição desejável, de entender as causalidades operantes para alimentar o que há de positivo e cortar o que há de negativo - e tudo isso a partir do reconhecimento de que as pessoas possuem uma liberdade e abertura naturais. O relato dela envolveu muitos exemplos do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), onde a Carol vive e trabalha há mais de uma década, e das escolas Caminho do Meio e Vila Verde, onde ela também trabalha ou já trabalhou, e onde as cinco sabedorias são tomadas como eixo para produzir uma "educação para a felicidade". Mas a gestão por mandalas não precisa ficar restrita a estes espaços: não há um único lugar onde acolhimento, alegria e liberdade não sejam bem vindos! Dá o play e participa desse papo disruptivo!
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  <link>https://www.coemergencia.com.br/15-gestao-por-mandalas/</link>
  <pubDate>Thu, 13 Jun 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>gestaopormandalas, gestão, mandala, rede, cincosabedoras, budismo, cebb, acolhimento, alegria, liberdade, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Como poderíamos fazer para que nossas relações em família, emprego e comunidade funcionem sem a necessidade do controle de única pessoa, de uma maneira mais horizontal, capaz de explorar e acolher as potencialidades e dificuldades de cada um? No Coemergência #15, a Carol Reymunde conversou com a gente sobre o que é e como fazer uma "gestão por mandalas", uma forma de gestão em que abrimos espaço para essa sabedoria mais ampla, acessível a todos mas não pertencente a ninguém em específico. Ela contou pra gente em maiores detalhes o que são as "cinco sabedorias". Oriundas da tradição budista, estas sabedorias estão disponíveis para todos os seres em todos os lugares. Elas incluem a capacidade de ver as pessoas no mundo delas, de se alegrar pelas conquistas dos outros, de fornecer estruturas para que as coisas caminhem em uma condição desejável, de entender as causalidades operantes para alimentar o que há de positivo e cortar o que há de negativo - e tudo isso a partir do reconhecimento de que as pessoas possuem uma liberdade e abertura naturais. O relato dela envolveu muitos exemplos do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), onde a Carol vive e trabalha há mais de uma década, e das escolas Caminho do Meio e Vila Verde, onde ela também trabalha ou já trabalhou, e onde as cinco sabedorias são tomadas como eixo para produzir uma "educação para a felicidade". Mas a gestão por mandalas não precisa ficar restrita a estes espaços: não há um único lugar onde acolhimento, alegria e liberdade não sejam bem vindos! Dá o play e participa desse papo disruptivo!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Como poderíamos fazer para que nossas relações em família, emprego e comunidade funcionem sem a necessidade do controle de única pessoa, de uma maneira mais horizontal, capaz de explorar e acolher as potencialidades e dificuldades de cada um? No Coemergência #15, a Carol Reymunde conversou com a gente sobre o que é e como fazer uma "gestão por mandalas", uma forma de gestão em que abrimos espaço para essa sabedoria mais ampla, acessível a todos mas não pertencente a ninguém em específico. Ela contou pra gente em maiores detalhes o que são as "cinco sabedorias". Oriundas da tradição budista, estas sabedorias estão disponíveis para todos os seres em todos os lugares. Elas incluem a capacidade de ver as pessoas no mundo delas, de se alegrar pelas conquistas dos outros, de fornecer estruturas para que as coisas caminhem em uma condição desejável, de entender as causalidades operantes para alimentar o que há de positivo e cortar o que há de negativo - e tudo isso a partir do reconhecimento de que as pessoas possuem uma liberdade e abertura naturais. O relato dela envolveu muitos exemplos do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), onde a Carol vive e trabalha há mais de uma década, e das escolas Caminho do Meio e Vila Verde, onde ela também trabalha ou já trabalhou, e onde as cinco sabedorias são tomadas como eixo para produzir uma "educação para a felicidade". Mas a gestão por mandalas não precisa ficar restrita a estes espaços: não há um único lugar onde acolhimento, alegria e liberdade não sejam bem vindos! Dá o play e participa desse papo disruptivo!</itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#14 Simplicidade Voluntária (com Jorge Koho Mello)</title>
<description>Quando falamos em vida simples o que te vem à mente? Numa época de culto a viagens instagramáveis, bombardeio de informações, cansaço generalizado pela correria frenética de nosso atual estilo de vida, o que uma vida mais simples pode fazer por nós? Seria nos privar de nossos confortos e conquistas tecnológicas ou seria cultivar um olhar para o suficiente e necessário, o que realmente importa, para o que efetivamente pode proporcionar sentido e satisfação a nossa curta passagem nessa pequena bola azul girando no infinito? E o que realmente importa? Quem nos ajuda a responder é monge Jorge Koho Mello, um cara que deixou a segurança de seu emprego de analista em uma grande banco para se aprofundar em modos de vida mais autênticos, que passam pelo budismo engajado, simplicidade voluntária, um outro olhar para economia e para como vivemos e nos relacionamos. Seja no seu iPhone de última geração ou num Nokia todo lascado, não deixe de ouvir o programa e participar dessa conversa que tá simplesmente foda!</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/14-simplicidade-voluntaria/</link>
  <pubDate>Thu, 30 May 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>simplicidade, voluntária, vida, simples, transformação social, meditação, monge, ativismo, trabalho, sentido, budismo, engajado, consumo consciente, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Quando falamos em vida simples o que te vem à mente? Numa época de culto a viagens instagramáveis, bombardeio de informações, cansaço generalizado pela correria frenética de nosso atual estilo de vida, o que uma vida mais simples pode fazer por nós? Seria nos privar de nossos confortos e conquistas tecnológicas ou seria cultivar um olhar para o suficiente e necessário, o que realmente importa, para o que efetivamente pode proporcionar sentido e satisfação a nossa curta passagem nessa pequena bola azul girando no infinito? E o que realmente importa? Quem nos ajuda a responder é monge Jorge Koho Mello, um cara que deixou a segurança de seu emprego de analista em uma grande banco para se aprofundar em modos de vida mais autênticos, que passam pelo budismo engajado, simplicidade voluntária, um outro olhar para economia e para como vivemos e nos relacionamos. Seja no seu iPhone de última geração ou num Nokia todo lascado, não deixe de ouvir o programa e participar dessa conversa que tá simplesmente foda!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Quando falamos em vida simples o que te vem à mente? Numa época de culto a viagens instagramáveis, bombardeio de informações, cansaço generalizado pela correria frenética de nosso atual estilo de vida, o que uma vida mais simples pode fazer por nós? Seria nos privar de nossos confortos e conquistas tecnológicas ou seria cultivar um olhar para o suficiente e necessário, o que realmente importa, para o que efetivamente pode proporcionar sentido e satisfação a nossa curta passagem nessa pequena bola azul girando no infinito? E o que realmente importa? Quem nos ajuda a responder é monge Jorge Koho Mello, um cara que deixou a segurança de seu emprego de analista em uma grande banco para se aprofundar em modos de vida mais autênticos, que passam pelo budismo engajado, simplicidade voluntária, um outro olhar para economia e para como vivemos e nos relacionamos. Seja no seu iPhone de última geração ou num Nokia todo lascado, não deixe de ouvir o programa e participar dessa conversa que tá simplesmente foda!</itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#13 É preciso saber morrer? (com Ana Claudia Quintana)</title>
<description>Por que temos tanta dificuldade de aceitar o processo de envelhecimento? Por que não queremos falar sobre a morte? O que podemos fazer para nos prepararmos para o inevitável? Como lidar com o luto? Qual a importância das nossas escolhas agora para os momentos futuros? Foi sobre tudo isso e muito mais que a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes conversou com a gente nesse episódio. Ela contou um pouco de sua trajetória e suas descobertas, em especial como o cuidar do outro e o autocuidado foram divisores de águas na sua vida e carreira –  algo também significativo para todos nós. Além de ser um tema que mexe com todos nós e da perspectiva da Ana Claudia ser preciosa, a questão é muito urgente: o Brasil está entre os 40 piores países para morrer, nossa cultura tenta “consertar” o envelhecimento e temos muita dificuldade de lidar com o sofrimento (nosso e do outro). A morte, além de ser um dia que vale a pena viver, é um tema sobre o qual vale a pena falar. Quem sabe descobrimos se é preciso saber morrer… Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Tem especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford. Ana Claudia é autora do livro “A morte é um dia que vale a pena viver” e co-autora do livro “Cuidando de quem cuida”. Se você vai morrer um dia, aperte o play (o quanto antes)!
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  <link>https://www.coemergencia.com.br/13-e-preciso-saber-morrer-com-ana-claudia-quintana/</link>
  <pubDate>Thu, 16 May 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>morte, morrer, envelhecer, envelhecimento, adoecimento, doença autocuidado, cuidado de si, cuidado, luto, cuidado paliativo, sofrimento, empatia, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Por que temos tanta dificuldade de aceitar o processo de envelhecimento? Por que não queremos falar sobre a morte? O que podemos fazer para nos prepararmos para o inevitável? Como lidar com o luto? Qual a importância das nossas escolhas agora para os momentos futuros? Foi sobre tudo isso e muito mais que a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes conversou com a gente nesse episódio. Ela contou um pouco de sua trajetória e suas descobertas, em especial como o cuidar do outro e o autocuidado foram divisores de águas na sua vida e carreira –  algo também significativo para todos nós. Além de ser um tema que mexe com todos nós e da perspectiva da Ana Claudia ser preciosa, a questão é muito urgente: o Brasil está entre os 40 piores países para morrer, nossa cultura tenta “consertar” o envelhecimento e temos muita dificuldade de lidar com o sofrimento (nosso e do outro). A morte, além de ser um dia que vale a pena viver, é um tema sobre o qual vale a pena falar. Quem sabe descobrimos se é preciso saber morrer… Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Tem especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford. Ana Claudia é autora do livro “A morte é um dia que vale a pena viver” e co-autora do livro “Cuidando de quem cuida”. Se você vai morrer um dia, aperte o play (o quanto antes)!</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Por que temos tanta dificuldade de aceitar o processo de envelhecimento? Por que não queremos falar sobre a morte? O que podemos fazer para nos prepararmos para o inevitável? Como lidar com o luto? Qual a importância das nossas escolhas agora para os momentos futuros? Foi sobre tudo isso e muito mais que a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes conversou com a gente nesse episódio. Ela contou um pouco de sua trajetória e suas descobertas, em especial como o cuidar do outro e o autocuidado foram divisores de águas na sua vida e carreira –  algo também significativo para todos nós. Além de ser um tema que mexe com todos nós e da perspectiva da Ana Claudia ser preciosa, a questão é muito urgente: o Brasil está entre os 40 piores países para morrer, nossa cultura tenta “consertar” o envelhecimento e temos muita dificuldade de lidar com o sofrimento (nosso e do outro). A morte, além de ser um dia que vale a pena viver, é um tema sobre o qual vale a pena falar. Quem sabe descobrimos se é preciso saber morrer… Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Tem especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford. Ana Claudia é autora do livro “A morte é um dia que vale a pena viver” e co-autora do livro “Cuidando de quem cuida”. Se você vai morrer um dia, aperte o play (o quanto antes)! </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#12 Cuidando das dores do ativismo (com Evelyn Gomes)</title>
<description>"Vamos botar um ponto final em todos os ativismos do Brasil”. Essa frase do atual presidente dá o tom do momento difícil em que nos encontramos. Vemos o crescimento de um movimento conservador que pretende dificultar ao máximo e até criminalizar os ativismos em torno das minorias, ao mesmo tempo em que somos o país que mais assassina ambientalistas e homossexuais no mundo, que registra um crescendo no número de feminicídios e onde os negros representam mais de 70% das vítimas de homicídio. As lutas são urgentes. Diante do tamanho do desafio, como não se desgastar e conseguir se manter bem? Como cuidar de si e não descuidar de nossas causas? Para esse papo, chamamos Evelyn Gomes, uma nordestina arretada. Natural de Arapiraca (AL) e graduada nas ruas de Sampa, cidade que adotou há 11 anos, ela nos fala de sua trajetória e engajamento como ativista em várias frentes - hoje é diretora do Labhacker -, de projetos que admira e acompanha e de seu processo de autocuidado e autoconhecimento, incluindo o recém-nascido projeto "Cuida-me", que oferece praticas terapêuticas de modo voluntário na Assembleia Legislativa de São Paulo, para, como ela mesma diz, propiciar uma politica mais cuidada. O papo tá massa! Dá o play e se achegue na nossa lavanderia. </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/12-cuidando-das-dores-do-ativismo-evelyn-gomes/</link>
  <pubDate>Thu, 02 May 2019 17:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>ativismo, autocuidado, cuidado de si, cuidado, sofrimento, cansaço, apoio, rede, movimentos sociais, feminismo, vegaqnismo, anti-homofobia, antirracismo, antimachismo, empatia, compaixão, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>"Vamos botar um ponto final em todos os ativismos do Brasil”. Essa frase do atual presidente dá o tom do momento difícil em que nos encontramos. Vemos o crescimento de um movimento conservador que pretende dificultar ao máximo e até criminalizar os ativismos em torno das minorias, ao mesmo tempo em que somos o país que mais assassina ambientalistas e homossexuais no mundo, que registra um crescendo no número de feminicídios e onde os negros representam mais de 70% das vítimas de homicídio. As lutas são urgentes. Diante do tamanho do desafio, como não se desgastar e conseguir se manter bem? Como cuidar de si e não descuidar de nossas causas? Para esse papo, chamamos Evelyn Gomes, uma nordestina arretada. Natural de Arapiraca (AL) e graduada nas ruas de Sampa, cidade que adotou há 11 anos, ela nos fala de sua trajetória e engajamento como ativista em várias frentes - hoje é diretora do Labhacker -, de projetos que admira e acompanha e de seu processo de autocuidado e autoconhecimento, incluindo o recém-nascido projeto "Cuida-me", que oferece praticas terapêuticas de modo voluntário na Assembleia Legislativa de São Paulo, para, como ela mesma diz, propiciar uma politica mais cuidada. O papo tá massa! Dá o play e se achegue na nossa lavanderia.</itunes:summary>
  <itunes:subtitle>"Vamos botar um ponto final em todos os ativismos do Brasil”. Essa frase do atual presidente dá o tom do momento difícil em que nos encontramos. Vemos o crescimento de um movimento conservador que pretende dificultar ao máximo e até criminalizar os ativismos em torno das minorias, ao mesmo tempo em que somos o país que mais assassina ambientalistas e homossexuais no mundo, que registra um crescendo no número de feminicídios e onde os negros representam mais de 70% das vítimas de homicídio. As lutas são urgentes. Diante do tamanho do desafio, como não se desgastar e conseguir se manter bem? Como cuidar de si e não descuidar de nossas causas? Para esse papo, chamamos Evelyn Gomes, uma nordestina arretada. Natural de Arapiraca (AL) e graduada nas ruas de Sampa, cidade que adotou há 11 anos, ela nos fala de sua trajetória e engajamento como ativista em várias frentes - hoje é diretora do Labhacker -, de projetos que admira e acompanha e de seu processo de autocuidado e autoconhecimento, incluindo o recém-nascido projeto "Cuida-me", que oferece praticas terapêuticas de modo voluntário na Assembleia Legislativa de São Paulo, para, como ela mesma diz, propiciar uma politica mais cuidada. O papo tá massa! Dá o play e se achegue na nossa lavanderia.  </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#11 Cidades para Pessoas (com Natália Garcia)</title>
<description>A jornalista Natália Garcia, idealizadora do projeto Cidades Para Pessoas (www.cidadesparapessoas.com), contou pra gente o que é uma cidade desse tipo: aquela onde o bicho ser humano vive bem. Ela falou sobre como cidades assim estão em harmonia com as vocações do espaço e das pessoas. Como identificar estas vocações? Como "aprender com o corpo" sobre a cidade? Estas foram algumas das direções que o papo foi tomando. Estas reflexões da Natália apontam para a conexão entre a consciência e o espaço, a maneira pela qual como pensamos e onde habitamos se afetam mutuamente. Explorando e exemplificando um pouco mais este tópico, ela contou sobre o que observou sobre o Butão - e o celebrado índice de "Felicidade Interna Bruta" - em uma viagem recente ao país. Ficou curioso? É só dar o play - e ligar alto, porque talvez você esteja apertado num metrô barulhento fazendo uma longa viagem de volta pra casa!  </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/11-cidades-para-pessoas</link>
  <pubDate>Thu, 18 Apr 2019 11:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:summary>A jornalista Natália Garcia, idealizadora do projeto Cidades Para Pessoas (www.cidadesparapessoas.com), contou pra gente o que é uma cidade desse tipo: aquela onde o bicho ser humano vive bem. Ela falou sobre como cidades assim estão em harmonia com as vocações do espaço e das pessoas. Como identificar estas vocações? Como "aprender com o corpo" sobre a cidade? Estas foram algumas das direções que o papo foi tomando. Estas reflexões da Natália apontam para a conexão entre a consciência e o espaço, a maneira pela qual como pensamos e onde habitamos se afetam mutuamente. Explorando e exemplificando um pouco mais este tópico, ela contou sobre o que observou sobre o Butão - e o celebrado índice de "Felicidade Interna Bruta" - em uma viagem recente ao país. Ficou curioso? É só dar o play - e ligar alto, porque talvez você esteja apertado num metrô barulhento fazendo uma longa viagem de volta pra casa!  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>A jornalista Natália Garcia, idealizadora do projeto Cidades Para Pessoas (www.cidadesparapessoas.com), contou pra gente o que é uma cidade desse tipo: aquela onde o bicho ser humano vive bem. Ela falou sobre como cidades assim estão em harmonia com as vocações do espaço e das pessoas. Como identificar estas vocações? Como "aprender com o corpo" sobre a cidade? Estas foram algumas das direções que o papo foi tomando. Estas reflexões da Natália apontam para a conexão entre a consciência e o espaço, a maneira pela qual como pensamos e onde habitamos se afetam mutuamente. Explorando e exemplificando um pouco mais este tópico, ela contou sobre o que observou sobre o Butão - e o celebrado índice de "Felicidade Interna Bruta" - em uma viagem recente ao país. Ficou curioso? É só dar o play - e ligar alto, porque talvez você esteja apertado num metrô barulhento fazendo uma longa viagem de volta pra casa!  </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#10 atenção. (com Alex Castro)</title>
<description>Neste episódio, convidamos o escritor Alex Castro para falar de seu mais recente livro "Atenção." (por uma política do cuidado). Num bate-papo irreverente e instigante o autor nos leva a refletir como as práticas de atenção, quando desvinculadas de um cuidado para o outro, correm o risco de se tornarem esvaziadas de sentido e mantenedoras do status quo de exploração e privilégios. Ele ainda defende que o cuidado ao outro sem práticas de atenção que o sustentem tende a ser superficial e até prejudicial. Por isso, propõe uma atenção para o cuidado; nas palavras dele, seu livro poderia ser classificado não com uma autoajuda, mas como uma "outroajuda". Alex nos fala da sua prática no zen budismo e como ela se associa a seu movimento de militância em favor das minorias e de sua denúncia dos privilégios sociais, em grande parte invisíveis àqueles que são favorecidos. Também nos conta de sua experiência junto a Ordem dos Pacificadores Zen, referência no que vem sendo chamado de budismo engajado. Suas ideias são um contraponto aos nossos atuais valores individualistas tão voltados para o eu e que podem ser reforçados pela busca do autodesenvolvimento, autoaperfeiçoamento, autoconhecimento e tantos outros "auto" alguma coisa. Será que nesse movimento para si não estamos esquecendo um pouco o olhar para o outro? Colocando nosso eu como centro e nossos valorizados sentimentos como baliza de nossas ações, não estamos restringindo nossa capacidade de aceitação e empatia e colhendo uma sensação cada vez mais comum de isolamento e solidão? São essas e outras provocações que Alex nos faz. Dê um play e se inquiete com a gente.  </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/10-atencao-com-alex-castro/</link>
  <pubDate>Thu, 04 Apr 2019 11:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>atenção, meditação, cuidado, outroajuda, outrofobia, autoconstrução, autoconhecimento, empatia, compaixão, política, ação, zen, budismo, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Neste episódio, convidamos o escritor Alex Castro para falar de seu mais recente livro "Atenção." (por uma política do cuidado). Num bate-papo irreverente e instigante o autor nos leva a refletir como as práticas de atenção, quando desvinculadas de um cuidado para o outro, correm o risco de se tornarem esvaziadas de sentido e mantenedoras do status quo de exploração e privilégios. Ele ainda defende que o cuidado ao outro sem práticas de atenção que o sustentem tende a ser superficial e até prejudicial. Por isso, propõe uma atenção para o cuidado; nas palavras dele, seu livro poderia ser classificado não com uma autoajuda, mas como uma "outroajuda". Alex nos fala da sua prática no zen budismo e como ela se associa a seu movimento de militância em favor das minorias e de sua denúncia dos privilégios sociais, em grande parte invisíveis àqueles que são favorecidos. Também nos conta de sua experiência junto a Ordem dos Pacificadores Zen, referência no que vem sendo chamado de budismo engajado. Suas ideias são um contraponto aos nossos atuais valores individualistas tão voltados para o eu e que podem ser reforçados pela busca do autodesenvolvimento, autoaperfeiçoamento, autoconhecimento e tantos outros "auto" alguma coisa. Será que nesse movimento para si não estamos esquecendo um pouco o olhar para o outro? Colocando nosso eu como centro e nossos valorizados sentimentos como baliza de nossas ações, não estamos restringindo nossa capacidade de aceitação e empatia e colhendo uma sensação cada vez mais comum de isolamento e solidão? São essas e outras provocações que Alex nos faz. Dê um play e se inquiete com a gente. </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Neste episódio, convidamos o escritor Alex Castro para falar de seu mais recente livro "Atenção." (por uma política do cuidado). Num bate-papo irreverente e instigante o autor nos leva a refletir como as práticas de atenção, quando desvinculadas de um cuidado para o outro, correm o risco de se tornarem esvaziadas de sentido e mantenedoras do status quo de exploração e privilégios. Ele ainda defende que o cuidado ao outro sem práticas de atenção que o sustentem tende a ser superficial e até prejudicial. Por isso, propõe uma atenção para o cuidado; nas palavras dele, seu livro poderia ser classificado não com uma autoajuda, mas como uma "outroajuda". Alex nos fala da sua prática no zen budismo e como ela se associa a seu movimento de militância em favor das minorias e de sua denúncia dos privilégios sociais, em grande parte invisíveis àqueles que são favorecidos. Também nos conta de sua experiência junto a Ordem dos Pacificadores Zen, referência no que vem sendo chamado de budismo engajado. Suas ideias são um contraponto aos nossos atuais valores individualistas tão voltados para o eu e que podem ser reforçados pela busca do autodesenvolvimento, autoaperfeiçoamento, autoconhecimento e tantos outros "auto" alguma coisa. Será que nesse movimento para si não estamos esquecendo um pouco o olhar para o outro? Colocando nosso eu como centro e nossos valorizados sentimentos como baliza de nossas ações, não estamos restringindo nossa capacidade de aceitação e empatia e colhendo uma sensação cada vez mais comum de isolamento e solidão? São essas e outras provocações que Alex nos faz. Dê um play e se inquiete com a gente.  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#9 Ciência e Mente (com Camila Deolindo e Mauricio Watanabe)</title>
<description>Nessa conversa, Camila Sardeto e Maurício Watanabe, formados em engenharia e atualmente doutorandos na área de neurociência, dividiram conosco suas visões sobre os estudos ligados à consciência, à prática da meditação (ambos são praticantes e um deles é entusiasta confesso da "shamatinha vagueaste") e aos temas da felicidade e do bem-estar.  E ainda contaram sobre sua participação na última edição do Mind e Life, evento idealizado pelo Dalai Lama e por Francisco Varela para promover o diálogo entre cientistas e contemplativos. Com os grandes avanços que a ciência realizou nos últimos séculos, é mais do que justificado que nossa cultura reserve um espaço privilegiado para ela na busca pela compreensão do mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, parecemos ter pouca clareza sobre como as diferentes áreas da ciência operam para chegar aos seus resultados, e o jornalismo click-bait adiciona uma camada a mais de confusão. A dupla também trouxe reflexões sobre o papel cultural que a ciência exerce em nossos tempos, sobre o tipo de respostas que efetivamente podemos esperar dela, e, dentre outras coisas mais, sobre a importância de entendermos que a prática da ciência requer um grau de humildade, de reconhecimento da provisoriedade dos resultados, de disposição para revisões e refinamentos.  </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/9-ciencia-e-mente-com-camila-deolindo-e-mauricio-watanabe/</link>
  <pubDate>Thu, 21 Mar 2019 13:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>ciência, mente, consciência, neurociência, meditação, jornalismo científico, cérebro, correlação, casualidade, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Nessa conversa, Camila Sardeto e Maurício Watanabe, formados em engenharia e atualmente doutorandos na área de neurociência, dividiram conosco suas visões sobre os estudos ligados à consciência, à prática da meditação (ambos são praticantes e um deles é entusiasta confesso da "shamatinha vagueaste") e aos temas da felicidade e do bem-estar.  E ainda contaram sobre sua participação na última edição do Mind e Life, evento idealizado pelo Dalai Lama e por Francisco Varela para promover o diálogo entre cientistas e contemplativos. Com os grandes avanços que a ciência realizou nos últimos séculos, é mais do que justificado que nossa cultura reserve um espaço privilegiado para ela na busca pela compreensão do mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, parecemos ter pouca clareza sobre como as diferentes áreas da ciência operam para chegar aos seus resultados, e o jornalismo click-bait adiciona uma camada a mais de confusão. A dupla também trouxe reflexões sobre o papel cultural que a ciência exerce em nossos tempos, sobre o tipo de respostas que efetivamente podemos esperar dela, e, dentre outras coisas mais, sobre a importância de entendermos que a prática da ciência requer um grau de humildade, de reconhecimento da provisoriedade dos resultados, de disposição para revisões e refinamentos.  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Nessa conversa, Camila Sardeto e Maurício Watanabe, formados em engenharia e atualmente doutorandos na área de neurociência, dividiram conosco suas visões sobre os estudos ligados à consciência, à prática da meditação (ambos são praticantes e um deles é entusiasta confesso da "shamatinha vagueaste") e aos temas da felicidade e do bem-estar.  E ainda contaram sobre sua participação na última edição do Mind e Life, evento idealizado pelo Dalai Lama e por Francisco Varela para promover o diálogo entre cientistas e contemplativos. Com os grandes avanços que a ciência realizou nos últimos séculos, é mais do que justificado que nossa cultura reserve um espaço privilegiado para ela na busca pela compreensão do mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, parecemos ter pouca clareza sobre como as diferentes áreas da ciência operam para chegar aos seus resultados, e o jornalismo click-bait adiciona uma camada a mais de confusão. A dupla também trouxe reflexões sobre o papel cultural que a ciência exerce em nossos tempos, sobre o tipo de respostas que efetivamente podemos esperar dela, e, dentre outras coisas mais, sobre a importância de entendermos que a prática da ciência requer um grau de humildade, de reconhecimento da provisoriedade dos resultados, de disposição para revisões e refinamentos.  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#8 Potências e perigos das narrativas (com Marcus Telles)</title>
<description> Neste episódio, conversamos com Marcus Telles sobre as maneiras pelas quais usamos narrativas para construir sentido para um mundo desprovido de sentido inerente e para construir identidades para nós mesmos e para os outros. A partir desta perspectiva, Marcus nos lembrou como é importante não pensarmos que vamos conseguir construir uma identidade estável e de como é melhor reconhecer os outros não pelas histórias que eles aprenderam a contar sobre eles mesmos, mas pela sua própria condição de seres livres, sempre capazes de se narrar de outras formas. Marcus ressaltou ainda que isso não significa que as histórias não devam ser ouvidas e que a articulação de identidades coletivas não seja útil para que os grupos sonhem com um futuro comum, significa apenas que não precisamos nos perder nas próprias histórias, ou achar que elas são mais reais e estáveis do que são. Na narrativa atual, Marcus Telles é professor e pesquisador na área de história e de filosofia da história. Na seção Textos do site, há reflexões produzidas pelo Marcus sobre esta temática.  </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/8-potencias-e-perigos-das-narrativas-marcus-telles/</link>
  <pubDate>Thu, 07 Mar 2019 14:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>narrativa, narrativas, história, historia, passado, produção de sentido, producao de sentido, identidade, mundo, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
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  <itunes:subtitle>Neste episódio, conversamos com Marcus Telles sobre as maneiras pelas quais usamos narrativas para construir sentido para um mundo desprovido de sentido inerente e para construir identidades para nós mesmos e para os outros. A partir desta perspectiva, Marcus nos lembrou como é importante não pensarmos que vamos conseguir construir uma identidade estável e de como é melhor reconhecer os outros não pelas histórias que eles aprenderam a contar sobre eles mesmos, mas pela sua própria condição de seres livres, sempre capazes de se narrar de outras formas. Marcus ressaltou ainda que isso não significa que as histórias não devam ser ouvidas e que a articulação de identidades coletivas não seja útil para que os grupos sonhem com um futuro comum, significa apenas que não precisamos nos perder nas próprias histórias, ou achar que elas são mais reais e estáveis do que são. Na narrativa atual, Marcus Telles é professor e pesquisador na área de história e de filosofia da história. Na seção Textos do site, há reflexões produzidas pelo Marcus sobre esta temática. </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#7 As inteligências do coração (com Jeanne Pilli)</title>
<description> O que seriam as inteligências do coração? Sentir é algo que se aprende? Nesta conversa descontraída e profunda, Jeanne Pilli generosamente nos apresentou as quatro “inteligências do coração” – amor, compaixão, alegria empática e equanimidade – e esclareceu como a abertura para expressão desses sentimentos é a chave para vivenciarmos a felicidade genuína. Durante o papo, Jeanne apontou alguns caminhos para acessarmos essas qualidades e, assim, expressarmos uma mente saudável. Jeanne Pilli pratica meditação dentro da tradição budista há mais de 15 anos, é aluna do professor Alan Wallace, do Lama Padma Samten, intérprete, tradutora de livros e professora do CEB (Cultivating Emotional Balance). Mais sobre a Jeanne: http://www.sukha.net.br.


TEMAS DISCUTIDOS


05:40 - Por que cultivar as inteligências do coração

09:51 - Manifestando as qualidades de modo natural

11:25 - A importância de reconhecer a beleza

15:55 - AMOR

20:26 - O que seria a felicidade genuína

30:27 - COMPAIXÃO

39:10 - Sobre não criar sofrimento desnecessário

47:40 - Compaixão é treinamento para samambaia?

50:29 - Como saber se estou me movendo com compaixão ou autocentramento?

01:04:04 - ALEGRIA EMPÁTICA

01:11:42 - Alegria em meio ao caos

01:15:47 - Sabedoria e as 3 delusões inatas

01:19:16 - EQUANIMIDADE OU IMPARCIALIDADE

01:24:54 - Indo além do gosto/não gosto

01:28:16 - A pressa é inimiga da compaixão

  </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/7-as-inteligencias-do-coracao-com-jeanne-pilli/</link>
  <pubDate>Thu, 21 Feb 2019 12:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>compaixão, empatia, Cultivating Emocional Balance,CEB, inteligencias do coracao, inteligências do coração, amor, alegria empática, compaixao, equanimidade, equilibrio emocional, jeanne pilli, coemergência, podcast, mundo interno, mundo externo  </itunes:keywords>
  <itunes:summary>O que seriam as inteligências do coração? Sentir é algo que se aprende? Nesta conversa descontraída e profunda, Jeanne Pilli generosamente nos apresentou as quatro “inteligências do coração” – amor, compaixão, alegria empática e equanimidade – e esclareceu como a abertura para expressão desses sentimentos é a chave para vivenciarmos a felicidade genuína. Durante o papo, Jeanne apontou alguns caminhos para acessarmos essas qualidades e, assim, expressarmos uma mente saudável. Jeanne Pilli pratica meditação dentro da tradição budista há mais de 15 anos, é aluna do professor Alan Wallace, do Lama Padma Samten, intérprete, tradutora de livros e professora do CEB (Cultivating Emotional Balance). Mais sobre a Jeanne: http://www.sukha.net.br </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>O que seriam as inteligências do coração? Sentir é algo que se aprende? Nesta conversa descontraída e profunda, Jeanne Pilli generosamente nos apresentou as quatro “inteligências do coração” – amor, compaixão, alegria empática e equanimidade – e esclareceu como a abertura para expressão desses sentimentos é a chave para vivenciarmos a felicidade genuína. Durante o papo, Jeanne apontou alguns caminhos para acessarmos essas qualidades e, assim, expressarmos uma mente saudável. Jeanne Pilli pratica meditação dentro da tradição budista há mais de 15 anos, é aluna do professor Alan Wallace, do Lama Padma Samten, intérprete, tradutora de livros e professora do CEB (Cultivating Emotional Balance). Mais sobre a Jeanne: http://www.sukha.net.br </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#6 Compaixão pra quê? (com Cristiano Ramalho)</title>
  <description>As tradições contemplativas do oriente são muito enfáticas ao apresentarem a compaixão como uma qualidade inata dos seres humanos. Mas com essa afirmação, pode surgir a pergunta: se somos compassivos por natureza, por que a compaixão é algo que precisa ser cultivado? Nessa conversa, Cristiano Ramalho, professor do Cultivating Compassion Training (CCT), programa criado pelo erudito tibetano Thupten Jinpa e oferecido pela Universidade de Stanford, na Califórnia, nos ajuda a elucidar essa e outras questões e tenta nos mostrar porque cultivar a compaixão é o melhor investimento que podemos fazer para enriquecer nossas vidas e relações. Conheça mais sobre o seu trabalho em: https://www.equilibrioecompaixao.com. TEMAS DISCUTIDOS: [05:25] O que é a compaixão?[12:54] | A diferença entre compaixão e pena | [15:45] Relação entre compaixão e sabedoria | [19:18] Se a compaixão é inata, por que treiná-la? | [25:13] A autocompaixão em uma cultura narcisista | [32:05] Compaixão e autojulgamento | [38:29] Autointeresse na compaixão | [45:10] Por quê escolher a compaixão em meio a tantas opções? | [54:23] Cultivando a compaixão no cotidiano | [57:21] Como evitar ser levado pelo sofrimento do outro | [01:01:18] Existe fadiga da compaixão? | [01:07:17] Como virar a chave da empatia para a compaixão? | [01:14:22] Compaixão e ativismo </description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia6-compaixao-pra-que-cristiano-ramalho/</link>
  <pubDate>Thu, 07 Feb 2019 15:50:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:subtitle>As tradições contemplativas do oriente são muito enfáticas ao apresentarem a compaixão como uma qualidade inata dos seres humanos. Mas com essa afirmação, pode surgir a pergunta: se somos compassivos por natureza, por que a compaixão é algo que precisa ser cultivado? Nessa conversa, Cristiano Ramalho, professor do Cultivating Compassion Training (CCT), programa criado pelo erudito tibetano Thupten Jinpa e oferecido pela Universidade de Stanford, na Califórnia, nos ajuda a elucidar essa e outras questões e tenta nos mostrar porque cultivar a compaixão é o melhor investimento que podemos fazer para enriquecer nossas vidas e relações. Conheça mais sobre o seu trabalho em: https://www.equilibrioecompaixao.com </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#5 Cultivando conversas genuínas (com Kalyne Vieira)</title>
  <description>Como cultivar conversas genuínas? Por que ser escutado e escutar verdadeiramente alguém é tão importante? Como cultivar interesse e curiosidade pelos outros? Para estrear o ano, não poderíamos ter um episódio melhor do que esse e nem uma convidada mais especial que ela. Kalyne nos fala como é que a gente faz pra aprender a se escutar e escutar o outro e o quanto isso pode ser uma experiência que muda a nossa vida. Ela tem se dedicado a investigar e compreender como nos comunicamos. Para tanto, fez mestrado em comunicação e treinamentos em comunicação não-violenta. Paralelamente, ela vem trilhando um percurso de autoconhecimento e treinamento da mente.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia5-kalyne-vieira/</link>
  <pubDate>Thu, 17 Jan 2019 06:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>conversa, diálogo, escuta, conversa genuína, conversa profunda, escuta genuína, comunicação não-violenta, mundo interno, mundo externo, coemergência, kalyne vieira</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Como cultivar conversas genuínas? Por que ser escutado e escutar verdadeiramente alguém é tão importante? Como cultivar interesse e curiosidade pelos outros? Para estrear o ano, não poderíamos ter um episódio melhor do que esse e nem uma convidada mais especial que ela. Kalyne nos fala como é que a gente faz pra aprender a se escutar e escutar o outro e o quanto isso pode ser uma experiência que muda a nossa vida. Ela tem se dedicado a investigar e compreender como nos comunicamos. Para tanto, fez mestrado em comunicação e treinamentos em comunicação não-violenta. Paralelamente, ela vem trilhando um percurso de autoconhecimento e treinamento da mente. </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Como cultivar conversas genuínas? Por que ser escutado e escutar verdadeiramente alguém é tão importante? Como cultivar interesse e curiosidade pelos outros? Para estrear o ano, não poderíamos ter um episódio melhor do que esse e nem uma convidada mais especial que ela. Kalyne nos fala como é que a gente faz pra aprender a se escutar e escutar o outro e o quanto isso pode ser uma experiência que muda a nossa vida. Ela tem se dedicado a investigar e compreender como nos comunicamos. Para tanto, fez mestrado em comunicação e treinamentos em comunicação não-violenta. Paralelamente, ela vem trilhando um percurso de autoconhecimento e treinamento da mente.  </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#4 Saúde de dentro pra fora (com Daniel Cunha)</title>
  <description>Quais são nossos referenciais quando falamos sobre saúde e doença? É possível pensar nesses temas levando em conta nossos mundos interno e externo? Neste episódio tivemos a oportunidade de conversar com nosso querido amigo Daniel Cunha, jornalista, professor do programa CEB (Cultivating Emocional Balance) e editor deste podcast, sobre sua experiência com o adoecimento. Numa conversa sincera e empolgante, Daniel nos conduziu para sua jornada diante do diagnóstico de uma doença degenerativa até a descoberta do seu mundo interno, das práticas contemplativas e contou como isso alterou sua forma de experienciar e compreender as noções de saúde e doença. Ele compartilhou algo precioso: é possível transformar a mente que produz adoecimento na mente que cura.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia-4-saude-daniel-cunha/</link>
  <pubDate>Thu, 13 Dec 2018 09:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>saúde, doença, mundo interno, mundo externo, liberdade, autonomia, equilibrio, adoecimento, cura, coemergência, daniel cunha</itunes:keywords>
  <itunes:summary>Neste episódio tivemos a oportunidade de conversar com nosso querido amigo Daniel Cunha, jornalista, professor do programa CEB (Cultivating Emocional Balance) e editor deste podcast, sobre sua experiência com o adoecimento. Numa conversa sincera e empolgante, Daniel nos conduziu para sua jornada diante do diagnóstico de uma doença degenerativa até a descoberta do seu mundo interno, das práticas contemplativas e contou como isso alterou sua forma de experienciar e compreender as noções de saúde e doença.  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Neste episódio tivemos a oportunidade de conversar com nosso querido amigo Daniel Cunha, jornalista, professor do programa CEB (Cultivating Emocional Balance) e editor deste podcast, sobre sua experiência com o adoecimento. Numa conversa sincera e empolgante, Daniel nos conduziu para sua jornada diante do diagnóstico de uma doença degenerativa até a descoberta do seu mundo interno, das práticas contemplativas e contou como isso alterou sua forma de experienciar e compreender as noções de saúde e doença.   </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#3 A generosidade como caminho (com Carolina Bernardes)</title>
  <description>É possível sobreviver apostando exclusivamente na bondade humana? A entrevistada da vez é a querida amiga Carolina Bernardes, que traz em sua bagagem a bela experiência de ter vivido por alguns anos na estrada à base de trocas e da generosidade das pessoas com quem se encontrava. É autora do livro “Mulher na Estrada, Liberdade para realizar sonhos”, disponível gratuitamente na loja do Kindle, escreveu sobre essa experiência e ainda traz reflexões sobre economia colaborativa, autonomia, feminismo e vários outros temas.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia-3-generosidade-carolina-bernardes/</link>
  <pubDate>Thu, 29 Nov 2018 09:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>generosidade, bondade, carolina bernardes, mulher na estrada, liberdade, economia colaborativa, autonomia, feminismo, coemergenciaemoções, liberdade, coemergência </itunes:keywords>
  <itunes:summary>É possível sobreviver apostando exclusivamente na bondade humana? A entrevistada da vez é a querida amiga Carolina Bernardes, que traz em sua bagagem a bela experiência de ter vivido por alguns anos na estrada à base de trocas e da generosidade das pessoas com quem se encontrava.  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>É possível sobreviver apostando exclusivamente na bondade humana? A entrevistada da vez é a querida amiga Carolina Bernardes, que traz em sua bagagem a bela experiência de ter vivido por alguns anos na estrada à base de trocas e da generosidade das pessoas com quem se encontrava. </itunes:subtitle>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#2 Liberdade frente às emoções (com Isabella Ianelli e Nathália Roberto)</title>
  <description>Nesta conversa sobre as emoções, Isabella Ianelli e Nathália Roberto, professoras do programa CEB (Cultivating Emocional Balance), falaram sobre como podemos cultivar um certo grau de liberdade frente à "tirania das emoções" e aos "trocinhos que nos desestabilizam". A mensagem deixada por elas não podia ser mais animadora: sim, é possível! Conheça o trabalho delas em ocursodasemocoes.com.br.</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia-2-isabella-ianelli-e-nathalia-roberto/</link>
  <pubDate>Thu, 15 Nov 2018 18:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>emoções, liberdade, coemergência, inteligência emocional, equilibrio emocional, Isabella Ianelli, Nathália Roberto, coemergência </itunes:keywords>
  <itunes:summary>Nesta conversa sobre as emoções, Isabella Ianelli e Nathália Roberto falaram sobre como podemos cultivar um certo grau de liberdade frente à "tirania das emoções" e aos "trocinhos que nos desestabilizam".  </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>Nesta conversa sobre as emoções, Isabella Ianelli e Nathália Roberto falaram sobre como podemos cultivar um certo grau de liberdade frente à "tirania das emoções" e aos "trocinhos que nos desestabilizam". </itunes:subtitle>
  <itunes:author>Coemergência | Podcast</itunes:author>
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<author>Coemergência | Podcast</author>
<title>#1 Como viver uma vida com sentido? (com Gustavo Gitti)</title>
  <description>No primeiro episódio, o convidado Gustavo Gitti falou sobre o que seria uma vida com sentido e trouxe sua perspectiva sobre por que a compaixão é o referencial de felicidade mais estável que podemos aspirar ter. Também falou mal sobre a nossa lavanderia, o que não foi lá muito elegante. Bastante ativo nas redes sociais, Gustavo é coordenador do lugar (olugar.org), professor de Taketina, escritor e um entusiasmado praticante budista. Você também pode encontrá-lo e apoiar seus movimentos no site www.gustavogitti.com</description>
  <link>https://www.coemergencia.com.br/coemergencia-1-gustavo-gitti/</link>
  <pubDate>Thu, 01 Nov 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
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  <itunes:keywords>vida com sentido, Gustavo Gitti, compaixão, felicidade, coemergência</itunes:keywords>
  <itunes:summary>No primeiro episódio, o convidado Gustavo Gitti falou sobre o que seria uma vida com sentido e trouxe sua perspectiva sobre por que a compaixão é o referencial de felicidade mais estável que podemos aspirar ter. </itunes:summary>
  <itunes:subtitle>No primeiro episódio, o convidado Gustavo Gitti falou sobre o que seria uma vida com sentido e trouxe sua perspectiva sobre por que a compaixão é o referencial de felicidade mais estável que podemos aspirar ter. </itunes:subtitle>
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